Saúde

O que é Vertigem Postural Paroxística Benigna e como identificar?

A vertigem postural paroxística benigna (VPPB) é uma desordem comum da orelha interna que resulta na estimulação anormal dos canais semicirculares, na maioria das vezes do canal posterior. A posição da cabeça e a direção do nistagmo indicam o canal acometido. Para que ocorra o nistagmo característico da VPPB é necessário que haja a migração de otólitos do utrículo para o canal semicircular enquanto a cabeça se encontra na posição do canal.

Os canais mais acometidos são os posteriores (devido à gravidade), seguido pelos laterais. O acometimento dos canais anteriores é raro. Aproximadamente 17 % dos casos de vertigem correspondem a VPPB, sendo mais comum entre mulheres de 40 a 60 anos.

+ Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Dentre as causas pode-se destacar: osteoporose/osteopenia, migrânea (possivelmente por conta de vasoespasmo), trauma cefálico, infecções de orelha média/interna, neurite, doença de Mèniére, pós-cirurgia, dentre outras.

Sinais e sintomas

Episódio curtos de vertigem (com duração menor que 1 minuto), associados a um tipo característico de nistagmo, que ocorre com a movimentação da cabeça, como por exemplo, abaixar para amarra o sapato, estender roupa no varal ou virar na cama. As crises de tontura podem estar associadas a náusea, vômitos e sensação de desequilíbrio.

Fisiopatologia

  • Canalitíase – otólitos nos canais semicirculares
  • Cupulolitíase – otólitos aderidos a cúpula

Diagnostico e tratamento

A história clínica é de grande importância para a suspeição do diagnostico, seguida do exame clínico otorrinolaringológico, dando especial ênfase a otoscopia, a fim de detectar alterações na orelha média.

As seguintes manobras irão confirmar ou não o diagnóstico.

  • Dix-Halpike: coloca-se o paciente sentado na maca e a cabeça deve ser girada no plano do canal, após, pede-se para o paciente deitar e observa- se o movimento ocular;
  • Manobra de Dix- Halpike testando o canal semicircular posterior esquerdo;
  • Epley : na presença de nistagmo, faz-se o mesmo movimento contra-lateral e após o paciente senta, olhando para frente;
  • Head –roll : com o paciente deitado na maca , com a cabeça no plano do canal lateral ( aproximadamente 30 º em relação ao plano horizontal)vira-s a cabeça para o lado acometido e depois par ao contra-lateral ;
  • Lempert/barbecue manuever: gira-se o paciente no eixo do corpo..

Interpretação

VPPB canal semicircular posterior

  • nistagmo rotatório ipsilateral ao lado pendente da cabeça;
  • nistagmo vertical para cima contra-lateral

VPPB canais laterais

  •  nistagmo geotrópico – canalitíase
  • nistagmo ageotrópico: cupulolitíase

Fonte: PebMed

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Fumaça de tabaco: o que isso tem a ver com sua audição?

Não é novidade para a maioria das pessoas que cigarros e produtos originados do tabaco podem conter substâncias capazes de acarretar doenças irreversíveis, como problemas pulmonares e até na audição. Fumantes passivos – que apenas inalam a fumaça deixada por outras pessoas – também estão sujeitos a diversas patologias causadas pelo tabaco.

Os problemas começam quando o cheiro forte da fumaça fica impregnado nos cabelos, roupas e até no ambiente da casa, como paredes e o chão. Esses pequenos microrganismos são capazes de adentrar o sistema respiratório de qualquer pessoa que inale afetando gradativamente o canal respiratório e auditivo. Essas situações são comumente encontradas em crianças e adolescentes que são obrigadas a conviver com fumantes.

Caso você seja fumante, é importante ficar atento as pessoas que estão ao seu redor e que respiram o mesmo ar que você. Esses fatores não são só prejudiciais apenas há quem fuma, mas também quem precisa estar no mesmo ambiente. Veja neste artigo alguns perigos que fumantes passivos estão sujeitos caso inalem diariamente fumaças tóxicas.

Leia também: Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Riscos à audição

Um estudo desenvolvido por especialistas da área na Universidade de Nova York, constatou que adolescentes que estão diariamente inalando fumaças tóxicas de tabaco tem o dobro de chance de sofrer perda auditiva do que uma pessoa que não está exposta. Esse problema ocorre na perda auditiva neurossensorial, mas comumente encontrada em idosos.

Incômodos

Fumantes passivos costumam estar sempre com algumas irritações no organismo, como tosses, alergias, problemas para respirar, cefaleias, irritação nos olhos, garganta seca e náuseas. Esses sintomas são efeitos que podem passar em poucos dias ou se agravarem ainda mais, e geralmente acontecem com fumantes passivos que ficam “fechados” em determinados ambientes, como festas ou algum cômodo da casa.

Problemas no pulmão

O pulmão é o principal órgão do corpo humano que filtra as impurezas coletadas pelo ar. Uma vez que jovens e crianças estão expostas à uma fumaça tóxica, a chance de ocorrer doenças pulmonares aumenta em 50%. Uma das patologias mais comuns são bronquite e asma, que em sua maioria atinge adolescentes e crianças muito novas.

Afeta diretamente o coração

Mesmo com o cigarro apagado, a presença dos organismos do tabaco no ar também é extremamente prejudicial ao sistema vascular. Isso pode acarretar no aumento da pressão sanguínea, acidente vascular cerebral, infarto e outras condições relacionadas aos organismos vasculares.

Maior risco de câncer

Não são só fumantes que podem sofrer de riscos à saúde do pulmão. Crianças e adolescentes expostos ao tabagismo diariamente podem também ter chances de contrair a doença. Isso porque mesmo depois que o cigarro é apagado, a fumaça é instaurada em propriedades como roupas, sapato e cabelos, e devido aproximação, o indivíduo inala aqueles organismos presentes no cigarro normalmente.

Alterações comportamentais

Algumas crianças que convivem diariamente com fumantes podem sofrer alterações comportamentais negativamente, apresentando quadros de irritação e agressividade, além de problemas que dificultam o aprendizado normal da criança.

Fonte: Direito de ouvir

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25 de Abril é dia da Conscientização dos ruídos no ouvido

Poucas pessoas sabem, mas em 25 de Abril é comemorado o Dia Internacional da Conscientização dos Ruídos que estamos expostos todos os dias. Nessa data são feitas campanhas para que as pessoas se conscientizem sobre a importância de um tratamento adequado para audição, isso porque nem sempre o indivíduo com perda auditiva tem coragem para procurar ajuda e acaba vivendo um incômodo profundo diariamente.

Dia Internacional da Conscientização sobre Ruídos começou nos Estados Unidos em 1996. Um dos motivos para estabelecer a data foi para que a população tivesse mais acesso a informações relacionadas a saúde do ouvido e a perda da audição.

Esses pequenos ruídos que estão presentes na nossa rotina, sejam no ambiente de trabalho ou familiar, tem grande força para uma perda gradativa da audição, causando deficiência auditiva ou a perda total dela. Além disso, doenças como o Tinnitus, zumbido incômodo presente no canal auditivo, também são causados por exposição severa a ruídos intensos.

O ruído

Médicos especialistas na saúde auditiva afirmaram através de pesquisas que a exposição à ruídos intensos também estão relacionados a problemas como ansiedade, depressão, estresse, incômodo diário e outras condições que podem alterar diretamente o sistema nervoso central.

Essas ondas sonoras tem um efeito gradativo no corpo humano, podendo ocorrer uma perda auditiva lenta até não ouvir mais nada. Rotineiramente isso pode afetar pessoas que estão expostas a ondas de ruídos durante horas ou pouco tempo, como shows e trabalhos que exijam mexer com máquinas de barulho intenso. Nesses casos, é importante frisar a necessidade de protetores de ouvido para que não ocorra nenhuma perda gradativa da audição.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Efeitos da exposição a ruídos

• Pode acontecer uma perda total ou temporária da audição, dependendo do nível da doença;

• Dificuldade em compreender diálogos das pessoas ao redor, causando isolamento que pode acarretar em doenças ligadas ao psicológico humano;

• Zumbidos constantes no ouvido, mais conhecido como Tinnitus;

• Insônia e estresse também estão relacionados a convivência com ruídos;

• Patologias que afetam a parte psíquica da pessoa como depressão, ansiedade e outros transtornos psicológicos;

• Tonturas e dores de cabeça também são sintomas recorrentes da perda gradativa da audição derivada de ruídos.

• Outro problema comum é observado nas alterações gástricas das vítimas de ruídos, além de doenças como hipertensão.

+ Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Alguns hábitos diários também são extremamente importantes para a prevenção de uma possível perda gradativa da audição. Manter o volume da TV baixo ou no modo moderado, não utilizar fones de ouvido com os ruídos acima do recomendado (geralmente isso fica especificado no próprio celular), em casa de shows e eventos de muito barulho, procurar se manter longe de caixas de som e se possível levar com você um protetor de ouvido, procurar se afastar de lugares que contenham fogos de artifício e em comemorações não ficar por muito tempo exposto à esses tipos de ruídos que também se enquadram em barulhos como buzinas, tiros e equipamentos de volume intenso.

Fonte: Direito de ouvir

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Por que campanha da vacina contra gripe vem antes do inverno?

No lançamento da campanha de vacinação contra a gripe de 2019, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sentenciou: “As vacinas vão garantir a saúde no inverno para aqueles que necessitam e evitar que a infecção pelo vírus influenza se transforme em pneumonia, tristeza e óbito”. Mas por que as doses são oferecidas tanto tempo antes da estação mais fria do ano chegar?

São vários motivos. O primeiro: a meta é imunizar 58,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários. E isso é muita gente. Com um prazo estendido, é possível que todo esse pessoal – crianças, gestantes, idosos, indivíduos com certas doenças crônicas, professores… – vá aos postos de saúde.

Porém, há mais razões que explicam o início da campanha nacional de 2019 ter acontecido no dia 10 de abril (ela vai até o 31 de maio, enquanto o inverno começa no 12 de junho). Por exemplo: esse ano, já somamos 255 casos confirmados de gripe – muitos pelo vírus H1N1 –, a maioria na região Norte.

Isso inclusive fez com que o estado do Amazonas antecipasse a campanha. Ou seja, o vírus está circulando no país. Mais importante do que isso, a vacina contra a gripe demora de duas a três semanas para fazer efeito. Por quê?

O imunizante contém resquícios inativados de diferentes subtipos do vírus influenza – não há qualquer risco de eles provocarem gripe, diga-se de passagem. E o nosso organismo precisa de um tempo para, uma vez em contato com essas partículas, produzir anticorpos que nos protegerão contra gripe.

+ Tosse: tipos, causas e o que fazer

Logo, se a campanha começasse perto do inverno, bastante gente tomaria a injeção, mas não estaria devidamente protegida nos primeiros dias dessa estação.

Por que há mais casos de gripe no inverno?

O frio faz as pessoas se aglomerarem em locais fechados e sem ventilação. E o vírus da gripe adora esses ambientes!

Ora, uma pessoa infectada, ao espirrar ou tossir dentro de um local desses, transmite com facilidade esse inimigo da saúde para quem está ao redor.

E, sem janelas abertas, o vírus influenza demora mais para ir embora. Ele ficará nas maçanetas, mesas, toalhas ou onde for – só esperando você passar a mão ali e colocá-la na boca para invadir seu corpo.

Daí porque uma das medidas preventivas mais eficazes é higienizar as mãos com frequência, principalmente em épocas com maior número de casos.

Fonte: Saúde


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Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

O que é um problema no ouvido?


Uma dor anormal dentro da orelha ou um zumbido incômodo podem significar que a saúde do seu ouvido está comprometida. Alguns tipos de infecções no canal auditivo acometem a população brasileira diariamente, a mais comum entre elas é a chamada otite média aguda, que tem como fator principal a inflamação do ouvido médio, diretamente encontrado atrás do tímpano. Costuma ser uma patologia dolorosa e é comumente encontrada em crianças.

Segundo um estudo realizado por professos especialistas em Otorrinolaringologia da faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pelo menos 80% de crianças apresentam ou apresentarão um episódio de otite média aguda durante o período da infância.
Outros tipos de doenças também podem aumentar a chance de infecções devido a contração de determinados vírus e bactérias. Veja a seguir uma lista de possíveis causas de problemas nos ouvidos e como trata-las da maneira correta.

+ Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Ouvido com água:


Alguns profissionais da área da fonoaudiologia tendem a dizer que pelo menos 40% das infecções auditivas que acomete um ser humano pode ser causado devido ao acúmulo de água no canal auditivo.
Uma grande maioria da população já experienciou um momento em que o líquido entra no ouvido, como em piscina ou praias. O que poucas pessoas sabem é que o gesto de chacoalhar a cabeça ou curvar para desobstruir a orelha pode acarretar em um problema ainda pior. Outra maneira comum é o ato de utilizar álcool ou acetona para eliminar a água, mas esse tipo de manuseamento tende a falhar na maioria dos casos.
A melhor maneira de lidar com esse tipo de situação e deitando-se e esperar que o líquido escorra natural do canal auditivo. Caso o incômodo ainda perdure por um período excessivo de dias, o correto é procurar a orientação de um profissional.


Acúmulo de cerume no ouvido:


É normal que em alguma parte da vida você se sinta com a audição diminuída devido ao excesso de cera que pode acumular dentro do sistema auditivo. O errado é pensar que objetos pontiagudos como cotonetes ou chaves podem tirar esse acúmulo de cerume da orelha. Isso pode resultar em uma infecção ou até mesmo na perfuração do tímpano.
O tratamento ideal é procurar o auxílio de um profissional ou especialista e realizar a lavagem no ouvido. Dessa forma, todo o cerume é retirado e o canal auditivo é limpo de maneira higiênica e sem o risco de infecções.


Dor dentro dos ouvidos:


Sentir uma dor no ouvido é normal, principalmente na época do verão e é mais possível notar em crianças. Pode estar relacionado com variados tipos de patologias ou traumas, como a perfuração do tímpano.
Apesar de ser normal, nunca deixe de consultar um especialista caso haja um incômodo doloroso, pode ser sinal de um problema, de alguma patologia que ainda não é de seu conhecimento. Veja por que acontece a dor no ouvido.


Ouvido obstruído:


Algumas pessoas relatam terem a sensação de estar com o ouvido completamente tampado, conhecido mais como “ouvido entupido”. É algo comum e pode acontecer em vários tipos de situações, como em mudanças bruscas de altitude (aviões, prédios, etc).
Dentre as causas da obstrução do ouvido, a mais comum é o acúmulo de cera que se forma no canal auditivo, consequentemente tampando e diminuindo a audição. Como mencionado acima, o ideal é a realização de uma lavagem performada por um especialista da área.


Mau cheiro oriundo do ouvido:


O mau cheiro emanado dos ouvidos pode ter relação especificamente com secreções recorrentes de variadas infecções. Nesse caso, é necessário fazer uma análise e especificar o tipo de secreção, se há a presença de pus ou sangue, e se é sentido algo doloroso juntamente com chiados no ouvido.
Nesse tipo de quadro, é estritamente recomendado uma consulta urgente com um especialista, pois certas patologias infecções levam até a surdez irreversível.


Quais são os fatores de risco para a contração de doenças?


Alguns fatores e situações podem aumentar subitamente as chances de um indivíduo contrair determinadas patologias no canal auditivo. Veja abaixo:


• Ciclos de idade: crianças mais novas com idades entre seis meses até dois anos costumam estarem mais vulneráveis a contração de doenças que afetam os ouvidos. Isso acontece porque nesses períodos a tuba auditiva ainda é muito pequena e o sistema imunológico muito fraco.


• Acumulação dos grandes centros: o hábito frequente de ir a locais com uma quantidade excessiva de pessoas pode ajudar na obtenção de gripes e resfriados.


• Alimentação infantil: pode não parecer, mas bebês e crianças que fazem uso de mamadeiras quando estão deitados, tem maiores chances de contrair inflamações auditivas do que crianças que se alimentam exclusivamente e diretamente pelo leite materno.


• Mudanças climáticas: em épocas como outono e inverno, a incidência de gripes resfriados é ainda maior devido a queda de temperatura. O ideal é não ficar aglomerado em um ambiente repleto de pessoas que possam estar com o vírus. Saiba dos cuidados que devemos ter nessas épocas do ano.


• Poluição do ar: outro ponto em questão é a qualidade do ar em que você está. Ficar exposto a fumaças de cigarros ou ambientes poluídos, podem colaborar para possíveis infecções no canal auditivo.

Quais os sintomas das infecções nos ouvidos?

+ 6 tipos de surdez


Crianças são as maiores afetadas por determinadas infecções no aparelho auditivo devido ao sistema imunológico fraco e pouco desenvolvido. Alguns dos sintomas que são apresentados por elas são:


• Incômodo e choros na hora de dormir;
• Dores aguda e intensas dentro da orelha interna;
• Crianças tem o costume de apertar, empurrar e puxar os ouvidos como uma for de “aliviar” as dores;
• A presença de irritação e choro excessivo;
• Algumas crianças apresentam dificuldades em captar e decodificar sons que foram emitidas a elas por outras pessoas;
• Perda gradativa do equilíbrio;
• Febre com níveis altos;
• Cefaleias;
• Incapacidade de ingerir qualquer tipo de alimento;
• Escorrimentos de secreções pelo ouvido.


Em adultos, os sintomas costumam ser diferentes e em menos proporções, como:


• Dores agudas e intensas dentro da orelha interna;
• Escorrimento de secreções pelo ouvido;
• Dificuldade em captar e decodificar sons emitidos por outras pessoas.


Todos esses fatores citados são um alerta para que os devidos cuidados sejam tomados quando aparecer algum sintoma. Por isso é muito importante passar por um otorrinolaringologista e também fonoaudiólogos. O problema está em não se cuidar.

Fonte: Direito de Ouvir

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Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Pode-se definir a deficiência auditiva como a “perda completa ou parcial da capacidade de ouvir de uma ou ambas as orelhas”, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde. Isso quer dizer que o deficiente auditivo perdeu a capacidade de ouvir sons de 25 dB a 90 dB tão bem quanto uma pessoa com audição em seu estado normal.

Podendo se desenvolver em qualquer época da vida, o problema auditivo pode ser causado por diversos e diferentes fatores. Mas você sabia que apenas 5% dos casos de perda auditiva pode ser melhorada com medicação ou cirurgia? A grande maioria de deficiente auditivo conseguem tratar o problema apenas com aparelhos auditivos.

Leia também: Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Embora cada perda auditiva seja única para cada indivíduo, ela pode ser categorizada em diferentes tipos, dependendo da parte do ouvido que é afetada e das consequências auditivas.

A deficiência auditiva neurossensorial é a mais comum no mundo todo e, geralmente, resulta em uma perda de audição lenta e gradual. Nesse tipo de perda auditiva, os minúsculos nervos do ouvido interno (células ciliadas) estão danificados e não conseguem enviar com precisão os sinais auditivos ao cérebro.

O deficiente auditivo com essa condição pode sentir falta de sensibilidade nos ouvidos, falta de interpretação ou clareza do som. A compreensão da fala de outras pessoas fica complicada quando há ruído de fundo e é mais fácil escutar tons baixos do que sons agudos.

As causas da perda auditiva neurossensorial são variadas, entre elas:

● Envelhecimento (presbiacusia);

● Surdez hereditária;

● Surdez congênita;

● Doença de Ménière;

● Doenças autoimunes;

● Infecções, como caxumba, meningite e sarampo;

● Exposição ao ruído intenso;

● Efeito colateral de medicamentos ototóxicos;

● Trauma no ouvido interno;

● Doenças dos vasos sanguíneos;

● Neuroma acústico ou outros tumores no ouvido interno.

Não existe um método clínico ou cirúrgico para reparar as células ciliadas quando elas são danificadas, por isso, a perda auditiva neurossensorial costuma ser permanente. O tratamento pode ser feito com a tecnologia dos aparelhos auditivos ou implantes cocleares, dependendo da gravidade do problema auditivo. Os dispositivos não restauram os nervos, mas conseguem amplificar o som e possibilitar que o indivíduo compreenda os sons e a fala de outras pessoas.

Perda auditiva condutiva

A perda auditiva condutiva é menos comum e ocorre quando há um dano ou obstrução no ouvido externo ou médio que interfere na maneira como o som passa para o ouvido interno. Esse tipo de deficiência auditivapode ser temporária ou permanente, dependendo do que originou a condição. Entre as possíveis causas da perda auditiva condutiva, podemos citar:

● Otite externa (ou orelha de nadador);

● Otite média (infecção no ouvido);

● Malformação congênita da orelha;

● Excesso de cera de ouvido;

● Obstrução causada por objetos no ouvido;

● Sequelas de trauma no ouvido médio;

● Otosclerose;

● Estenose (estreitamento do canal auditivo);

● Ruptura do tímpano que pode ser causada por lesões, infecções no ouvido ou mudanças extremas de pressão de ar;

● Tumores no ouvido médio.

Em geral, a perda auditiva condutiva acontece muito rapidamente e a pessoa sente uma queda no volume dos sons. Como consequência, ela aumenta o volume do rádio e da televisão, mas isso não é o suficiente para ouvir tudo com clareza. No início, ela consegue ouvir sua voz normalmente, mas com o tempo a sensação é que a própria voz está mais alta ou diferente. Em alguns casos, os indivíduos sentem dores em um ou ambos os ouvidos e um odor desagradável no canal auditivo.

O deficiente auditivo que sofre com essa condição pode melhorar a sua capacidade auditiva com o acompanhamento médico adequado. Quando a perda auditiva é causada por infecções, acúmulo de cera ou corpos estranhos, por exemplo, é possível fazer tratamentos, como procedimentos cirúrgicos, antibióticos e extração da cera de ouvido. Depois de tratar a causa da perda auditiva, o médico poderá determinar algum tratamento específico para a perda auditiva.

Quando o problema de audição é causado por outras complicações, como otosclerose, estenose e fatores hereditários, o tratamento é mais complexo e é mais comum ocorrer uma perda auditiva permanente. Nessas situações, os aparelhos auditivos ou implantes cocleares podem ajudar a melhorar a capacidade auditiva do indivíduo.

Leia também: Por que os jovens gostam de ouvir música alta e quais os prejuízos disso?

Perda auditiva mista

A deficiência auditiva mista é uma combinação da perda auditiva neurossensorial e condutiva. Suas características também combinam os dois tipos de problemas auditivos: incapacidade de transmitir sons para o ouvido interno, além de danos no ouvido interno ou no nervo auditivo.

A perda auditiva mista pode ocorrer quando o ouvido sofre algum trauma ou ao longo do tempo, quando uma perda auditiva é intensificada por outra. Por exemplo, uma pessoa que tem perda auditiva hereditária e que também sofre com uma infecção no ouvido ou um indivíduo com perda auditiva condutiva de longa duração que pode sofrer com presbiacusia à medida que envelhece.

O tratamento para esse tipo de deficiência auditiva depende de qual perda auditiva é dominante em cada indivíduo. Quando a maior parte da perda auditiva é causa por um fator condutivo, é mais comum realizar procedimentos cirúrgicos e outros tratamentos. Mas, quando a perda auditiva neurossensorial é mais grave, os aparelhos auditivos ou implantes cocleares costumam ser o tratamento mais indicado.

Perda auditiva neural 

A perda auditiva neural é rara e resulta de danos ou comprometimento do sistema nervoso central. Geralmente, esse tipo de perda auditiva é permanente e profundo. Como o nervo não consegue enviar as informações sonoras ao cérebro, os aparelhos auditivos e implantes cocleares não são eficazes em quem sofre com esse tipo de deficiência auditiva.

Como você pôde perceber, existem vários tipos de perda auditiva, causados por diversos fatores e, cada um deles precisa de acompanhamento profissional e tratamento específico. Portanto, se você ou algum familiar está apresentando alguma dificuldade auditiva, é recomendável procurar um otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo para fazer uma avaliação auditiva completa.

 

Fonte: Direito de Ouvir

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Sangramento nasal: causas e como tratar

O sangramento nasal, ou Epistaxe, tem origem, na maioria das vezes (cerca de 90% dos episódios), na região anterior do nariz, ou seja, na região mais próxima da parte externa do nariz.

Ocorre mais precisamente no septo nasal, divisão cartilaginosa entre ambas as narinas. Essa região, bem na entrada do nariz, apresenta grande quantidade de vasos sanguíneos. Estes vasos ficam muito superficiais na mucosa nasal (revestimento interno do nariz) e tem a função de auxiliar no aquecimento e umidificação do ar inspirado.

Leia também: O que é adenoide e como tratar

A epistaxe ocorre quando um desses vasos (artérias ou veias) se rompe e pode ser causada por fatores locais ou sistêmicos.

Dentre os fatores locais temos:

  • Deformidade anatômica nasal: especialmente o desvio de septo nasal.
    Inalação de produtos químicos.
  • Qualquer tipo de inflamação nasal: neste caso encontram-se causas como gripes, resfriados, sinusites, rinites, etc.
  • Corpo estranho nasal: ocorre mais frequentemente em crianças. A presença do corpo estranho provoca trauma nasal, inflamação e infecção.
  • Uso de medicamento nasais: o uso de medicamentos tópicos nasais de maneira errada ou com composição irritante nasal podem gerar sangramentos.
  • Tumores nasais.
  • Trauma nasal: qualquer tipo de trauma desde uma batida ou pancada no nariz ate trauma digital, ou seja, quando machucamos o nariz com os dedos na tentativa de retirar alguma crosta nasal. Por isso a maioria dos sangramentos ocorre “na entrada do nariz” ate onde os dedos alcançam! Esta é a causa mais frequente de sangramento nasal.

Dentre os fatores sistêmicos temos:

  • Uso de alguns medicamentos (ex: acido acetil salicilico, varfarina, clopidogrel, desmopressina)
  • Intoxicação alcoólica.
  • Alterações da coagulação do sangue.
  • Tumores do sangue (leucemia).
  • Hipertensão arterial.
  • Doenças infecciosas.
  • Má-nutrição (especialmente anemia).
  • Uso de narcóticos.
  • Doenças vasculares.

Leia também: Qual o impacto das bebidas geladas na dor de garganta?

E o que fazer quando ocorrer um sangramento?

Primeiramente, mantenha-se calmo(a). A maioria dos sangramentos nasais melhoram espontaneamente em alguns minutos e não necessitam de atendimento medico de urgência.

Para controlar o sangramento mais rápido devemos comprimir o nariz por 3 a 5 minutos. Isso permitirá a formação de um coagulo e parada de sangramento.

Procurar um local fresco e fazer compressas geladas: o gelo ajuda a diminuir o sangramento.

Em alguns casos podemos utilizar um algodão embebido em solução de vasoconstrictor (oximetazolina, nafazolina) na entrada da narina associada a compressão.

Não vire a cabeça para trás, pois isso fará engolir sangue. Quando engolimos sangue, muito frequentemente ocorrem enjoos e vômitos. A força envolvida no momento do vômito pode predispor ao reinício do sangramento!

A dica é inclinar levemente a cabeça para frente para que o sangue escorra pela face. Não introduza nada nas narinas e nem tampouco tente limpá-las com dedos, cotonete, pinças, papel higiênico etc… Isso causará mais trauma nasal e recorrência do sangramento.

É importante lembrar que caso o sangramento não pare neste período ou seja recorrente, o indicado é procurar um médico otorrinolaringologista.

 

Fonte: MedPrimus

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Voz: você sabe como preservar a sua?

A voz é um importante meio para a comunicação. E a maioria da população negligencia ou desconhece a dimensão dos efeitos negativos que os excessos com a voz podem causar.

Entre os principais sintomas de alerta para problemas vocais, separamos os sintomas listados abaixo, que podem corresponder a diversos problemas:

  1. Rouquidão;
  2. Tosse frequente;
  3. Alterações no timbre da voz;
  4. Pigarro;
  5. Dor ou cansaço para falar.

Leia também: Tosse: tipo, causas e o que fazer

Laringites

A causa mais frente de alteração na voz é a laringite. Ela decorre de uma infecção viral ou bacteriana na laringe e cordas vocais. Muitas vezes está associada a sintomas de gripe e resfriados (dor de cabeça, obstrução nasal, coriza e tosse). A rouquidão nestes casos tem resolução em poucos dias.

Nódulos, cistos, pólipos

Entre as doenças da voz temos alterações benignas como nódulos (calos vocais), pólipos e cistos nas pregas vocais. Os pacientes com algum desses problemas apresentam rouquidão mais prolongada. Podem ocorrer também cansaço ou dor (na garganta) para falar.

Câncer

A doença maligna é o câncer, que pode atingir as pregas vocais ou outras partes da laringe (garganta). Nestes casos a duração da rouquidão é maior. Pode ocorrer ainda dor para falar ou engolir além de surgimento de gânglios (ínguas) no pescoço.

O câncer de laringe é mais frequente em tabagistas. A associação do fumo com a ingestão de bebidas alcoólicas aumenta as chances de ocorrência de um câncer. Leia mais sobre os riscos de fumar no post sobre Tagabismo.

Quando procurar um médico?

Caso a rouquidão seja contínua e dure mais de 30 dias ela deve ser investigada. Ou se você tiver alguma duvida sobre sua qualidade vocal!

Atenção

Apesar de muitas vezes a voz rouca ser considerada “normal”, uma rouquidão sugere um problema nas cordas vocais. Quando estamos sem voz e continuamos a falar a tendência é que ocorra uma piora da qualidade da voz. Ou seja, ficamos cada vez mais roucos. E isso também significa mais inflamação ou lesão nas provas vocais. Em alguns casos essa inflamação provoca uma cicatriz, ou seja, uma rouquidão mais permanente. Por isso fique atento à sua voz e cheque as dicas abaixo para preservar a voz.

Leia também: Qual impacto das bebidas geladas na dor de garganta? 

Algumas dicas para manter uma boa qualidade vocal!

  • Não gritar ou falar alto;
  • Evite falar em tom que não seja o seu;
  • Evite cochichar;
  • Falar pausadamente com boa articulação das palavras;
  • Não fumar;
  • Evite bebidas gasosas ou alimentos que causem dificuldades de digestão;
  • Evite bebidas alcoólicas;
  • Evitar falar excessivamente durante exercícios físicos, quando gripado ou com alguma crise alérgica;
  • Realize pausas para repouso vocal durante o trabalho;
  • Beber bastante agua (temperatura fresca ou ambiente);
  • Não pigarrear excessivamente;
  • Evite ambientes com poeira, mofo ou cheiros fortes.

 

Fonte: MedPrimus

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O que é adenoide e como tratar?

A adenoide ou “carne esponjosa”, como é popularmente conhecida, causa muitas dúvidas, como por exemplo, se há necessidade de cirurgia, se é comum em crianças ou não. Pensando nisso tudo, reunimos aqui algumas perguntas frequentes, onde respondemos se é mito ou verdade.

Carne esponjosa e adenoide é a mesma coisa?

Verdade. Ela é um conglomerado de tecido linfoide (defesa) que quando olhamos parece muito uma esponja. Por isso o nome popular pegou.

Nem todo mundo tem adenoide?

Mito. Todos temos esse tecido na infância. Ele regride e desaparece espontaneamente durante o crescimento. Algumas vezes ela cresce muito rápido na infância e causa problemas respiratórios como nariz tampado e roncos. Na adolescência normalmente ela já regrediu. Quando isso não acontece a respiração pode ser comprometida.

 

Pode causar infecções?

Verdade. A adenoide e as amígdalas tem papel de defesa do organismo durante a infância. Ambas podem ter infecções.

A adenoide pode ter uma adenoidite, exatamente como temos a amigdalite nas amígdalas. Os sintomas são semelhantes ao da sinusite com secreção nasal, nariz tampado e febre. Além disso, a adenoide aumentada pode causar otites (infecções de ouvido).

Adenoide aumentada pode causar problemas de audição? 

Verdade. Ela está posicionada ao lado das tubas auditivas. Essa proximidade facilita a obstrução da drenagem de secreções do ouvido e infeções nessa região.

Além disso, apenas a retenção de secreção no ouvido já provoca alteração da audição. Isso ocorre com mais frequência nas crianças e pode atrapalhar o desenvolvimento da linguagem e alfabetização escolar.

Quando aumentada sempre tem de ser operada?

Mito. A cirurgia  está indicada em casos de obstrução (quando a respiração fica comprometida, o nariz obstruído, respiração ocorre mais pela boca e há roncos a noite) ou quando ocorrem infecções de repetição como adenoidites e otites. Portanto a indicação para a cirurgia depende do quadro clinico do paciente.

Alergia piora a adenoide?

Verdade. Pessoas com rinite alérgica possuem um fator inflamatório aumentado (relacionado a alergia). O aumento da inflamação provoca um aumento da adenoide. Essas pessoas têm então dois fatores para causar obstrução nasal: a rinite e a adenoide.

Leia também: Tosse: tipos, causas e o que fazer

Operar e tirar a amígdala e adenóide pode causar danos a imunidade?

Mito. O sistema imunológico do organismo está situado em vários locais. Ao remover uma parte dele, o restante assume totalmente a defesa do corpo.

Outro ponto importante é considerar que a cirurgia só será indicada em pessoas nas quais essa glândula cause problemas (obstrução e/ou infecção). Dessa maneira há benefício ao organismo e não malefício.

 

Fonte: MedPrimus

 

 

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Tosse: tipos, causas e o que fazer

A tosse decorre de qualquer processo irruptivo e é um reflexo natural do sistema respiratório. A função dela é atuar na defesa do organismo, removendo agentes irritantes e limpando a via respiratória. Ela também serve de alerta para uma eventual infecção ou alergia.

Causas de tosse

As causas são diversas, entre elas, podemos listar as seguintes:

  1. Infecção viral: gripes, resfriados, faringites, laringites
  2. Alergia: alergênico como poeira domiciliar, ácaros, fungos , pelos de animais etc.
  3. Inalação de irritantes: poluição, produtos químicos ou de limpeza, perfumes etc
  4. Ar condicionado ou temperatura fria e seca: o ar frio e seco è irritante  para a via respiratória.
  5. Infecções pulmonares: podem ser agudas como pneumonia ou crônica como tuberculose
  6. Tabagismo.( leia mais)
  7. Sinusite: a tosse óssea ocorre por presença de secreção em seios paranasais que “escorre” pela parte posterior do nariz em direção a garganta.
  8. Refluxo faringo laringeo ou refluxo gastroesofágico
  9. Aspiração de corpo estranho: mais frequente em crianças que, por hábito levam objetos a boca. Pode ocorrer aspiração desse objeto.
  10. Bronquite crônica, asma ou enfisema pulmonar
  11. Tumores

Leia também: Água no ouvido após banho de mar ou piscina: o que fazer?

Tipos de tosse

A tosse pode ser seca ou produtiva. A diferença entre elas é a presença de muco. No tipo produtivo há presença de secreção, que pode ser de pequena a grande quantidade, de clara a mais escura e até com laivos de sangue.

 cor da secreção é um indicativo da causa. Secreção clara ou transparente está associada a alergias ou gripes e resfriados ( leia mais sobre gripes e rinite alérgica). Já a secreção amarelada ou esverdeada sugere infecção. A presença de secreção sanguinolenta está associada a pneumonia, bronquite ou situações mais graves como tuberculose e câncer.

A tosse seca não tem secreção e muitas vezes está associada àquela ” coceira” na garganta.  E quanto mais irritação mais tossimos… e quanto mais tossimos mais irritação..!!

A tosse também é dividida pela sua duração. Uma tosse aguda, habitualmente, é de curta duração. Muitas vezes apresenta outros sintomas como obstrução nasal, dor de garganta, rouquidão e etc.

Já a crônica perdura por  mais de  8 semanas e tem causas diversas.

E o que fazer?

Se a tosse persiste um médico deverá ser consultado. O diagnóstico da causa  é fundamental para guiar o tratamento correto.

Como citado acima as causas  são diversas e podem ocorrer simultaneamente em uma mesma pessoa. O diagnóstico diferencial  é realizado através de exame  e história clínica, exames laboratoriais e de imagem.

Recomendações que podem ajudar:

Hidratação: beber água ajuda na fluidificacao de secreções e hidratação de toda a via área.

  1. Lavagem nasal com soro fisiológico: rinites e sinusites são causas muito frequente de tosse. Manter uma boa respiração nasal sem acúmulo de secreções ajuda a controlar o sintoma.
  2. Evite comer muito antes de deitar.
  3. Evite café, chá preto ou mate, chocolate e alimentos condimentados: eles podem piorar sintomas de refluxo.
  4. Umidificador ou vaporizador nos dias mais secos ajudam a aumentar a umidade do ar.
  5. Mantenha o ambiente ventilado.

Dicas caseiras 

O mel tem ação comprovada em reduzir a tosse. Atua ao diminuir a inflamação a garganta,e , consequentemente a tosse.

O própolis tem propriedades antimicrobianas e, no caso de uma infecção ajuda também. Gengibre e alcaçuz tem propriedades semelhantes.

Os Chas quentes ajudam pela temperatura: o calor do chá costuma trazer alívio da tosse. Porém convém evitar os chas com muita cafeína ( preto e mate).

Em nenhuma hipótese tome  medicamentos ou xaropes  sem consultar um médico. Cada medicamento age de uma forma e é especifico para cada tipo de tosse.

 

Fonte: Medprimus

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