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Por que nossas orelhas tem dobras?

Você já se perguntou o porquê das nossas orelhas possuírem dobras e formatos curiosos? Fato é que todas as pessoas saudáveis possuem esta mesma anatomia, e ela é muito importante, considerando também que você precisa ter a condução correta da onda sonora emitida.

O nosso sistema auditivo é todo pensado e construído para que consiga dar conta de todos os sons que estão ao nosso redor e por isso é fundamental toda a sua anatomia como um todo.

A orelha já faz parte do sistema auditivo, pois é a parte que vai captar este som, e direcionar para os canais auditivos, para que então sejam processados e reconhecidos cognitivamente.

Mas qual a função das dobras na orelha e no sistema auditivo como um todo?

As dobras possuem dupla função:

1) Captação do som
2) Direcionamento do som

As dobras possuem dupla função. Enquanto elas protegem o canal auditivo de choques diretos e também de líquidos que poderiam incidir diretamente no canal auditivo, elas também são responsáveis pelo direcionamento do som. Isso em termos gerais significa que as dobras vão ter o cuidado para fazer uma espécie de filtro, absorvendo parte do estímulo para que você não tenha contato com ruídos muito altos a todo  momento.

Além disso, as dobras permitem ao cérebro saber de onde o som está vindo. Sem essas dobras, certamente ficaríamos sem nenhuma referência sonora, captando todos os sons, o que geraria uma confusão mental.

Sem a orelha você certamente ficaria sem nenhuma referência sonora, captando todos os sons, o que geraria uma confusão mental, e você também não teria nenhum conhecimento sobre o som captado. Neste sentido as orelhas servem para dar um tipo de segurança para saber de onde vem o som exatamente, o que é fundamental para diversas finalidades, seja segurança ou até mesmo a localização em ambientes diversos.

 

Fonte: Direito de Ouvir

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Rinite não tratada pode causar ronco, apneia, asma e halitose

O nariz é a região das vias respiratórias superiores mais suscetível a infecções. Quando isso acontece, logo vem a congestão nasal e a coriza. Esses sintomas estão na lista das queixas mais comuns nos consultórios médicos, mas além de um simples resfriado, eles também podem sinalizar a presença de outra doença, a rinite.

Definida como um processo inflamatório ou infeccioso da mucosa que reveste o nariz, ela pode ser aguda ou crônica, ou seja, ter curta ou longa duração. As principais causas da enfermidade são as infecções virais e alergias. A do tipo não alérgica tem início frequente após os 20 anos, especialmente entre as mulheres, e acomete cerca de 1/3 da população mundial. Já a rinite alérgica, a estimativa é a de que sua prevalência varie de 9% a 42% dos indivíduos.

Rinite e Halitose

Rinite, sinusite e outras inflamações nas vias aéreas também podem piorar o hálito porque estimulam o acúmulo de muco, a respiração bucal (boca seca é um convite ao bafo) e a formação de cáseos amigdalianos, que são bolinhas esbranquiçadas nas amídalas, compostas por pele descamada, restos de alimentos e proteínas da saliva.

Como tratar?

Independente do tipo de rinite, a lavagem nasal com soro fisiológico é considerada a base do tratamento —isso porque a prática é capaz de remover vírus, bactérias, secreções e agentes desencadeadores de reações alérgicas. Além disso, os médicos têm à sua disposição medicamentos como antialérgicos sistêmicos, corticoides tópicos ou sistêmicos. Em alguns casos, a imunoterapia poderá ser uma coadjuvante: a estratégia consiste em expor o paciente a pequenas quantidades de alérgenos de forma a induzir sua tolerância. Nos casos em que o paciente não responde a esses tratamentos e se observa o aumento de carnes esponjosas nasais (cornetos nasais), exame de imagem (tomografia computadorizada) poderá ajudar o médico a decidir sobre a necessidade de cirurgia.

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Sangramento nasal: o que pode ser?

A epistaxe, caracterizada pelo sangramento nasal, é uma manifestação relativamente comum e que atinge pessoas de qualquer idade. A estimativa é de que mais da metade da população adulta já tenha passado por pelo menos um episódio de hemorragia ao longo da vida, o que pode estar associado a diferentes fatores.

Embora cause um grande desconforto, o sangramento nasal não costuma representar gravidade e muitas vezes pode ser resolvido de maneira simples, sem a necessidade de intervenção médica. Este geralmente é um problema autolimitado, em que o sangramento cessa sozinho após um tempo, mas existem casos em que pode ser necessária a realização de um procedimento.

Tipos de sangramento nasal

A hemorragia nasal pode ser classificada de acordo com o local de origem do sangramento. Os dois tipos de epistaxe, portanto, são:

  • Hemorragia nasal anterior: este é o tipo de sangramento mais comum (90% dos casos) e é originado na parte anterior do nariz;
  • Hemorragia nasal posterior: trata-se de uma manifestação menos comum e potencialmente mais severa, uma vez que envolve vasos sanguíneos maiores localizados na região posterior do nariz.

Leia também: Rinite Gestacional: como tratar?

Causas da hemorragia nasal

O nariz sangra quando há rompimento dos vasos sanguíneos ou irritação do seu revestimento interno, duas situações que podem ocorrer por diversos motivos. As causas mais comuns de sangramento nasal são o ressecamento associado ao tempo seco e traumas como assoar ou cutucar o nariz com muita força. Alergias, desvio de septo, sinusite, uso frequente de sprays nasais ou drogas aspiráveis também podem levar à hemorragia.

Existem, ainda, alguns fatores menos comuns que podem causar sangramento do nariz. São eles:

  • Distúrbios hemorrágicos;
  • Tumores no nariz ou na região dos seios paranasais;
  • Infecções nasais;
  • Presença de objetos estranhos no nariz.

Quais sintomas acompanham o sangramento no nariz?

O sangramento nasal pode ser acompanhado de sintomas como:

  • Mal estar;
  • Tosse ou vômito com sangue;
  • Dificuldades respiratórias.

Mas, o que fazer quando isso acontecer?

Separamos algumas dicas:
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🔸 Manter a calma! A maioria dos casos são resolvidos de maneira simples.
🔸 Manter a cabeça para frente! Não colocá-la pra trás, para não engolir o sangue.
🔸 Fazer uma pinça com os dedos para estancar o sangramento.
🔸 Colocar uma compressa com gelo na região.

Mesmo que o sangramento seja controlado em casa, o ideal é procurar um otorrinolaringologista depois para identificar as causas do problema e evitar casos recorrentes.

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Sensação de ouvido entupido: o que pode ser e como tratar

A sensação de ouvido entupido é relativamente comum, especialmente quando se está praticando mergulho, voando em um avião ou até subindo de carro numa montanha. Nessas situações, a sensação desaparece ao fim de alguns minutos e geralmente não indica qualquer problema no ouvido.

No entanto, quando o ouvido entupido surge sem razão aparente ou é acompanhado de outros sintomas como dor, coceira intensa, vertigens ou febre, pode indicar uma infecção ou outro problema que precisa ser avaliado por um otorrinolaringologista, de forma a iniciar o tratamento mais adequado.

O que causa essa sensação?

1. Infecção do ouvido

A infecção do ouvido, também conhecida como otite, é uma das causas mais comuns da sensação de ouvido tampado. Isso acontece porque, durante uma infecção, o canal auditivo fica inflamado, dificultando a passagem dos sons até ao ouvido interno e causando a sensação de ouvido entupido.

Os sintomas mais comuns de uma infecção no ouvido, além da sensação de ouvido entupido, incluem febre baixa, vermelhidão na orelha, coceira e até pode acontecer de existir a saída de líquido pelo ouvido. Embora seja mais comum em crianças, a infecção do ouvido pode acontecer em qualquer idade.

O melhor é consultar o otorrinolaringologista para iniciar o tratamento com sprays para diminuir a inflamação e aliviar o desconforto. Além disso, é importante avaliar se a infecção está sendo causada por bactérias, sendo, nesses casos, importante começar o tratamento com um antibiótico.

2. Cera

Esta é outra das causas mais comuns para a sensação de ouvido tampado e acontece porque realmente o ouvido fica entupido com cera. Embora a cera seja uma substância saudável, produzida pelo corpo para eliminar sujeira do canal auditivo, pode acabar se acumulando em excesso, causando dificuldade para ouvir.

O excesso de cera pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum em que utiliza frequentemente cotonetes para limpar o ouvido, já que o cotonete em vez de retirar a cera, a empurra para uma parte mais profunda do canal auditivo, compactando-a e impossibilitando a passagem do som.

Nesses casos, para limpar o acúmulo de cera é aconselhado ir no otorrino para fazer uma limpeza adequada e, a partir daí evitar o uso de cotonetes.

3. Labirintite

Embora seja mais raro, a labirintite também é um problema relativamente comum do ouvido, no qual a pessoa sente uma intensas tonturas, além do ouvido tampado. É ainda frequente que pessoas com labirintite refiram a presença de zumbido, perda de equilíbrio e a diminuição temporária da audição.

A labirintite geralmente não tem cura, podendo surgir por crises ao longo dos anos. No entanto, o tratamento com remédios indicados pelo otorrino podem ajudar a aliviar os sintomas, melhorando a qualidade de vida.

O diagnóstico da labirintite deve-se consultar o otorrinolaringologista para identificar a causa da labirintite e iniciar o uso de medicamentos que possam aliviar os sintomas, especialmente durante as crises de labirintite.

4. Colesteatoma

O colesteatoma é um problema menos comum do ouvido, mas que pode surgir em pessoas que têm infecções muito recorrentes. Nesta situação, o canal auditivo acaba apresentando um crescimento anormal de pele no seu interior, que acaba resultando em um pequeno cisto que dificulta a passagem do som, causando a sensação de ouvido tampado.

Tratamento: na maioria das vezes o otorrino pode aconselhar o uso de gotas para aliviar os sintomas, mas também pode ser necessário fazer uma pequena cirurgia para retirar o cisto e acabar de vez com os sintomas.

5. Síndrome de Ménière

Esta é uma doença relativamente rara que afeta o ouvido interno e causa sintomas como ouvido entupido, perda de audição, tonturas e zumbido constante. Esta síndrome ainda não tem uma causa específica, mas parece afetar mais frequentemente pessoas entre os 20 e os 50 anos.

Por não ter uma causa específica, esta síndrome não tem cura, mas pode ser tratada com remédios indicados pelo otorrino que ajudam a diminuir os sintomas durante o dia-a-dia, especialmente as tonturas e a sensação de ouvido entupido.

Fonte: Tua Saúde

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Rinite Gestacional: como tratar?

Sabemos que muitas grávidas preferem não fazer alguns tratamentos, pois têm medo de prejudicar o bebê; no entanto, se esses sintomas têm aparecido com frequência, você pode estar com Rinite Gestacional.

A Rinite Gestacional é um problema comum durante a gestação e atinge de 20 a 40% das grávidas (principalmente nos 2º e 3º trimestres da gravidez). Uma vez diagnosticada, é necessário tratá-la o quanto antes, para evitar os riscos que ela pode trazer a você e ao seu bebê.

O que é a Rinite Gestacional?

De acordo com especialistas da Universidade Federal de São Paulo, a Rinite durante a gestação é diferente da rinite gestacional. A rinite durante a gestação inclui todos os tipos de rinite (não alérgica, medicamentosa, alérgica etc.), e elas estão presentes antes, durantes e depois da gestação.

Já a rinite gestacional é uma obstrução nasal, ocorre no 2º ou 3º trimestre da gestação e dura 6 semanas ou mais. Ela não está presente antes da gravidez. Caso você já tenha rinite antes de engravidar, os sintomas podem piorar durante a gestação. Geralmente, a causa dessa rinite é hormonal e ocorre por causa dos níveis de estrogênio, que aumentam na gravidez.

Riscos da Rinite Gestacional

Aquelas acometidas pela obstrução do nariz causada pela rinite gestacional acabam inalando menos óxido nítrico (NO). A redução de NO no corpo pode levar a:

  • Hipertensão materna;
  • Retardo do crescimento intrauterino;
  • Pré-eclâmpsia;
  • Menores pontuações na escala de Apgar para o recém-nascido.

Outro problema é o uso de descongestionantes nasais em excesso, o que pode causar uma rinite medicamentosa que não se resolve depois do parto.

Como saber se você tem Rinite Gestacional ou resfriado?

É importante fazer um diagnóstico em um hospital especializado em otorrinolaringologia. Você pode procurar uma clínica caso comece a sentir uma obstrução nasal que já existia antes da gravidez.

O diagnóstico só será positivo caso você tenha piora no padrão ou caso haja algum sintoma que cause impactos consideráveis em sua qualidade de vida.

obstrução nasal da rinite, sendo gestacional ou não, pode causar apneia obstrutiva do sono, ronco e piora na qualidade do sono.

Já o resfriado ou a gripe não contam só com a congestão nasal. Além disso, podem aparecer dores na garganta, no corpo, febres e tosses, e essas doenças duram, no máximo, 10 dias.

Principais formas de tratar essa Rinite durante a gravidez

A nossa primeira dica é evitar consumir medicamentos sem consultar uma clínica especializada antes – é importantíssimo contar com a prescrição médica. Usar qualquer medicamento por conta própria pode causar más-formações no feto – e o risco é maior nos 3 primeiros meses.

Caso o incômodo seja muito grande e você precise de um alívio até a consulta, você pode fazer lavagem nasal com soro fisiológico. Ele pode reduzir os sintomas da Rinite, seja gestacional ou não.

Por mais que alguns remédios sejam liberados para gestantes, é importante usá-los sob orientação médica. Por isso, procure um otorrinolaringologista, ginecologista ou obstetra para te ajudar.

Dicas importantes para melhorar os sintomas

  • Ponto de atenção: jamais use gotas nasais descongestionantes (elas criam uma dependência química e prejudicam o seu bebê);
  • Em caso de sangramento, não deite por completo, porque o sangue pode retornar para o nariz. Em vez disso, eleve a cabeça;
  • Faça exercícios físicos para melhorar o sono e controlar o peso;
  • Use soluções salinas para lavagem nasal, o que pode aliviar temporariamente os sintomas;
  • Mantenha as janelas abertas, para arejar a casa;
  • Evite espanadores, vassouras e tudo o que levanta poeira. Prefira os panos umedecidos;
  • Evite também o contato com animais. Caso você os tenha em casa, não deixe que eles subam em estofados ou camas.

Ficou com alguma dúvida sobre algum dos pontos que falamos aqui? Se você precisa saber mais sobre a Rinite Gestacional e quer uma informação mais detalhada, entre em contato conosco.

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