Dicas Gerais

Sensação de ouvido entupido: o que pode ser e como tratar

A sensação de ouvido entupido é relativamente comum, especialmente quando se está praticando mergulho, voando em um avião ou até subindo de carro numa montanha. Nessas situações, a sensação desaparece ao fim de alguns minutos e geralmente não indica qualquer problema no ouvido.

No entanto, quando o ouvido entupido surge sem razão aparente ou é acompanhado de outros sintomas como dor, coceira intensa, vertigens ou febre, pode indicar uma infecção ou outro problema que precisa ser avaliado por um otorrinolaringologista, de forma a iniciar o tratamento mais adequado.

O que causa essa sensação?

1. Infecção do ouvido

A infecção do ouvido, também conhecida como otite, é uma das causas mais comuns da sensação de ouvido tampado. Isso acontece porque, durante uma infecção, o canal auditivo fica inflamado, dificultando a passagem dos sons até ao ouvido interno e causando a sensação de ouvido entupido.

Os sintomas mais comuns de uma infecção no ouvido, além da sensação de ouvido entupido, incluem febre baixa, vermelhidão na orelha, coceira e até pode acontecer de existir a saída de líquido pelo ouvido. Embora seja mais comum em crianças, a infecção do ouvido pode acontecer em qualquer idade.

O melhor é consultar o otorrinolaringologista para iniciar o tratamento com sprays para diminuir a inflamação e aliviar o desconforto. Além disso, é importante avaliar se a infecção está sendo causada por bactérias, sendo, nesses casos, importante começar o tratamento com um antibiótico.

2. Cera

Esta é outra das causas mais comuns para a sensação de ouvido tampado e acontece porque realmente o ouvido fica entupido com cera. Embora a cera seja uma substância saudável, produzida pelo corpo para eliminar sujeira do canal auditivo, pode acabar se acumulando em excesso, causando dificuldade para ouvir.

O excesso de cera pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum em que utiliza frequentemente cotonetes para limpar o ouvido, já que o cotonete em vez de retirar a cera, a empurra para uma parte mais profunda do canal auditivo, compactando-a e impossibilitando a passagem do som.

Nesses casos, para limpar o acúmulo de cera é aconselhado ir no otorrino para fazer uma limpeza adequada e, a partir daí evitar o uso de cotonetes.

3. Labirintite

Embora seja mais raro, a labirintite também é um problema relativamente comum do ouvido, no qual a pessoa sente uma intensas tonturas, além do ouvido tampado. É ainda frequente que pessoas com labirintite refiram a presença de zumbido, perda de equilíbrio e a diminuição temporária da audição.

A labirintite geralmente não tem cura, podendo surgir por crises ao longo dos anos. No entanto, o tratamento com remédios indicados pelo otorrino podem ajudar a aliviar os sintomas, melhorando a qualidade de vida.

O diagnóstico da labirintite deve-se consultar o otorrinolaringologista para identificar a causa da labirintite e iniciar o uso de medicamentos que possam aliviar os sintomas, especialmente durante as crises de labirintite.

4. Colesteatoma

O colesteatoma é um problema menos comum do ouvido, mas que pode surgir em pessoas que têm infecções muito recorrentes. Nesta situação, o canal auditivo acaba apresentando um crescimento anormal de pele no seu interior, que acaba resultando em um pequeno cisto que dificulta a passagem do som, causando a sensação de ouvido tampado.

Tratamento: na maioria das vezes o otorrino pode aconselhar o uso de gotas para aliviar os sintomas, mas também pode ser necessário fazer uma pequena cirurgia para retirar o cisto e acabar de vez com os sintomas.

5. Síndrome de Ménière

Esta é uma doença relativamente rara que afeta o ouvido interno e causa sintomas como ouvido entupido, perda de audição, tonturas e zumbido constante. Esta síndrome ainda não tem uma causa específica, mas parece afetar mais frequentemente pessoas entre os 20 e os 50 anos.

Por não ter uma causa específica, esta síndrome não tem cura, mas pode ser tratada com remédios indicados pelo otorrino que ajudam a diminuir os sintomas durante o dia-a-dia, especialmente as tonturas e a sensação de ouvido entupido.

Fonte: Tua Saúde

Leia mais...

Rinite gestacional: como tratar?

Sabemos que muitas grávidas preferem não fazer alguns tratamentos, pois têm medo de prejudicar o bebê; no entanto, se esses sintomas têm aparecido com frequência, você pode estar com Rinite Gestacional.

A Rinite Gestacional é um problema comum durante a gestação e atinge de 20 a 40% das grávidas (principalmente nos 2º e 3º trimestres da gravidez). Uma vez diagnosticada, é necessário tratá-la o quanto antes, para evitar os riscos que ela pode trazer a você e ao seu bebê.

O que é a Rinite Gestacional?

De acordo com especialistas da Universidade Federal de São Paulo, a Rinite durante a gestação é diferente da rinite gestacional. A rinite durante a gestação inclui todos os tipos de rinite (não alérgica, medicamentosa, alérgica etc.), e elas estão presentes antes, durantes e depois da gestação.

Já a rinite gestacional é uma obstrução nasal, ocorre no 2º ou 3º trimestre da gestação e dura 6 semanas ou mais. Ela não está presente antes da gravidez. Caso você já tenha rinite antes de engravidar, os sintomas podem piorar durante a gestação. Geralmente, a causa dessa rinite é hormonal e ocorre por causa dos níveis de estrogênio, que aumentam na gravidez.

Riscos da rinite gestacional

Aquelas acometidas pela obstrução do nariz causada pela rinite gestacional acabam inalando menos óxido nítrico (NO). A redução de NO no corpo pode levar a:

  • Hipertensão materna;
  • Retardo do crescimento intrauterino;
  • Pré-eclâmpsia;
  • Menores pontuações na escala de Apgar para o recém-nascido.

Outro problema é o uso de descongestionantes nasais em excesso, o que pode causar uma rinite medicamentosa que não se resolve depois do parto.

Como saber se você tem Rinite Gestacional ou resfriado?

É importante fazer um diagnóstico em um hospital especializado em otorrinolaringologia. Você pode procurar uma clínica caso comece a sentir uma obstrução nasal que já existia antes da gravidez.

O diagnóstico só será positivo caso você tenha piora no padrão ou caso haja algum sintoma que cause impactos consideráveis em sua qualidade de vida.

obstrução nasal da rinite, sendo gestacional ou não, pode causar apneia obstrutiva do sono, ronco e piora na qualidade do sono.

Já o resfriado ou a gripe não contam só com a congestão nasal. Além disso, podem aparecer dores na garganta, no corpo, febres e tosses, e essas doenças duram, no máximo, 10 dias.

Principais formas de tratar essa Rinite durante a gravidez

A nossa primeira dica é evitar consumir medicamentos sem consultar uma clínica especializada antes – é importantíssimo contar com a prescrição médica. Usar qualquer medicamento por conta própria pode causar más-formações no feto – e o risco é maior nos 3 primeiros meses.

Caso o incômodo seja muito grande e você precise de um alívio até a consulta, você pode fazer lavagem nasal com soro fisiológico. Ele pode reduzir os sintomas da Rinite, seja gestacional ou não.

Por mais que alguns remédios sejam liberados para gestantes, é importante usá-los sob orientação médica. Por isso, procure um otorrinolaringologista, ginecologista ou obstetra para te ajudar.

Dicas importantes para melhorar os sintomas

  • Ponto de atenção: jamais use gotas nasais descongestionantes (elas criam uma dependência química e prejudicam o seu bebê);
  • Em caso de sangramento, não deite por completo, porque o sangue pode retornar para o nariz. Em vez disso, eleve a cabeça;
  • Faça exercícios físicos para melhorar o sono e controlar o peso;
  • Use soluções salinas para lavagem nasal, o que pode aliviar temporariamente os sintomas;
  • Mantenha as janelas abertas, para arejar a casa;
  • Evite espanadores, vassouras e tudo o que levanta poeira. Prefira os panos umedecidos;
  • Evite também o contato com animais. Caso você os tenha em casa, não deixe que eles subam em estofados ou camas.

Ficou com alguma dúvida sobre algum dos pontos que falamos aqui? Se você precisa saber mais sobre a Rinite Gestacional e quer uma informação mais detalhada, entre em contato conosco.

Leia mais...

Como uma boa noite de sono pode ajudar na sua imunidade

Enquanto dormimos, nosso organismo realiza ajustes essenciais para o bom funcionamento das nossas defesas naturais. O pouco tempo no colchão faz subir a liberação de cortisol, um hormônio relacionado ao estresse. Em excesso, essa substância diminui a reação de defesa do nosso corpo.

Segundo estudo da Universidade Carnegie Mellon, realizado com 153 pessoas saudáveis, foi possível constatar que quem dorme menos de 7 horas por noite está mais propenso a contrair resfriados e doenças relacionadas, devido à diminuição da imunidade. Quando a gente dorme menos ou dorme mal, nosso corpo acaba liberando o hormônio do estresse, o cortisol. E esse hormônio em excesso faz com que nosso sistema imunológico fique um pouco mais enfraquecido.

Diante do cenário de pandemia do novo Coronavírus, médicos em todo o mundo alertam sobre os cuidados que devem ser tomados em relação ao sono no período de quarentena. Por isso, priorizar os cuidados com o sono é fundamental. Manter o horário de ir para a cama e o horário de acordar, além de evitar exposição demasiada aos equipamentos eletrônicos.

Dicas para um sono perfeito:

1. Defina horários de sono;

2. Evite comer alimentos pesados pouco antes de dormir;

3. Não use celular ou outros dispositivos móveis momentos antes ao seu horário;

4. Crie um ambiente confortável e sem luz no seu quarto.

5. Alie sua nova rotina a alimentos ricos em vitaminas e água.

Agora, sim! Seu corpo e sua imunidade agradecem.
Telemedicina já ativo na Otocenter. Entre em contato pelo WhatsApp para agendar uma consulta online.

Leia mais...

Como se prevenir do coronavírus?

Não há no momento um tratamento específico para o novo coronavírus. Mas, pelos sintomas e o tipo contágio da epidemia, é possível se prevenir contra a doença. Veja:

1. Prevenção com higiene pessoal

A doença é transmitida por gotículas de saliva e catarro que se espalham pelo ambiente. Por isso, a principal forma de prevenção é lavar as mãos com água e sabão frequentemente, em especial após tossir, espirrar, ir ao banheiro e mexer com animais. Ter um frasco de álcool gel na bolsa também é indicado.

2. Prevenção em locais públicos

Vale seguir aquela recomendação aplicada a qualquer doença que se dissemina pelo ar: mantenha distância de pessoas que apresentem sintomas como tosse, coriza e febre.

E, se você espirrar ou tossir, cubra o rosto com um braço ou lenço descartável.

3. Prevenção em viagens

Se for impossível adiar uma ida à China ou a países próximos localizados no continente asiático, siga as medidas de higiene pessoal e evite grandes aglomerações. Também prefira alimentos cozidos e não compartilhe talheres. Além disso, lembre-se de não passar as mãos nos olhos, nariz e boca ou entrar em contato com bichos doentes.

 

Fonte: Saúde Abril

Leia mais...

Quem ronca tem apneia do sono?

O ronco durante o sono é um comportamento comum em muitas pessoas, todo mundo já roncou ao menos uma vez enquanto dormia ou quando tirava um cochilo. Mas, será que quem ronca tem apneia do sono? Continue lendo este post para saber.

Ronco X Apneia do sono

O ronco durante o sono pode acontecer por inúmeras situações, seja por cansaço, por estar resfriado ou até mesmo por ter ingerido bebida alcoólica. O ronco não escolhe idade, ele pode estar presente até no sono de crianças e recém-nascidos.

Já a apneia do sono é um distúrbio caracterizado pela obstrução parcial ou total das vias respiratórias, o que dificulta a respiração e causa a vibração dos tecidos da garganta quando o ar passa, dando origem ao ronco. Além do ronco, a apneia do sono ainda pode trazer outros sintomas como: boca seca, sonolência, falta de concentração, irritabilidade e dores de cabeça, no peito e na garganta.

Tratamento

O tratamento ideal para eliminar o ronco durante o sono dependerá da causa diagnosticada pelo médico. O método utilizado para tratar a apneia do sono que tem demonstrado mais efetividade é o uso do aparelho CPAP. Este dispositivo envia uma quantidade de ar pressurizado para evitar a obstrução da garganta, o que faz com que elimine o ronco, tornando o sono mais silencioso, além de garantir uma boa noite de descanso.

O diagnóstico da apneia do sono é feito a partir de um exame de polissonografia.

Se deseja realizar uma consulta para fazer o diagnóstico, entre em contato. A Otocenter é especializada em distúrbios do sono, além de tratar problemas de ouvido, nariz e garganta.

Leia mais...

Por que o nariz entope?

Como muitos pensam, não é só o catarro que entope as vias nasais quando estamos com rinite, seja alérgica ou causada por um resfriado. O que acontece é que, com uma crise alérgica ou gripe se aproximando, a quantidade de sangue nos vasos dessa região aumenta. Isso faz com que os cornetos nasais, pequenos órgãos esponjosos que ficam dentro das narinas, inchem e deixem a passagem do ar obstruída.

 

Como os descongestionantes agem?

 Quando a respiração está complicada a gente corre logo para o famoso descongestionante, que contrai os vasos e diminui o inchaço. A desvantagem é que ele faz a secreção ficar dura. A sujeira se acumula nos cílios, podendo causar infecções no aparelho respiratório.

Por isso, o uso desse remédio deve ser feito com moderação, sendo priorizada também a limpeza nasal em tempos de crise, para limpar a secreção e evitar o acúmulo que o descongestionante causa.

Mas para lhe ajudar nessa situação, tem algumas dicas preciosas que podem te ajudar a desentupir o nariz de forma caseira e saudável.

 

Por que às vezes respiramos apenas de um lado das narinas?

A alternância entre as narinas acontece por causa da variação da predominância dos sistemas simpático e parassimpático e se modifica durante a gravidez e quando uma pessoa desenvolve uma infecção, como gripes e resfriados.

O nariz atua na filtração, no aquecimento e na umidificação do ar respirado. Uma das funções do ciclo nasal é evitar que essa passagem constante de ar resseque as narinas e facilite quadros infecciosos. Alguns fatores, no entanto, podem alterá-lo. A idade, postura, exercícios físicos, temperatura do ar e fatores hormonais também podem influenciar na respiração.

 

Fonte: Abril

Leia mais...

Quando surge a alergia?

Uma a cada dez pessoas sofre de alergias. O que acontece é que a alergia surge pra se defender de alguma substância nociva de modo a proteger o organismo desses “invasores”. E é quase impossível evitar as alergias: poeira, produtos químicos, pólen, pelos, umidade estão por toda parte e uma hora ou outra passamos por outra crise. E não precisa ser desde pequeno, estamos propensos a desenvolver alergia em qualquer momento da vida.

 

Além disso, as alergias podem ser uma herança. Com pais alérgicos, uma pessoa tem 50 por cento de chances de um belo dia ser surpreendida, por exemplo, pelo desejo compulsivo de espirrar em contato com um animal. Quando só o pai ou a mãe tem o problema, a chance se reduz a um quarto. No entanto, o padrão herdado nem sempre é seguido à risca.

Alguns casos possibilitam o tratamento para amenizar ou até mesmo curar as crises que atrapalham a rotina de muitos. Para que seja efetuado adequadamente, uma consulta ao alergista deve ser feita para diagnosticar o grau e o tipo exato do incômodo.

Os especialistas recomendam sempre que, em caso de crises, é altamente recomendado que o afetado tome bastante água. No caso das alergias que atingem o sistema respiratório, muitos acreditam que a maçã pode ser determinante para aliviar os sintomas.

 

Fonte: Abril

Leia mais...

Zumbido no ouvido: causas e tratamento

Conhecido também como acufeno, tinnitus ou tinido, o zumbido no ouvido é um sintoma que frequentemente é associado a perda auditiva. Muitas vezes confundido com uma doença, este sintoma diz que algo está errado e pode ter som semelhante de abelha, panela de pressão, cachoeira, chiado, apito, cigarra, motor, sirene ou outros barulhos.

 

Pode não parecer, mas o zumbido no ouvido é um problema muito comum. Segundo a  American Public Health Agency, ele pode ser considerado o terceiro sintoma que mais causa incômodo perdendo apenas para dor e tontura intensas e intratáveis. Estima-se que ele acometa até 24% da população em alguns países.  No Brasil, especialistas apontam que pelo menos 28 milhões de pessoas sofrem com este sintoma.

 

Causa

 

O zumbido não é uma reação do organismo ao ambiente externo, ele está diretamente relacionado a perda auditiva. O barulho é persistente e pode afetar o sono e a concentração, sendo a sua causa dada principalmente pela exposição ao barulho extremo prolongado, diabetes, inflamações no ouvido médio, problemas na área da coluna cervical e medicamentos. Doenças neurológicas, odontológicas e musculares na região da cabeça e do pescoço, além de alterações hormonais, também podem estar ligadas ao problema.

 

Tratamento

 

Ao notar o zumbido, a primeira ação deve ser buscar ajuda médica, para entender com precisão a causa do problema. O tratamento mais aplicado é o uso de aparelhos auditivos para mais conforto e inibição do zumbido.

 

Leia mais...

Alimentos que melhoram a saúde da sua garganta

Pessoas que trabalham constantemente com a voz precisam sempre estar atentas a saúde vocal. Para isso, muitos alimentos presentes em nossa casa e de fácil acesso podem te oferecer uma garganta hidratada, aquecida e saudável! Veja alguns exemplos para você sempre adicionar ao seu carrinho de compras na hora da feira independente da estação:

 

  1. Gengibre

Um ótimo anti-inflamatório, o uso do gengibre é capaz de causar um alívio imediato nas cordas vocais, além de ser bastante útil em dias de rouquidão. Ele pode ser consumido no chá ou mesmo em forma de bala.

 

  1. Frutas cítricas

As frutas cítricas são outras opções. Conhecidas por serem antioxidantes, devido à sua riqueza de vitamina C, também entram na lista dos nutrientes anti-inflamatórios, muito importante no fortalecimento da imunidade.

 

 

  1.  Maçã

A maçã, muito consumida por quem demanda da voz, ajuda no aquecimento e lubrificação das cordas vocais, proporcionando a limpeza e hidratação da garganta.

                  

  1. Própolis

Alimento bastante recomendado para a garganta, o própolis possui ação anti-inflamatória, que age diretamente no local, permitindo um alivio quase que instantâneo de qualquer sintoma. Ele deve ser consumido com chás ou mesmo água morna.

 

Vale ressaltar que os alimentos não substituem as idas ao médico regularmente ou em casos de inflamação extrema na garganta que pode ser um problema muito mais grave, como nódulos nas cordas vocais ou amidalite.

 

Fonte: Unimed

Leia mais...

Cuidados com alergias e otites no verão

Ouvido

verão é a melhor época do ano para ir à praia, visitar cachoeiras e mergulhar em piscinas. Além disso, fazemos uso exacerbado da água gelada, sorvetes, ar-condicionado e ventilador. Mas toda a diversão pode ser interrompida se alguns cuidados com ouvidos, garganta e nariz não forem tomados.

 

Quando se trata de entrar na água, os ouvidos são comumente afetados, sendo a otite externa o problema mais recorrente nessa estação do ano. A otite externa é justamente a infecção da pele do ouvido provocada pela exposição repetida e prolongada à água, comum no verão. As características são dor extrema, secreção (pus amarelo ou água), diminuição da audição e possível febre.

 

Nesses casos, o ideal é não tentar tirar – usar cotonetes que na verdade só irá empurrar ainda mais – e procurar um médico.

 

Nariz e garganta

 

Os casos mais comuns no verão quando se trata de nariz e garganta, são as dores e inflamação na garganta, nariz congestionado, gripe, sinusite e até uma pneumonia. Devido ao calor, o consumo de alimentos gelados e o uso de ar condicionado causam o ressecamento das vias nasais e vocais. Por isso, o ideal é fazer uso dessas ferramentas para se refrescar de forma moderada, como não ficar muito próximo a ventiladores, manter o ar ligado em no mínimo 22ºC e dar preferência a uma água levemente gelada.

 

Quem sofre de rinite ou sinusite deve aumentar o cuidado no verão. Cheiro de mofo em casas que passaram temporadas anteriores fechadas e cidades com alta umidade de ar podem ser um risco aos alérgicos. Para isso, é importante fazer a limpeza nasal para diminuir as impurezas que possam causar uma irritação futura.

 

Fonte: Estadão

 

Dê ouvidos a sua saúde! Marque uma consulta na Otocenter.

Leia mais...