Blog

Nem toda tontura é sinal de Labirintite

Você sabia que nem toda tontura é sinal de labirintite? Tontura, vertigem, náuseas e vômito são sintomas muitas vezes confundidos com labirintite. Porém, nem toda alteração de equilíbrio do corpo pode ser a doença.

E o que é Labirintite?

A Labirintite é a inflamação do labirinto, localizada na estrutura interna do ouvido que auxilia a audição e o equilíbrio do corpo. Não pode ser curada com apenas repouso.
Em caso de sintomas, é importante procurar um otorrinolaringologista para que possa ser diagnosticado. Quando diagnosticado, pouquíssimos casos podem ser considerados incuráveis. O tratamento é feito através de medicamentos, readequação dos hábitos e se estiver incontrolável existe cirurgia para a cura. A tontura pode simplesmente significar outros problemas como: metabólicos, hormonais, cardiovasculares e até psicológicos.

Quando a tontura não é labirintite?

A maioria das pessoas que sente tontura tem alguma doença do labirinto, mas não a labirintite. A tontura deve sempre ser investigada, pois pode ser um indício de alguma doença do labirinto e também indicar a presença de outras enfermidades, como diabetes, pressão alta ou baixa, anemia, problemas vasculares, neurológicos e cardíacos. Quanto mais cedo procurar um especialista, maiores as chances de recuperação.

Leia mais...

Dores de garganta: remédios de “alívio imediato” podem ser um perigo

Quando você sente uma dor de garganta, logo recorre a remédios de alívio imediato? Sabia que isso pode ser perigoso? Continue a leitura deste post para entender mais e abandonar hábitos que prejudicam a sua saúde!

Por que medicamentos de alívio imediato são perigosos?

Se você já procura uma pílula ou xarope assim que sente algum desconforto, cuidado. Quando usados de forma contínua, remédios podem ter seus efeitos anulados e até causar outros problemas. O uso de anti-inflamatórios para dores na garganta, por exemplo, pode irritar a mucosa do intestino, causando náuseas, úlceras, vômito e diarreia.

Seguem alguns dos outros perigos da automedicação e do autodiagnóstico:

1. Mascarar sintomas

Um dos grandes riscos da automedicação é esconder sintomas de uma condição mais séria. Geralmente, uma dor contínua e sem causa aparente indica alguma questão a ser estudada.

Mas, se você apenas trata o problema de forma paliativa — tira a dor momentaneamente —, pode perder tempo precioso e deixar de fazer um diagnóstico correto e inicial de uma doença.

2. Atrasar o tratamento efetivo

Como sabemos, quanto mais cedo descobrimos e tratamos um problema, melhores os prognósticos. A ação oposta, portanto, costuma causar os efeitos opostos. Em casos específicos, isso pode ser fatal.

Cuidado para não perder tempo. Sua saúde e sua vida devem estar primeiro lugar!

3. Causar intoxicação

Todos os remédios (incluindo aqueles de plantas) têm efeitos colaterais e, quando ingeridos em excesso, podem intoxicar o paciente. Há aqueles que podem até mesmo causar dependência.

Portanto, atenção à bula e às suas condições. A melhor coisa é estar atento aos sinais do seu corpo, cuidar da alimentação e praticar atividades físicas. Na dúvida, procure sempre um médico.

Pastilhas anestésicas e balas de menta também devem ser evitados?

Sim! Pastilhas anestésicas e balas de menta podem até causar sensação de alívio imediato para a garganta, mas o seu efeito é apenas momentâneo! Em muitos casos, podem irritar ainda mais a garganta pois mascaram os sintomas, sem tratar efetivamente o problema.⠀

Por isso, é tão importante o acompanhamento do médico otorrinolaringologista para investigação e diagnóstico correto. Não abra mão dos exames de rotina e check-ups. Doenças costumam ser mais caras — e estressantes — do que a prevenção. Clique aqui para agendar uma consulta na Otocenter.

Leia mais...

Por que os descongestionantes nasais viciam?

Você é daqueles que sempre recorre ao descongestionante nasal para aliviar o nariz entupido?

Esse hábito é extremamente nocivo à saúde respiratória pois contribui para o desenvolvimento de uma rinite medicamentosa causada pelo próprio remédio. Um eterno ciclo vicioso que traz muitas consequências ruins.

O que são os descongestionantes?

Estas gotinhas à base de oximetazolina, xilometazolina e nafazolina são substâncias vasoconstrictoras, que contraem os vasos sanguíneos da mucosa dentro do nariz, abrindo espaço para o fluxo de ar. Apresentam um início de ação muito rápido, o que pode parecer bastante tentador para a pessoa que está com dificuldade para respirar pelo nariz.

Estudos cínicos demonstram que uma pessoa pode desenvolver dependência em poucos dias, 7 dias já podem ser suficientes para gerar algum grau de efeito rebote. Depois que termina o efeito do medicamento os vasos sanguíneos dentro do nariz dilatam novamente e o nariz congestiona. É um ciclo que nunca termina.

Como o vício acontece?

Na prática, ao combater o entupimento nasal, o uso excessivo do produto acaba criando uma irritação nasal que leva a novos casos de entupimento, forçando você a usar mais e mais o descongestionante.

O que fazer para evitar o vício em descongestionantes nasais?

O uso dos descongestionantes nasais é indicado por no máximo 5 dias seguidos, sendo 1 a 2 gotas, de 4 a 6 vezes ao dia. Lembrando que a dosagem máxima é de 24 gotas ao dia. Extrapolar as indicações de dose ou tempo pode gerar círculos viciosos.

O problema é que ao usar o descongestionante nasal em excesso, acaba-se desenvolvendo a rinite medicamentosa, devido ao efeito rebote.

Para se curar desse vício, é necessário que a pessoa:

  1. Pare de usar o descongestionante nasal ou, se não conseguir, tente reduzir a quantidade de vezes que aplica o produto ao longo do dia;
  2. Quando sentir necessidade de lavar o nariz, use soro fisiológico ou outro medicamento que não cause dependência;
  3. Identifique a origem do problema e reduza a congestão nasal;
  4. Faça inalações com água fervida e uma pitada de sal;
  5. Em caso de dúvidas, consulte um médico otorrinolaringologista.
Leia mais...

Por que nossas orelhas tem dobras?

Você já se perguntou o porquê das nossas orelhas possuírem dobras e formatos curiosos? Fato é que todas as pessoas saudáveis possuem esta mesma anatomia, e ela é muito importante, considerando também que você precisa ter a condução correta da onda sonora emitida.

O nosso sistema auditivo é todo pensado e construído para que consiga dar conta de todos os sons que estão ao nosso redor e por isso é fundamental toda a sua anatomia como um todo.

A orelha já faz parte do sistema auditivo, pois é a parte que vai captar este som, e direcionar para os canais auditivos, para que então sejam processados e reconhecidos cognitivamente.

Mas qual a função das dobras na orelha e no sistema auditivo como um todo?

As dobras possuem dupla função:

1) Captação do som
2) Direcionamento do som

As dobras possuem dupla função. Enquanto elas protegem o canal auditivo de choques diretos e também de líquidos que poderiam incidir diretamente no canal auditivo, elas também são responsáveis pelo direcionamento do som. Isso em termos gerais significa que as dobras vão ter o cuidado para fazer uma espécie de filtro, absorvendo parte do estímulo para que você não tenha contato com ruídos muito altos a todo  momento.

Além disso, as dobras permitem ao cérebro saber de onde o som está vindo. Sem essas dobras, certamente ficaríamos sem nenhuma referência sonora, captando todos os sons, o que geraria uma confusão mental.

Sem a orelha você certamente ficaria sem nenhuma referência sonora, captando todos os sons, o que geraria uma confusão mental, e você também não teria nenhum conhecimento sobre o som captado. Neste sentido as orelhas servem para dar um tipo de segurança para saber de onde vem o som exatamente, o que é fundamental para diversas finalidades, seja segurança ou até mesmo a localização em ambientes diversos.

 

Fonte: Direito de Ouvir

Leia mais...

Sangramento nasal: o que pode ser?

A epistaxe, caracterizada pelo sangramento nasal, é uma manifestação relativamente comum e que atinge pessoas de qualquer idade. A estimativa é de que mais da metade da população adulta já tenha passado por pelo menos um episódio de hemorragia ao longo da vida, o que pode estar associado a diferentes fatores.

Embora cause um grande desconforto, o sangramento nasal não costuma representar gravidade e muitas vezes pode ser resolvido de maneira simples, sem a necessidade de intervenção médica. Este geralmente é um problema autolimitado, em que o sangramento cessa sozinho após um tempo, mas existem casos em que pode ser necessária a realização de um procedimento.

Tipos de sangramento nasal

A hemorragia nasal pode ser classificada de acordo com o local de origem do sangramento. Os dois tipos de epistaxe, portanto, são:

  • Hemorragia nasal anterior: este é o tipo de sangramento mais comum (90% dos casos) e é originado na parte anterior do nariz;
  • Hemorragia nasal posterior: trata-se de uma manifestação menos comum e potencialmente mais severa, uma vez que envolve vasos sanguíneos maiores localizados na região posterior do nariz.

Leia também: Rinite Gestacional: como tratar?

Causas da hemorragia nasal

O nariz sangra quando há rompimento dos vasos sanguíneos ou irritação do seu revestimento interno, duas situações que podem ocorrer por diversos motivos. As causas mais comuns de sangramento nasal são o ressecamento associado ao tempo seco e traumas como assoar ou cutucar o nariz com muita força. Alergias, desvio de septo, sinusite, uso frequente de sprays nasais ou drogas aspiráveis também podem levar à hemorragia.

Existem, ainda, alguns fatores menos comuns que podem causar sangramento do nariz. São eles:

  • Distúrbios hemorrágicos;
  • Tumores no nariz ou na região dos seios paranasais;
  • Infecções nasais;
  • Presença de objetos estranhos no nariz.

Quais sintomas acompanham o sangramento no nariz?

O sangramento nasal pode ser acompanhado de sintomas como:

  • Mal estar;
  • Tosse ou vômito com sangue;
  • Dificuldades respiratórias.

Mas, o que fazer quando isso acontecer?

Separamos algumas dicas:
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
🔸 Manter a calma! A maioria dos casos são resolvidos de maneira simples.
🔸 Manter a cabeça para frente! Não colocá-la pra trás, para não engolir o sangue.
🔸 Fazer uma pinça com os dedos para estancar o sangramento.
🔸 Colocar uma compressa com gelo na região.

Mesmo que o sangramento seja controlado em casa, o ideal é procurar um otorrinolaringologista depois para identificar as causas do problema e evitar casos recorrentes.

Leia mais...

Água oxigenada no ouvido ajuda a combater gripe e otite?

Dicas e tratamentos caseiros são muito comuns na internet, e muitas acabam fazendo uso de produtos e medicamentos de forma inadequada e contraindicada.

A prática não é nova e há quem já tenha ouvido falar dessa técnica por meio de relatos dos avós ou familiares. Pingar qualquer coisa no ouvido, especialmente água oxigenada, no entanto, não é recomendado pelos especialistas otorrinolaringologistas por dois motivos principais:

  1. Não há evidências científicas (comprovadas via pesquisas) que demonstrem que a água oxigenada no ouvido ajudaria na prevenção de infecções ou trouxesse qualquer benefício à saúde do paciente.
  2. Há riscos envolvidos na prática, especialmente se a pessoa tiver uma infecção no ouvido ou o tímpano perfurado – o que nem sempre o paciente sabe que está.

A água oxigenada, solução feita à base de peróxido de hidrogênio, é usada para limpar ferimentos da pele e cicatrizes cirúrgicas. Como tem função desinfetante, pode eliminar vírus e bactérias que causam infecções locais — esse uso é bem estabelecido pela medicina. A questão é que não há indícios de que ela consiga atravessar a derme para, assim, agir no nosso organismo.

Para combater a doença, as medidas preconizadas são apostar em remédios virais (quando necessário) ou caprichar na hidratação e no repouso, combinação geralmente utilizada.

E gargarejo com água oxigenada, pode?

Para casos de dor de garganta, essa é outra sugestão de Bela em seu perfil. “Até pode, pois ela realmente é eficaz contra certos germes, mas sempre diluída em água e na versão dez volumes.

Posso usar água oxigenada para limpar a cera nos ouvidos?

Uma das principais indicações de pessoas leigas para o uso da água oxigenada no ouvido está na retirada da cera, vista como sujeira. Isso, porém, é um mito.

Para resumir, sempre entre em contato com o seu Otorrinolaringologista para seguir a recomendação adequada para o seu caso, seja otite, excesso de cera e outros problemas no ouvido e garganta.

Leia mais...

Crianças devem usar máscaras?

Sabe-se que a medida mais efetiva para o controle do coronavírus é o isolamento social, e que o uso de máscaras é imprescindível para saídas básicas necessárias  – como ir ao supermercado ou a um médico de emergência. Entretanto, a conversa é diferente quando o assunto é o uso do acessório em crianças menores de dois anos.

 

Segundo comunicado da Anvisa, o acessório é contraindicado para crianças menores de 2 anos, em pessoas com problemas respiratórios ou inconscientes, incapacitadas ou incapazes de remover a máscara sem assistência. Além da dificuldade em manusear o utensílio de proteção sem uma possível contaminação, a restrição para os bebês acontece também porque o pano da máscara pode causar perda de ar e eles não conseguem avisar aos pais sobre isso, como os maiores, e nem tirar o objeto sozinho.

 

Quando e como crianças devem usar máscaras? 

 

Primeiro, vale ressaltar que o ideal é que os filhos fiquem em casa. Dentro do domicílio, não é necessário usar máscaras. Na prática, só estamos recomendando para crianças acima dos 2 anos, que realmente precisem sair. Antes dessa idade, o risco de sufocamento é maior.

 

Idas ao médico, ao supermercado e outros locais com circulação de pessoas valem o uso do acessório, com a ressalva de que ele deve ser usado com bastante cuidado. O ideal é que elas sejam de algodão, tecido que irrita menos a pele, tenham duas camadas de pano e sejam presas por elásticos atrás da orelha. Diversos tutoriais online ensinam a produção mesmo sem máquina de costura.

 

Leia mais...

Cirurgia para parar de roncar? Sim!

Mais de 70% dos brasileiros sofrem de doenças relacionadas ao sono, como distúrbios, insônia, apneia e roncos, de acordo com a Associação Brasileira de Sono. Uma das principais doenças é a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), considerada um problema de saúde pública devido à sua elevada prevalência e pela diversidade de danos crônicos na saúde dos indivíduos.

Cirurgia ortognática

A cirurgia ortognática tem como principal objetivo reduzir a resistência das vias aéreas superiores, através da ampliação dos diâmetros das narinas e dos canais do nariz, além de eliminar os defeitos anatômicos que impedem a entrada e saída do ar livremente.

Amigdalectomia

Consiste na retirada das amígdalas (localizadas em ambos os lados da garganta) e das adenoides (tecidos linfoides na parte posterior do nariz), quando elas aumentam de tamanho e dificultam a passagem de ar. Normalmente, é a cirurgia que ajuda a parar de roncar mais indicada para crianças, bem como para pacientes que sofrem constantemente com infecções de garganta, nariz e ouvido.

Entre em contato para agendar uma consulta! A Otocenter já está de volta com os atendimentos presenciais para você não deixar a saúde de lado.

Leia mais...

O que é e como evitar o pigarro na garganta?

Pigarro constante é sinal de alerta. Entenda as causas desse incômodo e como evitá-lo.

Todos nós temos aquela sensação de pigarro na garganta, mesmo que seja momentâneo, e às vezes, mesmo limpando a garganta, a sensação não sai. Esse muco acumulado em geral, não é perigoso, pois, na maioria das vezes indica gripe e resfriados, quando há a congestão das vias nasais, e costuma desaparecer junto dessas doenças. Porém, quando o pigarro é constante e não está ligado a esses quadros, pode ser um sinal de condições mais graves.

Ela é formada em outra parte do corpo e acumula naquela região. Pode haver perigo se, ao fazer a solução de água e sal para diluir o muco, você acabar engolindo a mistura. Isso causa desidratação. Deve-se apenas fazer o gargarejo e depois cuspir.

A principal questão quando há o catarro preso na garganta é a definição das doenças que o causam, pois é a partir dela que se consegue fazer o tratamento. Os dois principais diagnósticos podem ser o refluxo gastroesofágico e a síndrome do gotejamento pós-nasal, representada por rinites e sinusites crônicas.

Como evitar o pigarro?

A eliminação do pigarro na garganta pode ser feita de diferentes maneiras, como por exemplo, uma mistura de água com meia colher de chá de sal para gargarejo. Neste caso, a água salgada ajuda a diluir o muco, ficando, assim, mais fácil se livrar dele.

Outras formas de tirar o catarro da garganta são assoar o nariz com regularidade e diminuir a ingestão de produtos lácteos e parar de fumar, pois ambos aumentam a produção de muco.

 

Fonte: Dr Consulta

Leia mais...

Sono ruim pode causar asma

Noites mal dormidas não causas apenas estresse e olheiras. Um artigo publicado no European Respiratory Journal, por exemplo, sugere que adultos com insônia crônica têm um risco até três vezes maior de desenvolver asma em comparação aos livres dessa encrenca. Com a pulga atrás da orelha por causa da alta incidência de insônia entre asmáticos, cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, em Trondheim, decidiram investigar se há uma relação entre as duas condições.

 

O estudo mostrou que pessoas com noites de sono complicadas apresentaram 108% de chance de desenvolver asma. A insônia também foi associada a uma redução específica de qualidade de vida relacionada com a asma. Os pacientes com asma e problemas para dormir tinham mais depressão e sintomas de ansiedade, segundo os pesquisadores.

 

Por isso tratar a insônia e outros distúrbios relacionados ao sono é tão importante para a respiração, a saúde mental e física.

 

Marque a sua consulta com quem cuida da sua saúde com a melhor estrutura, equipe médica e equipamentos.

 

Fonte: Saúde Abril

Leia mais...