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6 causas comuns de labirintite

foto1) A hipertensão aumenta a pressão no interior das artérias e dificulta a chegada de sangue no labirinto. Com menos sangue, faltam nutrientes e oxigênio para nutrir as células da região. Esse desequilíbrio faz com o cérebro tenha dificuldade em decodificar a posição da cabeça no espaço por não conseguir se comunicar adequadamente com o labirinto.

2) Qualquer desajuste na quantidade de açúcar no sangue (Diabetes, pré-diabetes e hipoglicemia) altera a vascularização do labirinto. “Além disso, essa disfunção pode mudar a constituição do líquido que há dentro do labirinto, que ajuda na percepção do equilíbrio”, diz o otorrinolaringologista Fernando Ganança, presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e de Cirurgia Cérvico-Facial.

3) O consumo exagerado de açúcar refinado altera o funcionamento do labirinto e as mensagens que ele envia ao cérebro. Um dos sintomas da falha e comunicação entre o cérebro e o labirinto é a tontura. Por isso, a recomendação é ingerir doces e guloseimas com moderação.

4) O uso recorrente de quimioterápicos, anti-inflamatórios, antibióticos e anti-hipertensivos modifica o funcionamento do labirinto e prejudica o envio de mensagens para o cérebro sobre a posição da cabeça.

5) A cafeína, presente no café, em chás e refrigerantes, é uma substância estimulante e tóxica para o labirinto. “Ela aumenta a densidade do líquido do labirinto, e isso atrapalha a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça”, diz Ganança.

6) Bebidas alcoólicas são estimulantes, como o café. O álcool em excesso causa uma irritação aguda no labirinto e prejudica a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça.

Fonte: Veja

Clique aqui e conheça o exame vestibular ou otoneurológico, que auxilia no diagnóstico de tontura (“labirintite”) vertigem, desequilíbrio.

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5 dicas para evitar a otite

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1.
O incômodo é dividido em otite média aguda (mais comum em crianças), que afeta a parte interna da orelha e está relacionada a gripes e resfriados, e otite externa, uma inflamação comum após mergulhos em piscina ou mar.

2. A dor pode ser causada por uma inflamação nas articulações, mordida errada ou por doenças virais. Em casos menos frequentes, algum tumor pode desencadeá-la.

3. Evite o uso de cotonetes, já que ao entrar no conduto da orelha podem machucar, além de retirar a cera que age como proteção. Limpe a região com toalha ou lenço de papel.

4. Como forma de prevenção, no caso da otite aguda, hidrate-se bastante e assoe bem o nariz, uma vez que a secreção acumulada pode passar para a orelha e causar o incômodo.

5. O tratamento dependerá da causa, por isso é recomendado que se procure uma orientação médica. Em geral, indica-se o uso de antibióticos.

Fonte: Revista Viva Saúde (UOL)

Você conhece a Cirurgia de tubo de ventilação? Ela é indicada nos casos cirúrgicos das otites recorrentes com acúmulo de líquido na orelha média. Clique aqui e saiba mais.

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17% da população mundial sofre de zumbido

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Som do apito de uma panela de pressão, barulho do chuveiro ou canto da cigarra constante. É assim que as pessoas que têm zumbido no ouvido descrevem o som que ouvem diariamente. Trata-se de um barulhinho que está sempre lá – pode até passar despercebido às vezes, mas em outras ocasiões chega a ser enlouquecedor.

Cerca de 17% da população mundial têm zumbido, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, o que corresponde a cerca de 278 milhões de pessoas. Só no Brasil o problema atinge 28 milhões. A maioria dos pacientes que sofre com o problema se refere a ele apenas como um incômodo. Porém, quem sofre com a forma grave de zumbido relata casos de muito sofrimento, que pode acarretar depressão e insônia, afetar a qualidade de vida e prejudicar a capacidade de executar atividades rotineiras como trabalhar ou estudar.

“Alguns pacientes não se incomodam com o barulho, outros se sentem desconfortáveis a ponto de não conseguir dormir direito ou realizar suas atividades normalmente. Estimativas revelam que em 80% dos casos, o zumbido é bloqueado pelo cérebro e o indivíduo não sente incômodo. Porém, cerca de 15% dos pacientes sentem indisposições com o zumbido e 5% têm o chamado ‘zumbido incapacitante’, que compromete a vida profissional, social e a saúde”, aponta Rita de Cássia Cassou Guimarães, especialista em otorrinolaringologia e otoneurologia e coordenadora do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba).

O zumbido, também conhecido como tinnitus ou tinido, é definido como um som  nos ouvidos ou na cabeça sem a presença de uma fonte externa. Ele não é uma doença, mas sim o sinal de que alguma coisa está errada. Na verdade, ele pode ser o sintoma de mais de 200 problemas de saúde, que vão de questões odontológicas até psicológicas, passando por questões hormonais, doenças do labirinto, alterações vasculares, problemas musculares e aumento do colesterol.

Porém, a causa mais frequente do problema é a perda de audição. “Nove em cada dez pacientes têm perda auditiva”, afirma Guimarães. “Vale lembrar que o zumbido não causa surdez, mas a surdez pode provocar zumbido”, diz. Envelhecimento, exposição a ruídos, medicamentos, doenças e até traumas cranianos podem causar alguma lesão na estrutura do ouvido, o que pode acarretar perda de audição e o zumbido.

Fonte: UOL

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Você respira corretamente durante os exercícios físicos?

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Inspirar pelo nariz e expirar pela boca. Esta é a forma mais conhecida como eficaz para a respiração. Contudo, durante a prática de esportes, não existe um padrão único. Conforme o exercício físico é necessário realizar formas diferentes de respiração.

É isso que defendem muitos profissionais do esporte. O médico do esporte Gustavo Magliocca, em entrevista ao programa Bem Estar da Rede Globo, explicou que a respiração adequada é aquela que facilita o fluxo de oxigênio e a saída de gás carbônico do organismo. Dessa forma, a respiração pela boca não é errada, e sim essencial para os atletas, pois o nariz nem sempre é capaz de atender à necessidade de ventilação pelo organismo. “Apesar do ar não entrar umidificado e filtrado, a boca é o caminho mais rápido para o ar entrar”, explica Magliocca.

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O ronco e a vida amorosa

ronco_recifeUma pesquisa da British Lung Foundation revelou que uma em cada três pessoas perde o equivalente a 23 dias de sono por ano, por conta do ronco barulhento do companheiro ou companheira. O problema atrapalha as noites de 39% dos adultos ouvidos pelo estudo.

Durante a pesquisa foram analisados casais na faixa entre 20 e 50 anos e, em alguns deles, descobriu-se que quem ronca é a mulher. Na maioria dos pares, porém, o problema é apresentado exclusivamente pelo homem. Para evitar conflitos, certas parceiras até se mudam para outro quarto a fim de conseguir descansar.

>> A cirurgia ortognática é indicada em alguns casos de Síndrome da Apnéia do Sono com resultados bastante satisfatórios. Clique aqui e se informe.

Apesar disso, convencer quem ronca a procurar um médico em busca de tratamento, não é tarefa fácil. É comum o roncador não dar ouvidos as reclamações do cônjuge, mas o problema pode deixar a relação estremecia e acarretar até no divorcio.

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Como é produzida a voz?

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A voz é produzida na laringe através da vibração das pregas vocais, também conhecidas como cordas vocais, que realizam seu movimento com o fluxo de ar que vem dos pulmões e com a ação dos músculos da laringe. De início, o som é baixo e fraco, sendo ampliado pelas cavidades de ressonância, que são a faringe, a boca e o nariz. Após a amplificação, o som será articulado na cavidade oral por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.

A falta de conhecimento da importância de certos cuidados básicos para preservar a voz pode ter como consequência o aparecimento de algumas doenças laríngeas como: edemas, nódulos, pólipos, entre outras.

Fonte: senado.gov.br

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Hábitos prejudiciais à voz

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Alguns hábitos e costumes adquiridos ao longo do tempo podem ser prejudiciais à voz, tais como:

– Gritar ou falar durante muito tempo.
– Cuidado com as mudanças de temperatura ambiental e com locais com ar condicionado, pois o resfriamento resseca o trato vocal.
– Evite o choque térmico com bebidas geladas, estas causam edema e muco nas cordas vocais.
– Evite bebidas alcoólicas, sprays, pastilhas e drops, estes atuam como anestésicos melhorando a voz aparentemente.
– Não pigarrear ou tossir, pois este hábito promove atrito entre as cordas vocais. Procure engolir saliva ou beber água.
– Evitar exposição à poeira, gás e cheiros muito fortes.
– Evitar o fumo, pois irrita a mucosa do aparelho fonador, especialmente as cordas vocais.
– Comer alimentos muito temperados e condimentados causa irritação nas cordas vocais.
– Evite comer alimentos achocolatados e derivados do leite, principalmente antes do uso profissional da voz, pois estes aumentam a secreção no trato vocal.

Caso você esteja com uma rouquidão ou qualquer outro incômodo por mais de 15 dias, procure um otorrinolaringologista e/ou um fonoaudiólogo.

A prevenção continua sendo a melhor opção. Cuide da sua voz, afinal, ela faz parte da sua identidade.

Fonte: senado.gov.br

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Os riscos à saúde causados por noites mal dormidas

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A falta de qualidade no sono pode acarretar em graves danos à saúde. Problemas como ronco e apneia normalmente levam a um quadro de sono não reparador com prejuízo significante na qualidade de vida. Estudos também demonstram que esses pacientes apresentam risco aumentado para doenças cardiovasculares, levando a sérias consequências ao organismo. Esses fatores, em associação com a alta prevalência de distúrbios do sono na população mundial motivaram a criação do Dia Mundial do Sono, comemorado em 14 de março, como forma de alerta à população.

A falta de um sono reparador pode ter diferentes causas, como ronco, apneia, insônia, distúrbios do movimento (Síndrome das pernas inquietas e bruxismo), entre outras. Em conseqüência de uma noite mal dormida, surgem indisposições, fadiga crônica, sonolência excessiva, prejudicando a pessoa em seu cotidiano e colocando-a em risco de acidentes dos mais variados tipos.

Dentre os distúrbios do sono, o ronco e a apneia do sono são os mais prevalentes. Estima-se que 32,8% da população adulta da cidade de São Paulo apresente apneia do sono. ” O ronco pode ser o principal sintoma de uma doença maior que é a apneia do sono. Assim, além de atrapalhar consideravelmente a qualidade de sono e incomodar parceiro (a), pode trazer sérias repercussões ao individuo, mas a boa notícia é que há várias formas de tratamento para esse distúrbio. É importante que a pessoa afetada pelo problema procure por um profissional especializado em medicina do sono, que identificará a causa e indicará o tratamento mais adequado”, explica a Otorrinolaringologista Dra. Fernanda Haddad, Coordenadora do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

Segundo o programa de controle médico e saúde ocupacional (PCMSO) e o programa de prevenção à riscos ocupacionais (PPRA) os transtornos do sono estão relacionados ao aumento do absenteísmo, diminuição da produtividade, aumento das taxas de acidentes e incapacidade devido a doenças médicas (hipertensão, coronariopatia, acidentes vasculares cerebrais, descontrole metabólico).

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e o CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) estimam que grande parte dos acidentes de trânsito sejam causados por condições físicas do motorista, associadas a distúrbios do sono: sono inadequado e fadiga, e por este motivo desenvolveram protocolo de triagem para diagnóstico de apnéia do sono.

Segundo a otorrinolaringologista, é fundamental a difusão do Dia Mundial do Sono para que as pessoas se conscientizem e percebam que a situação pode ser muito mais séria do que simplesmente uma noite mal dormida. “Infelizmente, muita gente não dá a devida importância a problemas como o ronco, que pode levar a situações preocupantes. Mas hoje em dia, com uma adequada avaliação médica multidisciplinar, e com o auxilio de exames laboratoriais como a polissonografia, é possível individualizar e otimizar o manejo e tratamento desses pacientes”, finaliza o coordenadora da ABORL-CCF.

Fonte: Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial

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