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Nem toda tontura é sinal de Labirintite

Você sabia que nem toda tontura é sinal de labirintite? Tontura, vertigem, náuseas e vômito são sintomas muitas vezes confundidos com labirintite. Porém, nem toda alteração de equilíbrio do corpo pode ser a doença.

E o que é Labirintite?

A Labirintite é a inflamação do labirinto, localizada na estrutura interna do ouvido que auxilia a audição e o equilíbrio do corpo. Não pode ser curada com apenas repouso.
Em caso de sintomas, é importante procurar um otorrinolaringologista para que possa ser diagnosticado. Quando diagnosticado, pouquíssimos casos podem ser considerados incuráveis. O tratamento é feito através de medicamentos, readequação dos hábitos e se estiver incontrolável existe cirurgia para a cura. A tontura pode simplesmente significar outros problemas como: metabólicos, hormonais, cardiovasculares e até psicológicos.

Quando a tontura não é labirintite?

A maioria das pessoas que sente tontura tem alguma doença do labirinto, mas não a labirintite. A tontura deve sempre ser investigada, pois pode ser um indício de alguma doença do labirinto e também indicar a presença de outras enfermidades, como diabetes, pressão alta ou baixa, anemia, problemas vasculares, neurológicos e cardíacos. Quanto mais cedo procurar um especialista, maiores as chances de recuperação.

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Conheça os alimentos que interferem nas crises de labirintite

De repente parece que os pés perdem o apoio e o mundo gira, deixando o corpo desorientado no espaço. Não raro a tontura é acompanhada de um zumbido chato, surdez, náuseas, vômito, suor frio e palpitações. Para quem tem labirintite, como chamamos os distúrbios que acometem o labirinto, uma estrutura dentro da orelha, esses sintomas são familiares.

A história complica um pouco na hora de apontar suas causas. Afinal, a lista é extensa: de doenças vasculares a disfunções hormonais, mais de 300 encrencas podem afetar o labirinto. “Na maioria das vezes os problemas ali são a campainha de alerta, e não o incêndio”, avisa Arnaldo Guilherme, otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo. Sendo assim, além de investigar o motivo do fogaréu, faz-se necessário controlá-lo para livrar o órgão de enrascadas. E, para isso, é bom ficar de olho em um fator pouco comentado: a alimentação.

Nesse quesito, um dos principais inimigos do ouvido interno é o açúcar, escondido não só em guloseimas como chocolate, sorvete e bolachas recheadas como também em pães, tortas, bolos e massas feitos com farinha refinada. “Quando o indivíduo tem alterações na maneira de processar os carboidratos, ingerir muito açúcar pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao cérebro”, conta o otorrino Ítalo Medeiros, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Para saborear uma sobremesa sem riscos, o jeito é apostar no consumo de frutas como banana, abacaxi, maçã e pera. “Quem quiser um prato mais elaborado pode levá-las ao forno com um pouco de canela”, sugere a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, na capital paulista. E, no momento de se entregar às massas, o ideal é optar pelas integrais, já que suas fibras promovem uma absorção mais lenta da glicose.

O sal não fica atrás quando se fala nos perturbadores do labirinto, já que está relacionado ao aumento da pressão nos vasos. “Isso dificulta a irrigação e a chegada de nutrientes à parte interna da orelha”, explica Guilherme. O primeiro passo para brecar esse engarrafamento é trocar o condimento por temperos naturais, como alecrim, cebolinha, sálvia e salsinha. Depois, é preciso aprender a dizer não aos alimentos ricos no ingrediente, entre os quais estão os salgadinhos, empanados, sopas prontas e lanches de fast food, e dar preferência a opções mais saudáveis, como biscoitos com pouco sal e sanduíches cheios de vegetais.

A lista de itens que merecem atenção no cardápio de quem tem episódios de vertigem não para na dupla sal e açúcar. Segundo Rita de Cássia Guimarães, otoneurologista da Universidade Federal do Paraná, é fundamental evitar o consumo de alimentos que estimulem demais o labirinto, como a cafeína presente no café e nos refrigerantes, especialmente naqueles à base de cola, e ateína encontrada nos chás de plantas e ervas, sem contar o chimarrão.

Na turma dos excitantes labirínticos, é impossível deixar de mencionar as bebidas alcoólicas. “Elas podem causar uma intoxicação aguda e, assim, favorecer o aumento na densidade dos líquidos labirínticos. O resultado disso são vertigens agudas e intensas, vômitos e problemas na coordenação motora e nos reflexos”, explica Rita.

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Dicas para prevenir as crises

Vale deixar claro que os cuidados para se safar dos surtos de labirintite não ficam restritos à avaliação cautelosa daquilo que vai à mesa. Cultivar outros hábitos saudáveis é igualmente importante no combate às tonturas. Entre eles, os especialistas destacam aquele que é quase um mantra: comer a cada três horas. “O labirinto precisa de um aporte constante de glicose e oxigênio para exercer suas funções. Ficar de jejum, portanto, não é uma boa ideia”, comenta a nutricionista Roseli Rossi.

Outra indicação clássica que não deve ser ignorada por quem tem o problema é hidratar-se com aproximadamente 2 litros de água por dia. “Ela é essencial para todas as reações biológicas que ocorrem no corpo”, diz a nutricionista funcional e personal diet Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro.

Para completar, procure ficar longe do tabaco. O vício, como você já deve estar cansado de ouvir, só tende a lesionar o organismo. E para quem sempre vê o mundo girar a história é ainda pior: “Por causa da nicotina e de uma série de outras substâncias, o cigarro mostra-se tóxico para o labirinto”, conta a otoneurologista Rita Guimarães. Enfim, zelar por esse órgão não só torna os episódios de vertigem menos frequentes como também garante uma saúde de ferro.

Fonte: Saúde

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Quais são os sintomas e principais tratamentos da LABIRINTITE?

Tontura, vertigem, perda da noção de espaço e de equilíbrio e sensação de desmaio… Esses são os sintomas mais comuns da labirintite, distúrbio que afeta milhares de pessoas diariamente ao redor mundo.  Esse distúrbio é gerado pela inflamação dos labirintos que estão localizados no sistema vestibular, órgão que fica dentro do ouvido interno e é responsável por gerar e manter o equilíbrio e a orientação espacial do corpo humano.

Além disso, a labirintite atinge pessoas em todas as faixas etárias, e nem sempre possuí cura. Muitos convivem com a doença durante grande parte de sua vida, tendo que aprender a conviver com as crises.

 

 

SINTOMAS E TRATAMENTO

Os sintomas mais comuns são os mesmos para todas as pessoas que sofrem com a labirintite: diminuição da audição, vertigens e tonturas. Por esses motivos, o mais indicado é procurar um médico assim que os sintomas surgirem, já que isso facilitará o diagnóstico e possibilitará que o tratamento comece o mais rápido possível.

Outros Sintomas da Labirintite são:

  • Sensação de pressão dentro do ouvido;
  • Zumbidos no ouvido;
  • Líquido ou secreções saindo do ouvido;
  • Diminuição da audição;
  • Dor de cabeça;
  • Enjoos e vômito;
  • Febre acima de 38º C;
  • Diminuição do equilíbrio e tontura;
  • Queda de cabelo.

 

A intensidade de cada sintoma varia de organismo para organismo, além disso, os gatilhos para as crises de tontura também são diferentes para cada pessoa. Contudo, de modo geral, é recomendado que quem está passando por uma crise de tontura evite movimentos bruscos com a cabeça e busque ficar em repouso em local com pouca luminosidade e livre de barulhos.

 

IMPACTO NO COTIDIANO

Com isso, fica impossível prever quando ou mesmo a frequência com que a labirintite ocorrerá, gerando ainda mais incômodos para quem sofre com esse problema. O impacto no cotidiano é grande. “Já passei por situações constrangedoras quando cai ou quase cai…”, afirma Juliana, que hoje já está mais habituada com as crises. “Consigo levar numa boa porque não é tão frequente, mas quando acontece é incapacitante. A única dica que posso dar para outras pessoas é sentar no escuro e tomar algum remédio”.

Alguns procedimentos caseiros podem amenizar os sintomas, como a ingestão de líquidos (água, chá ou sucos) e de alguns alimentos. Mas, eles não substituem a devida medicação.

Por isso, é importante lembrar que a medicação adequada e o tratamento para labirintite devem ser indicados por um otorrinolaringologista. A automedicação não deve ser feita, já que se trata de um problema que pode afetar diversas estruturas importantes responsáveis pela audição e pelo equilíbrio.

Ao sentir os sintomas, consulte um médico!

 

Fonte: Direito de Ouvir

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