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Nem toda tontura é sinal de Labirintite

Você sabia que nem toda tontura é sinal de labirintite? Tontura, vertigem, náuseas e vômito são sintomas muitas vezes confundidos com labirintite. Porém, nem toda alteração de equilíbrio do corpo pode ser a doença.

E o que é Labirintite?

A Labirintite é a inflamação do labirinto, localizada na estrutura interna do ouvido que auxilia a audição e o equilíbrio do corpo. Não pode ser curada com apenas repouso.
Em caso de sintomas, é importante procurar um otorrinolaringologista para que possa ser diagnosticado. Quando diagnosticado, pouquíssimos casos podem ser considerados incuráveis. O tratamento é feito através de medicamentos, readequação dos hábitos e se estiver incontrolável existe cirurgia para a cura. A tontura pode simplesmente significar outros problemas como: metabólicos, hormonais, cardiovasculares e até psicológicos.

Quando a tontura não é labirintite?

A maioria das pessoas que sente tontura tem alguma doença do labirinto, mas não a labirintite. A tontura deve sempre ser investigada, pois pode ser um indício de alguma doença do labirinto e também indicar a presença de outras enfermidades, como diabetes, pressão alta ou baixa, anemia, problemas vasculares, neurológicos e cardíacos. Quanto mais cedo procurar um especialista, maiores as chances de recuperação.

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Otite podem levar à perda auditiva?

A otite de repetição é uma inflamação na orelha média ou externa que causa desde sintomas mais leves, como dores agudas e coceira, até sintomas mais intensos, como febre e perda temporária da audição! Fatores como umidade excessiva, no caso dos nadadores, o frágil sistema imunológico e a posição da tuba auditiva em bebês e crianças, favorecem o desenvolvimento da otite externa e média, respectivamente.⠀

Crianças com atraso na fala, troca de letras e dificuldade no aprendizado escolar devem sempre ser avaliadas do ponto de vista auditivo, e muitas vezes a causa são as otites de repetição.

Relação da otite com a perda auditiva

otite pode levar a perda auditiva? Essa é uma das dúvidas mais frequentes em relação a doença e a resposta é sim! Sem tratamento, pode ocorrer acúmulo de secreção no ouvido, imobilização dos ossículos ou rompimento do tímpano.

Caso chegue a esse ponto, o uso de um aparelho auditivo aparece como opção para recuperar a qualidade de vida e bem-estar do paciente. Neste caso, é importante procurar um especialista para auxiliar na adaptação e escolha do aparelho auditivo certo.

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Dificuldade para engolir? Veja o que pode ser e como tratar

Você já ouviu falar em DISFAGIA? A disfagia é o nome que se dá à dificuldade que algumas pessoas sofrem ao engolir alimentos, bebidas e até mesmo saliva! Essa condição pode atingir a todos, mas a maioria são idosos, podendo acarretar problemas sérios como engasgos, dor, perda de peso e falta de interesse em se alimentar.⠀

A disfagia pode ser ocasional, resultado da ingestão rápida de alimentos ou da falta de mastigação adequada. Nesse caso, não merece preocupação, apenas requer uma mudança de hábito. Porém, quando ela passa a ser persistente pode se traduzir em um problema médico grave, devendo ser devidamente avaliada. A doença atinge pessoas de todas as idades, sendo mais comum nos idosos.

A solução para esses casos é multidisciplinar: otorrinolaringologista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e nutricionista são profissionais que, juntos, podem apaziguar os desconfortos gerados pela disfagia.

Confira algumas dicas simples:⠀

  • Coma devagar! Tome seu tempo para mastigar o alimento, facilitando na hora de engolir;⠀
  • Coma sentado e evite deitar-se logo após a refeição;⠀
  • Coma livre de distrações! Foque na mastigação de qualidade e na deglutição.⠀
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Quando o sangramento nasal pode acontecer?

O nariz é muito vascularizado. Por isso, algumas situações podem favorecer o sangramento.

O sangramento nasal, é uma manifestação relativamente comum e que atinge pessoas de qualquer idade. A estimativa é de que mais da metade da população adulta já tenha passado por pelo menos um episódio de hemorragia ao longo da vida, o que pode estar associado a diferentes fatores.

Embora cause um grande desconforto, o sangramento nasal não costuma representar gravidade e muitas vezes pode ser resolvido de maneira simples, sem a necessidade de intervenção médica. Este geralmente é um problema autolimitado, em que o sangramento cessa sozinho após um tempo, mas existem casos em que pode ser necessária a realização de um procedimento.

Quais são as causas do sangramento nasal?

O nariz sangra quando há rompimento dos vasos sanguíneos ou irritação do seu revestimento interno, duas situações que podem ocorrer por diversos motivos. As causas mais comuns de sangramento nasal são o ressecamento associado ao tempo seco e traumas como assoar ou cutucar o nariz com muita força. Alergias, desvio de septo, sinusite, uso frequente de sprays nasais ou drogas aspiráveis também podem levar à hemorragia.

Existem, ainda, alguns fatores menos comuns que podem causar sangramento do nariz. São eles:

  • Distúrbios hemorrágicos;
  • Tumores no nariz ou na região dos seios paranasais;
  • Infecções nasais;
  • Presença de objetos estranhos no nariz.

Lembrando que nesses casos, os sangramentos costumam ser pequenos (normalmente se resolvem espontaneamente), melhorando em até aproximadamente 10 minutos. Para ajudar, você pode comprimir as narinas, abaixar levemente o rosto e colocar gelo no dorso nasal.

Caso não melhore, não deixe de procurar um Otorrinolaringologista com urgência. E se esse sangramento se repetir com frequência, não deixe de fazer uma consulta com um Otorrinolaringologista.

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Ausência de cera pode causar coceira no ouvido

A coceira no ouvido pode acontecer devido a várias causas que normalmente são fáceis de resolver, como secura do canal auditivo, produção insuficiente de cera ou uso de aparelhos auditivos. No entanto, em casos mais graves, a coceira pode ocorrer devido a psoríase ou infecção, podendo ser mais difíceis de tratar.

O tratamento depende da causa que está na origem da coceira e consiste em aplicar produtos que hidratem o local e acalmem a irritação, ou no caso de infecção pode ser necessário tomar ou aplicar gotas com um antibiótico ou antifúngico.

Por que a falta de cera causa coceira no ouvido?

A cera produzida no nosso ouvido tem propriedades lubrificantes que protegem a pele do nosso ouvido. Quando existe a ausência dessa cera, a pele pode ficar ressecada, podendo causar prurido (coceira). A limpeza dos ouvidos deve ser feita somente por fora (no pavilhão) e nunca dentro do conduto. Já aprendemos aqui que ela é muito importante para a nossa saúde auditiva.

Estou com coceira no ouvido, posso coçar?

Caso você sinta coceira no ouvido, não utilize objetos como cotonetes, grampos ou algum tipo de líquido não farmacêutico, pois eles poderão ferir a fina camada da membrana timpânica podendo acarretar até em seu rompimento. Se a coceira persistir e/ou vier acompanhada de secreções, não existe em procurar um especialista. Afinal, apenas ele poderá fornecer as orientações para o tratamento ideal.

Assim, caso você apresente quadros alérgicos ou de infecção, o uso de remédios prescritos pelos médicos serão os únicos responsáveis por aliviar a coceira.

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Os perigos do abuso de ar-condicionado no verão

Você é desses que não dispensa o ar-condicionado no verão? O calor realmente é um verdadeiro incômodo, tornando difícil mesmo a tarefa mais simples do nosso dia a dia. Assim, acabamos apelando para o ar-condicionado para refrescar os dias mais quentes. Mas você sabia que o excesso pode ser perigoso para a sua saúde?

Isso mesmo! A diminuição da umidade do ar causada pelo uso excessivo do aparelho favorece o ressecamento nasal e possíveis resfriados.

Por que isso acontece?

Aparelhos de ar-condicionado sujos acumulam ácaros, fungos, vírus e bactérias. E é aí que mora o perigo para quem respira esse “ar sujo”. Aqueles que ficam expostos a esse ar de má qualidade estão mais suscetíveis a doenças respiratórias como rinite, bronquite, sinusite, pneumonia e infecções fúngicas de vias aéreas superiores. Lembrando que gripes e resfriados podem complicar e evoluir para sinusites.
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Além disso, as mudanças bruscas de temperatura entre os ambientes geram uma maior sensibilidade às vias respiratórias e favorecem o surgimento de rinites.⠀

Não deixe para procurar um otorrino quando a situação se agravar. Entre em contato e agende uma consulta.

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Perfurei o tímpano, e agora?

A perfuração de tímpano é um problema mais comum do que se imagina, sabia disso? O tímpano, também chamado de membrana timpânica, é uma fina película que separa o ouvido interno do externo. Ele é importante para a audição e quando encontra-se perfurado, a capacidade auditiva da pessoa diminui.

Como identificar que o tímpano está perfurado?

Um dos sintomas mais comuns é a dor associada a sensação de diminuição da audição, coceira no ouvido, e pode apresentar sangramento pelo ouvido. Normalmente uma perfuração pequena cura sozinha, mas nas maiores pode ser preciso usar antibióticos, e quando isso não é suficiente pode ser preciso cirurgia.

Outro problema causado pela perfuração é que, sem a membrana, a parte interna do ouvido fica desprotegida e mais sujeita à infecções.

Quando isso acontecer, o melhor é procurar imediatamente a ajuda de um otorrinolaringologista. Só ele pode identificar se seu tímpano realmente foi perfurado e indicar o melhor tratamento.

O que causa perfuração no tímpano?

A causa mais comum de perfuração no tímpano é a infecção de ouvido, também conhecida como otite média ou externa; mas isso também pode acontecer ao introduzir objetos no ouvido, o que afeta especialmente bebês e crianças; pelo uso indevido do cotonete, num acidente, explosão, mergulho no mar, ou durante uma viagem de avião, por exemplo.

O que fazer?

É indicado ir ao médico se suspeitar de que perfurou o tímpano, principalmente se estiver com secreção ou sangramento, e sempre que apresentar diminuição da audição ou surdez de um ouvido.

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Dores de garganta: remédios de “alívio imediato” podem ser um perigo

Quando você sente uma dor de garganta, logo recorre a remédios de alívio imediato? Sabia que isso pode ser perigoso? Continue a leitura deste post para entender mais e abandonar hábitos que prejudicam a sua saúde!

Por que medicamentos de alívio imediato são perigosos?

Se você já procura uma pílula ou xarope assim que sente algum desconforto, cuidado. Quando usados de forma contínua, remédios podem ter seus efeitos anulados e até causar outros problemas. O uso de anti-inflamatórios para dores na garganta, por exemplo, pode irritar a mucosa do intestino, causando náuseas, úlceras, vômito e diarreia.

Seguem alguns dos outros perigos da automedicação e do autodiagnóstico:

1. Mascarar sintomas

Um dos grandes riscos da automedicação é esconder sintomas de uma condição mais séria. Geralmente, uma dor contínua e sem causa aparente indica alguma questão a ser estudada.

Mas, se você apenas trata o problema de forma paliativa — tira a dor momentaneamente —, pode perder tempo precioso e deixar de fazer um diagnóstico correto e inicial de uma doença.

2. Atrasar o tratamento efetivo

Como sabemos, quanto mais cedo descobrimos e tratamos um problema, melhores os prognósticos. A ação oposta, portanto, costuma causar os efeitos opostos. Em casos específicos, isso pode ser fatal.

Cuidado para não perder tempo. Sua saúde e sua vida devem estar primeiro lugar!

3. Causar intoxicação

Todos os remédios (incluindo aqueles de plantas) têm efeitos colaterais e, quando ingeridos em excesso, podem intoxicar o paciente. Há aqueles que podem até mesmo causar dependência.

Portanto, atenção à bula e às suas condições. A melhor coisa é estar atento aos sinais do seu corpo, cuidar da alimentação e praticar atividades físicas. Na dúvida, procure sempre um médico.

Pastilhas anestésicas e balas de menta também devem ser evitados?

Sim! Pastilhas anestésicas e balas de menta podem até causar sensação de alívio imediato para a garganta, mas o seu efeito é apenas momentâneo! Em muitos casos, podem irritar ainda mais a garganta pois mascaram os sintomas, sem tratar efetivamente o problema.⠀

Por isso, é tão importante o acompanhamento do médico otorrinolaringologista para investigação e diagnóstico correto. Não abra mão dos exames de rotina e check-ups. Doenças costumam ser mais caras — e estressantes — do que a prevenção. Clique aqui para agendar uma consulta na Otocenter.

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Por que os descongestionantes nasais viciam?

Você é daqueles que sempre recorre ao descongestionante nasal para aliviar o nariz entupido?

Esse hábito é extremamente nocivo à saúde respiratória pois contribui para o desenvolvimento de uma rinite medicamentosa causada pelo próprio remédio. Um eterno ciclo vicioso que traz muitas consequências ruins.

O que são os descongestionantes?

Estas gotinhas à base de oximetazolina, xilometazolina e nafazolina são substâncias vasoconstrictoras, que contraem os vasos sanguíneos da mucosa dentro do nariz, abrindo espaço para o fluxo de ar. Apresentam um início de ação muito rápido, o que pode parecer bastante tentador para a pessoa que está com dificuldade para respirar pelo nariz.

Estudos cínicos demonstram que uma pessoa pode desenvolver dependência em poucos dias, 7 dias já podem ser suficientes para gerar algum grau de efeito rebote. Depois que termina o efeito do medicamento os vasos sanguíneos dentro do nariz dilatam novamente e o nariz congestiona. É um ciclo que nunca termina.

Como o vício acontece?

Na prática, ao combater o entupimento nasal, o uso excessivo do produto acaba criando uma irritação nasal que leva a novos casos de entupimento, forçando você a usar mais e mais o descongestionante.

O que fazer para evitar o vício em descongestionantes nasais?

O uso dos descongestionantes nasais é indicado por no máximo 5 dias seguidos, sendo 1 a 2 gotas, de 4 a 6 vezes ao dia. Lembrando que a dosagem máxima é de 24 gotas ao dia. Extrapolar as indicações de dose ou tempo pode gerar círculos viciosos.

O problema é que ao usar o descongestionante nasal em excesso, acaba-se desenvolvendo a rinite medicamentosa, devido ao efeito rebote.

Para se curar desse vício, é necessário que a pessoa:

  1. Pare de usar o descongestionante nasal ou, se não conseguir, tente reduzir a quantidade de vezes que aplica o produto ao longo do dia;
  2. Quando sentir necessidade de lavar o nariz, use soro fisiológico ou outro medicamento que não cause dependência;
  3. Identifique a origem do problema e reduza a congestão nasal;
  4. Faça inalações com água fervida e uma pitada de sal;
  5. Em caso de dúvidas, consulte um médico otorrinolaringologista.
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Rinite pode virar sinusite?

Rinite e Sinusite são problemas que causam muitas dúvidas no que diz respeito a sua definição, sintomas e opções de tratamentos, por serem de certa forma, parecidos. Mas, além de entender a diferença entre esses dois problemas, será que uma Rinite não tratada pode levar a uma Sinusite? Continue lendo este post para saber mais!

O que é a Rinite?

A rinite é uma reação imunológica de nosso organismo quando ele entra em contato com partículas estranhas trazidas pelo ar e que penetram, principalmente, pelo nariz. Essas partículas, denominadas alérgenos, podem causar reações indesejadas em alguns indivíduos, que são os alérgicos. Trata-se de inflamações que atacam, principalmente, as mucosas das paredes internas do nariz.

Rinite pode virar Sinusite?

Caso a rinite não seja tratada adequadamente, ela pode evoluir para um quadro de sinusite. Isso pode ocorrer porque a inflamação no nariz provocada pela rinite passa a ser uma porta de entrada para as bactérias, que são as maiores causadoras da sinusite. Há também o risco de a rinite provocar otite e conjuntivite em função do acúmulo de secreções nas vias aéreas.

Quais são os sintomas da Rinite?

A rinite costuma provocar sintomas variados entre um indivíduo e outro. No entanto, alguns são mais comuns:

  • coriza;
  • espirros constantes;
  • olhos avermelhados e lacrimejantes;
  • congestão nasal;
  • ardências nos olhos, no nariz e na boca;
  • olheiras;
  • cansaço;
  • dor de cabeça.
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