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Saiba reconhecer os transtornos vocais

Nunca negligencie a rouquidão. Embora o problema pareça inofensivo, os transtornos vocais podem indicar tanto inflamações passageiras quanto infecções mais graves, distúrbios e nódulos benignos ou malígnos.

A Academia Brasileira de Laringologia e Voz relata que cerca de 30% da população brasileira não procura tratamentos apropriados mesmo diante de rouquidão persistente, comprometendo as pregas vocais, popularmente conhecidas como cordas vocais.

Alerta aos descuidados

A rouquidão é uma manifestação caracterizada pela falha da voz ou mudança repentina na entonação, causada por males que afetam a região da laringe. As causas mais comuns são inflamações agudas ou crônicas nesse órgão.

Em casos mais graves a rouquidão pode ser provocada por pólipos, lesões, nódulos ou tumores.

Riscos

Entre os fatores que colaboram para a manifestação de doenças na laringe estão o uso do tabaco, uso inadequado da voz, abuso no consumo de álcool, alergias respiratórias, doenças cardíacas, refluxo e até mesmo o clima seco.

Se a rouquidão perseguir por mais de 6 dias, é de extrema importância procurar um otorrinolaringologista.

Cuidados

A rouquidão e transtornos vocais podem ser causadas por gripes, resfriados e laringites. Nesses casos o tratamento é mais simples, geralmente medicamentoso.

O que devo fazer para prevenir a rouquidão?

  • Falar em tons médios;
  • Hidratar bem o organismo (entre seis e oito copos de água por dia);
  • Evitar excessos alimentares antes de usar a voz profissionalmente;
  • Evitar choques térmicos;
  • Poupar a voz durante crises alérgicas, estados gripais, períodos pré-menstruais;
  • Buscar auxílio médico especializado ao observar tosses, pigarros e alterações na voz que perdurem por mais de duas semanas;

+ Como identificar problemas auditivos em crianças?

Diagnóstico

Para confirmação da existência de lesões na laringe, o otorrinolaringologista realiza a videolaringoscopia, exame que identifica a procedência do traumatismo.

Há diversos fatores para a rouquidão, o diagnóstico preciso e ágil previne problemas mais graves. Lembre-se de jamais negligenciar uma alteração vocal, pois uma simples mudança na voz pode ser sinal de possíveis problemas maiores.

Se você perceber que está ficando rouco frequentemente, que sua voz tem falhado e causado incômodo, procure um profissional especializado, o procedimento não é invasivo e dispensa o pós-operatório.

Caso os sintomas de rouquidão persistam, procure imediatamente um otorrinolaringologista.

Fonte: OtorrinoMed

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Hastes flexíveis dentro do ouvido pode?

Como você limpa os seus ouvidos? Se você põe hastes flexíveis com algodão – conhecidos popularmente no Brasil como cotonetes, marca registrada da Johnson & Johnson – dentro do canal auditivo, especialistas indicam que você deve parar de fazer isso o quanto antes.

Com o uso de “cotonetes” dentro do ouvido, a cera acumulada é empurrada para dentro do canal auditivo, o que pode ocasionar uma obstrução, chamada de cerume impactado.

“As pessoas têm uma inclinação para limparem os seus ouvidos porque acreditam que a cera seja uma indicação de sujeira. Essa informação errada leva a hábitos de saúde que não são seguros”, Segundo Seth R. Schwartz, médico e responsável pela atualização do manual de boas práticas de cuidados com os ouvidos, da Academia Americana De Cirurgiões de Otorrinolaringologia, Cabeça e Pescoço.

O cerume tem funções importantes para nossos ouvidos: proteger contra danos causados por água, corpos estranhos, infecções ou mesmo algum tipo de trauma. O próprio organismo humano se encarrega de eliminar o que é necessário, seja durante o dia, enquanto você mastiga sua comida, ou na hora do banho.

“Os pacientes costumam pensar que estão prevenindo o acúmulo de cera limpando suas orelhas com hastes flexíveis, clipes de papel, cones auriculares ou qualquer outra coisa inimaginável que as pessoas colocam nos seus ouvidos. O problema com essa iniciativa de eliminar a cera está apenas criando mais problemas, porque a cera é somente empurrada e compactada para dentro do canal do ouvido”, segundo Schwartz.

Essencialmente, qualquer coisa que você colocar no canal do ouvido pode causar danos temporários ou permanentes, como a surdez.  

No caso de acúmulo anormal de cera, você deve procurar um médico, que poderá realizar o procedimento de limpeza com segurança. Segundo a academia americana, esse problema atinge, em média, 1 em cada 10 crianças e 1 em cada 20 adultos.

Não é só a instituição dos Estados Unidos que contesta o uso de hastes flexíveis dentro do canal auditivo. A Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial também diz o seguinte: “Para limpar os ouvidos corretamente é necessário apenas um pano ou lenço de papel. Os médicos advertem: “hastes flexíveis podem machucar o canal auditivo e até causar perdas na audição”.

O Hospital do Servidor Público Estadual do Governo de São Paulo também tem um artigo sobre prevenção de problemas auditivos, no qual indica o uso incorreto de hastes flexíveis como um dos fatores que causa mais problemas. “Seu uso deve ser feito apenas na parte externa. Em nenhuma situação deve ser introduzido no canal”, de acordo com o hospital.

O Hospital Paulista, localizado em São Paulo e especializado em ouvido, nariz e garganta, ressalta que o uso dos hastes flexíveis deve ser feito somente na parte externa, nas dobrinhas da orelha, nunca dentro do “furinho”.

Os especialistas indicam que você pode limpar os ouvidos com toalhas macias.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Mas é tão bom…

A sensação de colocar hastes flexíveis dentro do canal auditivo é gostosa. Isso acontece porque o ouvido é cheio de nervos com fibras sensitivas, que levam esse estímulo para o cérebro.

O estímulo provocado pelas hastes é semelhante ao alívio gerado quando você está com coceira nas costas e consegue coçar. No entanto, é recomendada a limpeza do ouvido com uma toalha ou lenço de papel.

Fonte: Exame


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Como identificar problemas auditivos em crianças?

Nos primeiros anos de vida, a capacidade auditiva é uma parte essencial no desenvolvimento social, emocional e cognitivo das crianças. É por isso que até mesmo os problemas auditivos leves podem impedir que a criança desenvolva a fala e a linguagem adequadamente.

A boa notícia é que os problemas auditivos em crianças podem ser superados se forem detectados cedo. 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 60% dos casos de perda auditiva em crianças menores de 15 anos podem ser evitados. Portanto, é importante que a audição de bebês e crianças seja examinada precocemente e verificada regularmente.

Problemas auditivos em crianças

Existem vários problemas auditivos que afetam as crianças, sendo que muitos deles resultam em perda auditiva. É o caso da otite média, por exemplo. Uma infecção no ouvido bastante comum em crianças que, se não for tratada, pode causar a deficiência auditiva.

A perda de audição em crianças pode ser apenas temporária, mas também pode ser permanente. A OMS estima que 34 milhões de crianças no mundo possuem deficiência auditiva incapacitante. Além disso, de 3 a 4 mil recém-nascidos já nascem com algum tipo de problema auditivo significativo.

Portanto, é possível perceber que esse é um problema de saúde sério e que precisa de atenção, especialmente dos pais. É importante que eles saibam reconhecer os sinais da perda auditiva o quanto antes. Um diagnóstico precoce é essencial para prevenir e evitar atraso de linguagem e possíveis problemas de aprendizagem e socialização.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Sinais de alerta

Seja uma doença hereditária, uma lesão no ouvido ou otite repetida, é essencial reconhecer os sinais de alerta que indicam um possível problema auditivo.

Em geral, os sintomas podem aparecer em qualquer idade: desde os primeiros meses de vida, até o início da adolescência. Alguns sinais mais comuns de acordo com a faixa etária são:

• De 0 a 3 meses: o bebê não reage ao ruído e à voz, é um recém-nascido muito calmo que não acorda com barulhos em seu quarto.

• De 9 a 12 meses: o bebê grita muito e não redobra as sílabas, por exemplo, ao falar “pa-pa” ou “ma-ma”.

• De 1 ano a 2 anos: a linguagem não se desenvolve e a criança tem dificuldades em pronunciar sílabas. Ela também não responde quando é chamada e é desatenta a tudo que não está em seu campo de visão.

• De 2 a 3 anos: a criança não consegue formar frases, articula mal ao falar e não reage quando alguém conversa com ela.

• Após 4 anos: problemas comportamentais, como agressão, falta de atenção, e medo noturno podem aparecer. Também é comum fazer confusão entre os sons de algumas letras e ter necessidade de aumentar o volume para assistir TV ou ouvir música.

Causas de problemas auditivos em bebês e crianças

Existem muitos fatores que podem causar problemas auditivos em crianças. Em alguns casos, a perda auditiva pode ser congênita, isto é, o bebê já nasce com ela, ou pode ser adquirida como resultado de uma infecção ou trauma.

perda auditiva congênita pode ser causada por:

• Complicações no nascimento, como falta de oxigênio, toxoplasmose ou outra infecção grave;

• Parto prematuro;

• Distúrbio do sistema cerebral ou nervoso;

• Uso de medicamentos ototóxicos durante a gravidez;

• Diabetes materno;

• Fatores genéticos.

perda auditiva adquirida pode ocorrer devido a:

• Perfuração no tímpano;

• Infecção, como meningite, sarampo, caxumba, coqueluche etc;

• Lesão grave na cabeça;

• Exposição a ruído alto;

• Otite média não tratada ou frequente.

Como diagnosticar problemas auditivos em crianças

A capacidade auditiva deve ser verificada algumas dias após o nascimento. Isso é conhecido como triagem auditiva neonatal, um exame rotineiro para todas as crianças que é realizado antes mesmo do recém-nascido sair do hospital.

Ao longo do tempo, também existem outros exames que podem ser aplicados em bebês e crianças para identificar problemas auditivos. Conheça alguns dos principais testes auditivos:

Audiometria de reforço visual

A audiometria de reforço visual (ARV) é indicada para testar a audição de crianças entre 6 meses a 3 anos de idade.

O teste consiste em fazer a criança vincular um som a uma recompensa visual, como um brinquedo. Quando a criança é capaz de associar o som e a recompensa visual, o volume e o tom do som são alterados para determinar a menor intensidade na qual a criança consegue ouvir.

Audiometria condicionada por jogo

Esse tipo de teste é aplicado em crianças entre um ano e meio a cinco anos de idade. Durante o teste, os ruídos são reproduzidos através de fones de ouvido ou alto-falantes e a criança precisa fazer uma tarefa simples ao ouvir o som. Isso pode ser colocar uma bola em um recipiente, completar um quebra-cabeça etc.

Assim como no AVR, a intensidade e a tonalidade do som são alterados para determinar os sons mais baixos que a criança consegue ouvir.

Audiometria tonal

As crianças maiores podem realizar a audiometria de tom puro. O teste serve para avaliar a audição de uma criança em idade escolar.

O procedimento da audiometria tonal em crianças é similar ao realizado em adultos. Durante o teste, são reproduzidos sons em diferentes volumes e frequências. Então, o paciente precisa sinalizar quando ouvir o ruído apertando um botão ou levantando a mão.

Teste de condução óssea

Para realizar esse exame, é preciso colocar um pequeno dispositivo de vibração atrás da orelha. O equipamento envia o som diretamente para o ouvido interno através dos ossos da cabeça. Isso pode ajudar a identificar qual parte do ouvido não está funcionando corretamente caso a criança esteja com problemas auditivos.

Soluções auditivas para crianças

O tratamento para os problemas auditivos em crianças dependem da causa e gravidade, mas pode incluir:

• antibióticos para otite média;

• remoção do objeto estranho ou cera de ouvido;

• terapia de fala;

• cirurgia;

• um implante coclear pode ser considerado para crianças com perda auditiva severa ou profunda.

Além disso, os aparelhos auditivos podem ser usados no tratamento de perda auditiva em crianças. Existem aparelhos auditivos desenvolvidos para crianças de todas as idades e com diferentes graus de perda auditiva.

Fonte: Direito de Ouvir

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Por que campanha da vacina contra gripe vem antes do inverno?

No lançamento da campanha de vacinação contra a gripe de 2019, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sentenciou: “As vacinas vão garantir a saúde no inverno para aqueles que necessitam e evitar que a infecção pelo vírus influenza se transforme em pneumonia, tristeza e óbito”. Mas por que as doses são oferecidas tanto tempo antes da estação mais fria do ano chegar?

São vários motivos. O primeiro: a meta é imunizar 58,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários. E isso é muita gente. Com um prazo estendido, é possível que todo esse pessoal – crianças, gestantes, idosos, indivíduos com certas doenças crônicas, professores… – vá aos postos de saúde.

Porém, há mais razões que explicam o início da campanha nacional de 2019 ter acontecido no dia 10 de abril (ela vai até o 31 de maio, enquanto o inverno começa no 12 de junho). Por exemplo: esse ano, já somamos 255 casos confirmados de gripe – muitos pelo vírus H1N1 –, a maioria na região Norte.

Isso inclusive fez com que o estado do Amazonas antecipasse a campanha. Ou seja, o vírus está circulando no país. Mais importante do que isso, a vacina contra a gripe demora de duas a três semanas para fazer efeito. Por quê?

O imunizante contém resquícios inativados de diferentes subtipos do vírus influenza – não há qualquer risco de eles provocarem gripe, diga-se de passagem. E o nosso organismo precisa de um tempo para, uma vez em contato com essas partículas, produzir anticorpos que nos protegerão contra gripe.

+ Tosse: tipos, causas e o que fazer

Logo, se a campanha começasse perto do inverno, bastante gente tomaria a injeção, mas não estaria devidamente protegida nos primeiros dias dessa estação.

Por que há mais casos de gripe no inverno?

O frio faz as pessoas se aglomerarem em locais fechados e sem ventilação. E o vírus da gripe adora esses ambientes!

Ora, uma pessoa infectada, ao espirrar ou tossir dentro de um local desses, transmite com facilidade esse inimigo da saúde para quem está ao redor.

E, sem janelas abertas, o vírus influenza demora mais para ir embora. Ele ficará nas maçanetas, mesas, toalhas ou onde for – só esperando você passar a mão ali e colocá-la na boca para invadir seu corpo.

Daí porque uma das medidas preventivas mais eficazes é higienizar as mãos com frequência, principalmente em épocas com maior número de casos.

Fonte: Saúde


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Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

O que é um problema no ouvido?


Uma dor anormal dentro da orelha ou um zumbido incômodo podem significar que a saúde do seu ouvido está comprometida. Alguns tipos de infecções no canal auditivo acometem a população brasileira diariamente, a mais comum entre elas é a chamada otite média aguda, que tem como fator principal a inflamação do ouvido médio, diretamente encontrado atrás do tímpano. Costuma ser uma patologia dolorosa e é comumente encontrada em crianças.

Segundo um estudo realizado por professos especialistas em Otorrinolaringologia da faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pelo menos 80% de crianças apresentam ou apresentarão um episódio de otite média aguda durante o período da infância.
Outros tipos de doenças também podem aumentar a chance de infecções devido a contração de determinados vírus e bactérias. Veja a seguir uma lista de possíveis causas de problemas nos ouvidos e como trata-las da maneira correta.

+ Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Ouvido com água:


Alguns profissionais da área da fonoaudiologia tendem a dizer que pelo menos 40% das infecções auditivas que acomete um ser humano pode ser causado devido ao acúmulo de água no canal auditivo.
Uma grande maioria da população já experienciou um momento em que o líquido entra no ouvido, como em piscina ou praias. O que poucas pessoas sabem é que o gesto de chacoalhar a cabeça ou curvar para desobstruir a orelha pode acarretar em um problema ainda pior. Outra maneira comum é o ato de utilizar álcool ou acetona para eliminar a água, mas esse tipo de manuseamento tende a falhar na maioria dos casos.
A melhor maneira de lidar com esse tipo de situação e deitando-se e esperar que o líquido escorra natural do canal auditivo. Caso o incômodo ainda perdure por um período excessivo de dias, o correto é procurar a orientação de um profissional.


Acúmulo de cerume no ouvido:


É normal que em alguma parte da vida você se sinta com a audição diminuída devido ao excesso de cera que pode acumular dentro do sistema auditivo. O errado é pensar que objetos pontiagudos como cotonetes ou chaves podem tirar esse acúmulo de cerume da orelha. Isso pode resultar em uma infecção ou até mesmo na perfuração do tímpano.
O tratamento ideal é procurar o auxílio de um profissional ou especialista e realizar a lavagem no ouvido. Dessa forma, todo o cerume é retirado e o canal auditivo é limpo de maneira higiênica e sem o risco de infecções.


Dor dentro dos ouvidos:


Sentir uma dor no ouvido é normal, principalmente na época do verão e é mais possível notar em crianças. Pode estar relacionado com variados tipos de patologias ou traumas, como a perfuração do tímpano.
Apesar de ser normal, nunca deixe de consultar um especialista caso haja um incômodo doloroso, pode ser sinal de um problema, de alguma patologia que ainda não é de seu conhecimento. Veja por que acontece a dor no ouvido.


Ouvido obstruído:


Algumas pessoas relatam terem a sensação de estar com o ouvido completamente tampado, conhecido mais como “ouvido entupido”. É algo comum e pode acontecer em vários tipos de situações, como em mudanças bruscas de altitude (aviões, prédios, etc).
Dentre as causas da obstrução do ouvido, a mais comum é o acúmulo de cera que se forma no canal auditivo, consequentemente tampando e diminuindo a audição. Como mencionado acima, o ideal é a realização de uma lavagem performada por um especialista da área.


Mau cheiro oriundo do ouvido:


O mau cheiro emanado dos ouvidos pode ter relação especificamente com secreções recorrentes de variadas infecções. Nesse caso, é necessário fazer uma análise e especificar o tipo de secreção, se há a presença de pus ou sangue, e se é sentido algo doloroso juntamente com chiados no ouvido.
Nesse tipo de quadro, é estritamente recomendado uma consulta urgente com um especialista, pois certas patologias infecções levam até a surdez irreversível.


Quais são os fatores de risco para a contração de doenças?


Alguns fatores e situações podem aumentar subitamente as chances de um indivíduo contrair determinadas patologias no canal auditivo. Veja abaixo:


• Ciclos de idade: crianças mais novas com idades entre seis meses até dois anos costumam estarem mais vulneráveis a contração de doenças que afetam os ouvidos. Isso acontece porque nesses períodos a tuba auditiva ainda é muito pequena e o sistema imunológico muito fraco.


• Acumulação dos grandes centros: o hábito frequente de ir a locais com uma quantidade excessiva de pessoas pode ajudar na obtenção de gripes e resfriados.


• Alimentação infantil: pode não parecer, mas bebês e crianças que fazem uso de mamadeiras quando estão deitados, tem maiores chances de contrair inflamações auditivas do que crianças que se alimentam exclusivamente e diretamente pelo leite materno.


• Mudanças climáticas: em épocas como outono e inverno, a incidência de gripes resfriados é ainda maior devido a queda de temperatura. O ideal é não ficar aglomerado em um ambiente repleto de pessoas que possam estar com o vírus. Saiba dos cuidados que devemos ter nessas épocas do ano.


• Poluição do ar: outro ponto em questão é a qualidade do ar em que você está. Ficar exposto a fumaças de cigarros ou ambientes poluídos, podem colaborar para possíveis infecções no canal auditivo.

Quais os sintomas das infecções nos ouvidos?

+ 6 tipos de surdez


Crianças são as maiores afetadas por determinadas infecções no aparelho auditivo devido ao sistema imunológico fraco e pouco desenvolvido. Alguns dos sintomas que são apresentados por elas são:


• Incômodo e choros na hora de dormir;
• Dores aguda e intensas dentro da orelha interna;
• Crianças tem o costume de apertar, empurrar e puxar os ouvidos como uma for de “aliviar” as dores;
• A presença de irritação e choro excessivo;
• Algumas crianças apresentam dificuldades em captar e decodificar sons que foram emitidas a elas por outras pessoas;
• Perda gradativa do equilíbrio;
• Febre com níveis altos;
• Cefaleias;
• Incapacidade de ingerir qualquer tipo de alimento;
• Escorrimentos de secreções pelo ouvido.


Em adultos, os sintomas costumam ser diferentes e em menos proporções, como:


• Dores agudas e intensas dentro da orelha interna;
• Escorrimento de secreções pelo ouvido;
• Dificuldade em captar e decodificar sons emitidos por outras pessoas.


Todos esses fatores citados são um alerta para que os devidos cuidados sejam tomados quando aparecer algum sintoma. Por isso é muito importante passar por um otorrinolaringologista e também fonoaudiólogos. O problema está em não se cuidar.

Fonte: Direito de Ouvir

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Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Pode reparar: atualmente, os fones de ouvido são quase uma extensão do corpo dos jovens. Só que não desgrudar do aparelho cobra consequências. Ainda mais quando o barulho que sai dele é similar ao de uma casa de show – algo recorrente hoje, como evidencia um trabalho da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido. Entre os 170 estudantes de 12 a 17 anos que participaram da análise, 95% relataram ouvir música com os fones.

Desses, 77% assumiram que deixam o volume alto. Até aí, pouca novidade, certo? Mas, ao serem questionados se já tinham ouvido um zumbido nos últimos 12 meses, 54,7% dos voluntários soltaram um sonoro sim. “O número é alarmante”, diz a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanchez, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenadora da pesquisa.

+ Zumbido afeta 28 milhões de brasileiros

De bate-pronto, pode-se concluir que há uma relação direta entre os jovens escutarem música em volumes ensurdecedores e o zunido. O refinamento dos dados revelou, no entanto, que outro fator contribuiria para o problema: uma menor tolerância natural a sons por uma parcela dos adolescentes. Mas calma! Nada de achar que a barulheira está liberada. Ora, não dá para identificar facilmente quais são os indivíduos mais sensíveis ao zunzunzum. Portanto, a exposição a ruídos altíssimos e por longo tempo permanece um dos fatores capazes de causar ou agravar o tinnitus, nome técnico do problema.

Embora faça questão de ressaltar que estamos falando de um sintoma e não de uma doença, o otorrinolaringologista Ricardo Testa, presidente da Sociedade Brasileira de Otologia, diz que esse mal parece mesmo estar mais frequente. “E o hábito de ouvir sons altos com fone de ouvido só piora a situação”, salienta. O motivo é relativamente simples: quando as células ciliadas, localizadas no ouvido interno, recebem vibrações sonoras, elas se alongam e encurtam repetidamente. O bicho pega quando nossa música favorita toca e subimos o som sem pudor. Daí, essas estruturas sofrem lesões temporárias ou definitivas. Com isso, as células vizinhas precisam trabalhar em dobro. Como efeito colateral, surge o zumbido.

+Por que os jovens gostam de ouvir música alta e quais os prejuízos disso?

Por essas e outras, ele é um sinal de que a saúde auditiva não anda 100%. E, de acordo com Tanit, se os jovens continuarem nesse ritmo, há grande probabilidade de simplesmente ficarem surdos lá pelos 30 ou 40 anos. Ainda bem que dá para prevenir esse desfecho. “Recomendamos deixar o volume até a metade do nível máximo. Não mais do que isso”, aconselha a fonoaudióloga Patrícia Cotta Mancini, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Desligar o aparelho a cada hora de exposição também ajuda. Escute: ninguém precisa abrir mão da trilha sonora para embalar o dia a dia. Mas é essencial zelar pelos ouvidos. Só assim eles continuarão a postos para apreciar os novos estilos e artistas que vão entrar na moda.

 

Fonte: Saúde

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Sangramento nasal: causas e como tratar

O sangramento nasal, ou Epistaxe, tem origem, na maioria das vezes (cerca de 90% dos episódios), na região anterior do nariz, ou seja, na região mais próxima da parte externa do nariz.

Ocorre mais precisamente no septo nasal, divisão cartilaginosa entre ambas as narinas. Essa região, bem na entrada do nariz, apresenta grande quantidade de vasos sanguíneos. Estes vasos ficam muito superficiais na mucosa nasal (revestimento interno do nariz) e tem a função de auxiliar no aquecimento e umidificação do ar inspirado.

Leia também: O que é adenoide e como tratar

A epistaxe ocorre quando um desses vasos (artérias ou veias) se rompe e pode ser causada por fatores locais ou sistêmicos.

Dentre os fatores locais temos:

  • Deformidade anatômica nasal: especialmente o desvio de septo nasal.
    Inalação de produtos químicos.
  • Qualquer tipo de inflamação nasal: neste caso encontram-se causas como gripes, resfriados, sinusites, rinites, etc.
  • Corpo estranho nasal: ocorre mais frequentemente em crianças. A presença do corpo estranho provoca trauma nasal, inflamação e infecção.
  • Uso de medicamento nasais: o uso de medicamentos tópicos nasais de maneira errada ou com composição irritante nasal podem gerar sangramentos.
  • Tumores nasais.
  • Trauma nasal: qualquer tipo de trauma desde uma batida ou pancada no nariz ate trauma digital, ou seja, quando machucamos o nariz com os dedos na tentativa de retirar alguma crosta nasal. Por isso a maioria dos sangramentos ocorre “na entrada do nariz” ate onde os dedos alcançam! Esta é a causa mais frequente de sangramento nasal.

Dentre os fatores sistêmicos temos:

  • Uso de alguns medicamentos (ex: acido acetil salicilico, varfarina, clopidogrel, desmopressina)
  • Intoxicação alcoólica.
  • Alterações da coagulação do sangue.
  • Tumores do sangue (leucemia).
  • Hipertensão arterial.
  • Doenças infecciosas.
  • Má-nutrição (especialmente anemia).
  • Uso de narcóticos.
  • Doenças vasculares.

Leia também: Qual o impacto das bebidas geladas na dor de garganta?

E o que fazer quando ocorrer um sangramento?

Primeiramente, mantenha-se calmo(a). A maioria dos sangramentos nasais melhoram espontaneamente em alguns minutos e não necessitam de atendimento medico de urgência.

Para controlar o sangramento mais rápido devemos comprimir o nariz por 3 a 5 minutos. Isso permitirá a formação de um coagulo e parada de sangramento.

Procurar um local fresco e fazer compressas geladas: o gelo ajuda a diminuir o sangramento.

Em alguns casos podemos utilizar um algodão embebido em solução de vasoconstrictor (oximetazolina, nafazolina) na entrada da narina associada a compressão.

Não vire a cabeça para trás, pois isso fará engolir sangue. Quando engolimos sangue, muito frequentemente ocorrem enjoos e vômitos. A força envolvida no momento do vômito pode predispor ao reinício do sangramento!

A dica é inclinar levemente a cabeça para frente para que o sangue escorra pela face. Não introduza nada nas narinas e nem tampouco tente limpá-las com dedos, cotonete, pinças, papel higiênico etc… Isso causará mais trauma nasal e recorrência do sangramento.

É importante lembrar que caso o sangramento não pare neste período ou seja recorrente, o indicado é procurar um médico otorrinolaringologista.

 

Fonte: MedPrimus

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Voz: você sabe como preservar a sua?

A voz é um importante meio para a comunicação. E a maioria da população negligencia ou desconhece a dimensão dos efeitos negativos que os excessos com a voz podem causar.

Entre os principais sintomas de alerta para problemas vocais, separamos os sintomas listados abaixo, que podem corresponder a diversos problemas:

  1. Rouquidão;
  2. Tosse frequente;
  3. Alterações no timbre da voz;
  4. Pigarro;
  5. Dor ou cansaço para falar.

Leia também: Tosse: tipo, causas e o que fazer

Laringites

A causa mais frente de alteração na voz é a laringite. Ela decorre de uma infecção viral ou bacteriana na laringe e cordas vocais. Muitas vezes está associada a sintomas de gripe e resfriados (dor de cabeça, obstrução nasal, coriza e tosse). A rouquidão nestes casos tem resolução em poucos dias.

Nódulos, cistos, pólipos

Entre as doenças da voz temos alterações benignas como nódulos (calos vocais), pólipos e cistos nas pregas vocais. Os pacientes com algum desses problemas apresentam rouquidão mais prolongada. Podem ocorrer também cansaço ou dor (na garganta) para falar.

Câncer

A doença maligna é o câncer, que pode atingir as pregas vocais ou outras partes da laringe (garganta). Nestes casos a duração da rouquidão é maior. Pode ocorrer ainda dor para falar ou engolir além de surgimento de gânglios (ínguas) no pescoço.

O câncer de laringe é mais frequente em tabagistas. A associação do fumo com a ingestão de bebidas alcoólicas aumenta as chances de ocorrência de um câncer. Leia mais sobre os riscos de fumar no post sobre Tagabismo.

Quando procurar um médico?

Caso a rouquidão seja contínua e dure mais de 30 dias ela deve ser investigada. Ou se você tiver alguma duvida sobre sua qualidade vocal!

Atenção

Apesar de muitas vezes a voz rouca ser considerada “normal”, uma rouquidão sugere um problema nas cordas vocais. Quando estamos sem voz e continuamos a falar a tendência é que ocorra uma piora da qualidade da voz. Ou seja, ficamos cada vez mais roucos. E isso também significa mais inflamação ou lesão nas provas vocais. Em alguns casos essa inflamação provoca uma cicatriz, ou seja, uma rouquidão mais permanente. Por isso fique atento à sua voz e cheque as dicas abaixo para preservar a voz.

Leia também: Qual impacto das bebidas geladas na dor de garganta? 

Algumas dicas para manter uma boa qualidade vocal!

  • Não gritar ou falar alto;
  • Evite falar em tom que não seja o seu;
  • Evite cochichar;
  • Falar pausadamente com boa articulação das palavras;
  • Não fumar;
  • Evite bebidas gasosas ou alimentos que causem dificuldades de digestão;
  • Evite bebidas alcoólicas;
  • Evitar falar excessivamente durante exercícios físicos, quando gripado ou com alguma crise alérgica;
  • Realize pausas para repouso vocal durante o trabalho;
  • Beber bastante agua (temperatura fresca ou ambiente);
  • Não pigarrear excessivamente;
  • Evite ambientes com poeira, mofo ou cheiros fortes.

 

Fonte: MedPrimus

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Água no ouvido após banho de mar ou piscina: o que fazer?

Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água no ouvido acumulada, causando dor? Há quem dê uns pulinhos, umas batidinhas na cabeça, um assopro.

Alguns preferem prender a respiração, outros esquentam uma toalha com ferro e a encostam na orelha.

O incômodo, o abafamento e a dor podem ser ainda maiores se a água for doce – de rio ou lagoa. Isso porque é onde se proliferam as bactérias Pseudomonas sp, um dos micro-organismos causadores da otite. Mais de 70% das infecções são por exposição à água, que empurra a cera pelo canal auditivo. Se a água estiver contaminada, pior ainda, pois ela tira a proteção natural que é a membrana do tímpano.

Leia também: Você sabia que o teste auditivo previne danos permanentes?

Outras formas para tirar água no ouvido, como usar vinagre ou álcool, devem ser evitadas pois além de não serem formas seguras de retirar a água, aumentam o risco de infecção no ouvido.

Como prevenção, é indicada ida a um médico antes de uma temporada na praia ou na piscina. Ele pode sugerir o uso de protetores, dependendo de cada caso. E não se deve esperar muito para marcar a consulta, pois o que começa com uma simples umidade pode terminar em infecção. Isso ocorre porque a cera deixa o pH do ouvido ácido, e a água o torna mais alcalino, criando um ambiente favorável à entrada de bactérias.

Como tirar água do ouvido do bebê

A melhor forma para tirar água do ouvido de bebê é apenas secar o ouvido com a toalha, porém, caso o bebê continue com desconforto deve-se levá-lo ao pediatra para evitar agravar a dor no ouvido ou permitir o desenvolvimento de uma infecção.

Para evitar que a água entre no ouvido do bebê uma boa dica é, durante o banho, colocar um pedacinho de algodão na orelha de forma a tapar o ouvido e passar um creme hidratante sobre o algodão, pois a gordura presente no creme não permite que a água entre com facilidade.

 

Fonte: Bem estar (G1)

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Recomendações para pacientes com rinite alérgica

Espirros, coriza e nariz entupido: todo mundo tem, já teve ou ainda vai ter pelo menos um episódio de rinite. Basta pegar uma gripe ou um resfriado passageiro. Mas, para uma parcela da população, ela faz parte da rotina. É só entar em contato com pó, mofo, ácaros, pólen, pelos de animais ou produtos químicos que o organismo reage com tudo, anticorpos são liberados e a mucosa nasal, inflamada, sofre as consequências.

Por se tratar de uma condição crônica e que muitas vezes repele o tratamento receitado, a Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial acaba de atualizar suas diretrizes para o controle da rinite alérgica. Além de nortear a detecção e o plano terapêutico, o guia propõe orientações para adotar em casa e ainda dá uma palavra sobre o papel da acupuntura e da fitoterapia. Segure o espirro e conheça essas 10 recomendações.

  1. A importância do diagnóstico

Um dos desafios que a rinite alérgica impõe é o diagnóstico e como flagrar o que desperta as crises. É fundamental que seu médico possa traçar minuciosamente seu histórico, apurando os gatilhos e a presença de doenças relacionadas. Asmáticos, por exemplo, tendem a ter mais rinite. Se o fator desencadeante não é identificado nas consultas, testes de alergia (exames de sangue ou os que usam a pele) são bem-vindos.

  1. Pets: cada um no seu quadrado

Sabemos que é difícil manter distância dos animais se você tem um deles em casa. Mas o novo guia pede atenção diante dos pets. Isso porque cães e gatos têm alérgenos que são liberados na saliva, na pele e na urina, além de acumular ácaros nos pelos. O ideal é definir um espaço para o bicho, para evitar que os pelos se espalhem pela casa, e lavar as mãos depois dos afagos.

  1. O ar que você respira

O ar-condicionado pode ser um aliado porque serve como filtro contra a poluição que vem da rua. Isso desde que a manutenção do aparelho esteja em dia. O ar mais gelado e seco em si não provoca rinite, mas pode deixar a mucosa nasal sensível. Daí o conselho de programar uma temperatura amena (entre 24 e 25 ºC) e adotar um umidificador.

  1. Extermínio de ácaros

Esses aracnídeos invisíveis a olho nu são responsáveis pela rinite de boa parte dos brasileiros. Gostam de lugares úmidos e quentes e se alimentam de restos de pele que se misturam à poeira. Para acabar com a festa, conservar a casa limpa e os armários secos é fundamental – e, de bônus, se evita outro patrocinador de alergias, o mofo. Na batalha contra o pó entram pano úmido e aspirador com filtros, que retêm melhor a poeira. Produtos contra ácaros também podem ser requisitados.

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  1. A cama pode ser a fonte do problema

Lençóis, cobertores, colchões e travesseiros são um prato cheio para os ácaros. Assim, trocar e lavar a roupa de cama com frequência (pelo menos uma vez por semana) é a primeira regra de ouro. O manual americano propõe o uso de capas impermeáveis e hipoalergênicas em colchões e travesseiros. Manter os quartos ventilados e a cama exposta ao sol também ajuda.

  1. Para tratar sem sedar

Como antialérgicos têm fama de gerar aquela soneira, as novas diretrizes priorizam a prescrição de anti-histamínicos de segunda geração, que não têm o efeito sedativo típico da primeira classe dessas drogas. Essa nova geração tem outras vantagens: age mais rápido, pode ser usada por um período maior e não interfere no apetite.

  1. Remédios da pesada

Há medicações que só devem entrar em cena  em casos mais graves ou durante as crises. E o principal exemplo aqui são os corticoides, potentes anti-inflamatórios. Os especialistas prescrevem por poucos dias, uma vez que o uso prolongado pode causar retenção de líquido, aumento de peso, mal-estar e até osteoporose. Convém reforçar: como os antialérgicos, eles só devem ser empregados sob orientação.

  1.  Educação imunológica

E se treinássemos o sistema imune para ele deixar de hiper-reagir toda vez que o corpo tem contato com ácaros ou pelos de animais? Esse é o princípio da imunoterapia, uma espécie de vacina que injeta baixas doses de alérgenos com o objetivo de neutralizar a resposta das nossas defesas diante desses corpos estranhos. O manual a coloca como opção quando a alergia é refratária a tratamentos convencionais – e as aplicações podem durar de dois a três anos.

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  1. Apoio das agulhas

Pela primeira vez, o consenso da Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial se posiciona quanto ao uso da acupuntura: ela pode, sim, integrar o combate não medicamentoso à rinite alérgica. A aplicação das agulhas em pontos mapeados pela medicina tradicional chinesa poderia ser utilizada sozinha ou como complemento aos remédios. No Brasil, a técnica ainda não é reconhecida para substituir o tratamento padrão, e o que se alega é a carência de mais pesquisas comprovando seus benefícios. No entanto, ela está longe de ser contraindicada pelos especialistas.

  1. O chá não vai resolver 

Se a acupuntura recebeu o aval contra a rinite, o mesmo não se pode dizer da fitoterapia. O guia desencoraja o uso de ervas medicinais como tratamento, independentemente do meio (infusão, cápsula…). Faltam provas sobre sua segurança e eficiência e ainda existe o risco de efeitos colaterais e interações com remédios prescritos no consultório. Veja: não é que o chá da vovó está proibido, mas é importante saber que não será uma xícara quentinha que resolverá de vez uma crise de rinite.

 

Fonte: Saúde

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