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Crianças devem usar máscaras?

Sabe-se que a medida mais efetiva para o controle do coronavírus é o isolamento social, e que o uso de máscaras é imprescindível para saídas básicas necessárias  – como ir ao supermercado ou a um médico de emergência. Entretanto, a conversa é diferente quando o assunto é o uso do acessório em crianças menores de dois anos.

 

Segundo comunicado da Anvisa, o acessório é contraindicado para crianças menores de 2 anos, em pessoas com problemas respiratórios ou inconscientes, incapacitadas ou incapazes de remover a máscara sem assistência. Além da dificuldade em manusear o utensílio de proteção sem uma possível contaminação, a restrição para os bebês acontece também porque o pano da máscara pode causar perda de ar e eles não conseguem avisar aos pais sobre isso, como os maiores, e nem tirar o objeto sozinho.

 

Quando e como crianças devem usar máscaras? 

 

Primeiro, vale ressaltar que o ideal é que os filhos fiquem em casa. Dentro do domicílio, não é necessário usar máscaras. Na prática, só estamos recomendando para crianças acima dos 2 anos, que realmente precisem sair. Antes dessa idade, o risco de sufocamento é maior.

 

Idas ao médico, ao supermercado e outros locais com circulação de pessoas valem o uso do acessório, com a ressalva de que ele deve ser usado com bastante cuidado. O ideal é que elas sejam de algodão, tecido que irrita menos a pele, tenham duas camadas de pano e sejam presas por elásticos atrás da orelha. Diversos tutoriais online ensinam a produção mesmo sem máquina de costura.

 

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Cirurgia para parar de roncar? Sim!

Mais de 70% dos brasileiros sofrem de doenças relacionadas ao sono, como distúrbios, insônia, apneia e roncos, de acordo com a Associação Brasileira de Sono. Uma das principais doenças é a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), considerada um problema de saúde pública devido à sua elevada prevalência e pela diversidade de danos crônicos na saúde dos indivíduos.

Cirurgia ortognática

A cirurgia ortognática tem como principal objetivo reduzir a resistência das vias aéreas superiores, através da ampliação dos diâmetros das narinas e dos canais do nariz, além de eliminar os defeitos anatômicos que impedem a entrada e saída do ar livremente.

Amigdalectomia

Consiste na retirada das amígdalas (localizadas em ambos os lados da garganta) e das adenoides (tecidos linfoides na parte posterior do nariz), quando elas aumentam de tamanho e dificultam a passagem de ar. Normalmente, é a cirurgia que ajuda a parar de roncar mais indicada para crianças, bem como para pacientes que sofrem constantemente com infecções de garganta, nariz e ouvido.

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O que é e como evitar o pigarro na garganta?

Pigarro constante é sinal de alerta. Entenda as causas desse incômodo e como evitá-lo.

Todos nós temos aquela sensação de pigarro na garganta, mesmo que seja momentâneo, e às vezes, mesmo limpando a garganta, a sensação não sai. Esse muco acumulado em geral, não é perigoso, pois, na maioria das vezes indica gripe e resfriados, quando há a congestão das vias nasais, e costuma desaparecer junto dessas doenças. Porém, quando o pigarro é constante e não está ligado a esses quadros, pode ser um sinal de condições mais graves.

Ela é formada em outra parte do corpo e acumula naquela região. Pode haver perigo se, ao fazer a solução de água e sal para diluir o muco, você acabar engolindo a mistura. Isso causa desidratação. Deve-se apenas fazer o gargarejo e depois cuspir.

A principal questão quando há o catarro preso na garganta é a definição das doenças que o causam, pois é a partir dela que se consegue fazer o tratamento. Os dois principais diagnósticos podem ser o refluxo gastroesofágico e a síndrome do gotejamento pós-nasal, representada por rinites e sinusites crônicas.

Como evitar o pigarro?

A eliminação do pigarro na garganta pode ser feita de diferentes maneiras, como por exemplo, uma mistura de água com meia colher de chá de sal para gargarejo. Neste caso, a água salgada ajuda a diluir o muco, ficando, assim, mais fácil se livrar dele.

Outras formas de tirar o catarro da garganta são assoar o nariz com regularidade e diminuir a ingestão de produtos lácteos e parar de fumar, pois ambos aumentam a produção de muco.

 

Fonte: Dr Consulta

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Sono ruim pode causar asma

Noites mal dormidas não causas apenas estresse e olheiras. Um artigo publicado no European Respiratory Journal, por exemplo, sugere que adultos com insônia crônica têm um risco até três vezes maior de desenvolver asma em comparação aos livres dessa encrenca. Com a pulga atrás da orelha por causa da alta incidência de insônia entre asmáticos, cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, em Trondheim, decidiram investigar se há uma relação entre as duas condições.

 

O estudo mostrou que pessoas com noites de sono complicadas apresentaram 108% de chance de desenvolver asma. A insônia também foi associada a uma redução específica de qualidade de vida relacionada com a asma. Os pacientes com asma e problemas para dormir tinham mais depressão e sintomas de ansiedade, segundo os pesquisadores.

 

Por isso tratar a insônia e outros distúrbios relacionados ao sono é tão importante para a respiração, a saúde mental e física.

 

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Fonte: Saúde Abril

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5 consequências da apneia do sono

A apneia é caracterizada por interrupções temporárias na entrada de oxigênio durante o sono. Isso acontece porque os músculos da parte de trás da boca relaxam, bloqueando a garganta e a passagem de ar. Um de seus sinais mais comuns e barulhentos é o ronco.

Sendo uma doença bastante preocupante que pode atingir crianças, homens e mulheres em qualquer fase da vida, veja algumas consequências que a apneia do sono pode trazer:

  1. Aumento da pressão

O distúrbio provoca uma ativação exagerada do sistema nervoso autônomo, que controla o fluxo sanguíneo, perpetuando o problema cardiovascular.

  1. Prejudica os rins

A diminuição dos níveis de oxigênio, conhecida como hipóxia, está por trás do estresse oxidativo, aumenta a suscetibilidade de desordens nos rins.

  1. Pode causar pneumonia

Os primeiros segundos após o bloqueio da faringe são aflitivos. A respiração volta com tudo, junto com estrondos e engasgos. Isso abala a imunidade, facilitando uma possível pneumonia.

  1. Eleva o açúcar no sangue

A apneia do sono é capaz de alterar a ação da insulina, hormônio que permite à glicose entrar nas células.

  1. Prejudica o coração

Pessoas com o distúrbio possuem dificuldades para respirar durante a noite. O esforço para respirar causa uma forte pressão no peito e dificulta as batidas do coração.

 

Fonte: Saúde Abril

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Quais as principais causas da tosse seca?

tosse seca, ou seja, aquela que não produz secreção, normalmente é originada por uma reação alérgica. Este processo pode ter várias causas, tais como alergia à poeira, pelo de animais ou pólen de flores. Também é possível que a tosse seca seja originada por problemas cardíacos ou até refluxo gastroesofágico.

Geralmente a tosse seca está ligada a problemas irritativos ou alérgicos, enquanto as tosses que produzem secreção relacionam-se com alguma infecção. Além disso, a tosse seca pode ser causada por uma irritação na garganta causada pela inalação de fumaça ou cigarro. A água é um bom remédio natural que pode ajudar no tratamento da tosse seca, pois ela irá manter a garganta hidratada, acalmando a tosse.

Veja as principais causas desse incômodo:

  1. Gripe ou resfriado

Gripes, resfriados e alergias são os motivos mais comuns da tosse seca persistente, pois pode ser uma tentativa de expulsar os vírus, fungos e partículas de poeira, fuligem ou outro material alérgico que estiver atacando as vias respiratórias.

  1. Tabagismo

Pessoas que fumam têm mais chances de apresentar tosse seca. O calor da fumaça aspirada e as substâncias químicas presentes no tabaco provocam uma irritação constante das vias aéreas.

  1. Alergias

Alergias a poeira e pelos, também podem causar uma tosse prolongada, caso você esteja exposto a esse tipo de ambiente frequentemente, pois tende a fechar e a secar a garganta. Essa tosse também vem acompanhada de espirros e coriza constante.

  1. Pneumonia

A pneumonia é uma infecção pulmonar causada por vírus, bactérias ou fungos, que pode acometer os sacos alveolares, brônquios e outras estruturas do pulmão. Ela é uma causa para tosses de curta duração. No entanto, alguns casos podem cursar com tosse prolongada, o que pode representar não controle da infecção.

Você deve consultar um médico se o sintoma persistir por mais de 10 dias e estiver acompanhado de outros sintomas como febre e cansaço.

 

Fonte: Dr. Consulta

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Como evitar nódulos nas cordas vocais?

Os nódulos nas cordas vocais, assim como outros problemas nesta região, como pólipos ou laringite, surgem na maioria das vezes devido ao uso indevido da voz, por falta de aquecimento ou por uso excessivo das cordas vocais.

 

Dessa forma, saber como cuidar das cordas vocais é muito importante para evitar alterações da voz, dificuldade para cantar ou até rouquidão crônica. Continue lendo este post para saber como tratar suas cordas vocais para evitar nódulos:

 

  1. Beber água

 

Essa primeira forma de prevenção parece óbvia, mas na verdade muitas pessoas não ingerem a quantidade necessária para se manter hidratado. O recomendado é beber em média de 6 a 8 copos por dia. A água ajuda a hidratar as cordas vocais, tornando-as mais elásticas e evitando que possam sofrer lesões facilmente.

 

  1. Evitar café, cigarro e bebidas alcoólicas

 

O uso de cigarro seja direto, ou por respiração da fumaça de alguém que está fumando, causa uma ligeira irritação do tecido que reveste as cordas vocais o que pode resultar em inflamação e desenvolvimento de um calo ou pólipo nas cordas vocais.

 

Já o café e as bebidas alcoólicas são substâncias que, além de poderem causar irritação, também levam o corpo a perder mais água o que acaba ressecando as cordas vocais e a laringe, aumentando o risco de lesões.

 

 

  1. Evitar esforçar as cordas falando por muitas horas seguidas

 

 

Já ficou rouco após uma festa, um show, ou apenas por ter feito uma apresentação longa e importante, tendo que falar por muito tempo? Esses esforços acabam danificando as cordas vocais, sendo uma das formas mais simples de colocar pressão sobre as cordas vocais e, assim, resultar em uma lesão. Por isso, o melhor é preferir sempre falar em um local calmo e sempre por períodos inferiores a 30 minutos, fazendo pausas de pelo menos 5 minutos, sempre que possível.

Em casos de rouquidão prolongada, garganta inflamada e desconforto excessivo nas cordas vocais, procure um otorrinolaringologista.

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Zumbido no ouvido: causas e tratamento

Conhecido também como acufeno, tinnitus ou tinido, o zumbido no ouvido é um sintoma que frequentemente é associado a perda auditiva. Muitas vezes confundido com uma doença, este sintoma diz que algo está errado e pode ter som semelhante de abelha, panela de pressão, cachoeira, chiado, apito, cigarra, motor, sirene ou outros barulhos.

 

Pode não parecer, mas o zumbido no ouvido é um problema muito comum. Segundo a  American Public Health Agency, ele pode ser considerado o terceiro sintoma que mais causa incômodo perdendo apenas para dor e tontura intensas e intratáveis. Estima-se que ele acometa até 24% da população em alguns países.  No Brasil, especialistas apontam que pelo menos 28 milhões de pessoas sofrem com este sintoma.

 

Causa

 

O zumbido não é uma reação do organismo ao ambiente externo, ele está diretamente relacionado a perda auditiva. O barulho é persistente e pode afetar o sono e a concentração, sendo a sua causa dada principalmente pela exposição ao barulho extremo prolongado, diabetes, inflamações no ouvido médio, problemas na área da coluna cervical e medicamentos. Doenças neurológicas, odontológicas e musculares na região da cabeça e do pescoço, além de alterações hormonais, também podem estar ligadas ao problema.

 

Tratamento

 

Ao notar o zumbido, a primeira ação deve ser buscar ajuda médica, para entender com precisão a causa do problema. O tratamento mais aplicado é o uso de aparelhos auditivos para mais conforto e inibição do zumbido.

 

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Quais indicativos para um problema no ouvido?

Uma dor anormal dentro da orelha ou um zumbido incômodo podem significar que a saúde do seu ouvido está comprometida. Alguns tipos de infecções no canal auditivo acometem a população brasileira diariamente, a mais comum entre elas é a chamada otite média aguda, que tem como fator principal a inflamação do ouvido médio, diretamente encontrado atrás do tímpano. Costuma ser uma patologia dolorosa e é comumente encontrada em crianças.

Segundo um estudo realizado por professos especialistas em Otorrinolaringologia da faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pelo menos 80% de crianças apresentam ou apresentarão um episódio de otite média aguda durante o período da infância.
Outros tipos de doenças também podem aumentar a chance de infecções devido a contração de determinados vírus e bactérias. Veja a seguir uma lista de possíveis causas de problemas nos ouvidos e como trata-las da maneira correta.

Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Ouvido com água:


Alguns profissionais da área da fonoaudiologia tendem a dizer que pelo menos 40% das infecções auditivas que acomete um ser humano pode ser causado devido ao acúmulo de água no canal auditivo.
Uma grande maioria da população já experienciou um momento em que o líquido entra no ouvido, como em piscina ou praias. O que poucas pessoas sabem é que o gesto de chacoalhar a cabeça ou curvar para desobstruir a orelha pode acarretar em um problema ainda pior. Outra maneira comum é o ato de utilizar álcool ou acetona para eliminar a água, mas esse tipo de manuseamento tende a falhar na maioria dos casos.
A melhor maneira de lidar com esse tipo de situação e deitando-se e esperar que o líquido escorra natural do canal auditivo. Caso o incômodo ainda perdure por um período excessivo de dias, o correto é procurar a orientação de um profissional.


Acúmulo de cerume no ouvido:


É normal que em alguma parte da vida você se sinta com a audição diminuída devido ao excesso de cera que pode acumular dentro do sistema auditivo. O errado é pensar que objetos pontiagudos como cotonetes ou chaves podem tirar esse acúmulo de cerume da orelha. Isso pode resultar em uma infecção ou até mesmo na perfuração do tímpano.
O tratamento ideal é procurar o auxílio de um profissional ou especialista e realizar a lavagem no ouvido. Dessa forma, todo o cerume é retirado e o canal auditivo é limpo de maneira higiênica e sem o risco de infecções.


Dor dentro dos ouvidos:


Sentir uma dor no ouvido é normal, principalmente na época do verão e é mais possível notar em crianças. Pode estar relacionado com variados tipos de patologias ou traumas, como a perfuração do tímpano.
Apesar de ser normal, nunca deixe de consultar um especialista caso haja um incômodo doloroso, pode ser sinal de um problema, de alguma patologia que ainda não é de seu conhecimento. Veja por que acontece a dor no ouvido.


Ouvido obstruído:


Algumas pessoas relatam terem a sensação de estar com o ouvido completamente tampado, conhecido mais como “ouvido entupido”. É algo comum e pode acontecer em vários tipos de situações, como em mudanças bruscas de altitude (aviões, prédios, etc).
Dentre as causas da obstrução do ouvido, a mais comum é o acúmulo de cera que se forma no canal auditivo, consequentemente tampando e diminuindo a audição. Como mencionado acima, o ideal é a realização de uma lavagem performada por um especialista da área.


Mau cheiro oriundo do ouvido:


O mau cheiro emanado dos ouvidos pode ter relação especificamente com secreções recorrentes de variadas infecções. Nesse caso, é necessário fazer uma análise e especificar o tipo de secreção, se há a presença de pus ou sangue, e se é sentido algo doloroso juntamente com chiados no ouvido.
Nesse tipo de quadro, é estritamente recomendado uma consulta urgente com um especialista, pois certas patologias infecções levam até a surdez irreversível.


Quais são os fatores de risco para a contração de doenças?


Alguns fatores e situações podem aumentar subitamente as chances de um indivíduo contrair determinadas patologias no canal auditivo. Veja abaixo:


• Ciclos de idade: crianças mais novas com idades entre seis meses até dois anos costumam estarem mais vulneráveis a contração de doenças que afetam os ouvidos. Isso acontece porque nesses períodos a tuba auditiva ainda é muito pequena e o sistema imunológico muito fraco.


• Acumulação dos grandes centros: o hábito frequente de ir a locais com uma quantidade excessiva de pessoas pode ajudar na obtenção de gripes e resfriados.


• Alimentação infantil: pode não parecer, mas bebês e crianças que fazem uso de mamadeiras quando estão deitados, tem maiores chances de contrair inflamações auditivas do que crianças que se alimentam exclusivamente e diretamente pelo leite materno.


• Mudanças climáticas: em épocas como outono e inverno, a incidência de gripes resfriados é ainda maior devido a queda de temperatura. O ideal é não ficar aglomerado em um ambiente repleto de pessoas que possam estar com o vírus. Saiba dos cuidados que devemos ter nessas épocas do ano.


• Poluição do ar: outro ponto em questão é a qualidade do ar em que você está. Ficar exposto a fumaças de cigarros ou ambientes poluídos, podem colaborar para possíveis infecções no canal auditivo.

Quais os sintomas das infecções nos ouvidos?

6 tipos de surdez


Crianças são as maiores afetadas por determinadas infecções no aparelho auditivo devido ao sistema imunológico fraco e pouco desenvolvido. Alguns dos sintomas que são apresentados por elas são:


• Incômodo e choros na hora de dormir;
• Dores aguda e intensas dentro da orelha interna;
• Crianças tem o costume de apertar, empurrar e puxar os ouvidos como uma for de “aliviar” as dores;
• A presença de irritação e choro excessivo;
• Algumas crianças apresentam dificuldades em captar e decodificar sons que foram emitidas a elas por outras pessoas;
• Perda gradativa do equilíbrio;
• Febre com níveis altos;
• Cefaleias;
• Incapacidade de ingerir qualquer tipo de alimento;
• Escorrimentos de secreções pelo ouvido.


Em adultos, os sintomas costumam ser diferentes e em menos proporções, como:


• Dores agudas e intensas dentro da orelha interna;
• Escorrimento de secreções pelo ouvido;
• Dificuldade em captar e decodificar sons emitidos por outras pessoas.


Todos esses fatores citados são um alerta para que os devidos cuidados sejam tomados quando aparecer algum sintoma. Por isso é muito importante passar por um otorrinolaringologista e também fonoaudiólogos. O problema está em não se cuidar.

Fonte: Direito de Ouvir

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Até quando é normal atraso na fala?

Antes de falarmos sobre atraso na fala da criança é importante entender que existe um período crítico no desenvolvimento infantil, em que as áreas do seu cérebro responsáveis pela fala e a linguagem estão em formação. Essa fase vai até mais ou menos os 3 anos de idade e deve coincidir com um período de intensa estimulação comunicativa, com ambientes ricos em sons, imagens e acesso à fala e à linguagem humana no sentindo mais amplo.

É nesse cenário que se torna muito importante a vigilância da audição dos bebês e crianças, seja com a triagem auditiva neonatal – como a feita com o teste da orelhinha, obrigatório em recém nascidos – seja através da observação do comportamento e das reações da criança à medida que ela avança. A falha em estimular o cérebro na hora certa com sons e fala pode prejudicar de maneira definitiva a habilidade linguística da criança no futuro.

O desenvolvimento da linguagem no bebê começa muito antes do aprendizado da fala, na medida em que eles começam a usar o choro, o sorriso e outros gestos como sinais de fome, tristeza, contentamento ou solidão… Por volta dos 6 meses de idade, os bebês já compreendem que a fala dos pais e demais pessoas que os cercam é um canal de comunicação. Mesmo que eles ainda não tenham a capacidade para articular palavras e falar, eles já podem “conversar” do jeito deles, dando atenção a quem fala e respondendo com gestos, resmungos e expressões.

O ritmo da aquisição da fala e linguagem entre as crianças é muito variado, sendo assim importante observar se o passo-a-passo desse caminho segue seu rumo natural. Abaixo, fiz a tradução para o português de um checklist criado pela Associação Americana de Fala, Linguagem e Audição, que pode auxiliar aos pais a saberem se seus filhos seguem os degraus da boa aquisição de linguagem e quando pode haver um atraso na fala preocupante.. Qualquer falha nessa evolução deve ser avaliada por otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos.

Critérios para identificar atraso na fala

Até os 3 meses

Reage a sons altos

Acalma-se ou sorri quando ouve a fala

Reconhece sua voz e pára de chorar ao ouvi-la

Pára ou inicia a sucção enquanto mama ao ouvir a voz

Articula sons com a boca

Chora de maneira diferente para necessidades diferentes

Sorri ao ver vocês

Dos 4 aos 6 meses

Segue os sons com os olhos

Reage ás mudanças no seu tom de voz

Da atenção a brinquedos que produzem sons

Presta atenção à música

Balbucia sons diferentes, inclusive começando com p, b, m,  imitando a maneira correta de falar

Dá risadas

Balbucia quando está excitado ou insatisfeito

Produz murmúrios brincando sozinho ou com você

Dos 7 meses a 1 ano

Gosta de brincar de “esconde-achou” e de bater palmas com música

Vira-se para a direção dos sons

Presta atenção quando você fala com ele

Entende palavras comuns “água”, “mamar”, “sapato”

Atende à chamados como “vem cá”

Balbucia sílabas repetidas como “dadada”, “papapa”

Balbucia no intuito de receber atenção

Tenta se comunicar com gestos como levantar os braços

Imita diferentes sons da fala

Fala uma ou duas palavras como “papai”, “mamãe” ou “não” até um ano

1 a 2 anos

Aponta para algumas partes do corpo quando você fala o nome delas

Obedece comandos simples (“chuta a bola”) e entende perguntas simples (“cadê seu sapato?”)

Se diverte com histórias, músicas e rimas simples

Aponta para figuras em livros quando você fala os nomes

Aprende novas palavras regularmente

Fala perguntas simples com uma ou duas palavras

Junta duas palavras como “mais água”

Usa os sons das consoantes no inicio das palavras

2 a 3 anos

Usa frases com duas ou três palavras para se expressar ou perguntar

Pronuncia os sons de k, g, f, t d e n.

Fala de um jeito que pessoas da  família e amigos entendem

Refere-se aos objetos pelos nomes corretos para mostrá-los ou pedi-los

Consegue nomear quase todas as coisas

3 a 4 anos

Ouve quando você chama de outro cômodo

Ouve a TV no mesmo volume que as demais pessoas da casa

Responde perguntas simples como “quem”, “O quê?”. “Onde?”, “Porquê?”

Pode falar sobre suas atividades, na escola ou fora dela

Usa frases com quatro ou mais palavras

Fala com facilidade sem repetir sílabas ou palavras

4 a 5 anos

Presta atenção às pequenas histórias e responde perguntas simples sobre elas

Ouve e entende a maioria das coisas que são ditas em casa e na escola

Usa frases com riqueza de detalhes

Conta histórias até o fim

Comunica-se facilmente com outras crianças e adultos

Pronuncia corretamente a maioria dos sons, com exceção de alguns poucos (l, s, r, v, z, ch)

Faz rimas

Reconhece algumas letras e números

Usa a gramática dos adultos

Via Portal Otorrino


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