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As complicações de respirar pela boca

Respirar pela boca é um ato muito comum. E diz-se que esse padrão respiratório é errado porque nosso organismo não é adaptado fisicamente para isso.
O nosso nariz é o primeiro órgão do sistema respiratório e tem a função de proteger nossas vias aéreas inferiores. Além de filtrar impurezas, ele aquece e umidifica o ar antes de chegar aos pulmões. Isso não acontece quando respiramos pela boca, o que pode gerar diversas complicações de saúde.

Respirar pela boca gera problemas respiratórios e ósseos
Como naturalmente não deveríamos respirar pela boca, para que seja possível essa passagem de ar, o paciente acaba muitas vezes alterando a posição da língua, deixa a cabeça pender mais para frente e o lábio inferior vai ficando mais frouxo.

Essas adaptações para conseguir respirar pela boca podem facilmente causar alterações na face e nos dentes. Isso é devido à influência que a língua, que é um órgão muscular, tem de expandir os ossos da face, com isso contribuindo para o bom crescimento dos ossos e dentes. O rosto pode se estreitar e se alongar, o céu da boca fica mais alto, a saliva se acumula e a mordida (oclusão dentária) fica desalinhada. O paladar e a mastigação também podem se modificar, até interferindo na boa alimentação do paciente, bem como sua voz e fonética.

Além disso, como o ar da boca não é filtrado como o que entra pelo nariz, o paciente fica mais suscetível a absorver impurezas e, por consequência, apresentar mais quadros de gripes, sinusites, faringites, rinites, crises de asma e inflamações da garganta e ouvido.
Respiradores bucais, como são chamados, ainda podem acabar roncando mais e desenvolvendo apneia do sono, condição que causa uma pausa na respiração de mais de 10 segundos. O rendimento físico do paciente também costuma ser menor.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Ajuda médica é imprescindível
Somente um médico da área de otorrinolaringologia pode diagnosticar a causa da respiração bucal, que pode estar relacionada ao nariz entupido ou a uma obstrução na garganta, e indicar um tratamento eficaz.
Os motivos mais frequentes do nariz tampado impedindo a respiração são: a rinite crônica alérgica, o desvio de septo (que pode precisar de correção cirúrgica) e, principalmente em crianças, a vegetação adenóide, aumento exagerado de uma amígdala que fica logo atrás da cavidade nasal.

Já na garganta, também mais frequente em crianças, a causa mais comum de obstrução é o aumento das amígdalas palatinas, que podem ser grandes ao ponto de uma encostar na outra no meio da garganta.
Quanto mais precoce for o tratamento, menor a chance de a pessoa ter um crescimento anormal da face e de criar o costume de respirar pela boca, cujo tratamento vai exigir sessões de fonoterapia.

Fonte: Dr.Consulta

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O que é Vertigem Postural Paroxística Benigna e como identificar?

A vertigem postural paroxística benigna (VPPB) é uma desordem comum da orelha interna que resulta na estimulação anormal dos canais semicirculares, na maioria das vezes do canal posterior. A posição da cabeça e a direção do nistagmo indicam o canal acometido. Para que ocorra o nistagmo característico da VPPB é necessário que haja a migração de otólitos do utrículo para o canal semicircular enquanto a cabeça se encontra na posição do canal.

Os canais mais acometidos são os posteriores (devido à gravidade), seguido pelos laterais. O acometimento dos canais anteriores é raro. Aproximadamente 17 % dos casos de vertigem correspondem a VPPB, sendo mais comum entre mulheres de 40 a 60 anos.

+ Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Dentre as causas pode-se destacar: osteoporose/osteopenia, migrânea (possivelmente por conta de vasoespasmo), trauma cefálico, infecções de orelha média/interna, neurite, doença de Mèniére, pós-cirurgia, dentre outras.

Sinais e sintomas

Episódio curtos de vertigem (com duração menor que 1 minuto), associados a um tipo característico de nistagmo, que ocorre com a movimentação da cabeça, como por exemplo, abaixar para amarra o sapato, estender roupa no varal ou virar na cama. As crises de tontura podem estar associadas a náusea, vômitos e sensação de desequilíbrio.

Fisiopatologia

  • Canalitíase – otólitos nos canais semicirculares
  • Cupulolitíase – otólitos aderidos a cúpula

Diagnostico e tratamento

A história clínica é de grande importância para a suspeição do diagnostico, seguida do exame clínico otorrinolaringológico, dando especial ênfase a otoscopia, a fim de detectar alterações na orelha média.

As seguintes manobras irão confirmar ou não o diagnóstico.

  • Dix-Halpike: coloca-se o paciente sentado na maca e a cabeça deve ser girada no plano do canal, após, pede-se para o paciente deitar e observa- se o movimento ocular;
  • Manobra de Dix- Halpike testando o canal semicircular posterior esquerdo;
  • Epley : na presença de nistagmo, faz-se o mesmo movimento contra-lateral e após o paciente senta, olhando para frente;
  • Head –roll : com o paciente deitado na maca , com a cabeça no plano do canal lateral ( aproximadamente 30 º em relação ao plano horizontal)vira-s a cabeça para o lado acometido e depois par ao contra-lateral ;
  • Lempert/barbecue manuever: gira-se o paciente no eixo do corpo..

Interpretação

VPPB canal semicircular posterior

  • nistagmo rotatório ipsilateral ao lado pendente da cabeça;
  • nistagmo vertical para cima contra-lateral

VPPB canais laterais

  •  nistagmo geotrópico – canalitíase
  • nistagmo ageotrópico: cupulolitíase

Fonte: PebMed

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Fumaça de tabaco: o que isso tem a ver com sua audição?

Não é novidade para a maioria das pessoas que cigarros e produtos originados do tabaco podem conter substâncias capazes de acarretar doenças irreversíveis, como problemas pulmonares e até na audição. Fumantes passivos – que apenas inalam a fumaça deixada por outras pessoas – também estão sujeitos a diversas patologias causadas pelo tabaco.

Os problemas começam quando o cheiro forte da fumaça fica impregnado nos cabelos, roupas e até no ambiente da casa, como paredes e o chão. Esses pequenos microrganismos são capazes de adentrar o sistema respiratório de qualquer pessoa que inale afetando gradativamente o canal respiratório e auditivo. Essas situações são comumente encontradas em crianças e adolescentes que são obrigadas a conviver com fumantes.

Caso você seja fumante, é importante ficar atento as pessoas que estão ao seu redor e que respiram o mesmo ar que você. Esses fatores não são só prejudiciais apenas há quem fuma, mas também quem precisa estar no mesmo ambiente. Veja neste artigo alguns perigos que fumantes passivos estão sujeitos caso inalem diariamente fumaças tóxicas.

Leia também: Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Riscos à audição

Um estudo desenvolvido por especialistas da área na Universidade de Nova York, constatou que adolescentes que estão diariamente inalando fumaças tóxicas de tabaco tem o dobro de chance de sofrer perda auditiva do que uma pessoa que não está exposta. Esse problema ocorre na perda auditiva neurossensorial, mas comumente encontrada em idosos.

Incômodos

Fumantes passivos costumam estar sempre com algumas irritações no organismo, como tosses, alergias, problemas para respirar, cefaleias, irritação nos olhos, garganta seca e náuseas. Esses sintomas são efeitos que podem passar em poucos dias ou se agravarem ainda mais, e geralmente acontecem com fumantes passivos que ficam “fechados” em determinados ambientes, como festas ou algum cômodo da casa.

Problemas no pulmão

O pulmão é o principal órgão do corpo humano que filtra as impurezas coletadas pelo ar. Uma vez que jovens e crianças estão expostas à uma fumaça tóxica, a chance de ocorrer doenças pulmonares aumenta em 50%. Uma das patologias mais comuns são bronquite e asma, que em sua maioria atinge adolescentes e crianças muito novas.

Afeta diretamente o coração

Mesmo com o cigarro apagado, a presença dos organismos do tabaco no ar também é extremamente prejudicial ao sistema vascular. Isso pode acarretar no aumento da pressão sanguínea, acidente vascular cerebral, infarto e outras condições relacionadas aos organismos vasculares.

Maior risco de câncer

Não são só fumantes que podem sofrer de riscos à saúde do pulmão. Crianças e adolescentes expostos ao tabagismo diariamente podem também ter chances de contrair a doença. Isso porque mesmo depois que o cigarro é apagado, a fumaça é instaurada em propriedades como roupas, sapato e cabelos, e devido aproximação, o indivíduo inala aqueles organismos presentes no cigarro normalmente.

Alterações comportamentais

Algumas crianças que convivem diariamente com fumantes podem sofrer alterações comportamentais negativamente, apresentando quadros de irritação e agressividade, além de problemas que dificultam o aprendizado normal da criança.

Fonte: Direito de ouvir

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25 de Abril é dia da Conscientização dos ruídos no ouvido

Poucas pessoas sabem, mas em 25 de Abril é comemorado o Dia Internacional da Conscientização dos Ruídos que estamos expostos todos os dias. Nessa data são feitas campanhas para que as pessoas se conscientizem sobre a importância de um tratamento adequado para audição, isso porque nem sempre o indivíduo com perda auditiva tem coragem para procurar ajuda e acaba vivendo um incômodo profundo diariamente.

Dia Internacional da Conscientização sobre Ruídos começou nos Estados Unidos em 1996. Um dos motivos para estabelecer a data foi para que a população tivesse mais acesso a informações relacionadas a saúde do ouvido e a perda da audição.

Esses pequenos ruídos que estão presentes na nossa rotina, sejam no ambiente de trabalho ou familiar, tem grande força para uma perda gradativa da audição, causando deficiência auditiva ou a perda total dela. Além disso, doenças como o Tinnitus, zumbido incômodo presente no canal auditivo, também são causados por exposição severa a ruídos intensos.

O ruído

Médicos especialistas na saúde auditiva afirmaram através de pesquisas que a exposição à ruídos intensos também estão relacionados a problemas como ansiedade, depressão, estresse, incômodo diário e outras condições que podem alterar diretamente o sistema nervoso central.

Essas ondas sonoras tem um efeito gradativo no corpo humano, podendo ocorrer uma perda auditiva lenta até não ouvir mais nada. Rotineiramente isso pode afetar pessoas que estão expostas a ondas de ruídos durante horas ou pouco tempo, como shows e trabalhos que exijam mexer com máquinas de barulho intenso. Nesses casos, é importante frisar a necessidade de protetores de ouvido para que não ocorra nenhuma perda gradativa da audição.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Efeitos da exposição a ruídos

• Pode acontecer uma perda total ou temporária da audição, dependendo do nível da doença;

• Dificuldade em compreender diálogos das pessoas ao redor, causando isolamento que pode acarretar em doenças ligadas ao psicológico humano;

• Zumbidos constantes no ouvido, mais conhecido como Tinnitus;

• Insônia e estresse também estão relacionados a convivência com ruídos;

• Patologias que afetam a parte psíquica da pessoa como depressão, ansiedade e outros transtornos psicológicos;

• Tonturas e dores de cabeça também são sintomas recorrentes da perda gradativa da audição derivada de ruídos.

• Outro problema comum é observado nas alterações gástricas das vítimas de ruídos, além de doenças como hipertensão.

+ Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Alguns hábitos diários também são extremamente importantes para a prevenção de uma possível perda gradativa da audição. Manter o volume da TV baixo ou no modo moderado, não utilizar fones de ouvido com os ruídos acima do recomendado (geralmente isso fica especificado no próprio celular), em casa de shows e eventos de muito barulho, procurar se manter longe de caixas de som e se possível levar com você um protetor de ouvido, procurar se afastar de lugares que contenham fogos de artifício e em comemorações não ficar por muito tempo exposto à esses tipos de ruídos que também se enquadram em barulhos como buzinas, tiros e equipamentos de volume intenso.

Fonte: Direito de ouvir

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Por que campanha da vacina contra gripe vem antes do inverno?

No lançamento da campanha de vacinação contra a gripe de 2019, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sentenciou: “As vacinas vão garantir a saúde no inverno para aqueles que necessitam e evitar que a infecção pelo vírus influenza se transforme em pneumonia, tristeza e óbito”. Mas por que as doses são oferecidas tanto tempo antes da estação mais fria do ano chegar?

São vários motivos. O primeiro: a meta é imunizar 58,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários. E isso é muita gente. Com um prazo estendido, é possível que todo esse pessoal – crianças, gestantes, idosos, indivíduos com certas doenças crônicas, professores… – vá aos postos de saúde.

Porém, há mais razões que explicam o início da campanha nacional de 2019 ter acontecido no dia 10 de abril (ela vai até o 31 de maio, enquanto o inverno começa no 12 de junho). Por exemplo: esse ano, já somamos 255 casos confirmados de gripe – muitos pelo vírus H1N1 –, a maioria na região Norte.

Isso inclusive fez com que o estado do Amazonas antecipasse a campanha. Ou seja, o vírus está circulando no país. Mais importante do que isso, a vacina contra a gripe demora de duas a três semanas para fazer efeito. Por quê?

O imunizante contém resquícios inativados de diferentes subtipos do vírus influenza – não há qualquer risco de eles provocarem gripe, diga-se de passagem. E o nosso organismo precisa de um tempo para, uma vez em contato com essas partículas, produzir anticorpos que nos protegerão contra gripe.

+ Tosse: tipos, causas e o que fazer

Logo, se a campanha começasse perto do inverno, bastante gente tomaria a injeção, mas não estaria devidamente protegida nos primeiros dias dessa estação.

Por que há mais casos de gripe no inverno?

O frio faz as pessoas se aglomerarem em locais fechados e sem ventilação. E o vírus da gripe adora esses ambientes!

Ora, uma pessoa infectada, ao espirrar ou tossir dentro de um local desses, transmite com facilidade esse inimigo da saúde para quem está ao redor.

E, sem janelas abertas, o vírus influenza demora mais para ir embora. Ele ficará nas maçanetas, mesas, toalhas ou onde for – só esperando você passar a mão ali e colocá-la na boca para invadir seu corpo.

Daí porque uma das medidas preventivas mais eficazes é higienizar as mãos com frequência, principalmente em épocas com maior número de casos.

Fonte: Saúde


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Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

O que é um problema no ouvido?


Uma dor anormal dentro da orelha ou um zumbido incômodo podem significar que a saúde do seu ouvido está comprometida. Alguns tipos de infecções no canal auditivo acometem a população brasileira diariamente, a mais comum entre elas é a chamada otite média aguda, que tem como fator principal a inflamação do ouvido médio, diretamente encontrado atrás do tímpano. Costuma ser uma patologia dolorosa e é comumente encontrada em crianças.

Segundo um estudo realizado por professos especialistas em Otorrinolaringologia da faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pelo menos 80% de crianças apresentam ou apresentarão um episódio de otite média aguda durante o período da infância.
Outros tipos de doenças também podem aumentar a chance de infecções devido a contração de determinados vírus e bactérias. Veja a seguir uma lista de possíveis causas de problemas nos ouvidos e como trata-las da maneira correta.

+ Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Ouvido com água:


Alguns profissionais da área da fonoaudiologia tendem a dizer que pelo menos 40% das infecções auditivas que acomete um ser humano pode ser causado devido ao acúmulo de água no canal auditivo.
Uma grande maioria da população já experienciou um momento em que o líquido entra no ouvido, como em piscina ou praias. O que poucas pessoas sabem é que o gesto de chacoalhar a cabeça ou curvar para desobstruir a orelha pode acarretar em um problema ainda pior. Outra maneira comum é o ato de utilizar álcool ou acetona para eliminar a água, mas esse tipo de manuseamento tende a falhar na maioria dos casos.
A melhor maneira de lidar com esse tipo de situação e deitando-se e esperar que o líquido escorra natural do canal auditivo. Caso o incômodo ainda perdure por um período excessivo de dias, o correto é procurar a orientação de um profissional.


Acúmulo de cerume no ouvido:


É normal que em alguma parte da vida você se sinta com a audição diminuída devido ao excesso de cera que pode acumular dentro do sistema auditivo. O errado é pensar que objetos pontiagudos como cotonetes ou chaves podem tirar esse acúmulo de cerume da orelha. Isso pode resultar em uma infecção ou até mesmo na perfuração do tímpano.
O tratamento ideal é procurar o auxílio de um profissional ou especialista e realizar a lavagem no ouvido. Dessa forma, todo o cerume é retirado e o canal auditivo é limpo de maneira higiênica e sem o risco de infecções.


Dor dentro dos ouvidos:


Sentir uma dor no ouvido é normal, principalmente na época do verão e é mais possível notar em crianças. Pode estar relacionado com variados tipos de patologias ou traumas, como a perfuração do tímpano.
Apesar de ser normal, nunca deixe de consultar um especialista caso haja um incômodo doloroso, pode ser sinal de um problema, de alguma patologia que ainda não é de seu conhecimento. Veja por que acontece a dor no ouvido.


Ouvido obstruído:


Algumas pessoas relatam terem a sensação de estar com o ouvido completamente tampado, conhecido mais como “ouvido entupido”. É algo comum e pode acontecer em vários tipos de situações, como em mudanças bruscas de altitude (aviões, prédios, etc).
Dentre as causas da obstrução do ouvido, a mais comum é o acúmulo de cera que se forma no canal auditivo, consequentemente tampando e diminuindo a audição. Como mencionado acima, o ideal é a realização de uma lavagem performada por um especialista da área.


Mau cheiro oriundo do ouvido:


O mau cheiro emanado dos ouvidos pode ter relação especificamente com secreções recorrentes de variadas infecções. Nesse caso, é necessário fazer uma análise e especificar o tipo de secreção, se há a presença de pus ou sangue, e se é sentido algo doloroso juntamente com chiados no ouvido.
Nesse tipo de quadro, é estritamente recomendado uma consulta urgente com um especialista, pois certas patologias infecções levam até a surdez irreversível.


Quais são os fatores de risco para a contração de doenças?


Alguns fatores e situações podem aumentar subitamente as chances de um indivíduo contrair determinadas patologias no canal auditivo. Veja abaixo:


• Ciclos de idade: crianças mais novas com idades entre seis meses até dois anos costumam estarem mais vulneráveis a contração de doenças que afetam os ouvidos. Isso acontece porque nesses períodos a tuba auditiva ainda é muito pequena e o sistema imunológico muito fraco.


• Acumulação dos grandes centros: o hábito frequente de ir a locais com uma quantidade excessiva de pessoas pode ajudar na obtenção de gripes e resfriados.


• Alimentação infantil: pode não parecer, mas bebês e crianças que fazem uso de mamadeiras quando estão deitados, tem maiores chances de contrair inflamações auditivas do que crianças que se alimentam exclusivamente e diretamente pelo leite materno.


• Mudanças climáticas: em épocas como outono e inverno, a incidência de gripes resfriados é ainda maior devido a queda de temperatura. O ideal é não ficar aglomerado em um ambiente repleto de pessoas que possam estar com o vírus. Saiba dos cuidados que devemos ter nessas épocas do ano.


• Poluição do ar: outro ponto em questão é a qualidade do ar em que você está. Ficar exposto a fumaças de cigarros ou ambientes poluídos, podem colaborar para possíveis infecções no canal auditivo.

Quais os sintomas das infecções nos ouvidos?

+ 6 tipos de surdez


Crianças são as maiores afetadas por determinadas infecções no aparelho auditivo devido ao sistema imunológico fraco e pouco desenvolvido. Alguns dos sintomas que são apresentados por elas são:


• Incômodo e choros na hora de dormir;
• Dores aguda e intensas dentro da orelha interna;
• Crianças tem o costume de apertar, empurrar e puxar os ouvidos como uma for de “aliviar” as dores;
• A presença de irritação e choro excessivo;
• Algumas crianças apresentam dificuldades em captar e decodificar sons que foram emitidas a elas por outras pessoas;
• Perda gradativa do equilíbrio;
• Febre com níveis altos;
• Cefaleias;
• Incapacidade de ingerir qualquer tipo de alimento;
• Escorrimentos de secreções pelo ouvido.


Em adultos, os sintomas costumam ser diferentes e em menos proporções, como:


• Dores agudas e intensas dentro da orelha interna;
• Escorrimento de secreções pelo ouvido;
• Dificuldade em captar e decodificar sons emitidos por outras pessoas.


Todos esses fatores citados são um alerta para que os devidos cuidados sejam tomados quando aparecer algum sintoma. Por isso é muito importante passar por um otorrinolaringologista e também fonoaudiólogos. O problema está em não se cuidar.

Fonte: Direito de Ouvir

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Deficiência auditiva e surdez: como haver inclusão na escola?

Existem diversos graus de deficiência auditiva. No Brasil cerca de 6% da população tem algum grau de perda auditiva.

A Deficiência Auditiva 

Consiste na perda parcial ou total da capacidade de detectar sons. Pode ser causada por má-formação, alteração genéticas, lesão na orelha ou na composição do aparelho auditivo. Entre os tipos de deficiência auditiva estão a condutiva, neurossensorial e mista.

Surdez

É considerado surdo todo aquele que tem total ausência da audição, ou seja, que não ouve nada. E é considerado parcialmente surdo todo aquele que a capacidade de ouvir, apesar de deficiente, é funcional com ou sem prótese auditiva. Atualmente, muitos consideram “surdo”aquele que opta pela língua de sinais e percebe o mundo preferencialmente através de experiencias visuais.

A sala de aula é um lugar barulhento. Crianças com qualquer grau de deficiência auditiva podem ter dificuldades para perceber adequadamente os sons quando houver ruído ambiental. Manter a sala de aula silenciosa ou com menor ruído possível ajuda a compreensão auditiva nos alunos com deficiência auditiva.

+ 6 tipos de surdez

Para facilitar o aprendizado, uma criança com deficiência auditiva deve:

  1. Sentar preferencialmente nas fileiras da frente e no centro da sala: é mais fácil de ouvir o professor, acompanhar a aula e evitar distrações com ruído ambiente e conversas dos demais colegas. Permite ainda observar linguagem corporal ( comunicação não verbal) e realizar leitura labial;
  2. Evitar sentar próximo à porta, janelas, ventiladores, ar condicionado, quadra esportiva e etc, para diminuir a interferência do ruídos externos a sala de aula;
  3. Se a criança não estiver de frente  sugerimos que fique com a melhor orelha voltada para o professor. A orelha melhor não pode ficar voltada para a parede!

Os professores podem:

  1. Utilizar  microfones ou sistema Wireless ( FM, Roger, MiniMic) individual para a criança;
  2. Falar pausada e articuladamente as palavras  e de frente para o aluno;
  3. Utilizar material concreto além de recursos visuais para apoio. Lembrar que o aluno com deficiência auditiva utilizará a leitura labial também! Assim, vale evitar uso de  filmes ou vídeos dublados, por exemplo!;
  4. Evitar dar aula de costas ( especialmente ao utilizar o quadro).

+ Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Abaixo uma figura esquemática de como funciona o sistema FM. O professor tem um microfone e trasmissor que conecta diretamente no aparelho auditivo do aluno. Isto ajuda a compreensão e aprendizado ao minimizar a interferência do ruído ambiental.

 

 

Fonte: MedPrimus

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6 tipos de surdez

Você sabe de que forma se dá a surdez? A limitação ou perda total da audição acontece devido a incapacidade de ouvir e reagir a ruídos e sons externos. O individuo portador de algum tipo de insuficiência auditiva, tem dificuldades em participar de diálogos rotineiros e também é limitado de se atentar a sons do ambiente em que está cercado. Em alguns casos, a pessoa é incapaz de ouvir qualquer tipo de ruídos e barulhos em sua volta.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 9,8 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de problema no aparelho auditivo, representando 5,2% da população do país. Desses números, 2,6 milhões apresentam algum tipo de surdez e outras 7,2 milhões manifestam outros problemas auditivos.

Um dos ciclos mais naturais da vida humana é o envelhecimento, o mesmo que é atrelado ao surgimento de diversas patologias, uma delas é a dificuldade em ouvir e reagir a sons. Porém, o simples ato de envelhecer não é um parâmetro para se obter problemas auditivos. Elaboramos uma lista de alguns tipos de surdez que podem acometer não só pessoas mais velhas, mas qualquer indivíduo durante qualquer fase da vida.

Surdez durante o envelhecimento

Uma das causas mais conhecidas por pessoas que detém algum tipo de problema auditivo é a fase do envelhecimento. Dentro da fonoaudiologia, essa condição também é chamada de presbiacusia.

Esse tipo de surdez pode ocorrer devido ao deterioramento das células ciliadas, que estão atreladas diretamente com a cóclea – órgão presente na orelha interna – causando uma piora dentro do sistema central do canal auditivo. Além disso, essas células são extremamente importantes para o funcionamento normal do ouvido pois são elas que enviam frequências sonoras que são reconhecidas pelo cérebro.

Entretanto, algumas pessoas podem apresentar sintomas de perda auditiva durante uma fase precoce da vida enquanto outras podem vir a sentir alterações auditivas após os 60 anos de idade.

Limitação auditiva induzida por ruídos

Os ruídos são caracterizados por longas frequências sonoras que podem ser agudas ou não. Quando nos expomos por longos períodos a barulhos de alto níveis de oscilações ruidosas, estamos sujeitos a danificações dentro do nosso sistema auditivo. Esse tipo de problema é encontrado principalmente em pessoas que trabalham em ambientes com sons estrondosos, como funcionários que comandam aeronaves, trabalhadores de construções, sistemas de telemarketing, etc. Veja o que o excesso de ruído pode causar.

+ Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Esses danos causados por ruídos aparecem de maneira gradativa e vão piorando com o passar do tempo se a devida proteção não for tomada. Atingindo um nível crítico, as chances de perder completamente a audição aumentam em 80% conforme o tipo de exposição.

Medidas cabíveis de proteção devem ser tomadas para que não haja danos irreversíveis dentro do canal do ouvido. Isso se dá por meio de protetores auriculares, tampões quando expostos a locais com alta frequência de ruídos e equipamentos para que não haja riscos de ferimentos à audição.

Surdez congênita

A surdez congênita é aquela que apresenta indícios desde do nascimento do bebê. A criança já nasce com algum nível de perda auditiva derivada de diversos fatores. Atualmente, 4 em cada 1000 crianças nascem com essa patologia.

Essa condição pode ser percebida durante a gravidez e tem como principais causas:

• Condições especificamente genéticas;

• O uso contraindicado de medicamentos durante o período gestacional;

• Contaminações adquiridas durante a gravidez, como rubéola, sífilis, toxoplasmose e herpes;

• Condições após o nascimento da criança que podem afetar diretamente sua audição, como a ausência de oxigenação ao longo do trabalho de parto, a retirada prematura do bebê por conta de complicações e infecções que podem ser adquiridas ainda no hospital.

É de extrema importância que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível, para que um tratamento possa ser feito através de aparelhos auditivos ou implantes cocleares.

Infecções 

Assim como a surdez congênita derivada de infecções pode vir a acarretar problemas auditivos na criança de maneira precoce, outros tipos de infecções também podem ser desenvolvidos por pessoas adultas, podendo levar até a completa surdez.

Alguns tipos de patologias infecciosas como as bacterianas, virais e fúngicas tem um papel prejudicial de contaminação na orelha interna, média e externa. Algumas das doenças que podem acarretar na perda total do sistema auditivo são as otites e meningites.

Ao primeiro sinal de alterações no organismo, é necessário um diagnóstico médico com determinada urgência para que a contaminação não atinja outros órgãos podendo até vir a óbito.

Problemas auditivos derivados de perfuração do tímpano

Caracterizado como uma membrana fina da nossa pele, especificamente alocado em nosso canal auditivo, o tímpano é uma das principais partes do nosso corpo. Quando entra em contato com algum ruído externo, o tímpano tem a função de vibrar para que assim haja o processo de identificação das ondas sonoras.

Apesar da relevância dessa parte do ouvido, a camada fina da membrana pode ser danificada facilmente por diversos fatores, são eles:

• Compressão intensa na parte membranosa como socos e algumas vezes até beijos;

• Introdução de equipamentos pontiagudos dentro do ouvido, como cotonetes e chaves;

• Contaminações atreladas ao ouvido médio;

• Ruídos estrondosos e altas frequências constantes de barulhos agudos.

Algumas perfurações podem ser tratadas de maneira espontâneas sem a ajuda de quais intervenções médicas, ao contrário de outras maiores que quase sempre necessitam de algum tipo de assistência cirúrgica.

+ Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Surdez atrelada ao uso de medicamentos

Pouco discutida entre a população atual, a surdez acoplada a algum tipo de interação medicamentosa também é possível. Remédios denominados de ototóxicos podem causar danos ao sistema vestibular e coclear do canal auditivo. Vale ressaltar que o uso desses medicamentos causa problemas a longo prazo ou pelo abuso de suas substâncias.

Separamos em três tópicos os tipos de medicamentos ototóxicos:

• Antibióticos aminoglicosídeos como amicacina e gentamicina;

• Diuréticos de alça como furosemida;

• Salicilatos.

O uso excessivo e contraindicado de medicamentos pode ser prejudicial a sua saúde e causar danos irreversíveis à sua audição. Ao primeiro sinal de dificuldades em reagir a sons externos, procure um especialista para diagnóstico e tratamento adequado.

 

Fonte: Direito de Ouvir

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Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Pode reparar: atualmente, os fones de ouvido são quase uma extensão do corpo dos jovens. Só que não desgrudar do aparelho cobra consequências. Ainda mais quando o barulho que sai dele é similar ao de uma casa de show – algo recorrente hoje, como evidencia um trabalho da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido. Entre os 170 estudantes de 12 a 17 anos que participaram da análise, 95% relataram ouvir música com os fones.

Desses, 77% assumiram que deixam o volume alto. Até aí, pouca novidade, certo? Mas, ao serem questionados se já tinham ouvido um zumbido nos últimos 12 meses, 54,7% dos voluntários soltaram um sonoro sim. “O número é alarmante”, diz a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanchez, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenadora da pesquisa.

+ Zumbido afeta 28 milhões de brasileiros

De bate-pronto, pode-se concluir que há uma relação direta entre os jovens escutarem música em volumes ensurdecedores e o zunido. O refinamento dos dados revelou, no entanto, que outro fator contribuiria para o problema: uma menor tolerância natural a sons por uma parcela dos adolescentes. Mas calma! Nada de achar que a barulheira está liberada. Ora, não dá para identificar facilmente quais são os indivíduos mais sensíveis ao zunzunzum. Portanto, a exposição a ruídos altíssimos e por longo tempo permanece um dos fatores capazes de causar ou agravar o tinnitus, nome técnico do problema.

Embora faça questão de ressaltar que estamos falando de um sintoma e não de uma doença, o otorrinolaringologista Ricardo Testa, presidente da Sociedade Brasileira de Otologia, diz que esse mal parece mesmo estar mais frequente. “E o hábito de ouvir sons altos com fone de ouvido só piora a situação”, salienta. O motivo é relativamente simples: quando as células ciliadas, localizadas no ouvido interno, recebem vibrações sonoras, elas se alongam e encurtam repetidamente. O bicho pega quando nossa música favorita toca e subimos o som sem pudor. Daí, essas estruturas sofrem lesões temporárias ou definitivas. Com isso, as células vizinhas precisam trabalhar em dobro. Como efeito colateral, surge o zumbido.

+Por que os jovens gostam de ouvir música alta e quais os prejuízos disso?

Por essas e outras, ele é um sinal de que a saúde auditiva não anda 100%. E, de acordo com Tanit, se os jovens continuarem nesse ritmo, há grande probabilidade de simplesmente ficarem surdos lá pelos 30 ou 40 anos. Ainda bem que dá para prevenir esse desfecho. “Recomendamos deixar o volume até a metade do nível máximo. Não mais do que isso”, aconselha a fonoaudióloga Patrícia Cotta Mancini, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Desligar o aparelho a cada hora de exposição também ajuda. Escute: ninguém precisa abrir mão da trilha sonora para embalar o dia a dia. Mas é essencial zelar pelos ouvidos. Só assim eles continuarão a postos para apreciar os novos estilos e artistas que vão entrar na moda.

 

Fonte: Saúde

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Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Pode-se definir a deficiência auditiva como a “perda completa ou parcial da capacidade de ouvir de uma ou ambas as orelhas”, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde. Isso quer dizer que o deficiente auditivo perdeu a capacidade de ouvir sons de 25 dB a 90 dB tão bem quanto uma pessoa com audição em seu estado normal.

Podendo se desenvolver em qualquer época da vida, o problema auditivo pode ser causado por diversos e diferentes fatores. Mas você sabia que apenas 5% dos casos de perda auditiva pode ser melhorada com medicação ou cirurgia? A grande maioria de deficiente auditivo conseguem tratar o problema apenas com aparelhos auditivos.

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Embora cada perda auditiva seja única para cada indivíduo, ela pode ser categorizada em diferentes tipos, dependendo da parte do ouvido que é afetada e das consequências auditivas.

A deficiência auditiva neurossensorial é a mais comum no mundo todo e, geralmente, resulta em uma perda de audição lenta e gradual. Nesse tipo de perda auditiva, os minúsculos nervos do ouvido interno (células ciliadas) estão danificados e não conseguem enviar com precisão os sinais auditivos ao cérebro.

O deficiente auditivo com essa condição pode sentir falta de sensibilidade nos ouvidos, falta de interpretação ou clareza do som. A compreensão da fala de outras pessoas fica complicada quando há ruído de fundo e é mais fácil escutar tons baixos do que sons agudos.

As causas da perda auditiva neurossensorial são variadas, entre elas:

● Envelhecimento (presbiacusia);

● Surdez hereditária;

● Surdez congênita;

● Doença de Ménière;

● Doenças autoimunes;

● Infecções, como caxumba, meningite e sarampo;

● Exposição ao ruído intenso;

● Efeito colateral de medicamentos ototóxicos;

● Trauma no ouvido interno;

● Doenças dos vasos sanguíneos;

● Neuroma acústico ou outros tumores no ouvido interno.

Não existe um método clínico ou cirúrgico para reparar as células ciliadas quando elas são danificadas, por isso, a perda auditiva neurossensorial costuma ser permanente. O tratamento pode ser feito com a tecnologia dos aparelhos auditivos ou implantes cocleares, dependendo da gravidade do problema auditivo. Os dispositivos não restauram os nervos, mas conseguem amplificar o som e possibilitar que o indivíduo compreenda os sons e a fala de outras pessoas.

Perda auditiva condutiva

A perda auditiva condutiva é menos comum e ocorre quando há um dano ou obstrução no ouvido externo ou médio que interfere na maneira como o som passa para o ouvido interno. Esse tipo de deficiência auditivapode ser temporária ou permanente, dependendo do que originou a condição. Entre as possíveis causas da perda auditiva condutiva, podemos citar:

● Otite externa (ou orelha de nadador);

● Otite média (infecção no ouvido);

● Malformação congênita da orelha;

● Excesso de cera de ouvido;

● Obstrução causada por objetos no ouvido;

● Sequelas de trauma no ouvido médio;

● Otosclerose;

● Estenose (estreitamento do canal auditivo);

● Ruptura do tímpano que pode ser causada por lesões, infecções no ouvido ou mudanças extremas de pressão de ar;

● Tumores no ouvido médio.

Em geral, a perda auditiva condutiva acontece muito rapidamente e a pessoa sente uma queda no volume dos sons. Como consequência, ela aumenta o volume do rádio e da televisão, mas isso não é o suficiente para ouvir tudo com clareza. No início, ela consegue ouvir sua voz normalmente, mas com o tempo a sensação é que a própria voz está mais alta ou diferente. Em alguns casos, os indivíduos sentem dores em um ou ambos os ouvidos e um odor desagradável no canal auditivo.

O deficiente auditivo que sofre com essa condição pode melhorar a sua capacidade auditiva com o acompanhamento médico adequado. Quando a perda auditiva é causada por infecções, acúmulo de cera ou corpos estranhos, por exemplo, é possível fazer tratamentos, como procedimentos cirúrgicos, antibióticos e extração da cera de ouvido. Depois de tratar a causa da perda auditiva, o médico poderá determinar algum tratamento específico para a perda auditiva.

Quando o problema de audição é causado por outras complicações, como otosclerose, estenose e fatores hereditários, o tratamento é mais complexo e é mais comum ocorrer uma perda auditiva permanente. Nessas situações, os aparelhos auditivos ou implantes cocleares podem ajudar a melhorar a capacidade auditiva do indivíduo.

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Perda auditiva mista

A deficiência auditiva mista é uma combinação da perda auditiva neurossensorial e condutiva. Suas características também combinam os dois tipos de problemas auditivos: incapacidade de transmitir sons para o ouvido interno, além de danos no ouvido interno ou no nervo auditivo.

A perda auditiva mista pode ocorrer quando o ouvido sofre algum trauma ou ao longo do tempo, quando uma perda auditiva é intensificada por outra. Por exemplo, uma pessoa que tem perda auditiva hereditária e que também sofre com uma infecção no ouvido ou um indivíduo com perda auditiva condutiva de longa duração que pode sofrer com presbiacusia à medida que envelhece.

O tratamento para esse tipo de deficiência auditiva depende de qual perda auditiva é dominante em cada indivíduo. Quando a maior parte da perda auditiva é causa por um fator condutivo, é mais comum realizar procedimentos cirúrgicos e outros tratamentos. Mas, quando a perda auditiva neurossensorial é mais grave, os aparelhos auditivos ou implantes cocleares costumam ser o tratamento mais indicado.

Perda auditiva neural 

A perda auditiva neural é rara e resulta de danos ou comprometimento do sistema nervoso central. Geralmente, esse tipo de perda auditiva é permanente e profundo. Como o nervo não consegue enviar as informações sonoras ao cérebro, os aparelhos auditivos e implantes cocleares não são eficazes em quem sofre com esse tipo de deficiência auditiva.

Como você pôde perceber, existem vários tipos de perda auditiva, causados por diversos fatores e, cada um deles precisa de acompanhamento profissional e tratamento específico. Portanto, se você ou algum familiar está apresentando alguma dificuldade auditiva, é recomendável procurar um otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo para fazer uma avaliação auditiva completa.

 

Fonte: Direito de Ouvir

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