Tag - audição

Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Pode-se definir a deficiência auditiva como a “perda completa ou parcial da capacidade de ouvir de uma ou ambas as orelhas”, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde. Isso quer dizer que o deficiente auditivo perdeu a capacidade de ouvir sons de 25 dB a 90 dB tão bem quanto uma pessoa com audição em seu estado normal.

Podendo se desenvolver em qualquer época da vida, o problema auditivo pode ser causado por diversos e diferentes fatores. Mas você sabia que apenas 5% dos casos de perda auditiva pode ser melhorada com medicação ou cirurgia? A grande maioria de deficiente auditivo conseguem tratar o problema apenas com aparelhos auditivos.

Leia também: Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Embora cada perda auditiva seja única para cada indivíduo, ela pode ser categorizada em diferentes tipos, dependendo da parte do ouvido que é afetada e das consequências auditivas.

A deficiência auditiva neurossensorial é a mais comum no mundo todo e, geralmente, resulta em uma perda de audição lenta e gradual. Nesse tipo de perda auditiva, os minúsculos nervos do ouvido interno (células ciliadas) estão danificados e não conseguem enviar com precisão os sinais auditivos ao cérebro.

O deficiente auditivo com essa condição pode sentir falta de sensibilidade nos ouvidos, falta de interpretação ou clareza do som. A compreensão da fala de outras pessoas fica complicada quando há ruído de fundo e é mais fácil escutar tons baixos do que sons agudos.

As causas da perda auditiva neurossensorial são variadas, entre elas:

● Envelhecimento (presbiacusia);

● Surdez hereditária;

● Surdez congênita;

● Doença de Ménière;

● Doenças autoimunes;

● Infecções, como caxumba, meningite e sarampo;

● Exposição ao ruído intenso;

● Efeito colateral de medicamentos ototóxicos;

● Trauma no ouvido interno;

● Doenças dos vasos sanguíneos;

● Neuroma acústico ou outros tumores no ouvido interno.

Não existe um método clínico ou cirúrgico para reparar as células ciliadas quando elas são danificadas, por isso, a perda auditiva neurossensorial costuma ser permanente. O tratamento pode ser feito com a tecnologia dos aparelhos auditivos ou implantes cocleares, dependendo da gravidade do problema auditivo. Os dispositivos não restauram os nervos, mas conseguem amplificar o som e possibilitar que o indivíduo compreenda os sons e a fala de outras pessoas.

Perda auditiva condutiva

A perda auditiva condutiva é menos comum e ocorre quando há um dano ou obstrução no ouvido externo ou médio que interfere na maneira como o som passa para o ouvido interno. Esse tipo de deficiência auditivapode ser temporária ou permanente, dependendo do que originou a condição. Entre as possíveis causas da perda auditiva condutiva, podemos citar:

● Otite externa (ou orelha de nadador);

● Otite média (infecção no ouvido);

● Malformação congênita da orelha;

● Excesso de cera de ouvido;

● Obstrução causada por objetos no ouvido;

● Sequelas de trauma no ouvido médio;

● Otosclerose;

● Estenose (estreitamento do canal auditivo);

● Ruptura do tímpano que pode ser causada por lesões, infecções no ouvido ou mudanças extremas de pressão de ar;

● Tumores no ouvido médio.

Em geral, a perda auditiva condutiva acontece muito rapidamente e a pessoa sente uma queda no volume dos sons. Como consequência, ela aumenta o volume do rádio e da televisão, mas isso não é o suficiente para ouvir tudo com clareza. No início, ela consegue ouvir sua voz normalmente, mas com o tempo a sensação é que a própria voz está mais alta ou diferente. Em alguns casos, os indivíduos sentem dores em um ou ambos os ouvidos e um odor desagradável no canal auditivo.

O deficiente auditivo que sofre com essa condição pode melhorar a sua capacidade auditiva com o acompanhamento médico adequado. Quando a perda auditiva é causada por infecções, acúmulo de cera ou corpos estranhos, por exemplo, é possível fazer tratamentos, como procedimentos cirúrgicos, antibióticos e extração da cera de ouvido. Depois de tratar a causa da perda auditiva, o médico poderá determinar algum tratamento específico para a perda auditiva.

Quando o problema de audição é causado por outras complicações, como otosclerose, estenose e fatores hereditários, o tratamento é mais complexo e é mais comum ocorrer uma perda auditiva permanente. Nessas situações, os aparelhos auditivos ou implantes cocleares podem ajudar a melhorar a capacidade auditiva do indivíduo.

Leia também: Por que os jovens gostam de ouvir música alta e quais os prejuízos disso?

Perda auditiva mista

A deficiência auditiva mista é uma combinação da perda auditiva neurossensorial e condutiva. Suas características também combinam os dois tipos de problemas auditivos: incapacidade de transmitir sons para o ouvido interno, além de danos no ouvido interno ou no nervo auditivo.

A perda auditiva mista pode ocorrer quando o ouvido sofre algum trauma ou ao longo do tempo, quando uma perda auditiva é intensificada por outra. Por exemplo, uma pessoa que tem perda auditiva hereditária e que também sofre com uma infecção no ouvido ou um indivíduo com perda auditiva condutiva de longa duração que pode sofrer com presbiacusia à medida que envelhece.

O tratamento para esse tipo de deficiência auditiva depende de qual perda auditiva é dominante em cada indivíduo. Quando a maior parte da perda auditiva é causa por um fator condutivo, é mais comum realizar procedimentos cirúrgicos e outros tratamentos. Mas, quando a perda auditiva neurossensorial é mais grave, os aparelhos auditivos ou implantes cocleares costumam ser o tratamento mais indicado.

Perda auditiva neural 

A perda auditiva neural é rara e resulta de danos ou comprometimento do sistema nervoso central. Geralmente, esse tipo de perda auditiva é permanente e profundo. Como o nervo não consegue enviar as informações sonoras ao cérebro, os aparelhos auditivos e implantes cocleares não são eficazes em quem sofre com esse tipo de deficiência auditiva.

Como você pôde perceber, existem vários tipos de perda auditiva, causados por diversos fatores e, cada um deles precisa de acompanhamento profissional e tratamento específico. Portanto, se você ou algum familiar está apresentando alguma dificuldade auditiva, é recomendável procurar um otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo para fazer uma avaliação auditiva completa.

 

Fonte: Direito de Ouvir

Leia mais...

O que é adenoide e como tratar?

A adenoide ou “carne esponjosa”, como é popularmente conhecida, causa muitas dúvidas, como por exemplo, se há necessidade de cirurgia, se é comum em crianças ou não. Pensando nisso tudo, reunimos aqui algumas perguntas frequentes, onde respondemos se é mito ou verdade.

Carne esponjosa e adenoide é a mesma coisa?

Verdade. Ela é um conglomerado de tecido linfoide (defesa) que quando olhamos parece muito uma esponja. Por isso o nome popular pegou.

Nem todo mundo tem adenoide?

Mito. Todos temos esse tecido na infância. Ele regride e desaparece espontaneamente durante o crescimento. Algumas vezes ela cresce muito rápido na infância e causa problemas respiratórios como nariz tampado e roncos. Na adolescência normalmente ela já regrediu. Quando isso não acontece a respiração pode ser comprometida.

 

Pode causar infecções?

Verdade. A adenoide e as amígdalas tem papel de defesa do organismo durante a infância. Ambas podem ter infecções.

A adenoide pode ter uma adenoidite, exatamente como temos a amigdalite nas amígdalas. Os sintomas são semelhantes ao da sinusite com secreção nasal, nariz tampado e febre. Além disso, a adenoide aumentada pode causar otites (infecções de ouvido).

Adenoide aumentada pode causar problemas de audição? 

Verdade. Ela está posicionada ao lado das tubas auditivas. Essa proximidade facilita a obstrução da drenagem de secreções do ouvido e infeções nessa região.

Além disso, apenas a retenção de secreção no ouvido já provoca alteração da audição. Isso ocorre com mais frequência nas crianças e pode atrapalhar o desenvolvimento da linguagem e alfabetização escolar.

Quando aumentada sempre tem de ser operada?

Mito. A cirurgia  está indicada em casos de obstrução (quando a respiração fica comprometida, o nariz obstruído, respiração ocorre mais pela boca e há roncos a noite) ou quando ocorrem infecções de repetição como adenoidites e otites. Portanto a indicação para a cirurgia depende do quadro clinico do paciente.

Alergia piora a adenoide?

Verdade. Pessoas com rinite alérgica possuem um fator inflamatório aumentado (relacionado a alergia). O aumento da inflamação provoca um aumento da adenoide. Essas pessoas têm então dois fatores para causar obstrução nasal: a rinite e a adenoide.

Leia também: Tosse: tipos, causas e o que fazer

Operar e tirar a amígdala e adenóide pode causar danos a imunidade?

Mito. O sistema imunológico do organismo está situado em vários locais. Ao remover uma parte dele, o restante assume totalmente a defesa do corpo.

Outro ponto importante é considerar que a cirurgia só será indicada em pessoas nas quais essa glândula cause problemas (obstrução e/ou infecção). Dessa maneira há benefício ao organismo e não malefício.

 

Fonte: MedPrimus

 

 

Leia mais...

Você sabia que o teste auditivo previne danos permanentes?

Os danos as células nervosas do aparelho auditivo podem ser causados por coisas simples e cotidianas, principalmente nos tempos de hoje. Como por exemplo, fazendo uso de fones de ouvido para assistir vídeos, músicas e séries favoritas.

Para evitas esses danos, que são irreversíveis, é importante fazer o teste de audição, conhecido também como audiometria. Ele identificará qualquer tipo de distúrbio, avaliando a qualidade de audição do paciente.

Caso seja identificado qualquer tipo de anormalidade durante o teste, o médico especialista avalia o tipo da alteração, medindo também o grau do mesmo. Com esse diagnóstico, haverá uma orientação ao paciente sobre o tratamento adequado, a fim de evitar o seu agravamento.

Leia também: A importância do olfato e paladar na sua saúde geral

É necessária a realização do teste auditivo?

Somente no Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência auditiva, e as causas são diversas, por pessoas de idades distintas. Por esta razão, o acompanhamento é fundamental no primeiro sinal de dificuldade para ouvir.

Quando negligenciado os sintomas e a realização do teste de audição, as complicações podem ser maiores, como a surdez permanente.

Mesmo que não haja um sintoma específico, é fundamental o teste. Você pode inseri-lo na lista de check-up anual. Pois, o exame é capaz de detectar distúrbios silenciosos que se apresentam discretamente até a sua evolução,e, identificados precocemente, serão corrigidos de forma simples com os aparelhos auditivos.

A importância da audiometria 

Como estamos constantemente expostos a poluição sonora, principalmente nas grandes cidades, os cuidados e acompanhamento com o sistema auditivo devem ter relevância.

Buzinas, músicas, os sons no percurso do trabalho, faculdade e casa, motores; ao nosso entendimento, são vistos como parte do cotidiano, porém, causam prejuízos. E ainda, se aliados aos maus hábitos, que adquirimos ao longo dos anos, como: fone de ouvido no volume máximo, conversas em excesso ao telefone, exposição em ambientes com ata freqüência sonora sem a devida proteção, são uma das principais causas da perda auditiva moderna.

Cuidando da sua saúde auditiva, através de medidas simples, como o teste auditivo, você previne e evita danos maiores e garante qualidade de vida.

 

 

Fonte: Direito de Ouvir

Leia mais...

Obesidade e perda auditiva: você sabia que há relação?

Que obesidade é coisa séria todos já sabem. E os benefícios de perder peso são muitos, além de se manter saudável, voltar a usar aquele velho jeans pode ser motivo de muita satisfação. E agora, você tem mais uma razão: é uma forma de ajudar a proteger a sua saúde auditiva.

É isso mesmo. Embora muitas causas da perda auditiva sejam obvias, como envelhecimento e exposição prolongada a sons altos, outros fatores não são tao aparentes, entre eles, o seu peso.

Muitos estudos demonstram que a obesidade pode se tornar uma causa da perda auditiva, apontando que a sua audição está conectada a sua saúde de forma geral e como é importante manter um estilo de vida saudável.

Obesidade e perda auditiva

Você deve estar se perguntando como o seu peso interfere no que você ouve. A resposta não é tao complicada quanto você pode estar imaginando.

Nosso ouvido tem minúscula células ciliadas que detectam o som no ouvido interno e enviam para o cérebro. Mas, para funcionar perfeitamente, o ouvido precisa de um fluxo estável de sangue e de oxigênio.

O problema é que a obesidade causa uma série de problemas de saúde, incluindo os problemas vasculares que prejudicam o fluxo sangüíneo nos ouvidos e afetam diretamente a sua capacidade de ouvir.

Um estudo americano acompanhou cerca de 68 mil mulheres ao longo de 20 anos. O resultado mostrou que aquelas com menor índice corporal e que realizaram mais atividades físicas tiveram 17% a menos de chances de desenvolver perda auditiva. Já aquelas com sinais de obesidade foram até 27% mais propensas a perder a audição. O resultado variou de acordo com a gravidade e de suas preocupações com o peso.

LEIA TAMBÉM: Como se adaptar a perda de audição?

Outras condições relacionadas a obesidade

A questão cardiovascular é apenas uma causa da perda auditiva relacionada a obesidade. Estar acima do peso pode contribuir para o surgimento de outras doenças que prejudicam a audição.

Um exemplo é a diabetes: cerca de 90% dos pacientes com diabetes tipo 2 estão com sobrepeso ou obesidade e possuem o dobro de chances de desenvolver perda auditiva.

Outro exemplo é a doença cardíaca: condição reduz a circulação no corpo, prejudicando o fornecimento de sangue e oxigênio necessários para manter a sua audição saudável.

Corpo saudável, audição saudável 

Se alimentar de forma equilibrada e fazer exercícios regularmente, é a melhor maneira de se manter uma boa saúde. Caminhadas e corridas, exercícios cardiovasculares, manterão a sua audição em perfeito estado.

Vale salientar que é importante que a mudança de habito seja feita com acompanhamento profissional, garantindo assim, o equilíbrio entre as suas necessidades e limitações.

Quaisquer alterações na sua audição, procure o seu profissional de saúde auditiva para que seja feito o monitoramento correto, com a devida assistência.

 

Fonte: Direito de Ouvir

Leia mais...

Como se adaptar a perda de audição?

Apesar do avanço tecnológico, a perda de audição ainda traz um estigma. E se for necessária a utilização de aparelhos auditivos, a receptividade costuma ser negativa. As pessoas sentem que estão ficando velhas ou que a sua vida vai mudar drasticamente.

Se por acaso você está passando por isso, é importante que saiba que não precisa sofrer em silencio. Pois, é possível se adaptar a perda auditiva e ter uma vida normal. Separamos cinco dicas que podem ser úteis caso esteja passando por essa fase.

Seja realista com a sua perda auditiva 

Através do reconhecimento e aceitação da sua dificuldade auditiva, dá-se o primeiro passo para que você se adapte a ela. Se sentir envergonhado ou se recusar a aceitar os sintomas da perda de audição te levam a sentimentos ligados a perda e escassez, que te leva ao negativismo. A aceitação te prepara para reagir e procurar a ajuda necessária para se adaptar a sua nova realidade.

LEIA TAMBÉM: Quais são as causas da perda auditiva e como descobri-las?

Busque conhecimento

Da mesma forma que você está lendo este artigo para informar-se e aprender a se adaptar a perda auditiva, busque informar-se sobre as causas da perda dela e os tratamentos para tal. Sobre os avanços em relação aos aparelhos auditivos hoje e outros assuntos relacionados. O nosso blog conta com conteúdos informativos sobre o tema, que podem trazer esclarecimento a respeito do assunto. Dessa forma, você perceberá que não está sozinho e de que é possível reverter quadros, situações, como também a sua perspectiva da perda de audição.

Seja honesto com amigos e familiares 

Quando pessoas próximas, sejam amigos ou familiares estão cientes da sua perda auditiva, farão o que for possível para facilitar a sua compreensão e entender um pouco mais sobre o tema. Portanto, falar a verdade para aqueles que estão ao seu redor e explicar o que você precisa deles, é a melhor alternativa. Você pode pedir para que eles chamam a sua atenção antes de iniciar uma fala, que olhem para você ao conversar ou que fiquem mais próximos quando estiverem falando com você. É certo que essas pequenas mudanças nos hábitos farão um bem e te ajudarão.

Busque melhores situações para ouvir

Talvez você não saiba, mas nós usamos ouvidos, olhos e cérebro para dar sentido a nossa fala. E isso significa que se você tem dificuldades ou alguma limitação para ouvir, pode usar os outros sentidos no intuito de entender o que está sendo dito. Para isso, procure estar em locais com menos ruídos de fundo, se estiver em casa, por exemplo, pode desligar a TV ou outro aparelho de som quando for conversar. Em locais públicos, você pode procurar uma área com menor fluxo de pessoas para minimizar os barulhos.

LEIA TAMBÉM: 6 medidas para a prevenção da surdez em crianças? 

Procure um profissional de saúde auditiva 

Nenhuma das dicas acima serão validas se você não procurar a ajuda de um especialista. A perda auditiva é um problema de saúde, o que significa que você precisa buscar um profissional da área. Ele pode identificar as causas dessa perda, o que consequentemente, permitem um tratamento adequado. Afinal, ele pode indicar os aparelhos auditivos que atendam as suas especificidades. Não subestime a importância da sua saúde auditiva e procure um especialista.

 

Fonte: Direito de Ouvir

 

Leia mais...

Quem sofre com enxaqueca pode ter mais chance de perda auditiva

A enxaqueca tem algumas características marcantes, que, para quem costuma ter crises, não é nenhuma novidade. estão entre a intensa dor de cabeça, acompanhada a sensibilidade a luz e som, náuseas e problemas de visão, entre outros.

Essa doença atinge creca de 31 milhões de brasileiros e pode abrir portas para outros problemas de saúde, e a perda auditiva, é uma delas.

Diversos estudos demonstram que pessoas que sofrem de enxaqueca podem ter mais chances de desenvolver alguma dificuldade auditiva, do que aqueles que não padecem com as dores de cabeça.

LEIA TAMBÉM: Como será o aparelho auditivo no futuro?

Enxaqueca e e perda auditiva

E de que forma uma doença neurológica poderia estar associada a sua audição? De diversas formas, é o que responde um estudo publicado no American Journal of Otolaryngology.

Entre as descobertas, os pesquisadores evidenciaram que dois terços dos pacientes com enxaqueca tinham mais anormalidades nos testes eletrofisiológicos auditivos – inclusive entre aqueles com audição normal. É utilizado no teste emissões otoacústicas, que serve para identificar alterações precoces na orelha interna, que futuramente, podem aparecer como perda auditiva.

A sugestão dos pesquisadores é de que a falta de fluxo sangüíneo nas células ciliadas da cóclea causada pela enxaqueca pode prejudicar o funcionamento do sistema auditivo. Com o passar do tempo, isso pode resultar em perda auditiva neurossensorial, o tipo mais comum e que geralmente é tratada com aparelhos auditivos.

Também foi realizado um outro estudo em Taiwan comprovando a ligação entre as duas as duas doenças. Segundo os pesquisadores, a enxaqueca aumenta em ate 50% as chances de uma adquirir perda auditiva neurossensorial súbita (SSHL – sigla em inglês).

Essa condição rara é caracterizada por uma perda de audição rápida e sem explicação em uma ou ambas orelhas,  que ocorre imediatamente ou em alguns dias. Embora seja difícil determinar uma causa da perda auditiva súbita, a associação desse problema auditivo e a enxaqueca fornecem algumas pistas para os cientistas.

Além de que, as pessoas que sofrem com enxaqueca, costumam ter uma maior incidência de zumbido no ouvido, em comparação com a população comum.

O que fazer?

O apontamento desses dados não serve para assustar você, que tem enxaqueca, e sim, para alertá-lo. Se você costuma ter essas crises, é importante intensificar a atenção com a sua saúde auditiva.

Se esse é o seu caso, o mais recomendável é que você faca um acompanhamento neurológico, visando encontrar um tratamento adequado de acordo com a gravidade da enxaqueca.

LEIA TAMBÉM: 9 curiosidades sobre a perda auditiva e formas de prevenção 

Também é importante realizar o teste de audiometria  com freqüência para evitar que a dor de cabeça se torne uma causa da perda auditiva. Com o tratamento adequado é possível identificar problemas auditivos precocemente.

No caso da perda auditiva súbita, é primordial que você busque ajuda médica imediatamente para realizar testes de audição e uma ressonância magnética do cérebro, caso necessário. O tratamento envolve esteróides e, quando a perda é irreversível, os aparelhos auditivos ou implantes cocleares podem ajudar a recuperar parte da audição.

Fonte: Direito de Ouvir 

Leia mais...

Conheça as principais causas do ouvido entupido

A sensação do ouvido entupido costuma incomodar bastante e pode ter diversas causas, desde as mais simples, como por exemplo, a mudança de altitude, seja na decolagem de um avião ou descida de uma serra, como outras causas que precisam de orientação médica.

O excesso de cera no canal auditivo é também um dos fatores que pode trazer esse incômodo. A entrada de água e uso de hastes flexíveis podem empurrar a cera para o fundo do conduto, causando assim, o entupimento e dores no ouvido. Nesses casos, é importante buscar um especialista para que o cerume seja removido.

LEIA TAMBÉM: 9 curiosidades sobre perda auditiva e formas de prevenção

Outro caso comum de entupimento, é na prática de natação ou mesmo no banho, e o ideal, é que não seja tomada nenhuma medida caseira para o problema, visto que, pode-se agravar a situação. O acúmulo de água pode gerar infecção no ouvido, que são o caso das otites. A procura do otorrinolaringologista é fundamental para saber se houve algum dano.

A disfunção na trompa de Eustáquio também tem como sintoma o ouvido entupido. Problema que atinge, aproximadamente 30% da população, causando obstruções recorrentes, como também otite, meningite e até mesmo perda auditiva. A trompa de Eustáquio faz comunicação entre o nariz com o ouvido e tem a função de ventilar e drenar o ouvido médio. Quando está obstruída, o ar não passa, provocando sintomas como autofonia, sensação de ouvido tapado e zumbido. Geralmente, a solução é cirúrgica.

LEIA TAMBÉM: Disfunção da trompa de Eustáquio: o que é e como tratar?

Seja qual for a causa do entupimento do ouvido, vale ressaltar que é contraindicado o uso de remédios sem orientação médica, visto que, sem entendimento da causa do problema, podem haver implicações por conta de uso inadequado. Assim como a introdução de outros objetos ou hastes flexíveis também não é recomendado, pois podem haver danos irreversíveis a membrana timpânica, provocando perda auditiva. Ao menor sinal de ouvido entupido, procure um especialista.

 

Fonte: Direito de ouvir

Leia mais...

Como será o aparelho auditivo no futuro?

Há cerca de 10 anos, audiologistas e otorrinolaringologistas festejavam a chegada da tecnologia digital aos aparelhos auditivos. No já distante ano de 2007, vislumbrou-se que o “aparelho auditivo do futuro”  teria vários canais independentes de frequência, microfones direcionais, filtros abafadores de ruído, conexão à internet… E o futuro chegou com essas e outras possibilidades!

Apesar dos benefícios acima descritos, os usuários de aparelhos auditivos e implantes cocleares continuam vivenciando uma enorme dificuldade: compreender a fala em ambientes com ruído, num mundo cada vez mais barulhento.

Os autores do editorial deste mês da revista The Hearing Journal entendem que poderemos finalmente vencer essa dificuldade, inaugurando uma nova década de avanços para a tecnologia auditiva. Essa expectativa baseia-se nos mais recentes achados em pelo menos 3 linhas de pesquisas: A interação cognitiva, o “beamformer” binaural e o direcionamento visual do foco auditivo.

 

Tecnologia Auditiva Cognitiva

Os aparelhos auditivos com tecnologia digital já são capazes de abafar ou reduzir o ruído ambiente. Entretanto, num ambiente em que hajam várias pessoas falando, pouco pode ser feito atualmente para ajudar o usuário a ouvir exatamente a voz que ele deseja.

Uma das soluções para isso pode ser o uso de aparelhos auditivos controlados cognitivamente através da decodificação da atenção auditiva (em inglês, auditory attention deconding – AAD)

Num artigo de agosto deste ano na Journal of Neural Engeneering os pesquisadores foram capazes de usar sinais captados da atividade cerebral dos ouvintes para separar a voz desejada das demais. Seguindo esse modelo, os aparelhos auditivos do futuro – munidos de sensores cerebrais – serão capazes de distinguir exatamente a voz na qual o usuário está tentando se concentrar,  aplicando a amplificação apenas a ela e descartando as demais.

Segundo a pesquisadora Nima Mesgarani, várias empresas já demonstraram interesse nessa abordagem. Entretanto ela adverte dos desafios que ainda estão pela frente: “Nós precisamos de uma maneira robusta e pouco invasiva de medir os sinais neurais, de algoritmos poderosos o suficiente para analisar os sons do ambiente dependendo da tarefa que ele está envolvido, além de conseguir colocar todas essa capacidade de processamento no dispositivo pequeno.”

LEIA TAMBÉM: 6 MEDIDAS PARA A PREVENÇÃO DA SURDEZ EM CRIANÇAS

 

Tecnologia de Beamformimg Binaural

Beamforming (ou filtragem espacial) é uma técnica de processamento para transmissão ou recepção direcional de sinais. Como exemplo, ela já utilizada em alguns roteadores Wi-Fi (figura). A conjugação entre as antenas permite levar o sinal de internet mais longe em direção a um dispositivo específico.

No caso dos aparelhos auditivos, a filtragem espacial (ou beamforming) pode fazer uso dos vários microfones nos dois aparelhos auditivos, um de cada lado, de maneira ainda mais efetiva. Pelo menos uma empresa de aparelhos auditivos (Phonak) e de implantes cocleares (Advanced Bionics) já fazem uso dessa técnica para aplicação de captação direcionada de som.

A novidade está na possibilidade observada num estudo do  pesquisador Jorge Mejia, do HEARing Cooperative Center, em Melbourne. No artigo sobre aparelhos auditivos controlados pela mente os autores utilizaram um eletrodo originalmente desenvolvido para a indústria de jogos eletrônicos. Com isso, eles foram capazes de captar a atividade cerebral para medir o esforço auditivo em diferentes simulações.

É bem provável que o aparelho auditivo do futuro será capaz de reconhecer o nível de esforço que seu usuário está fazendo para tentar entender a fala. Com essa informação, ele poderá usar a filtragem espacial altamente direcionada quando for o caso. Contrariamente, caso os sensores cerebrais demostrem pouco esforço auditivo, os microfones permaneceriam captando os sons de todas as direções.

 

Aparelhos Guiados pela Visão

A terceira linha de pesquisa parte de um estudo publicado em julho deste ano. Nele, os pesquisadores associaram a filtragem espacial (beamforming) descrita anteriormente a um mecanismo para rastrear o olhar do usuário dos aparelhos.

Segundo essa técnica, 16 microfones (8 de cada um dos aparelhos, lado a lado) formariam um campo altamente direcionado para captação do som. Tendo a informação da direção em que o usuário do aparelhos está olhando, os aparelhos do futuro serão capazes de realizar um “foco auditivo” amparados por uma mira visual.

 

Quarto Desafio: O Preço

Tecnologia de ponta quase sempre significa dólares, muitos dólares… Num país onde boa parte das pessoas não tem acesso às necessidades básicas de saúde, o avanço da tecnologia nos dispositivos médicos eleva enormemente o custo de todo o sistema. Assim, é importante que os governos guiem os centros de pesquisa também para o barateamento das tecnologias já consagradas, sem diminuir a busca por novas soluções. Esse investimento pode levar aparelhos auditivos para um grande número de pessoas que precisam, mas não têm como pagar os altíssimos preços atualmente praticados.

 

Fonte: Portal Otorrino 

Leia mais...

9 curiosidades sobre perda auditiva e formas de prevenção

A audição é ameaçada constantemente pela poluição sonora. O barulho do trânsito, o som alto das festas e de aparelhos como o MP3 player prejudicam muito a saúde auditiva e podem causar danos irreversíveis.

Para saber mais sobre a perda auditiva e formas de prevenção, confira nove pontos importantes listados pelo otorrinolaringologista Julio Miranda Gil, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF):

1) Os traumas auditivos ou perdas auditivas induzidas por níveis de pressão sonora elevados eram considerados doenças ocupacionais, já que costumavam surgir por conta de empregos que envolviam altos ruídos sem o uso de equipamento de proteção adequado pelo trabalhador.

O que se vê hoje em dia é que o problema também é causado pelo barulho causado pelo trânsito e por diversas atividades de lazer, como ouvir música alta e utilizar fones de ouvido, e ainda frequentar discotecas;

2) Os principais fatores envolvidos com a perda auditiva são exposição a ruídos e predisposição individual, sendo que se sabe que pessoas brancas são mais suscetíveis que as negras, principalmente as com olhos azuis;

3) Quem fala alto deve ser submetido a uma audiometria, embora, na maioria dos casos, é apenas um costume individual ou familiar, como deixar o som alto do rádio ou TV;

4) A perda auditiva pode permanecer e tende a ser maior quanto mais tempo a pessoa é exposta a ruídos.

Costuma ser neurossensorial, ou seja, acomete o nervo auditivo, é irreversível e pode ser de leve a moderada, com perda de até 40% da audição;

5) A prevenção começa a partir do conhecimento de que a perda auditiva está relacionada com o volume do barulho e o tempo de exposição.

Então, se a pessoa está em uma discoteca, onde o volume da música e dos ruídos pode chegar a 100dB (decibéis), especialmente próximo às caixas de som, deve ir a uma área externa ou mais calma por cerca de 15 minutos com o intuito de que o sistema auditivo se repare.

Isso vale também para o trânsito, que pode chegar até 105dB. Quem trabalha próximo a pontos de ônibus ou ruas movimentadas, por exemplo, deve fazer uso de abafadores de ouvido.

Aqueles que estão só de passagem podem ficar nesse ambiente por, no máximo, uma hora;

6) Perto de 5% das perdas auditivas são creditadas ao uso de MP3 ou outros aparelhos eletrônicos. A orientação é de que o volume do fone de ouvido seja ajustado em um ambiente silencioso.

Quando a pessoa vai à rua ou a algum lugar com ruído externo, o volume não deve ser aumentado. A mesma dica vale para quando se escuta música dentro do carro.

Se o som do fone de ouvido é percebido por alguém a mais de um metro de distância, é sinal de que está muito alto. Opte sempre pelos aparelhos mais modernos que possuem limitador de volume e, mesmo assim, acerte o volume para 60% do limite, no máximo;

LEIA TAMBÉM: OS DIVERSOS PROBLEMAS DE SAÚDE RELACIONADOS A NOITES MAL DORMIDAS

7) Os limites de tolerância para ruído ou barulho variam de acordo com a intensidade (volume) e o tempo de exposição. Começa a ser lesivo a partir de 85dB.

Pode-se ficar até oito horas a 85dB, quatro horas a 90dB, uma hora a 100dB, 15 minutos a 110dB e sete minutos a 115dB;

8) O diagnóstico de perda auditiva é realizado por meio de consulta médica (com exame físico específico dos ouvidos) e exame audiométrico;

9) Se o paciente tem um trauma auditivo agudo, pode-se apostar em algumas medicações para reverter o quadro. Caso seja crônico, é irreversível.

 

Fonte: gazetaweb.com

Leia mais...

Deficiência Auditiva: Causas, Consequências e Tratamentos

Tecnicamente, a deficiência auditiva pode ser chamada por 3 termos: Surdez, perda auditiva e disacusia. O termo deficiência auditiva (DA) é aqui usado como qualquer alteração ou redução na capacidade natural de ouvir.

A audição é um dos mais frágeis dentre os 5 sentidos humanos mais conhecidos. Devido a essa fragilidade, não é raro aparecer nos consultórios pacientes que perderam a audição num curto período de tempo subitamente. Perdas auditivas assim podem ser resultado de barulhos muito altos ou uso de medicamentos tóxicos para a audição, dentre outras causas. Essas e outras situações podem – de um dia para o outro – transformar alguém que ouve perfeitamente, num deficiente auditivo para sempre.

 

Tipos e Graus de Deficiência Auditiva

deficiência auditiva pode ser classificada em graus, de acordo com a medida dos limiares auditivos. Limiares auditivos são os sons mais baixos que cada pessoa consegue ouvir. Aqueles que têm audição normal, possuem um limiares em torno de 20-25 decibéis em todas as frequências. A medida que esses limiares vão aumentando, a audição piora.  Assim, classificamos o grau de perda segundo a tabela ao lado.

Também podemos classificar a deficiência auditiva em tipos: Condutiva, neurossensorial ou mista.

DA condutiva é causada por um problema mecânico na transmissões das ondas sonoras. Para chegar ao seu destino, as vibrações devem passar através do conduto auditivo externo, tímpano e ossículos da orelha média. O acúmulo de cerúmen e as otites são exemplos de causas de DA do tipo condutivo. A maior parte das deficiências desse tipo pode ser corrigida com algum tratamento.

DA neurossensorial acontece por lesão de estruturas neurais, principalmente as células ciliadas presentes dentro da cóclea. Elas desempenham o papel de receptores das ondas sonoras vibratórias, transformando-as em impulsos elétricos que são enviados pelo nervo auditivo ao cérebro. As perdas auditivas desse tipo podem ter várias causas (tabela abaixo) e quase sempre são irreversíveis.

As DA mistas são uma soma dos dois mecanismos anteriormente descritos.

LEIA TAMBÉM: IMPLANTE COCLEAR: O GUIA COMPLETO

 

Fala e Linguagem

Outra classificação tem a ver com o momento do aparecimento da deficiência auditiva em relação à aquisição da fala e da linguagem. Nela, chamamos de surdez pré-lingual as DA que surgem antes da criança aprender a falar e/ou ler. De forma oposta, a DA que surge após a criança adquirir alguma habilidade linguística oral ou escrita é chamada de pós-lingual. Essa classificação é da maior importância no tratamento e na expectativa de resultado da reabilitação auditiva. Isso acontece pela falta de estímulos sonoros e de fala durante os primeiros anos, impedindo a boa formação das conexões neuronais da via auditiva e do processamento cerebral da fala.

 

Causas de Deficiência Auditiva

Embora não consigamos descobrir a origem da deficiência auditiva em todas as pessoas que buscam tratamento, enumero abaixo suas principais causas conhecidas:

Surdez Condutiva Surdez Neurossensorial
Acúmulo de cerúmen ou corpos estranhos Genética
Otites externas e médias Envelhecimento
Otosclerose Medicamentos tóxicos para o ouvido
Malformações da orelha média e externa Exposição a sons muito altos
Perfurações do tímpano Doença de Ménière
Traumatismos Malformações da orelha interna
Tumores Traumatismos
Alergias Autoimune
Tumores do sistema nervoso central

 

Consequências da Deficiência Auditiva

A consequência mais evidente das perdas de audição é a incapacidade de ouvir os sons ambientes, especialmente a fala. Entretanto, muitos outros prejuízos menos óbvios começam a se instalar na sequência da incapacidade de se engajar em conversas. A medida em que a deficiência auditiva se instala, seus desdobramentos passam a afetar a vida social, familiar, o trabalho, além da saúde mental e física.

Nesse sentido, vale destacar dois dos achados mais recentes, de consequências cognitivas das perdas auditivas, um em idosos e outro em crianças. Nos mais velhos, já está claro que a deficiência auditiva é um dos principais fatores de risco evitáveis para o desenvolvimento de demências como o Alzheimer.

Já nas crianças, inúmeros estudos vêm demonstrando que aquelas com perdas auditivas estão sujeitas a alterações nas funções executivas do cérebro, um conjunto muito importante de mecanismos cerebrais responsáveis pelo planejamento e execução de atividades.

As consequências da perda auditiva são listadas abaixo:

  • Dificuldade de comunicação
  • Vergonha, culpa, raiva
  • Isolamento social
  • Dificuldade de relacionamento
  • Dificuldades acadêmicas
  • Dificuldade familiar
  • Dificuldades no trabalho
  • Alterações do humor
  • Alterações de memória
  • Demências e Alzheimer
  • Baixa auto-estima
  • Pouca autonomia
  • Disfunção sexual

Tratamentos da Deficiência Auditiva

Não existe um tratamento único para a deficiência auditiva. A escolha do método terapêutico depende pelo menos dos seguintes fatores: idade, duração, tipo e grau de perda auditiva, causa da perda.

Um grande número de pessoas com perdas auditivas condutivas pode ser tratada de maneira curativa, através de medicamentos ou cirurgias. Como exemplo, existem as timpanoplastias usadas para corrigir perfurações no tímpano ou a estapedectomia para tratar a surdez decorrente da otosclerose. Os diferentes tipos de otites medias também podem ser bem tratadas. Nessas inflamações, o uso de medicamentos ou de tubos de ventilação pode tratar também a audição.

Já os casos de deficiências auditivas neurossensoriais quase sempre serão tratados com auxílio de dispositivos tecnológicos desenvolvidos para a reabilitação auditiva. São eles:

  • Aparelhos Auditivos
  • Implantes Cocleares
  • Implantes de orelha média
  • Próteses Auditivas Ancoradas ao Osso (surdez unilateral)

Além dos tratamentos mencionados, grande parte dos pacientes podem ter benefício das diferentes técnicas de terapia fonoaudiológica direcionadas a reabilitação e ao treinamento auditivo.

 

Fonte: Portal Otorrino

Leia mais...