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Por que o nariz entope?

Como muitos pensam, não é só o catarro que entope as vias nasais quando estamos com rinite, seja alérgica ou causada por um resfriado. O que acontece é que, com uma crise alérgica ou gripe se aproximando, a quantidade de sangue nos vasos dessa região aumenta. Isso faz com que os cornetos nasais, pequenos órgãos esponjosos que ficam dentro das narinas, inchem e deixem a passagem do ar obstruída.

 

Como os descongestionantes agem?

 Quando a respiração está complicada a gente corre logo para o famoso descongestionante, que contrai os vasos e diminui o inchaço. A desvantagem é que ele faz a secreção ficar dura. A sujeira se acumula nos cílios, podendo causar infecções no aparelho respiratório.

Por isso, o uso desse remédio deve ser feito com moderação, sendo priorizada também a limpeza nasal em tempos de crise, para limpar a secreção e evitar o acúmulo que o descongestionante causa.

Mas para lhe ajudar nessa situação, tem algumas dicas preciosas que podem te ajudar a desentupir o nariz de forma caseira e saudável.

 

Por que às vezes respiramos apenas de um lado das narinas?

A alternância entre as narinas acontece por causa da variação da predominância dos sistemas simpático e parassimpático e se modifica durante a gravidez e quando uma pessoa desenvolve uma infecção, como gripes e resfriados.

O nariz atua na filtração, no aquecimento e na umidificação do ar respirado. Uma das funções do ciclo nasal é evitar que essa passagem constante de ar resseque as narinas e facilite quadros infecciosos. Alguns fatores, no entanto, podem alterá-lo. A idade, postura, exercícios físicos, temperatura do ar e fatores hormonais também podem influenciar na respiração.

 

Fonte: Abril

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Quando surge a alergia?

Uma a cada dez pessoas sofre de alergias. O que acontece é que a alergia surge pra se defender de alguma substância nociva de modo a proteger o organismo desses “invasores”. E é quase impossível evitar as alergias: poeira, produtos químicos, pólen, pelos, umidade estão por toda parte e uma hora ou outra passamos por outra crise. E não precisa ser desde pequeno, estamos propensos a desenvolver alergia em qualquer momento da vida.

 

Além disso, as alergias podem ser uma herança. Com pais alérgicos, uma pessoa tem 50 por cento de chances de um belo dia ser surpreendida, por exemplo, pelo desejo compulsivo de espirrar em contato com um animal. Quando só o pai ou a mãe tem o problema, a chance se reduz a um quarto. No entanto, o padrão herdado nem sempre é seguido à risca.

Alguns casos possibilitam o tratamento para amenizar ou até mesmo curar as crises que atrapalham a rotina de muitos. Para que seja efetuado adequadamente, uma consulta ao alergista deve ser feita para diagnosticar o grau e o tipo exato do incômodo.

Os especialistas recomendam sempre que, em caso de crises, é altamente recomendado que o afetado tome bastante água. No caso das alergias que atingem o sistema respiratório, muitos acreditam que a maçã pode ser determinante para aliviar os sintomas.

 

Fonte: Abril

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Zumbido no ouvido: causas e tratamento

Conhecido também como acufeno, tinnitus ou tinido, o zumbido no ouvido é um sintoma que frequentemente é associado a perda auditiva. Muitas vezes confundido com uma doença, este sintoma diz que algo está errado e pode ter som semelhante de abelha, panela de pressão, cachoeira, chiado, apito, cigarra, motor, sirene ou outros barulhos.

 

Pode não parecer, mas o zumbido no ouvido é um problema muito comum. Segundo a  American Public Health Agency, ele pode ser considerado o terceiro sintoma que mais causa incômodo perdendo apenas para dor e tontura intensas e intratáveis. Estima-se que ele acometa até 24% da população em alguns países.  No Brasil, especialistas apontam que pelo menos 28 milhões de pessoas sofrem com este sintoma.

 

Causa

 

O zumbido não é uma reação do organismo ao ambiente externo, ele está diretamente relacionado a perda auditiva. O barulho é persistente e pode afetar o sono e a concentração, sendo a sua causa dada principalmente pela exposição ao barulho extremo prolongado, diabetes, inflamações no ouvido médio, problemas na área da coluna cervical e medicamentos. Doenças neurológicas, odontológicas e musculares na região da cabeça e do pescoço, além de alterações hormonais, também podem estar ligadas ao problema.

 

Tratamento

 

Ao notar o zumbido, a primeira ação deve ser buscar ajuda médica, para entender com precisão a causa do problema. O tratamento mais aplicado é o uso de aparelhos auditivos para mais conforto e inibição do zumbido.

 

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Alimentos que melhoram a saúde da sua garganta

Pessoas que trabalham constantemente com a voz precisam sempre estar atentas a saúde vocal. Para isso, muitos alimentos presentes em nossa casa e de fácil acesso podem te oferecer uma garganta hidratada, aquecida e saudável! Veja alguns exemplos para você sempre adicionar ao seu carrinho de compras na hora da feira independente da estação:

 

  1. Gengibre

Um ótimo anti-inflamatório, o uso do gengibre é capaz de causar um alívio imediato nas cordas vocais, além de ser bastante útil em dias de rouquidão. Ele pode ser consumido no chá ou mesmo em forma de bala.

 

  1. Frutas cítricas

As frutas cítricas são outras opções. Conhecidas por serem antioxidantes, devido à sua riqueza de vitamina C, também entram na lista dos nutrientes anti-inflamatórios, muito importante no fortalecimento da imunidade.

 

 

  1.  Maçã

A maçã, muito consumida por quem demanda da voz, ajuda no aquecimento e lubrificação das cordas vocais, proporcionando a limpeza e hidratação da garganta.

                  

  1. Própolis

Alimento bastante recomendado para a garganta, o própolis possui ação anti-inflamatória, que age diretamente no local, permitindo um alivio quase que instantâneo de qualquer sintoma. Ele deve ser consumido com chás ou mesmo água morna.

 

Vale ressaltar que os alimentos não substituem as idas ao médico regularmente ou em casos de inflamação extrema na garganta que pode ser um problema muito mais grave, como nódulos nas cordas vocais ou amidalite.

 

Fonte: Unimed

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Cuidados com alergias e otites no verão

Ouvido

verão é a melhor época do ano para ir à praia, visitar cachoeiras e mergulhar em piscinas. Além disso, fazemos uso exacerbado da água gelada, sorvetes, ar-condicionado e ventilador. Mas toda a diversão pode ser interrompida se alguns cuidados com ouvidos, garganta e nariz não forem tomados.

 

Quando se trata de entrar na água, os ouvidos são comumente afetados, sendo a otite externa o problema mais recorrente nessa estação do ano. A otite externa é justamente a infecção da pele do ouvido provocada pela exposição repetida e prolongada à água, comum no verão. As características são dor extrema, secreção (pus amarelo ou água), diminuição da audição e possível febre.

 

Nesses casos, o ideal é não tentar tirar – usar cotonetes que na verdade só irá empurrar ainda mais – e procurar um médico.

 

Nariz e garganta

 

Os casos mais comuns no verão quando se trata de nariz e garganta, são as dores e inflamação na garganta, nariz congestionado, gripe, sinusite e até uma pneumonia. Devido ao calor, o consumo de alimentos gelados e o uso de ar condicionado causam o ressecamento das vias nasais e vocais. Por isso, o ideal é fazer uso dessas ferramentas para se refrescar de forma moderada, como não ficar muito próximo a ventiladores, manter o ar ligado em no mínimo 22ºC e dar preferência a uma água levemente gelada.

 

Quem sofre de rinite ou sinusite deve aumentar o cuidado no verão. Cheiro de mofo em casas que passaram temporadas anteriores fechadas e cidades com alta umidade de ar podem ser um risco aos alérgicos. Para isso, é importante fazer a limpeza nasal para diminuir as impurezas que possam causar uma irritação futura.

 

Fonte: Estadão

 

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Coriza constante: o que pode ser?

É bastante comum achar que a coriza é um indício de uma gripe ou resfriado chegando, e muitas vezes não nos chama a atenção para algo mais grave. No entanto, existe algumas situações que podem indicar algo mais sério.

A coriza é uma secreção que se forma nas vias nasais em função da inflamação das mesmas. Com um aspecto transparente ou amarelado, ela costuma vir acompanhada de outros sintomas, como a obstrução do nariz e espirros. Geralmente com os tratamentos caseiros e sem muita preocupação, a coriza some junto com a gripe. Porém, se esse “sintoma” permanecer por mais de 1 semana, é o caso de consultar o otorrino para um diagnóstico mais preciso.

 

Veja alguns problemas indicados pela coriza:

1. Alergia respiratória

As reações alérgicas geralmente causam inflamação dos tecidos do nariz e, por isso, causam a coriza. Embora possa ser confundida como um sinal de resfriado, geralmente a coriza é acompanhada de outros sintomas como olhos lacrimejantes, espirros e sensação de peso na região em volta do nariz.

2. Sinusite

A sinusite é uma inflamação dos seios nasais que provoca a coriza, mas  apresenta uma coloração amarela ou esverdeada, indicando uma infecção. Além da coriza, podem ainda surgir outros sintomas como febre, dor de cabeça, sensação de peso no rosto e uma dor, junto dos olhos, que piora sempre que se deita ou inclina a cabeça para a frente.

3. Rinite

A rinite é uma inflamação do revestimento do nariz que causa uma sensação de coriza constante, que demora muito tempo para desaparecer. Embora os sintomas sejam muito semelhantes aos de uma alergia, incluindo espirros e olhos lacrimejantes, não são causados pelo sistema imune e, por isso, o tratamento deve ser diferente.

4. Pólipos nasais

Um caso bem mais raro dos que os citados acima, a presença de pólipos no interior do nariz também pode causar coriza constante. Os pólipos são pequenos tumores benignos que normalmente não causam qualquer tipo de sintomas, mas que quando crescem podem causar a coriza, assim como alterações no paladar ou roncos ao dormir, por exemplo.

Em todos as possíveis causas da coriza, realizar a limpeza nasal e consultar um otorrino assim que possível é de extrema importância para um melhor tratamento.

Fonte: Tua Saúde

 

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Quais indicativos para um problema no ouvido?

Uma dor anormal dentro da orelha ou um zumbido incômodo podem significar que a saúde do seu ouvido está comprometida. Alguns tipos de infecções no canal auditivo acometem a população brasileira diariamente, a mais comum entre elas é a chamada otite média aguda, que tem como fator principal a inflamação do ouvido médio, diretamente encontrado atrás do tímpano. Costuma ser uma patologia dolorosa e é comumente encontrada em crianças.

Segundo um estudo realizado por professos especialistas em Otorrinolaringologia da faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pelo menos 80% de crianças apresentam ou apresentarão um episódio de otite média aguda durante o período da infância.
Outros tipos de doenças também podem aumentar a chance de infecções devido a contração de determinados vírus e bactérias. Veja a seguir uma lista de possíveis causas de problemas nos ouvidos e como trata-las da maneira correta.

Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Ouvido com água:


Alguns profissionais da área da fonoaudiologia tendem a dizer que pelo menos 40% das infecções auditivas que acomete um ser humano pode ser causado devido ao acúmulo de água no canal auditivo.
Uma grande maioria da população já experienciou um momento em que o líquido entra no ouvido, como em piscina ou praias. O que poucas pessoas sabem é que o gesto de chacoalhar a cabeça ou curvar para desobstruir a orelha pode acarretar em um problema ainda pior. Outra maneira comum é o ato de utilizar álcool ou acetona para eliminar a água, mas esse tipo de manuseamento tende a falhar na maioria dos casos.
A melhor maneira de lidar com esse tipo de situação e deitando-se e esperar que o líquido escorra natural do canal auditivo. Caso o incômodo ainda perdure por um período excessivo de dias, o correto é procurar a orientação de um profissional.


Acúmulo de cerume no ouvido:


É normal que em alguma parte da vida você se sinta com a audição diminuída devido ao excesso de cera que pode acumular dentro do sistema auditivo. O errado é pensar que objetos pontiagudos como cotonetes ou chaves podem tirar esse acúmulo de cerume da orelha. Isso pode resultar em uma infecção ou até mesmo na perfuração do tímpano.
O tratamento ideal é procurar o auxílio de um profissional ou especialista e realizar a lavagem no ouvido. Dessa forma, todo o cerume é retirado e o canal auditivo é limpo de maneira higiênica e sem o risco de infecções.


Dor dentro dos ouvidos:


Sentir uma dor no ouvido é normal, principalmente na época do verão e é mais possível notar em crianças. Pode estar relacionado com variados tipos de patologias ou traumas, como a perfuração do tímpano.
Apesar de ser normal, nunca deixe de consultar um especialista caso haja um incômodo doloroso, pode ser sinal de um problema, de alguma patologia que ainda não é de seu conhecimento. Veja por que acontece a dor no ouvido.


Ouvido obstruído:


Algumas pessoas relatam terem a sensação de estar com o ouvido completamente tampado, conhecido mais como “ouvido entupido”. É algo comum e pode acontecer em vários tipos de situações, como em mudanças bruscas de altitude (aviões, prédios, etc).
Dentre as causas da obstrução do ouvido, a mais comum é o acúmulo de cera que se forma no canal auditivo, consequentemente tampando e diminuindo a audição. Como mencionado acima, o ideal é a realização de uma lavagem performada por um especialista da área.


Mau cheiro oriundo do ouvido:


O mau cheiro emanado dos ouvidos pode ter relação especificamente com secreções recorrentes de variadas infecções. Nesse caso, é necessário fazer uma análise e especificar o tipo de secreção, se há a presença de pus ou sangue, e se é sentido algo doloroso juntamente com chiados no ouvido.
Nesse tipo de quadro, é estritamente recomendado uma consulta urgente com um especialista, pois certas patologias infecções levam até a surdez irreversível.


Quais são os fatores de risco para a contração de doenças?


Alguns fatores e situações podem aumentar subitamente as chances de um indivíduo contrair determinadas patologias no canal auditivo. Veja abaixo:


• Ciclos de idade: crianças mais novas com idades entre seis meses até dois anos costumam estarem mais vulneráveis a contração de doenças que afetam os ouvidos. Isso acontece porque nesses períodos a tuba auditiva ainda é muito pequena e o sistema imunológico muito fraco.


• Acumulação dos grandes centros: o hábito frequente de ir a locais com uma quantidade excessiva de pessoas pode ajudar na obtenção de gripes e resfriados.


• Alimentação infantil: pode não parecer, mas bebês e crianças que fazem uso de mamadeiras quando estão deitados, tem maiores chances de contrair inflamações auditivas do que crianças que se alimentam exclusivamente e diretamente pelo leite materno.


• Mudanças climáticas: em épocas como outono e inverno, a incidência de gripes resfriados é ainda maior devido a queda de temperatura. O ideal é não ficar aglomerado em um ambiente repleto de pessoas que possam estar com o vírus. Saiba dos cuidados que devemos ter nessas épocas do ano.


• Poluição do ar: outro ponto em questão é a qualidade do ar em que você está. Ficar exposto a fumaças de cigarros ou ambientes poluídos, podem colaborar para possíveis infecções no canal auditivo.

Quais os sintomas das infecções nos ouvidos?

6 tipos de surdez


Crianças são as maiores afetadas por determinadas infecções no aparelho auditivo devido ao sistema imunológico fraco e pouco desenvolvido. Alguns dos sintomas que são apresentados por elas são:


• Incômodo e choros na hora de dormir;
• Dores aguda e intensas dentro da orelha interna;
• Crianças tem o costume de apertar, empurrar e puxar os ouvidos como uma for de “aliviar” as dores;
• A presença de irritação e choro excessivo;
• Algumas crianças apresentam dificuldades em captar e decodificar sons que foram emitidas a elas por outras pessoas;
• Perda gradativa do equilíbrio;
• Febre com níveis altos;
• Cefaleias;
• Incapacidade de ingerir qualquer tipo de alimento;
• Escorrimentos de secreções pelo ouvido.


Em adultos, os sintomas costumam ser diferentes e em menos proporções, como:


• Dores agudas e intensas dentro da orelha interna;
• Escorrimento de secreções pelo ouvido;
• Dificuldade em captar e decodificar sons emitidos por outras pessoas.


Todos esses fatores citados são um alerta para que os devidos cuidados sejam tomados quando aparecer algum sintoma. Por isso é muito importante passar por um otorrinolaringologista e também fonoaudiólogos. O problema está em não se cuidar.

Fonte: Direito de Ouvir

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Água no ouvido: e agora?

Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água no ouvido acumulada, causando dor? Há quem dê uns pulinhos, umas batidinhas na cabeça, um assopro.

Alguns preferem prender a respiração, outros esquentam uma toalha com ferro e a encostam na orelha.

O incômodo, o abafamento e a dor podem ser ainda maiores se a água for doce – de rio ou lagoa. Isso porque é onde se proliferam as bactérias Pseudomonas sp, um dos micro-organismos causadores da otite. Mais de 70% das infecções são por exposição à água, que empurra a cera pelo canal auditivo. Se a água estiver contaminada, pior ainda, pois ela tira a proteção natural que é a membrana do tímpano.

Leia também: Você sabia que o teste auditivo previne danos permanentes?

Outras formas para tirar água no ouvido, como usar vinagre ou álcool, devem ser evitadas pois além de não serem formas seguras de retirar a água, aumentam o risco de infecção no ouvido.

Como prevenção, é indicada ida a um médico antes de uma temporada na praia ou na piscina. Ele pode sugerir o uso de protetores, dependendo de cada caso. E não se deve esperar muito para marcar a consulta, pois o que começa com uma simples umidade pode terminar em infecção. Isso ocorre porque a cera deixa o pH do ouvido ácido, e a água o torna mais alcalino, criando um ambiente favorável à entrada de bactérias.

Como tirar água do ouvido do bebê

A melhor forma para tirar água do ouvido de bebê é apenas secar o ouvido com a toalha, porém, caso o bebê continue com desconforto deve-se levá-lo ao pediatra para evitar agravar a dor no ouvido ou permitir o desenvolvimento de uma infecção.

Para evitar que a água entre no ouvido do bebê uma boa dica é, durante o banho, colocar um pedacinho de algodão na orelha de forma a tapar o ouvido e passar um creme hidratante sobre o algodão, pois a gordura presente no creme não permite que a água entre com facilidade.

Fonte: Bem estar (G1)

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Conheça o hábito que pode te ajudar com a rinite

Para quem convive com espirros, coriza e sensação de nariz entupido, dar um banho nas fossas nasais é tão importante quanto escovar os dentes. Achou exagerado? Não é, não. Adotar soluções salinas para higienizar o nariz faz toda a diferença no contra-ataque à rinite alérgica, inflamação da mucosa nasal desencadeada por elementos como ácaro e que chegar a abalar a produtividade no dia a dia.

Segundo João Ferreira de Mello Júnior, professor de otorrinolaringologia da Universidade de São Paulo, é comum que a congestão nasal e outros sintomas atrapalhem até o sono. “Aí, sem dormir direito, a pessoa não consegue se concentrar na escola ou no trabalho”, observa.

O antídoto contra essas chateações é simples, mas exige compromisso na agenda: a lavagem diária. Uma revisão de trabalhos científicos realizada por médicos do Hospital Municipal de Karlsruhe e da Universidade de Colônia, na Alemanha, constatou que a limpeza da cavidade nasal minimiza as manifestações da rinite, aumenta a qualidade de vida e permite diminuir em cerca de 60% a necessidade de remédios mais fortes.

“Ela melhora os mecanismo de defesa do nariz, hidrata a mucosa e torna mais fluida a secreção produzida em excesso em resposta aos agentes alérgenos”, explica Talita Poli Biason, gerente médica da unidade de medicamentos isentos de prescrição do Laboratório Aché. Só que, para colher todos esses benefícios, o recomendado é recorrer ao procedimento pelo menos duas vezes ao dias – e todo santo dia. Isso mesmo quando o nariz está numa boa.

Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

A solução salina de que tanto falamos tem como ingrediente o cloreto de sódio a 0,9%. É a base do soro fisiológico e de produtos específicos para o nariz, sendo que alguns deles contam com a adição de um conservante. Essa porcentagem na fórmula indica que a solução é isotônica, ou seja, não há possibilidade de ela desidratar a mucosa nasal.

Os produtos são facilmente encontrados em farmácias, mas vale ter em mente que certos indivíduos podem ser sensíveis ao conservante no líquido.

Também é preciso ficar atento para não confundir soluções salinas com medicamentosas, que possuem corticoides, por exemplo. “Esse tipo de tratamento está mais moderno e hoje oferece pouco risco, mas só deve ser usado com orientações médica”, avisa o otorrino Fabrizio Romano, membro da diretoria da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Já alguns descongestionantes, à base de substâncias vasoconstritoras, até aliviam a jato, só que podem viciar e não eliminam a rinite.

Agora, pensando em lavagem mesmo, não funcionaria juntar água filtrada e sal por conta própria numa receita caseira? Essa é uma questão que divide opiniões. Poder fazer em casa até pode. Porém, existe o risco de errar a mão na quantidade ou contaminar os ingredientes, o que irritará ainda mais as narinas. “O problema é que as pessoas têm dificuldade para entender medidas, e isso pode comprometer o efeito da solução”, nota Mello.

Outra opção que aparece na farmácia é o irrigador nasal, apetrecho de plástico ou cerâmica cujo formato lembra uma lâmpada de gênio. Essa ferramenta, por assim dizer, envolve um processo mais complexo que a lavagem em si, uma vez que a solução salina chega até os seios da face. “Ela é mais recomendada para quem tem sinusite crônica. Sem indicação médica, pode ser uma técnica agressiva”, explica Talita.

Por falar no especialista, a rinite alérgica pede acompanhamento inclusive para identificar o gatilho das crises e traçar o melhor plano terapêutico. Saiba, no entanto, que o paciente sairá do consultório com uma tarefa diária a cumprir: lavar o nariz.

Via Exame

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Conheça os tipos de surdez

Você sabe de que forma se dá a surdez? A limitação ou perda total da audição acontece devido a incapacidade de ouvir e reagir a ruídos e sons externos. O individuo portador de algum tipo de insuficiência auditiva, tem dificuldades em participar de diálogos rotineiros e também é limitado de se atentar a sons do ambiente em que está cercado. Em alguns casos, a pessoa é incapaz de ouvir qualquer tipo de ruídos e barulhos em sua volta.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 9,8 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de problema no aparelho auditivo, representando 5,2% da população do país. Desses números, 2,6 milhões apresentam algum tipo de surdez e outras 7,2 milhões manifestam outros problemas auditivos.

Um dos ciclos mais naturais da vida humana é o envelhecimento, o mesmo que é atrelado ao surgimento de diversas patologias, uma delas é a dificuldade em ouvir e reagir a sons. Porém, o simples ato de envelhecer não é um parâmetro para se obter problemas auditivos. Elaboramos uma lista de alguns tipos de surdez que podem acometer não só pessoas mais velhas, mas qualquer indivíduo durante qualquer fase da vida.

Surdez durante o envelhecimento

Uma das causas mais conhecidas por pessoas que detém algum tipo de problema auditivo é a fase do envelhecimento. Dentro da fonoaudiologia, essa condição também é chamada de presbiacusia.

Esse tipo de surdez pode ocorrer devido ao deterioramento das células ciliadas, que estão atreladas diretamente com a cóclea – órgão presente na orelha interna – causando uma piora dentro do sistema central do canal auditivo. Além disso, essas células são extremamente importantes para o funcionamento normal do ouvido pois são elas que enviam frequências sonoras que são reconhecidas pelo cérebro.

Entretanto, algumas pessoas podem apresentar sintomas de perda auditiva durante uma fase precoce da vida enquanto outras podem vir a sentir alterações auditivas após os 60 anos de idade.

Limitação auditiva induzida por ruídos

Os ruídos são caracterizados por longas frequências sonoras que podem ser agudas ou não. Quando nos expomos por longos períodos a barulhos de alto níveis de oscilações ruidosas, estamos sujeitos a danificações dentro do nosso sistema auditivo. Esse tipo de problema é encontrado principalmente em pessoas que trabalham em ambientes com sons estrondosos, como funcionários que comandam aeronaves, trabalhadores de construções, sistemas de telemarketing, etc. Veja o que o excesso de ruído pode causar.

Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Esses danos causados por ruídos aparecem de maneira gradativa e vão piorando com o passar do tempo se a devida proteção não for tomada. Atingindo um nível crítico, as chances de perder completamente a audição aumentam em 80% conforme o tipo de exposição.

Medidas cabíveis de proteção devem ser tomadas para que não haja danos irreversíveis dentro do canal do ouvido. Isso se dá por meio de protetores auriculares, tampões quando expostos a locais com alta frequência de ruídos e equipamentos para que não haja riscos de ferimentos à audição.

Surdez congênita

A surdez congênita é aquela que apresenta indícios desde do nascimento do bebê. A criança já nasce com algum nível de perda auditiva derivada de diversos fatores. Atualmente, 4 em cada 1000 crianças nascem com essa patologia.

Essa condição pode ser percebida durante a gravidez e tem como principais causas:

• Condições especificamente genéticas;

• O uso contraindicado de medicamentos durante o período gestacional;

• Contaminações adquiridas durante a gravidez, como rubéola, sífilis, toxoplasmose e herpes;

• Condições após o nascimento da criança que podem afetar diretamente sua audição, como a ausência de oxigenação ao longo do trabalho de parto, a retirada prematura do bebê por conta de complicações e infecções que podem ser adquiridas ainda no hospital.

É de extrema importância que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível, para que um tratamento possa ser feito através de aparelhos auditivos ou implantes cocleares.

Infecções 

Assim como a surdez congênita derivada de infecções pode vir a acarretar problemas auditivos na criança de maneira precoce, outros tipos de infecções também podem ser desenvolvidos por pessoas adultas, podendo levar até a completa surdez.

Alguns tipos de patologias infecciosas como as bacterianas, virais e fúngicas tem um papel prejudicial de contaminação na orelha interna, média e externa. Algumas das doenças que podem acarretar na perda total do sistema auditivo são as otites e meningites.

Ao primeiro sinal de alterações no organismo, é necessário um diagnóstico médico com determinada urgência para que a contaminação não atinja outros órgãos podendo até vir a óbito.

Problemas auditivos derivados de perfuração do tímpano

Caracterizado como uma membrana fina da nossa pele, especificamente alocado em nosso canal auditivo, o tímpano é uma das principais partes do nosso corpo. Quando entra em contato com algum ruído externo, o tímpano tem a função de vibrar para que assim haja o processo de identificação das ondas sonoras.

Apesar da relevância dessa parte do ouvido, a camada fina da membrana pode ser danificada facilmente por diversos fatores, são eles:

• Compressão intensa na parte membranosa como socos e algumas vezes até beijos;

• Introdução de equipamentos pontiagudos dentro do ouvido, como cotonetes e chaves;

• Contaminações atreladas ao ouvido médio;

• Ruídos estrondosos e altas frequências constantes de barulhos agudos.

Algumas perfurações podem ser tratadas de maneira espontâneas sem a ajuda de quais intervenções médicas, ao contrário de outras maiores que quase sempre necessitam de algum tipo de assistência cirúrgica.

Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Surdez atrelada ao uso de medicamentos

Pouco discutida entre a população atual, a surdez acoplada a algum tipo de interação medicamentosa também é possível. Remédios denominados de ototóxicos podem causar danos ao sistema vestibular e coclear do canal auditivo. Vale ressaltar que o uso desses medicamentos causa problemas a longo prazo ou pelo abuso de suas substâncias.

Separamos em três tópicos os tipos de medicamentos ototóxicos:

• Antibióticos aminoglicosídeos como amicacina e gentamicina;

• Diuréticos de alça como furosemida;

• Salicilatos.

O uso excessivo e contraindicado de medicamentos pode ser prejudicial a sua saúde e causar danos irreversíveis à sua audição. Ao primeiro sinal de dificuldades em reagir a sons externos, procure um especialista para diagnóstico e tratamento adequado.

Fonte: Direito de Ouvir

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