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Assoar o nariz faz mal?

Assoar o nariz é uma prática tão comum que quase ninguém se dá ao trabalho de questionar se é ou não prejudicial à saúde. Todavia, a ação carrega mais perigos do que, provavelmente, muitos imaginariam. Quando as vias nasais estão congestionadas fica mais difícil respirar e por isso mesmo a tendência instintiva é de eliminar tudo o que estiver causando a incômoda obstrução.

 

No entanto, muitas pessoas empregam muita força para se livrar das secreções que se acumulam nas narinas quando estão gripadas ou com alguma alergia e acabam comprometendo a integridade do local, o que pode ser um problema.

 

Além de piorar o quadro da alergia ou gripe, já que a força prejudica a mucosa nasal e os seios da face, também pode causar problemas em outras partes do corpo. Embora seja raro de acontecer, assoar o nariz com muita força aumenta-se a pressão nos vasos sanguíneos, podendo levar a sangramentos, descolamento de retina, e até mesmo um derrame.

 

Por isso, é necessário fazer isso de forma suave e controlada. Há também outras formas de expulsar a secreção, como a limpeza nasal com soro fisiológico, fazer uso e medicamentos expectorantes, que vão facilitar a saída da secreção sem muito esforço.

 

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Crianças devem usar máscaras?

Sabe-se que a medida mais efetiva para o controle do coronavírus é o isolamento social, e que o uso de máscaras é imprescindível para saídas básicas necessárias  – como ir ao supermercado ou a um médico de emergência. Entretanto, a conversa é diferente quando o assunto é o uso do acessório em crianças menores de dois anos.

 

Segundo comunicado da Anvisa, o acessório é contraindicado para crianças menores de 2 anos, em pessoas com problemas respiratórios ou inconscientes, incapacitadas ou incapazes de remover a máscara sem assistência. Além da dificuldade em manusear o utensílio de proteção sem uma possível contaminação, a restrição para os bebês acontece também porque o pano da máscara pode causar perda de ar e eles não conseguem avisar aos pais sobre isso, como os maiores, e nem tirar o objeto sozinho.

 

Quando e como crianças devem usar máscaras? 

 

Primeiro, vale ressaltar que o ideal é que os filhos fiquem em casa. Dentro do domicílio, não é necessário usar máscaras. Na prática, só estamos recomendando para crianças acima dos 2 anos, que realmente precisem sair. Antes dessa idade, o risco de sufocamento é maior.

 

Idas ao médico, ao supermercado e outros locais com circulação de pessoas valem o uso do acessório, com a ressalva de que ele deve ser usado com bastante cuidado. O ideal é que elas sejam de algodão, tecido que irrita menos a pele, tenham duas camadas de pano e sejam presas por elásticos atrás da orelha. Diversos tutoriais online ensinam a produção mesmo sem máquina de costura.

 

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Cirurgia para parar de roncar? Sim!

Mais de 70% dos brasileiros sofrem de doenças relacionadas ao sono, como distúrbios, insônia, apneia e roncos, de acordo com a Associação Brasileira de Sono. Uma das principais doenças é a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), considerada um problema de saúde pública devido à sua elevada prevalência e pela diversidade de danos crônicos na saúde dos indivíduos.

Cirurgia ortognática

A cirurgia ortognática tem como principal objetivo reduzir a resistência das vias aéreas superiores, através da ampliação dos diâmetros das narinas e dos canais do nariz, além de eliminar os defeitos anatômicos que impedem a entrada e saída do ar livremente.

Amigdalectomia

Consiste na retirada das amígdalas (localizadas em ambos os lados da garganta) e das adenoides (tecidos linfoides na parte posterior do nariz), quando elas aumentam de tamanho e dificultam a passagem de ar. Normalmente, é a cirurgia que ajuda a parar de roncar mais indicada para crianças, bem como para pacientes que sofrem constantemente com infecções de garganta, nariz e ouvido.

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Como tratar a tontura?

A tontura é um termo usado para descrever uma variedade de sintomas, como vertigem, desequilíbrio, perturbação da orientação especial e sensação de movimento. Normalmente, ela está associada a alguma alteração no organismo, mas nem sempre indica uma doença grave ou condição perigosa.

O que fazer em casos de tontura?

O tratamento da tontura irá depender diretamente da causa do sintoma. Por conta disso, ao perceber a frequência dos episódios, é necessário marcar um otorrinolaringologista.

A tontura pode ser um sintoma de labirintite ou perda de equilíbrio e para cada diagnóstico há um tratamento adequado. Veja:

 

Labirintite ou vertigem

 

O tratamento da vertigem ou labirintite é feito pelo otorrino, que pode prescrever o uso de medicamentos, além de terapias alternativas. Também recomenda-se evitar o estresse, o consumo de cafeína, cigarro, álcool e drogas. A vertigem também pode ser causada por infecções de ouvido ou doença de Meniére. Nestes casos, é preciso ter um acompanhamento médico.

Perda de equilíbrio

Bastante comum em pessoas idosas, a perda de equilíbrio ocorre por disfunções no ouvido interno. Nesses casos, os tratamentos podem ser variados e práticas mais saudáveis podem ajudar bastante a diminuir a tontura.

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Pare de cutucar o seu ouvido!

Cotonete, tampa de caneta, ponta de lápis e outros objetos acabam sendo usados para aliviar aquela coceirinha desconfortável no ouvido. Mas você sabia que esse hábito pode causar problemas sérios à saúde? As consequências vão desde sensação de ouvido tampado, causada pela cera empurrada para dentro do canal auditivo, até infecções e perfuração do tímpano!

 

O cerume é uma secreção que existe na pele do canal auditivo e serve, de forma protetora, para isolar esta pele da umidade e de outros agentes. A falta de cautela ao limpar o ouvido pode levar a consequências que muitas vezes só podem ser revertidas com a ajuda de um profissional. Colocar o cotonete dentro do ouvido pode empurrar o cerume de volta e até furar o tímpano. A membrana timpânica é muito fina e fura com facilidade, por isso o ideal é limpar o ouvido após o banho, só na região externa da orelha.

 

Em alguns casos, quando há a sensação de que o ouvido fechou, está abafado, dolorido ou com secreção por causa do acúmulo de cerume, é essencial procurar um otorrinolaringologista para que ele possa fazer uma limpeza e aconselhar melhor o paciente.

 

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Fonte: Exame Abril

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Coronavírus: quem tem rinite não faz parte do grupo de risco

A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) divulgou um comunicado à imprensa ressaltando que esse problema, por trás de crises de coriza e muita coceira no nariz, não aumenta o risco de complicações do coronavírus. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) não cita essa enfermidade em seus documentos oficiais que abordam os grupos de risco da pandemia.

 

Para entender o porquê, precisamos antes compreender os efeitos do Sars-CoV-2 no corpo. A Covid-19 é uma doença infecciosa aguda, de caráter sistêmico. Isso significa que ela consegue afetar vários órgãos. O vírus penetra em células de diversos tecidos. O comprometimento do pulmão é uma das principais preocupações dos profissionais de saúde.

 

A rinite acomete apenas a mucosa nasal. Ou seja: ela não é sistêmica, nem abala os órgãos da respiração, uma inflamação bem localizada. O mesmo vale para sinusite, laringite e faringite. Além disso, a rinite não definha o sistema imunológico. Isso significa que as tropas de defesa de seus portadores seguem em forma para debelar infecções em geral, inclusive o coronavírus.

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Como uma boa noite de sono pode ajudar na sua imunidade

Enquanto dormimos, nosso organismo realiza ajustes essenciais para o bom funcionamento das nossas defesas naturais. O pouco tempo no colchão faz subir a liberação de cortisol, um hormônio relacionado ao estresse. Em excesso, essa substância diminui a reação de defesa do nosso corpo.

Segundo estudo da Universidade Carnegie Mellon, realizado com 153 pessoas saudáveis, foi possível constatar que quem dorme menos de 7 horas por noite está mais propenso a contrair resfriados e doenças relacionadas, devido à diminuição da imunidade. Quando a gente dorme menos ou dorme mal, nosso corpo acaba liberando o hormônio do estresse, o cortisol. E esse hormônio em excesso faz com que nosso sistema imunológico fique um pouco mais enfraquecido.

Diante do cenário de pandemia do novo Coronavírus, médicos em todo o mundo alertam sobre os cuidados que devem ser tomados em relação ao sono no período de quarentena. Por isso, priorizar os cuidados com o sono é fundamental. Manter o horário de ir para a cama e o horário de acordar, além de evitar exposição demasiada aos equipamentos eletrônicos.

Dicas para um sono perfeito:

1. Defina horários de sono;

2. Evite comer alimentos pesados pouco antes de dormir;

3. Não use celular ou outros dispositivos móveis momentos antes ao seu horário;

4. Crie um ambiente confortável e sem luz no seu quarto.

5. Alie sua nova rotina a alimentos ricos em vitaminas e água.

Agora, sim! Seu corpo e sua imunidade agradecem.
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O que é e como evitar o pigarro na garganta?

Pigarro constante é sinal de alerta. Entenda as causas desse incômodo e como evitá-lo.

Todos nós temos aquela sensação de pigarro na garganta, mesmo que seja momentâneo, e às vezes, mesmo limpando a garganta, a sensação não sai. Esse muco acumulado em geral, não é perigoso, pois, na maioria das vezes indica gripe e resfriados, quando há a congestão das vias nasais, e costuma desaparecer junto dessas doenças. Porém, quando o pigarro é constante e não está ligado a esses quadros, pode ser um sinal de condições mais graves.

Ela é formada em outra parte do corpo e acumula naquela região. Pode haver perigo se, ao fazer a solução de água e sal para diluir o muco, você acabar engolindo a mistura. Isso causa desidratação. Deve-se apenas fazer o gargarejo e depois cuspir.

A principal questão quando há o catarro preso na garganta é a definição das doenças que o causam, pois é a partir dela que se consegue fazer o tratamento. Os dois principais diagnósticos podem ser o refluxo gastroesofágico e a síndrome do gotejamento pós-nasal, representada por rinites e sinusites crônicas.

Como evitar o pigarro?

A eliminação do pigarro na garganta pode ser feita de diferentes maneiras, como por exemplo, uma mistura de água com meia colher de chá de sal para gargarejo. Neste caso, a água salgada ajuda a diluir o muco, ficando, assim, mais fácil se livrar dele.

Outras formas de tirar o catarro da garganta são assoar o nariz com regularidade e diminuir a ingestão de produtos lácteos e parar de fumar, pois ambos aumentam a produção de muco.

 

Fonte: Dr Consulta

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Sono ruim pode causar asma

Noites mal dormidas não causas apenas estresse e olheiras. Um artigo publicado no European Respiratory Journal, por exemplo, sugere que adultos com insônia crônica têm um risco até três vezes maior de desenvolver asma em comparação aos livres dessa encrenca. Com a pulga atrás da orelha por causa da alta incidência de insônia entre asmáticos, cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, em Trondheim, decidiram investigar se há uma relação entre as duas condições.

 

O estudo mostrou que pessoas com noites de sono complicadas apresentaram 108% de chance de desenvolver asma. A insônia também foi associada a uma redução específica de qualidade de vida relacionada com a asma. Os pacientes com asma e problemas para dormir tinham mais depressão e sintomas de ansiedade, segundo os pesquisadores.

 

Por isso tratar a insônia e outros distúrbios relacionados ao sono é tão importante para a respiração, a saúde mental e física.

 

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Fonte: Saúde Abril

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5 consequências da apneia do sono

A apneia é caracterizada por interrupções temporárias na entrada de oxigênio durante o sono. Isso acontece porque os músculos da parte de trás da boca relaxam, bloqueando a garganta e a passagem de ar. Um de seus sinais mais comuns e barulhentos é o ronco.

Sendo uma doença bastante preocupante que pode atingir crianças, homens e mulheres em qualquer fase da vida, veja algumas consequências que a apneia do sono pode trazer:

  1. Aumento da pressão

O distúrbio provoca uma ativação exagerada do sistema nervoso autônomo, que controla o fluxo sanguíneo, perpetuando o problema cardiovascular.

  1. Prejudica os rins

A diminuição dos níveis de oxigênio, conhecida como hipóxia, está por trás do estresse oxidativo, aumenta a suscetibilidade de desordens nos rins.

  1. Pode causar pneumonia

Os primeiros segundos após o bloqueio da faringe são aflitivos. A respiração volta com tudo, junto com estrondos e engasgos. Isso abala a imunidade, facilitando uma possível pneumonia.

  1. Eleva o açúcar no sangue

A apneia do sono é capaz de alterar a ação da insulina, hormônio que permite à glicose entrar nas células.

  1. Prejudica o coração

Pessoas com o distúrbio possuem dificuldades para respirar durante a noite. O esforço para respirar causa uma forte pressão no peito e dificulta as batidas do coração.

 

Fonte: Saúde Abril

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