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Você sabe o que é hipersensibilidade auditiva?

hipersensibilidade auditiva é um quadro que acomete parte da população, mas mesmo assim muitas pessoas desconhecem suas causas e mais grave que isso, não sabem como tratar esse tipo de situação. 

Sendo algo que muitas vezes passa despercebido, a preocupação aumenta já que a perda auditiva é uma das consequências diretas e que podem gerar um impacto muito grande no dia a dia da pessoa em questão. 

Reconhecer a hipersensibilidade auditiva e ter o acompanhamento e tratamento correto é muito importante para que o quadro não se agrave e possa trazer malefícios de todos os tipos para a sua vida.  

O tratamento, no entanto, passa por um diagnóstico preciso e profissional, que possam também indicar qual a melhor forma de tratamento para as suas necessidades a partir do que for avaliado.  

Por isso vamos trazer todas as informações para que você consiga tratar corretamente a hipersensibilidade auditiva, e também possa retomar suas rotinas e mais que isso, recuperar sua audição, sem que sejam oferecidos riscos.

O que é a hipersensibilidade auditiva  

hipersensibilidade auditiva, tal qual o nome sugere, é uma condição na qual o paciente possui uma sensibilidade muito alta para qualquer tipo de som, sendo sons altos ou nem tão altos assim, que pode gerar um tipo de problema posterior.  

Sendo assim, todos os ruídos podem se tornar literalmente uma dor de cabeça, de modo que você não consiga trabalhar, estudar ou até dormir, visto que cada barulho incomoda bastante, atrapalhando qualquer atividade.  

Por este motivo podemos afirmar que não é normal uma pessoa ter dificuldades de foco e atenção por conta de sons externos, o que alguns podem até taxar como preguiça e até como alguma outra dificuldade relacionada com o foco.

Porém, a hipersensibilidade auditiva não traz somente dificuldades nesse contexto, mas em muitos outros, como danos físicos que podem até evoluir para problemas auditivos graves e que possuem um tratamento mais complexo. 

Cuidar deste quadro é fundamental para que você consiga ter também resultados importantes na prevenção de outras doenças ou problemas que podem surgir e agravar um quadro que por si só já não é bom. 

O que pode causar  

Como já foi dito, a hipersensibilidade auditiva pode trazer outras consequências para o seu estado de saúde, e essas consequências podem estar ligadas diretamente com o fator cuidado e tratamento, que fazem a diferença nesse sentido. 

Pelo fato da audição estar muito sensível a qualquer ruído, é natural que com o tempo todo o trato auditivo seja desgastado, já que a exposição a sons muito altos podem gerar perda auditiva.  

Além disso, é comum que as pessoas desenvolvam outras dificuldades com relação à produtividade no trabalho, no estudo e desenvolvam insônia, visto que são sempre atividades que demandam um cuidado mais próximo com a audição.  

Algumas pessoas também podem desenvolver dores intensas de cabeça e chegar ao desmaio a depender do volume do ruído que é encontrado no ambiente e como ele é controlado para a pessoa que possui esse tipo de quadro. 

É por este motivo que o manejo correto pode evitar uma série de dificuldades e também podem contribuir para a evolução do tratamento, sem deixar maiores sequelas ou qualquer outro problema na audição. 

Problemas auditivos decorrentes do quadro 

perda auditiva é uma das consequências mais graves, e pode até ser considerada como o quadro mais grave causado pela hipersensibilidade, que pode também promover uma série de dificuldades no decorrer da evolução do quadro.  

As pessoas que sofrem com isso podem também enfrentar alguns obstáculos no âmbito do trabalho, na convivência com outras pessoas de maneira geral, e principalmente em locais externos, onde podem sofrer com ruídos externos.  

Existem também riscos relativos à saúde mental, já que é uma situação onde as pessoas podem adquirir um grande desgaste, fruto do intenso trabalho do cérebro em captar cada som, por mais baixo que seja ou que pareça.  

O tratamento indicado pode resolver esse tipo de problema de saúde, mas também pode servir para que você tenha o aparecimento de outras doenças, que podem ser tão intensas e incomodativas ou piores que isso.  

Sendo assim, é muito importante lidar com o tratamento correto e indicado por um profissional especializado que fará uma avaliação profunda e indicará qual o melhor tratamento para o seu caso.  

Tratamentos indicados  

Os tratamentos indicados para a hipersensibilidade auditiva podem ser variados a depender do grau da sensibilidade e de como você vai reagir aos primeiros tratamentos feitos que podem ajudar nesse cuidado.  

Ele pode ser feito diretamente por meio de cirurgias ou intervenções no nervo, ou na parte do cérebro responsável pela audição, ou pode ser feito por meio de um dos mecanismos mais novos desenvolvidos por tecnologias.

Médicos descobriram que o nosso cérebro funciona por 24 horas todos os dias, e aprende novas coisas, além é claro de desenvolver alguns reparos que são necessários para manter o equilíbrio de maneira geral.  

Sendo assim, é feita uma intervenção por meio de intervenções sonoras, relativas às frequências que vão interferir justamente nesse canal auditivo que está sendo afetado, oferecendo uma melhora significativa do quadro.  

Esse é o tratamento utilizado por tempo indeterminado, até que você possa se recuperar e utilizar a audição de maneira satisfatória que inclusive não ofereça mais nenhuma intercorrência no processo, sem a sensibilidade sentida antes. 

Outras dicas importantes  

O acompanhamento profissional é sem dúvida um diferencial para o seu processo, isso pode inclusive interferir no sucesso do tratamento, e por este motivo é fundamental procurar pelo melhor atendimento e equipe para isso.

A equipe disponibilizada pela Direito de Ouvir é formada pelos mais experientes e competentes profissionais que estão preparados para indicar os melhores tratamentos para o seu quadro de sensibilidade.  

Com o acompanhamento feito por essa equipe certamente você tem a indicação efetiva de como tratar a sua situação e principalmente pode evitar muitos outros problemas auditivos.

Assim você tem a confiança de como lidar e principalmente como tratar todos os tipos de intercorrências desse grau com os tratamentos mais modernos e eficientes.

Fonte: Direito de Ouvir

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Alerta sobre os fones de ouvido

Smartphones, tablets e outras tecnologias são cada vez mais indispensáveis em nosso dia a dia. E, junto com eles, vêm os fones de ouvido. Seja para ouvir música, assistir vídeos ou para se comunicar, é bem provável que você sempre tenha um par de fones e um dispositivo eletrônico para conectá-lo sempre à mão. Acertamos?

Infelizmente, esses aparelhos que ajudam a tornar a vida mais simples, podem causar algum problema auditivo se você não for cuidadoso. Os mais comuns são zumbido no ouvido e perda auditiva induzida por ruído.

Isso pode parecer apenas um alerta de um fonoaudiólogo para assustar você. Contudo, o risco para sua saúde auditiva é real. De acordo com as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de metade dos jovens entre 12 e 35 anos, isto é, 1,1 bilhão de pessoas em todo o mundo correm o risco de sofrer de perda auditiva. O principal motivo é a exposição prolongada e excessiva aos sons altos, incluindo o barulho dos fones de ouvido.

Como os fones de ouvido podem causar um problema auditivo?

Os ruídos altos, em geral, são extremamente prejudiciais aos ouvidos. Ao usar fones de ouvido em volume alto, o risco é ainda maior. Isso porque os fones ficam bem próximos ao ouvido. Tal proximidade tem o efeito de aumentar o som equivalente a 9 dB!

Não é difícil entender como o som alto prejudica a audição. Quando as ondas sonoras chegam aos nossos ouvidos, elas fazem com que o tímpano vibre. Essa vibração é transmitida ao ouvido interno até atingir a cóclea. A cóclea contém milhares de pequenos “pelos”, que são as chamadas células ciliadas. Quando as vibrações sonoras atingem a cóclea, essas células se movem.

Sons mais altos provocam vibrações mais fortes, fazendo com que as células ciliadas se movam mais. Quando você ouve sons muito altos por muito tempo, as células ciliadas perdem sua sensibilidade à vibração.

Em alguns casos, as células podem se curvar muito por conta do barulho alto. É isso que causa a sensação de perda auditiva temporária e, depois de algum tempo, as células ciliadas se recuperam do ruído intenso e voltam a se mover.

Entretanto, nos casos mais comuns, as células ciliadas nunca se recuperam. Elas podem estar muito danificadas para continuar funcionando normalmente. Isso leva a perda auditiva permanente. Este tipo de problema auditivo induzido por ruído é quase impossível de se recuperar.

+ Os impactos da perda de audição em crianças

Tempo de uso e volume dos fones

O volume do som nos fones de ouvido e o tempo que você o escuta tem forte influência na ocorrência de um problema auditivo. Fonoaudiólogos e demais especialistas em audição alertam que todo ruído a partir de 85 dB pode causar danos nos ouvidos.

Para você ter uma noção, são necessárias 8 horas de exposição a 80 dB para deteriorar a audição, apenas 1 hora a 89 dB e alguns minutos para 100 dB. E não pense que é muito difícil atingir essa intensidade de som com os fones de ouvido. A maioria dos dispositivos de música atuais pode produzir sons de até 120 dB, o que equivale a um nível de som em um show de rock.

Sabemos que a maioria das pessoas não tem um medidor de nível de som para analisar a intensidade do que está tocando em seus fones de ouvido. Mas não é difícil perceber quando o volume é excessivo. Se as pessoas que estão ao seu redor podem ouvir o que está tocando em seus fones, você definitivamente precisa diminuir o volume.

Se, ao retirar os fones, você ouve um zumbido em seus ouvidos ou sente que o mundo ao redor soa um pouco abafado, é um sinal claro de que o volume está excessivamente alto. Mesmo que a audição volte rapidamente ao normal, você pode estar causando danos permanentes em seus ouvidos.

Como prevenir problemas auditivos

Evitar problemas auditivos causados por fone de ouvido não é difícil. É necessário apenas quebrar alguns hábitos que são prejudiciais. Então, para não estragar seus ouvidos e garantir que ouvir música continua sendo um prazer, aqui estão algumas dicas para usar seus fones de ouvido de forma consciente:

Abaixe o volume

Pode parecer óbvio, mas a perda auditiva induzida por ruído é causada principalmente pela exposição a ruídos muito altos. Portanto, limitar o volume do que você escuta no fone de ouvido é uma mudança simples e que pode proteger sua audição.

A maioria dos smartphones, por exemplo, alerta quando o volume dos fones é prejudicial aos ouvidos. Então, não ignore o aviso ou mantenha o volume em até 60% do nível máximo.

Limite o tempo de exposição

Além de diminuir o volume, você também pode limitar o tempo que utiliza os fones de ouvido para proteger sua audição. Uma boa maneira de ter o controle de tempo e volume é usando a regra 60-60: não escute mais do que 60% do volume máximo por mais de 60 minutos.

Além disso, faça pausas de uma hora a cada duas horas de escuta. Assim, você garante que sua orelha está descansando dos ruídos por um bom tempo.

Use fones com bloqueio de ruído

Muitas vezes, colocamos os fones no volume máximo para abafar outros sons. Contudo, há uma maneira de fazer isso sem prejudicar a audição. Existem modelos de fones de ouvido com bloqueio de ruído. Tais dispositivos abafam o som externo, permitindo que você aproveite sua música com um volume mais baixo e sem se distrair com outros barulhos.

Use modelos externos

Fonoaudiólogos e audiologistas frequentemente recomendam o uso de fones de ouvido over-the-ear. Eles são aqueles fones maiores que ficam sobre a abertura da orelha, em vez de modelos que são colocados diretamente no ouvido. Os fones de ouvido externo aumentam a distância entre o tímpanos e o alto-faltante, diminuindo a chance de perda auditiva induzida por ruído.

Infelizmente, se os seus ouvidos já estiveram danificados por causa dos ruídos dos fones de ouvido, sua audição pode nunca se curar completamente. Entretanto, isso não significa que você nunca vai ouvir bem novamente. Um fonoaudiólogo pode indicar um aparelho auditivo para recuperar sua capacidade auditiva.

Na Otocenter Recife, os profissionais são especializados em encontrar o aparelho auditivo perfeito para suas necessidades e estilo de vida. Para saber mais, conheça nossas soluções auditivas.

Fonte: Direito de Ouvir

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Tudo o que você precisa saber sobre a sinusite

Sinusite é uma resposta inflamatória da mucosa de revestimento das cavidades paranasais (seios da face), que se estende às fossas nasais.  Hoje, o termo correto seria “Rinossinusite”, pois a rinite pode manifestar-se isoladamente, mas a sinusite quase sempre é acompanhada de rinite.

Existem quatro pares de cavidades paranasais: maxilar, etmoidal, frontal e esfenoidal. Essas cavidades participam na ressonância vocal, auxiliam na filtração, aquecimento e umidificação do ar, amortecem choques contra a cabeça, reduzem o peso do crânio, secretam muco e contribuem para o desenvolvimento da face.

A cavidade nasal é divida ao meio pelo septo nasal e lateralmente estão localizados 3 cornetos de cada lado, inferior, médio e superior. Todas as cavidades aéreas da face  são comunicadas com o nariz, através dos óstios de drenagem e ventilação que ficam nos meatos médios e recessos da cavidade  nasal.

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Ela pode ter diversas causas ou está relacionada a algo específico?

Quaisquer alterações estruturais ou inflamatórias que venham obstruir esses óstios de drenagem, irão produzir uma pressão negativa no interior do seio ocluído, provocando  acúmulo de líquido, que irá se infectar causando a sinusite.

Como alguém identifica que está com sinusite? 

A rinossinusite pode ser aguda ou crônica.

Os sintomas da sinusite aguda são: tosse, dor de cabeça, dor e pressão na face, obstrução nasal com deglutição de secreção e diminuição do olfato. Eventualmente poderá ocorrer febre, mau hálito, dor de dente e  ouvido.

Após 3 meses  sem tratamento e persistirem os sintomas, ela passa a ser considerada crônica.

As principais causas das rinossinusites são de origem viral (gripes e resfriados) que acometem a população no inverno. Esses vírus destroem os cílios da mucosa nasal, dificultando a autolimpeza dessas cavidades, acarretando infecções secundárias por bactérias ou fungos.

O diagnóstico é feito através de um exame, a vídeo-endoscopia nasal, que irá nos mostrar se há secreção descendo pelos meatos médios, recessos frontais ou esfeno-etmoidais, confirmando a suspeita de rinossinusite. Nesse exame, também é possível avaliar alterações estruturais intranasais que bloqueiam a drenagem dessas secreções como desvios septais, cornetos médios pneumatizados, paradoxais ou globosos, processos unciformes curvos ou bolhosos e pólipos. O diagnóstico por imagem através da Tomografia Computadorizada também é muito valioso e muitas vezes imprescindível.

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Quais são os tratamentos disponíveis atualmente?

O tratamento a princípio é clínico com uso de antibióticos, corticóides (oral / nasal), e como terapia coadjuvante irrigação nasal com soluções salinas que aumentam o batimento dos cílios reduzindo a inflamação da mucosa.

Após o tratamento clínico, não debelar a rinossinusite, é solicitada uma Tomografia Computadorizada dos seios da face, para confirmar as alterações estruturais intra-nasais já observadas no exame endoscópico e alterações estruturais  intra-sinusais, células de Haller, osteomas, espessamento mucoso e das paredes ósseas, nível líquido e  se há secreções aeradas (bactérias anaeróbicas, que vivem sem oxigênio), focos radiopacos no interior dos seios (fúngos) e saber quais seios estão comprometidos.

Na sinusite crônica deve-se procurar as causas responsáveis por essa cronicidade. Deve-se investigar não só a terapêutica utilizada, mas os fatores anatômicos e funcionais da drenagem, e também eventuais doenças básicas, como alergia, AIDS, etc…

Com os resultados dos exames endoscópico e de imagem, chega-se a uma conduta, que poderá ser um novo tratamento clínico ou uma SINUSOPLASTIA VÍDEO-ENDOSCÓPICA em consultório  ou uma “ CIRURGIA VÍDEO-ENDOSCÓPICA NASOSSINUSAL”   em hospital.

Sinusoplastia Vídeo-Endoscópica, sob anestesia local, consiste em introduções de balões insufláveis nos óstios para fazer uma dilatação desses e restabelecer suas funções, embora este procedimento seja indicado em casos muito específicos apenas.

Cirurgia  Vídeo- Endoscópica Nasossinusal, sob anestesia geral, consiste em resolver as alterações anatômicas estruturais previamente diagnosticadas, como desvio de septo, hipertrofia dos cornetos médios, processos uncinados, que prejudicam a saída da secreção e ampliar o diâmetro  desses óstios (ostioplastias).

Há como evitar?

Além de adotar um estilo de vida saudável, vale evitar mudanças bruscas de temperatura, manter as narinas limpas e umidificadas com a ajuda de soro fisiológico, tratar rinite, resfriado ou gripe assim que os sintomas aparecerem, procurar um otorrinolaringologista e evitar sempre a automedicação.

Fonte: Dr. Eduardo Otorrino

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Conheça os alimentos que interferem nas crises de labirintite

De repente parece que os pés perdem o apoio e o mundo gira, deixando o corpo desorientado no espaço. Não raro a tontura é acompanhada de um zumbido chato, surdez, náuseas, vômito, suor frio e palpitações. Para quem tem labirintite, como chamamos os distúrbios que acometem o labirinto, uma estrutura dentro da orelha, esses sintomas são familiares.

A história complica um pouco na hora de apontar suas causas. Afinal, a lista é extensa: de doenças vasculares a disfunções hormonais, mais de 300 encrencas podem afetar o labirinto. “Na maioria das vezes os problemas ali são a campainha de alerta, e não o incêndio”, avisa Arnaldo Guilherme, otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo. Sendo assim, além de investigar o motivo do fogaréu, faz-se necessário controlá-lo para livrar o órgão de enrascadas. E, para isso, é bom ficar de olho em um fator pouco comentado: a alimentação.

Nesse quesito, um dos principais inimigos do ouvido interno é o açúcar, escondido não só em guloseimas como chocolate, sorvete e bolachas recheadas como também em pães, tortas, bolos e massas feitos com farinha refinada. “Quando o indivíduo tem alterações na maneira de processar os carboidratos, ingerir muito açúcar pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao cérebro”, conta o otorrino Ítalo Medeiros, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Para saborear uma sobremesa sem riscos, o jeito é apostar no consumo de frutas como banana, abacaxi, maçã e pera. “Quem quiser um prato mais elaborado pode levá-las ao forno com um pouco de canela”, sugere a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, na capital paulista. E, no momento de se entregar às massas, o ideal é optar pelas integrais, já que suas fibras promovem uma absorção mais lenta da glicose.

O sal não fica atrás quando se fala nos perturbadores do labirinto, já que está relacionado ao aumento da pressão nos vasos. “Isso dificulta a irrigação e a chegada de nutrientes à parte interna da orelha”, explica Guilherme. O primeiro passo para brecar esse engarrafamento é trocar o condimento por temperos naturais, como alecrim, cebolinha, sálvia e salsinha. Depois, é preciso aprender a dizer não aos alimentos ricos no ingrediente, entre os quais estão os salgadinhos, empanados, sopas prontas e lanches de fast food, e dar preferência a opções mais saudáveis, como biscoitos com pouco sal e sanduíches cheios de vegetais.

A lista de itens que merecem atenção no cardápio de quem tem episódios de vertigem não para na dupla sal e açúcar. Segundo Rita de Cássia Guimarães, otoneurologista da Universidade Federal do Paraná, é fundamental evitar o consumo de alimentos que estimulem demais o labirinto, como a cafeína presente no café e nos refrigerantes, especialmente naqueles à base de cola, e ateína encontrada nos chás de plantas e ervas, sem contar o chimarrão.

Na turma dos excitantes labirínticos, é impossível deixar de mencionar as bebidas alcoólicas. “Elas podem causar uma intoxicação aguda e, assim, favorecer o aumento na densidade dos líquidos labirínticos. O resultado disso são vertigens agudas e intensas, vômitos e problemas na coordenação motora e nos reflexos”, explica Rita.

+ O que é vertigem postural paroxística benigna e como identificar?

Dicas para prevenir as crises

Vale deixar claro que os cuidados para se safar dos surtos de labirintite não ficam restritos à avaliação cautelosa daquilo que vai à mesa. Cultivar outros hábitos saudáveis é igualmente importante no combate às tonturas. Entre eles, os especialistas destacam aquele que é quase um mantra: comer a cada três horas. “O labirinto precisa de um aporte constante de glicose e oxigênio para exercer suas funções. Ficar de jejum, portanto, não é uma boa ideia”, comenta a nutricionista Roseli Rossi.

Outra indicação clássica que não deve ser ignorada por quem tem o problema é hidratar-se com aproximadamente 2 litros de água por dia. “Ela é essencial para todas as reações biológicas que ocorrem no corpo”, diz a nutricionista funcional e personal diet Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro.

Para completar, procure ficar longe do tabaco. O vício, como você já deve estar cansado de ouvir, só tende a lesionar o organismo. E para quem sempre vê o mundo girar a história é ainda pior: “Por causa da nicotina e de uma série de outras substâncias, o cigarro mostra-se tóxico para o labirinto”, conta a otoneurologista Rita Guimarães. Enfim, zelar por esse órgão não só torna os episódios de vertigem menos frequentes como também garante uma saúde de ferro.

Fonte: Saúde

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Os impactos da perda de audição em crianças

A perda da audição é sempre muito significativa durante toda a vida de uma pessoa, e principalmente para as crianças, já que a audição é um dos principais focos para o desenvolvimento de uma maneira geral.

É a partir do desenvolvimento da audição que a criança aprende a falar e principalmente se conecta com o mundo externo, sendo então por este motivo fundamental para que consiga se desenvolver da maneira mais saudável.

Observar os casos de problemas auditivos e até de surdez ainda na infância é muito importante e essencial para que o tratamento seja bem feito e a cura seja alcançada, a depender do quadro.

A partir dessas informações, vamos trazer tudo sobre o impacto que os problemas auditivos podem trazer para a criança e como direcionar para o tratamento mais indicado, visando a solução do quadro.

Impacto da perda da audição para a criança

Como já foi dito, a audição é o principal meio pelo qual a criança aprende a se expressar, já que ela entende quais são os comandos e também pode exercitar o seu conhecimento através da fala.

Os problemas auditivos são as principais causas pelas quais as crianças demoram mais a falar ou são pouco sociáveis, e por este motivo é sempre bom estar atento a todos os sinais que elas apresentam como dificuldade de audição.

Para além disso é também por meio da audição que se evitam importantes acidentes ou avisos, e quando esta se encontra danificada, as chances de acontecimentos ruins são muito maiores, o que eleva o grau de atenção.

Por isso é sempre importante você ficar atento a todos os sinais que as crianças podem dar e que são determinantes para o tratamento correto e indicado a depender da gravidade da perda auditiva.

Causas possíveis

A perda da audição ainda na infância pode ter muitas causas, e cada uma dessas causas e suas consequências, também vai ter um tratamento diferenciado, tendo em vista que cada perda auditiva demanda um tratamento em especial.

Uma das causas pode ser a ocorrência de doenças ainda na gravidez, e esse diagnóstico pode ser feito mais facilmente, já que não se demanda muito ou também não precisa de uma investigação mais detalhada.

Além disso é possível que geneticamente a criança esteja exposta a esse tipo de problema, e que vai se agravando com o tempo, sendo necessária uma intervenção profissional para a solução do quadro.

Outras causas encontradas são os desgastes do sistema auditivo, exposição à ruídos e também acidentes com objetos pontiagudos, que podem perfurar o ouvido causando até casos como surdez.

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Diagnóstico

A melhor maneira de tratar melhor a perda da audiçãoainda na infância é buscar atendimento especializado, já que ele pode indicar quais são as melhores formas de intervir no caso em si.

Ao desconfiar de qualquer deficiência ou problema auditivo é recomendado que você vá imediatamente ao médico especialista para que seja feita uma avaliação geral, retornando inclusive os métodos para o tratamento.

Alguns casos são mais simples que outros, e isso vai ter um impacto no tratamento indicado, mas somente será possível quando você tiver finalmente um atestado profissional para a causa da perda da audição e os encaminhamentos a partir de então.

Além disso, é interessante que se faça uma visita regular a um especialista, que possa ajudar e principalmente que possa também acompanhar a evolução do sistema auditivo da criança, cuidando para que essa avaliação seja o mais saudável possível.

Tratamentos

Os tratamentos são os mais variados, pois vai depender diretamente do quadro observado, e também das causas que levaram à perda da audição e que vão demandar diferentes maneiras de se trabalhar.

O uso de aparelhos auditivos podem ser ideais até para início do tratamento, para que a criança não interrompa o seu desenvolvimento enquanto seu quadro é avaliado e o tratamento é devidamente feito.

Em casos irreversíveis ou que não possuem evolução aparente o uso dos aparelhos auditivos podem acompanhar a criança até o seu crescimento e durante toda a sua vida, sendo um tratamento mais amplo.

Outros casos podem envolver cirurgias mais diretas e até estímulos ao nervo auditivo, que é necessário quando o caso pode ser revertido, e a criança pode voltar a ouvir sem a ajuda de aparelhos auditivos.

Como prevenir

A prevenção dos casos de surdez ainda na infância envolvem cuidados desde a gravidez até de fato quando a criança já está crescida e tem a sua independência, sendo períodos que devem ser muito bem observados.

Evite contato com pessoas doentes durante a gravidez, ou ambientes contaminados, para que não adquira principalmente a rubéola que pode ocasionar a perda da audição da criança ainda na gestação.

É recomendado também que se observe atentamente o uso de cotonetes e o risco de materiais pontiagudos serem inseridos no ouvido, o que pode ocasionar sérias lesões no nervo auditivo e até causar surdez.

Por fim, evite expor a criança a ambientes com som muito alto o que pode gerar uma perda progressiva da audição, e pode chegar em um ponto muito grave, não tendo mais nenhum tratamento para reverter.

Buscando ajuda especializada

Existem várias formas de se pensar em como fazer o tratamento mais indicado e principalmente em qual tipo de profissional direcionar o seu filho, para que a situação possa ser resolvida da melhor forma, com o cuidado que é necessário.

A Otocenter oferece os mais capacitados profissionais e também as melhores formas de tratamento, priorizando sempre o bem estar do paciente e seus familiares, além do acompanhamento correto do problema auditivo observado.

Um tratamento com a equipe que é disponibilizada é certeza dos melhores panoramas no cuidado e manejo de todas as situações, com equipamentos e métodos modernos de avaliação e prescrição de tratamento.

As crianças precisam da audição para se desenvolver no mundo, adquirir a fala e poderem socializar, e cuidar da melhor forma pode garantir tudo isso a ele, desde que tenha um acompanhamento profissional especializado.

Fonte: Direito de ouvir

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Saiba reconhecer os transtornos vocais

Nunca negligencie a rouquidão. Embora o problema pareça inofensivo, os transtornos vocais podem indicar tanto inflamações passageiras quanto infecções mais graves, distúrbios e nódulos benignos ou malígnos.

A Academia Brasileira de Laringologia e Voz relata que cerca de 30% da população brasileira não procura tratamentos apropriados mesmo diante de rouquidão persistente, comprometendo as pregas vocais, popularmente conhecidas como cordas vocais.

Alerta aos descuidados

A rouquidão é uma manifestação caracterizada pela falha da voz ou mudança repentina na entonação, causada por males que afetam a região da laringe. As causas mais comuns são inflamações agudas ou crônicas nesse órgão.

Em casos mais graves a rouquidão pode ser provocada por pólipos, lesões, nódulos ou tumores.

Riscos

Entre os fatores que colaboram para a manifestação de doenças na laringe estão o uso do tabaco, uso inadequado da voz, abuso no consumo de álcool, alergias respiratórias, doenças cardíacas, refluxo e até mesmo o clima seco.

Se a rouquidão perseguir por mais de 6 dias, é de extrema importância procurar um otorrinolaringologista.

Cuidados

A rouquidão e transtornos vocais podem ser causadas por gripes, resfriados e laringites. Nesses casos o tratamento é mais simples, geralmente medicamentoso.

O que devo fazer para prevenir a rouquidão?

  • Falar em tons médios;
  • Hidratar bem o organismo (entre seis e oito copos de água por dia);
  • Evitar excessos alimentares antes de usar a voz profissionalmente;
  • Evitar choques térmicos;
  • Poupar a voz durante crises alérgicas, estados gripais, períodos pré-menstruais;
  • Buscar auxílio médico especializado ao observar tosses, pigarros e alterações na voz que perdurem por mais de duas semanas;

+ Como identificar problemas auditivos em crianças?

Diagnóstico

Para confirmação da existência de lesões na laringe, o otorrinolaringologista realiza a videolaringoscopia, exame que identifica a procedência do traumatismo.

Há diversos fatores para a rouquidão, o diagnóstico preciso e ágil previne problemas mais graves. Lembre-se de jamais negligenciar uma alteração vocal, pois uma simples mudança na voz pode ser sinal de possíveis problemas maiores.

Se você perceber que está ficando rouco frequentemente, que sua voz tem falhado e causado incômodo, procure um profissional especializado, o procedimento não é invasivo e dispensa o pós-operatório.

Caso os sintomas de rouquidão persistam, procure imediatamente um otorrinolaringologista.

Fonte: OtorrinoMed

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Hastes flexíveis dentro do ouvido pode?

Como você limpa os seus ouvidos? Se você põe hastes flexíveis com algodão – conhecidos popularmente no Brasil como cotonetes, marca registrada da Johnson & Johnson – dentro do canal auditivo, especialistas indicam que você deve parar de fazer isso o quanto antes.

Com o uso de “cotonetes” dentro do ouvido, a cera acumulada é empurrada para dentro do canal auditivo, o que pode ocasionar uma obstrução, chamada de cerume impactado.

“As pessoas têm uma inclinação para limparem os seus ouvidos porque acreditam que a cera seja uma indicação de sujeira. Essa informação errada leva a hábitos de saúde que não são seguros”, Segundo Seth R. Schwartz, médico e responsável pela atualização do manual de boas práticas de cuidados com os ouvidos, da Academia Americana De Cirurgiões de Otorrinolaringologia, Cabeça e Pescoço.

O cerume tem funções importantes para nossos ouvidos: proteger contra danos causados por água, corpos estranhos, infecções ou mesmo algum tipo de trauma. O próprio organismo humano se encarrega de eliminar o que é necessário, seja durante o dia, enquanto você mastiga sua comida, ou na hora do banho.

“Os pacientes costumam pensar que estão prevenindo o acúmulo de cera limpando suas orelhas com hastes flexíveis, clipes de papel, cones auriculares ou qualquer outra coisa inimaginável que as pessoas colocam nos seus ouvidos. O problema com essa iniciativa de eliminar a cera está apenas criando mais problemas, porque a cera é somente empurrada e compactada para dentro do canal do ouvido”, segundo Schwartz.

Essencialmente, qualquer coisa que você colocar no canal do ouvido pode causar danos temporários ou permanentes, como a surdez.  

No caso de acúmulo anormal de cera, você deve procurar um médico, que poderá realizar o procedimento de limpeza com segurança. Segundo a academia americana, esse problema atinge, em média, 1 em cada 10 crianças e 1 em cada 20 adultos.

Não é só a instituição dos Estados Unidos que contesta o uso de hastes flexíveis dentro do canal auditivo. A Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial também diz o seguinte: “Para limpar os ouvidos corretamente é necessário apenas um pano ou lenço de papel. Os médicos advertem: “hastes flexíveis podem machucar o canal auditivo e até causar perdas na audição”.

O Hospital do Servidor Público Estadual do Governo de São Paulo também tem um artigo sobre prevenção de problemas auditivos, no qual indica o uso incorreto de hastes flexíveis como um dos fatores que causa mais problemas. “Seu uso deve ser feito apenas na parte externa. Em nenhuma situação deve ser introduzido no canal”, de acordo com o hospital.

O Hospital Paulista, localizado em São Paulo e especializado em ouvido, nariz e garganta, ressalta que o uso dos hastes flexíveis deve ser feito somente na parte externa, nas dobrinhas da orelha, nunca dentro do “furinho”.

Os especialistas indicam que você pode limpar os ouvidos com toalhas macias.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Mas é tão bom…

A sensação de colocar hastes flexíveis dentro do canal auditivo é gostosa. Isso acontece porque o ouvido é cheio de nervos com fibras sensitivas, que levam esse estímulo para o cérebro.

O estímulo provocado pelas hastes é semelhante ao alívio gerado quando você está com coceira nas costas e consegue coçar. No entanto, é recomendada a limpeza do ouvido com uma toalha ou lenço de papel.

Fonte: Exame


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Como identificar problemas auditivos em crianças?

Nos primeiros anos de vida, a capacidade auditiva é uma parte essencial no desenvolvimento social, emocional e cognitivo das crianças. É por isso que até mesmo os problemas auditivos leves podem impedir que a criança desenvolva a fala e a linguagem adequadamente.

A boa notícia é que os problemas auditivos em crianças podem ser superados se forem detectados cedo. 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 60% dos casos de perda auditiva em crianças menores de 15 anos podem ser evitados. Portanto, é importante que a audição de bebês e crianças seja examinada precocemente e verificada regularmente.

Problemas auditivos em crianças

Existem vários problemas auditivos que afetam as crianças, sendo que muitos deles resultam em perda auditiva. É o caso da otite média, por exemplo. Uma infecção no ouvido bastante comum em crianças que, se não for tratada, pode causar a deficiência auditiva.

A perda de audição em crianças pode ser apenas temporária, mas também pode ser permanente. A OMS estima que 34 milhões de crianças no mundo possuem deficiência auditiva incapacitante. Além disso, de 3 a 4 mil recém-nascidos já nascem com algum tipo de problema auditivo significativo.

Portanto, é possível perceber que esse é um problema de saúde sério e que precisa de atenção, especialmente dos pais. É importante que eles saibam reconhecer os sinais da perda auditiva o quanto antes. Um diagnóstico precoce é essencial para prevenir e evitar atraso de linguagem e possíveis problemas de aprendizagem e socialização.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Sinais de alerta

Seja uma doença hereditária, uma lesão no ouvido ou otite repetida, é essencial reconhecer os sinais de alerta que indicam um possível problema auditivo.

Em geral, os sintomas podem aparecer em qualquer idade: desde os primeiros meses de vida, até o início da adolescência. Alguns sinais mais comuns de acordo com a faixa etária são:

• De 0 a 3 meses: o bebê não reage ao ruído e à voz, é um recém-nascido muito calmo que não acorda com barulhos em seu quarto.

• De 9 a 12 meses: o bebê grita muito e não redobra as sílabas, por exemplo, ao falar “pa-pa” ou “ma-ma”.

• De 1 ano a 2 anos: a linguagem não se desenvolve e a criança tem dificuldades em pronunciar sílabas. Ela também não responde quando é chamada e é desatenta a tudo que não está em seu campo de visão.

• De 2 a 3 anos: a criança não consegue formar frases, articula mal ao falar e não reage quando alguém conversa com ela.

• Após 4 anos: problemas comportamentais, como agressão, falta de atenção, e medo noturno podem aparecer. Também é comum fazer confusão entre os sons de algumas letras e ter necessidade de aumentar o volume para assistir TV ou ouvir música.

Causas de problemas auditivos em bebês e crianças

Existem muitos fatores que podem causar problemas auditivos em crianças. Em alguns casos, a perda auditiva pode ser congênita, isto é, o bebê já nasce com ela, ou pode ser adquirida como resultado de uma infecção ou trauma.

perda auditiva congênita pode ser causada por:

• Complicações no nascimento, como falta de oxigênio, toxoplasmose ou outra infecção grave;

• Parto prematuro;

• Distúrbio do sistema cerebral ou nervoso;

• Uso de medicamentos ototóxicos durante a gravidez;

• Diabetes materno;

• Fatores genéticos.

perda auditiva adquirida pode ocorrer devido a:

• Perfuração no tímpano;

• Infecção, como meningite, sarampo, caxumba, coqueluche etc;

• Lesão grave na cabeça;

• Exposição a ruído alto;

• Otite média não tratada ou frequente.

Como diagnosticar problemas auditivos em crianças

A capacidade auditiva deve ser verificada algumas dias após o nascimento. Isso é conhecido como triagem auditiva neonatal, um exame rotineiro para todas as crianças que é realizado antes mesmo do recém-nascido sair do hospital.

Ao longo do tempo, também existem outros exames que podem ser aplicados em bebês e crianças para identificar problemas auditivos. Conheça alguns dos principais testes auditivos:

Audiometria de reforço visual

A audiometria de reforço visual (ARV) é indicada para testar a audição de crianças entre 6 meses a 3 anos de idade.

O teste consiste em fazer a criança vincular um som a uma recompensa visual, como um brinquedo. Quando a criança é capaz de associar o som e a recompensa visual, o volume e o tom do som são alterados para determinar a menor intensidade na qual a criança consegue ouvir.

Audiometria condicionada por jogo

Esse tipo de teste é aplicado em crianças entre um ano e meio a cinco anos de idade. Durante o teste, os ruídos são reproduzidos através de fones de ouvido ou alto-falantes e a criança precisa fazer uma tarefa simples ao ouvir o som. Isso pode ser colocar uma bola em um recipiente, completar um quebra-cabeça etc.

Assim como no AVR, a intensidade e a tonalidade do som são alterados para determinar os sons mais baixos que a criança consegue ouvir.

Audiometria tonal

As crianças maiores podem realizar a audiometria de tom puro. O teste serve para avaliar a audição de uma criança em idade escolar.

O procedimento da audiometria tonal em crianças é similar ao realizado em adultos. Durante o teste, são reproduzidos sons em diferentes volumes e frequências. Então, o paciente precisa sinalizar quando ouvir o ruído apertando um botão ou levantando a mão.

Teste de condução óssea

Para realizar esse exame, é preciso colocar um pequeno dispositivo de vibração atrás da orelha. O equipamento envia o som diretamente para o ouvido interno através dos ossos da cabeça. Isso pode ajudar a identificar qual parte do ouvido não está funcionando corretamente caso a criança esteja com problemas auditivos.

Soluções auditivas para crianças

O tratamento para os problemas auditivos em crianças dependem da causa e gravidade, mas pode incluir:

• antibióticos para otite média;

• remoção do objeto estranho ou cera de ouvido;

• terapia de fala;

• cirurgia;

• um implante coclear pode ser considerado para crianças com perda auditiva severa ou profunda.

Além disso, os aparelhos auditivos podem ser usados no tratamento de perda auditiva em crianças. Existem aparelhos auditivos desenvolvidos para crianças de todas as idades e com diferentes graus de perda auditiva.

Fonte: Direito de Ouvir

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Por que campanha da vacina contra gripe vem antes do inverno?

No lançamento da campanha de vacinação contra a gripe de 2019, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sentenciou: “As vacinas vão garantir a saúde no inverno para aqueles que necessitam e evitar que a infecção pelo vírus influenza se transforme em pneumonia, tristeza e óbito”. Mas por que as doses são oferecidas tanto tempo antes da estação mais fria do ano chegar?

São vários motivos. O primeiro: a meta é imunizar 58,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários. E isso é muita gente. Com um prazo estendido, é possível que todo esse pessoal – crianças, gestantes, idosos, indivíduos com certas doenças crônicas, professores… – vá aos postos de saúde.

Porém, há mais razões que explicam o início da campanha nacional de 2019 ter acontecido no dia 10 de abril (ela vai até o 31 de maio, enquanto o inverno começa no 12 de junho). Por exemplo: esse ano, já somamos 255 casos confirmados de gripe – muitos pelo vírus H1N1 –, a maioria na região Norte.

Isso inclusive fez com que o estado do Amazonas antecipasse a campanha. Ou seja, o vírus está circulando no país. Mais importante do que isso, a vacina contra a gripe demora de duas a três semanas para fazer efeito. Por quê?

O imunizante contém resquícios inativados de diferentes subtipos do vírus influenza – não há qualquer risco de eles provocarem gripe, diga-se de passagem. E o nosso organismo precisa de um tempo para, uma vez em contato com essas partículas, produzir anticorpos que nos protegerão contra gripe.

+ Tosse: tipos, causas e o que fazer

Logo, se a campanha começasse perto do inverno, bastante gente tomaria a injeção, mas não estaria devidamente protegida nos primeiros dias dessa estação.

Por que há mais casos de gripe no inverno?

O frio faz as pessoas se aglomerarem em locais fechados e sem ventilação. E o vírus da gripe adora esses ambientes!

Ora, uma pessoa infectada, ao espirrar ou tossir dentro de um local desses, transmite com facilidade esse inimigo da saúde para quem está ao redor.

E, sem janelas abertas, o vírus influenza demora mais para ir embora. Ele ficará nas maçanetas, mesas, toalhas ou onde for – só esperando você passar a mão ali e colocá-la na boca para invadir seu corpo.

Daí porque uma das medidas preventivas mais eficazes é higienizar as mãos com frequência, principalmente em épocas com maior número de casos.

Fonte: Saúde


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Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

O que é um problema no ouvido?


Uma dor anormal dentro da orelha ou um zumbido incômodo podem significar que a saúde do seu ouvido está comprometida. Alguns tipos de infecções no canal auditivo acometem a população brasileira diariamente, a mais comum entre elas é a chamada otite média aguda, que tem como fator principal a inflamação do ouvido médio, diretamente encontrado atrás do tímpano. Costuma ser uma patologia dolorosa e é comumente encontrada em crianças.

Segundo um estudo realizado por professos especialistas em Otorrinolaringologia da faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pelo menos 80% de crianças apresentam ou apresentarão um episódio de otite média aguda durante o período da infância.
Outros tipos de doenças também podem aumentar a chance de infecções devido a contração de determinados vírus e bactérias. Veja a seguir uma lista de possíveis causas de problemas nos ouvidos e como trata-las da maneira correta.

+ Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Ouvido com água:


Alguns profissionais da área da fonoaudiologia tendem a dizer que pelo menos 40% das infecções auditivas que acomete um ser humano pode ser causado devido ao acúmulo de água no canal auditivo.
Uma grande maioria da população já experienciou um momento em que o líquido entra no ouvido, como em piscina ou praias. O que poucas pessoas sabem é que o gesto de chacoalhar a cabeça ou curvar para desobstruir a orelha pode acarretar em um problema ainda pior. Outra maneira comum é o ato de utilizar álcool ou acetona para eliminar a água, mas esse tipo de manuseamento tende a falhar na maioria dos casos.
A melhor maneira de lidar com esse tipo de situação e deitando-se e esperar que o líquido escorra natural do canal auditivo. Caso o incômodo ainda perdure por um período excessivo de dias, o correto é procurar a orientação de um profissional.


Acúmulo de cerume no ouvido:


É normal que em alguma parte da vida você se sinta com a audição diminuída devido ao excesso de cera que pode acumular dentro do sistema auditivo. O errado é pensar que objetos pontiagudos como cotonetes ou chaves podem tirar esse acúmulo de cerume da orelha. Isso pode resultar em uma infecção ou até mesmo na perfuração do tímpano.
O tratamento ideal é procurar o auxílio de um profissional ou especialista e realizar a lavagem no ouvido. Dessa forma, todo o cerume é retirado e o canal auditivo é limpo de maneira higiênica e sem o risco de infecções.


Dor dentro dos ouvidos:


Sentir uma dor no ouvido é normal, principalmente na época do verão e é mais possível notar em crianças. Pode estar relacionado com variados tipos de patologias ou traumas, como a perfuração do tímpano.
Apesar de ser normal, nunca deixe de consultar um especialista caso haja um incômodo doloroso, pode ser sinal de um problema, de alguma patologia que ainda não é de seu conhecimento. Veja por que acontece a dor no ouvido.


Ouvido obstruído:


Algumas pessoas relatam terem a sensação de estar com o ouvido completamente tampado, conhecido mais como “ouvido entupido”. É algo comum e pode acontecer em vários tipos de situações, como em mudanças bruscas de altitude (aviões, prédios, etc).
Dentre as causas da obstrução do ouvido, a mais comum é o acúmulo de cera que se forma no canal auditivo, consequentemente tampando e diminuindo a audição. Como mencionado acima, o ideal é a realização de uma lavagem performada por um especialista da área.


Mau cheiro oriundo do ouvido:


O mau cheiro emanado dos ouvidos pode ter relação especificamente com secreções recorrentes de variadas infecções. Nesse caso, é necessário fazer uma análise e especificar o tipo de secreção, se há a presença de pus ou sangue, e se é sentido algo doloroso juntamente com chiados no ouvido.
Nesse tipo de quadro, é estritamente recomendado uma consulta urgente com um especialista, pois certas patologias infecções levam até a surdez irreversível.


Quais são os fatores de risco para a contração de doenças?


Alguns fatores e situações podem aumentar subitamente as chances de um indivíduo contrair determinadas patologias no canal auditivo. Veja abaixo:


• Ciclos de idade: crianças mais novas com idades entre seis meses até dois anos costumam estarem mais vulneráveis a contração de doenças que afetam os ouvidos. Isso acontece porque nesses períodos a tuba auditiva ainda é muito pequena e o sistema imunológico muito fraco.


• Acumulação dos grandes centros: o hábito frequente de ir a locais com uma quantidade excessiva de pessoas pode ajudar na obtenção de gripes e resfriados.


• Alimentação infantil: pode não parecer, mas bebês e crianças que fazem uso de mamadeiras quando estão deitados, tem maiores chances de contrair inflamações auditivas do que crianças que se alimentam exclusivamente e diretamente pelo leite materno.


• Mudanças climáticas: em épocas como outono e inverno, a incidência de gripes resfriados é ainda maior devido a queda de temperatura. O ideal é não ficar aglomerado em um ambiente repleto de pessoas que possam estar com o vírus. Saiba dos cuidados que devemos ter nessas épocas do ano.


• Poluição do ar: outro ponto em questão é a qualidade do ar em que você está. Ficar exposto a fumaças de cigarros ou ambientes poluídos, podem colaborar para possíveis infecções no canal auditivo.

Quais os sintomas das infecções nos ouvidos?

+ 6 tipos de surdez


Crianças são as maiores afetadas por determinadas infecções no aparelho auditivo devido ao sistema imunológico fraco e pouco desenvolvido. Alguns dos sintomas que são apresentados por elas são:


• Incômodo e choros na hora de dormir;
• Dores aguda e intensas dentro da orelha interna;
• Crianças tem o costume de apertar, empurrar e puxar os ouvidos como uma for de “aliviar” as dores;
• A presença de irritação e choro excessivo;
• Algumas crianças apresentam dificuldades em captar e decodificar sons que foram emitidas a elas por outras pessoas;
• Perda gradativa do equilíbrio;
• Febre com níveis altos;
• Cefaleias;
• Incapacidade de ingerir qualquer tipo de alimento;
• Escorrimentos de secreções pelo ouvido.


Em adultos, os sintomas costumam ser diferentes e em menos proporções, como:


• Dores agudas e intensas dentro da orelha interna;
• Escorrimento de secreções pelo ouvido;
• Dificuldade em captar e decodificar sons emitidos por outras pessoas.


Todos esses fatores citados são um alerta para que os devidos cuidados sejam tomados quando aparecer algum sintoma. Por isso é muito importante passar por um otorrinolaringologista e também fonoaudiólogos. O problema está em não se cuidar.

Fonte: Direito de Ouvir

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