Nariz

A sua rinite piora com a máscara?

Você sentiu uma piora da rinite com o uso de máscaras? Essa é uma queixa comum em alguns pacientes! O uso contínuo de máscaras, principalmente as reutilizáveis, e durante um quadro de crise de rinite, o paciente sente-se muito sufocado e incomodado com o uso das máscaras e tende a retirar mais vezes da face para conseguir respirar melhor.

Além disso, pessoas com rinite tendem a levar a mão ao nariz por conta da coceira, o que também não é o ideal visto que ainda temos que tomar os cuidados necessários para evitar a contração da covid-19. Para isso, além de tratar a rinite para controlar a irritação, separamos algumas dicas que podem melhorar o seu relacionamento com as máscaras.

Para te ajudar a contornar esse problema (sem abandonar o uso das máscaras), separamos algumas dicas:⠀

  • Prefira as máscaras descartáveis (PFF2) às de tecido.⠀
  • Caso seja de tecido, prefira as que são feitas 100% de algodão, evitando tecidos sintéticos.⠀
  • Evite lavar as máscaras com produtos de limpeza com cheiro forte.⠀
  • Troque de máscara a cada 2 horas.⠀
  • Lave o nariz com soro fisiológico regularmente.⠀

Se mesmo assim os sintomas persistirem, entre em contato e agende uma consulta: 📞 (81) 3071-7996 | 📲 (81) 9.8266-8142 (WhatsApp)

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Quando o sangramento nasal pode acontecer?

O nariz é muito vascularizado. Por isso, algumas situações podem favorecer o sangramento.

O sangramento nasal, é uma manifestação relativamente comum e que atinge pessoas de qualquer idade. A estimativa é de que mais da metade da população adulta já tenha passado por pelo menos um episódio de hemorragia ao longo da vida, o que pode estar associado a diferentes fatores.

Embora cause um grande desconforto, o sangramento nasal não costuma representar gravidade e muitas vezes pode ser resolvido de maneira simples, sem a necessidade de intervenção médica. Este geralmente é um problema autolimitado, em que o sangramento cessa sozinho após um tempo, mas existem casos em que pode ser necessária a realização de um procedimento.

Quais são as causas do sangramento nasal?

O nariz sangra quando há rompimento dos vasos sanguíneos ou irritação do seu revestimento interno, duas situações que podem ocorrer por diversos motivos. As causas mais comuns de sangramento nasal são o ressecamento associado ao tempo seco e traumas como assoar ou cutucar o nariz com muita força. Alergias, desvio de septo, sinusite, uso frequente de sprays nasais ou drogas aspiráveis também podem levar à hemorragia.

Existem, ainda, alguns fatores menos comuns que podem causar sangramento do nariz. São eles:

  • Distúrbios hemorrágicos;
  • Tumores no nariz ou na região dos seios paranasais;
  • Infecções nasais;
  • Presença de objetos estranhos no nariz.

Lembrando que nesses casos, os sangramentos costumam ser pequenos (normalmente se resolvem espontaneamente), melhorando em até aproximadamente 10 minutos. Para ajudar, você pode comprimir as narinas, abaixar levemente o rosto e colocar gelo no dorso nasal.

Caso não melhore, não deixe de procurar um Otorrinolaringologista com urgência. E se esse sangramento se repetir com frequência, não deixe de fazer uma consulta com um Otorrinolaringologista.

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Os perigos do abuso de ar-condicionado no verão

Você é desses que não dispensa o ar-condicionado no verão? O calor realmente é um verdadeiro incômodo, tornando difícil mesmo a tarefa mais simples do nosso dia a dia. Assim, acabamos apelando para o ar-condicionado para refrescar os dias mais quentes. Mas você sabia que o excesso pode ser perigoso para a sua saúde?

Isso mesmo! A diminuição da umidade do ar causada pelo uso excessivo do aparelho favorece o ressecamento nasal e possíveis resfriados.

Por que isso acontece?

Aparelhos de ar-condicionado sujos acumulam ácaros, fungos, vírus e bactérias. E é aí que mora o perigo para quem respira esse “ar sujo”. Aqueles que ficam expostos a esse ar de má qualidade estão mais suscetíveis a doenças respiratórias como rinite, bronquite, sinusite, pneumonia e infecções fúngicas de vias aéreas superiores. Lembrando que gripes e resfriados podem complicar e evoluir para sinusites.
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Além disso, as mudanças bruscas de temperatura entre os ambientes geram uma maior sensibilidade às vias respiratórias e favorecem o surgimento de rinites.⠀

Não deixe para procurar um otorrino quando a situação se agravar. Entre em contato e agende uma consulta.

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Por que os descongestionantes nasais viciam?

Você é daqueles que sempre recorre ao descongestionante nasal para aliviar o nariz entupido?

Esse hábito é extremamente nocivo à saúde respiratória pois contribui para o desenvolvimento de uma rinite medicamentosa causada pelo próprio remédio. Um eterno ciclo vicioso que traz muitas consequências ruins.

O que são os descongestionantes?

Estas gotinhas à base de oximetazolina, xilometazolina e nafazolina são substâncias vasoconstrictoras, que contraem os vasos sanguíneos da mucosa dentro do nariz, abrindo espaço para o fluxo de ar. Apresentam um início de ação muito rápido, o que pode parecer bastante tentador para a pessoa que está com dificuldade para respirar pelo nariz.

Estudos cínicos demonstram que uma pessoa pode desenvolver dependência em poucos dias, 7 dias já podem ser suficientes para gerar algum grau de efeito rebote. Depois que termina o efeito do medicamento os vasos sanguíneos dentro do nariz dilatam novamente e o nariz congestiona. É um ciclo que nunca termina.

Como o vício acontece?

Na prática, ao combater o entupimento nasal, o uso excessivo do produto acaba criando uma irritação nasal que leva a novos casos de entupimento, forçando você a usar mais e mais o descongestionante.

O que fazer para evitar o vício em descongestionantes nasais?

O uso dos descongestionantes nasais é indicado por no máximo 5 dias seguidos, sendo 1 a 2 gotas, de 4 a 6 vezes ao dia. Lembrando que a dosagem máxima é de 24 gotas ao dia. Extrapolar as indicações de dose ou tempo pode gerar círculos viciosos.

O problema é que ao usar o descongestionante nasal em excesso, acaba-se desenvolvendo a rinite medicamentosa, devido ao efeito rebote.

Para se curar desse vício, é necessário que a pessoa:

  1. Pare de usar o descongestionante nasal ou, se não conseguir, tente reduzir a quantidade de vezes que aplica o produto ao longo do dia;
  2. Quando sentir necessidade de lavar o nariz, use soro fisiológico ou outro medicamento que não cause dependência;
  3. Identifique a origem do problema e reduza a congestão nasal;
  4. Faça inalações com água fervida e uma pitada de sal;
  5. Em caso de dúvidas, consulte um médico otorrinolaringologista.
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Rinite pode virar sinusite?

Rinite e Sinusite são problemas que causam muitas dúvidas no que diz respeito a sua definição, sintomas e opções de tratamentos, por serem de certa forma, parecidos. Mas, além de entender a diferença entre esses dois problemas, será que uma Rinite não tratada pode levar a uma Sinusite? Continue lendo este post para saber mais!

O que é a Rinite?

A rinite é uma reação imunológica de nosso organismo quando ele entra em contato com partículas estranhas trazidas pelo ar e que penetram, principalmente, pelo nariz. Essas partículas, denominadas alérgenos, podem causar reações indesejadas em alguns indivíduos, que são os alérgicos. Trata-se de inflamações que atacam, principalmente, as mucosas das paredes internas do nariz.

Rinite pode virar Sinusite?

Caso a rinite não seja tratada adequadamente, ela pode evoluir para um quadro de sinusite. Isso pode ocorrer porque a inflamação no nariz provocada pela rinite passa a ser uma porta de entrada para as bactérias, que são as maiores causadoras da sinusite. Há também o risco de a rinite provocar otite e conjuntivite em função do acúmulo de secreções nas vias aéreas.

Quais são os sintomas da Rinite?

A rinite costuma provocar sintomas variados entre um indivíduo e outro. No entanto, alguns são mais comuns:

  • coriza;
  • espirros constantes;
  • olhos avermelhados e lacrimejantes;
  • congestão nasal;
  • ardências nos olhos, no nariz e na boca;
  • olheiras;
  • cansaço;
  • dor de cabeça.
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Rinite não tratada pode causar ronco, apneia, asma e halitose

O nariz é a região das vias respiratórias superiores mais suscetível a infecções. Quando isso acontece, logo vem a congestão nasal e a coriza. Esses sintomas estão na lista das queixas mais comuns nos consultórios médicos, mas além de um simples resfriado, eles também podem sinalizar a presença de outra doença, a rinite.

Definida como um processo inflamatório ou infeccioso da mucosa que reveste o nariz, ela pode ser aguda ou crônica, ou seja, ter curta ou longa duração. As principais causas da enfermidade são as infecções virais e alergias. A do tipo não alérgica tem início frequente após os 20 anos, especialmente entre as mulheres, e acomete cerca de 1/3 da população mundial. Já a rinite alérgica, a estimativa é a de que sua prevalência varie de 9% a 42% dos indivíduos.

Rinite e Halitose

Rinite, sinusite e outras inflamações nas vias aéreas também podem piorar o hálito porque estimulam o acúmulo de muco, a respiração bucal (boca seca é um convite ao bafo) e a formação de cáseos amigdalianos, que são bolinhas esbranquiçadas nas amídalas, compostas por pele descamada, restos de alimentos e proteínas da saliva.

Como tratar?

Independente do tipo de rinite, a lavagem nasal com soro fisiológico é considerada a base do tratamento —isso porque a prática é capaz de remover vírus, bactérias, secreções e agentes desencadeadores de reações alérgicas. Além disso, os médicos têm à sua disposição medicamentos como antialérgicos sistêmicos, corticoides tópicos ou sistêmicos. Em alguns casos, a imunoterapia poderá ser uma coadjuvante: a estratégia consiste em expor o paciente a pequenas quantidades de alérgenos de forma a induzir sua tolerância. Nos casos em que o paciente não responde a esses tratamentos e se observa o aumento de carnes esponjosas nasais (cornetos nasais), exame de imagem (tomografia computadorizada) poderá ajudar o médico a decidir sobre a necessidade de cirurgia.

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Dificuldade de concentração pode ser provocada por causas nasais

Você sabia que dispersão e um rendimento ruim na rotina de uma criança constante pode ser mais um indício de que a respiração da criança não vai bem?

Na infância, a respiração oral prejudica diretamente o processo de aprendizagem das crianças, gerando um baixo rendimento escolar e dificuldade de concentração em atividades distintas. Por isso, é tão importante ter um diagnóstico preciso nos primeiros anos de vida do indivíduo.

A respiração oral instala-se geralmente frente a um processo obstrutivo do nariz, que pode ser momentâneo e a criança acaba mantendo a postura de boca aberta por hábito ou uma obstrução nasal crônica.

Esta situação deve sempre ser investigada por um médico que irá determinar qual a causa desta obstrução e determinar o melhor tratamento. As condições mais comuns em crianças pré-escolares é o aumento da adenoide, popularmente conhecida como “carne esponjosa do nariz” e/ou das amígdalas, rinites, rinossinusites e raramente desvios do septo, e outras.

O fato de respirar pela boca apresenta uma série de repercussões como: infecções das vias aéreas superiores (ouvido, nariz e garganta) de repetição,  distúrbios do sono, inclusive apneia do sono (sono e respiração) e influencias sobre o crescimento dos dentes e da face. Estes últimos comumente associados a distúrbios funcionais como deglutição atípica, distúrbios de mastigação e até problemas na fala.

Crianças de face mais longa e estreita estão mais predispostas a estas influências da respiração oral/ obstrução nasal que podem levar a uma projeção dos incisivos superiores, mordida aberta, mordida cruzada e mandíbula mais posicionada para trás.

O tratamento da causa da obstrução nasal é obrigatório e na maioria das vezes estes pacientes necessitarão, ainda,  de tratamento ortodôntico e fonoaudiológico.

A falta de concentração também pode estar associada a distúrbios do sono que também podem ser consequências de uma obstrução nasal. O ideal é investigar cada caso individualmente e realizar o tratamento adequado para respirar bem e viver melhor.

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Por que o nariz fica entupido?

O seu nariz entope com muita frequência? Então esse post é para você!

São vários motivos que podem levar o nariz ficar entupido. Todas as pessoas eventualmente ficam com o nariz entupido, umas com mais frequência, outras com menos. O problema pode ser causado por diversas causas, então para eliminá-lo efetivamente, deve-se tratar o quadro específico que o provoca. Para aliviar o incômodo, há alguns métodos padrão relativamente simples.

Quando estamos com rinite ou resfriado, a quantidade de sangue nos vasos do nariz aumenta. Com isso, os cornetos nasais, pequenos órgãos esponjosos que ficam dentro das narinas, incham e deixam a passagem do ar obstruída.
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Trata-se de uma reação de defesa natural do nosso corpo. Em casos onde existem alterações estruturais (como desvio de septo), a passagem de ar pode fica ainda mais comprometida e o congestionamento mais frequente.

Nariz entupido pode ser perigoso se indicar problemas mais graves

Segundo o médico, o nariz entupido em si não prolonga um resfriado, mas ele pode predispor ao desenvolvimento de sinusite. “Esta, por sua vez, caracteriza-se por maior produção de secreção, que pode escorrer pela garganta até os pulmões, causando pneumonia”. Portanto, o risco de desenvolver quadros mais graves é outro motivador para descongestionar o nariz, além, é claro, do incômodo.

A congestão nasal é, em geral, algo normal, apenas um aborrecimento, mas deve ser investigada com mais cuidado caso indique problemas mais sérios. Se o sintoma permanecer por mais de dez dias e gerar febre alta por mais de três dias, se houver sangue na secreção nasal e dor no rosto, ou se a congestão estiver dificultando muito a respiração, deve-se procurar um médico.

Como tratar o nariz entupido?

A maneira ideal de desentupir o nariz é por meio da limpeza com soro fisiológico. Há diversas formas de administrá-lo: com ampolas, sprays, conta-gotas, puffs e potes especiais (pote neti, usado na medicina indiana). Eu não recomendo o uso de descongestionantes nasais com medicamentos vasoconstritores, pois seu uso abusivo provoca a indução de rinites medicamentosas.

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Sangramento nasal: o que pode ser?

A epistaxe, caracterizada pelo sangramento nasal, é uma manifestação relativamente comum e que atinge pessoas de qualquer idade. A estimativa é de que mais da metade da população adulta já tenha passado por pelo menos um episódio de hemorragia ao longo da vida, o que pode estar associado a diferentes fatores.

Embora cause um grande desconforto, o sangramento nasal não costuma representar gravidade e muitas vezes pode ser resolvido de maneira simples, sem a necessidade de intervenção médica. Este geralmente é um problema autolimitado, em que o sangramento cessa sozinho após um tempo, mas existem casos em que pode ser necessária a realização de um procedimento.

Tipos de sangramento nasal

A hemorragia nasal pode ser classificada de acordo com o local de origem do sangramento. Os dois tipos de epistaxe, portanto, são:

  • Hemorragia nasal anterior: este é o tipo de sangramento mais comum (90% dos casos) e é originado na parte anterior do nariz;
  • Hemorragia nasal posterior: trata-se de uma manifestação menos comum e potencialmente mais severa, uma vez que envolve vasos sanguíneos maiores localizados na região posterior do nariz.

Leia também: Rinite Gestacional: como tratar?

Causas da hemorragia nasal

O nariz sangra quando há rompimento dos vasos sanguíneos ou irritação do seu revestimento interno, duas situações que podem ocorrer por diversos motivos. As causas mais comuns de sangramento nasal são o ressecamento associado ao tempo seco e traumas como assoar ou cutucar o nariz com muita força. Alergias, desvio de septo, sinusite, uso frequente de sprays nasais ou drogas aspiráveis também podem levar à hemorragia.

Existem, ainda, alguns fatores menos comuns que podem causar sangramento do nariz. São eles:

  • Distúrbios hemorrágicos;
  • Tumores no nariz ou na região dos seios paranasais;
  • Infecções nasais;
  • Presença de objetos estranhos no nariz.

Quais sintomas acompanham o sangramento no nariz?

O sangramento nasal pode ser acompanhado de sintomas como:

  • Mal estar;
  • Tosse ou vômito com sangue;
  • Dificuldades respiratórias.

Mas, o que fazer quando isso acontecer?

Separamos algumas dicas:
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🔸 Manter a calma! A maioria dos casos são resolvidos de maneira simples.
🔸 Manter a cabeça para frente! Não colocá-la pra trás, para não engolir o sangue.
🔸 Fazer uma pinça com os dedos para estancar o sangramento.
🔸 Colocar uma compressa com gelo na região.

Mesmo que o sangramento seja controlado em casa, o ideal é procurar um otorrinolaringologista depois para identificar as causas do problema e evitar casos recorrentes.

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