Crianças

otorrinopediatra: qual a sua importância?

O otorrinopediatra é o profissional indispensável durante a infância e adolescência (momento em que as doenças de ouvido, nariz e garganta são bastante comuns). Descobrir o que acontece com as crianças nem sempre é fácil. E, diferente do que muitos pensam, a criança não é um “adulto pequeno”. Os pequenos possuem um funcionamento corporal peculiar em relação aos mais velhos.

Por que é importante levar a criança ao otorrino?

Esse é o profissional indicado para identificar, por exemplo, malformações congênitas, que exigem o cuidado adequado e precoce para proporcionar aos pequenos bem-estar e melhor qualidade de vida.

As infecções que afetam as crianças, principalmente durante o período escolar, e problemas como distúrbios de deglutição e perda auditiva também são tratados pelo especialista.

O otorrino para criança é de fundamental importância por atuar justamente na cura de doenças que podem comprometer o desenvolvimento do paciente, especialmente aquelas relacionadas à fala e à audição, que precisam de uma intervenção precoce.

Determinadas infecções, quando não são devidamente tratadas, podem voltar a aparecer por causa da resistência bacteriana, o que vai resultar em incômodo e exigir tratamento mais complexo ou até mesmo a cirurgia.

Além disso, doenças no ouvido, na garganta ou no nariz prejudicam a interação social e o aprendizado das crianças na escola. Em alguns casos, elas são a causa da dislexia. Logo, se não detectadas e tratadas o quanto antes, podem afetar a autoestima e a saúde mental.

5 motivos para levar o seu filho ao otorrinopediatra:

  1. Alteração da voz ou da fala: rouquidão, atrasos da fala ou alteração na pronúncia de fonemas. Podendo ocorrer por atraso na aquisição da linguagem.
  2.  Obstrução nasal, respiração bucal e roncos: crianças que têm nariz trancado respiram pela boca, na maioria das vezes, por um motivo de obstrução na via aérea superior (como o aumento da adenoide e das amígdalas).
  3. Alergia e Infecções de repetição: crianças alérgicas ou que têm otites, faringites e sinusites de repetição têm maior suscetibilidade de complicações na infância.
  4. Suspeita de perda auditiva: quando a criança pede para repetir o que lhe foi falado ou quando repete errado aquilo que lhe falaram.
  5. Massas cervicais: aumento de volume no pescoço por linfonodos (ínguas), nódulos ou cistos devem ser sempre avaliados.

Com a prevenção, cuidado e o diagnóstico correto do otorrinopediatra, é possível garantir o desenvolvimento saudável e qualidade de vida para os pequenos.

Já realizou o seu Check-up Otorrino? Entre em contato com a equipe Otocenter Recife para cuidar da sua saúde.

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Rinite gestacional: como tratar?

Sabemos que muitas grávidas preferem não fazer alguns tratamentos, pois têm medo de prejudicar o bebê; no entanto, se esses sintomas têm aparecido com frequência, você pode estar com Rinite Gestacional.

A Rinite Gestacional é um problema comum durante a gestação e atinge de 20 a 40% das grávidas (principalmente nos 2º e 3º trimestres da gravidez). Uma vez diagnosticada, é necessário tratá-la o quanto antes, para evitar os riscos que ela pode trazer a você e ao seu bebê.

O que é a Rinite Gestacional?

De acordo com especialistas da Universidade Federal de São Paulo, a Rinite durante a gestação é diferente da rinite gestacional. A rinite durante a gestação inclui todos os tipos de rinite (não alérgica, medicamentosa, alérgica etc.), e elas estão presentes antes, durantes e depois da gestação.

Já a rinite gestacional é uma obstrução nasal, ocorre no 2º ou 3º trimestre da gestação e dura 6 semanas ou mais. Ela não está presente antes da gravidez. Caso você já tenha rinite antes de engravidar, os sintomas podem piorar durante a gestação. Geralmente, a causa dessa rinite é hormonal e ocorre por causa dos níveis de estrogênio, que aumentam na gravidez.

Riscos da rinite gestacional

Aquelas acometidas pela obstrução do nariz causada pela rinite gestacional acabam inalando menos óxido nítrico (NO). A redução de NO no corpo pode levar a:

  • Hipertensão materna;
  • Retardo do crescimento intrauterino;
  • Pré-eclâmpsia;
  • Menores pontuações na escala de Apgar para o recém-nascido.

Outro problema é o uso de descongestionantes nasais em excesso, o que pode causar uma rinite medicamentosa que não se resolve depois do parto.

Como saber se você tem Rinite Gestacional ou resfriado?

É importante fazer um diagnóstico em um hospital especializado em otorrinolaringologia. Você pode procurar uma clínica caso comece a sentir uma obstrução nasal que já existia antes da gravidez.

O diagnóstico só será positivo caso você tenha piora no padrão ou caso haja algum sintoma que cause impactos consideráveis em sua qualidade de vida.

obstrução nasal da rinite, sendo gestacional ou não, pode causar apneia obstrutiva do sono, ronco e piora na qualidade do sono.

Já o resfriado ou a gripe não contam só com a congestão nasal. Além disso, podem aparecer dores na garganta, no corpo, febres e tosses, e essas doenças duram, no máximo, 10 dias.

Principais formas de tratar essa Rinite durante a gravidez

A nossa primeira dica é evitar consumir medicamentos sem consultar uma clínica especializada antes – é importantíssimo contar com a prescrição médica. Usar qualquer medicamento por conta própria pode causar más-formações no feto – e o risco é maior nos 3 primeiros meses.

Caso o incômodo seja muito grande e você precise de um alívio até a consulta, você pode fazer lavagem nasal com soro fisiológico. Ele pode reduzir os sintomas da Rinite, seja gestacional ou não.

Por mais que alguns remédios sejam liberados para gestantes, é importante usá-los sob orientação médica. Por isso, procure um otorrinolaringologista, ginecologista ou obstetra para te ajudar.

Dicas importantes para melhorar os sintomas

  • Ponto de atenção: jamais use gotas nasais descongestionantes (elas criam uma dependência química e prejudicam o seu bebê);
  • Em caso de sangramento, não deite por completo, porque o sangue pode retornar para o nariz. Em vez disso, eleve a cabeça;
  • Faça exercícios físicos para melhorar o sono e controlar o peso;
  • Use soluções salinas para lavagem nasal, o que pode aliviar temporariamente os sintomas;
  • Mantenha as janelas abertas, para arejar a casa;
  • Evite espanadores, vassouras e tudo o que levanta poeira. Prefira os panos umedecidos;
  • Evite também o contato com animais. Caso você os tenha em casa, não deixe que eles subam em estofados ou camas.

Ficou com alguma dúvida sobre algum dos pontos que falamos aqui? Se você precisa saber mais sobre a Rinite Gestacional e quer uma informação mais detalhada, entre em contato conosco.

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Seu filho ronca?

Saiba até quando o ronco é normal

 

Isso mesmo, o ronco não é um sintoma que acomete apenas os adultos. Crianças também podem apresentar problemas na respiração que acabam causando ronco. Se seu filho ronca, ele precisa ser avaliado por um especialista para identificar a causa. Vários fatores podem ocasionar o ronco e o principal é a obstrução nasal, mais conhecida simplesmente como nariz entupido.

 

Geralmente, ela ocorre nos quadros de rinites, sinusites ou resfriados. Neste caso, é normal que isso ocorra e, como o tratamento depende da causa, é preciso tratar com medicamentos a doença que causou o problema. O aumento das amígdalas e das glândulas adenoides, órgãos que fazem parte do sistema imunológico, também pode causar a dificuldade de respiração durante a noite e, consequentemente, o ronco.

 

O ronco não pode ser visto como apenas um barulho na hora de dormir. O problema pode indicar apneia do sono, quando a respiração é interrompida e retomada várias vezes, devido à obstrução respiratória. Ou seja, se esse e outros problemas não forem curados, a qualidade do sono fica comprometida e pode gerar danos à saúde.

 

Crianças sem tratamento adequado podem apresentar alteração do ciclo de sono, sonolência diurna, agitação, déficit de atenção, hiperatividade, alteração de rendimento escolar e irritabilidade. Além disso, a obstrução nasal faz com que a criança respire pela boca. Isso promove uma grande mudança no padrão de crescimento facial e dentário, alterações de mordida, de posicionamento lingual e até de dicção das palavras.

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