Dicas Gerais

Como se adaptar a perda de audição?

Apesar do avanço tecnológico, a perda de audição ainda traz um estigma. E se for necessária a utilização de aparelhos auditivos, a receptividade costuma ser negativa. As pessoas sentem que estão ficando velhas ou que a sua vida vai mudar drasticamente.

Se por acaso você está passando por isso, é importante que saiba que não precisa sofrer em silencio. Pois, é possível se adaptar a perda auditiva e ter uma vida normal. Separamos cinco dicas que podem ser úteis caso esteja passando por essa fase.

Seja realista com a sua perda auditiva 

Através do reconhecimento e aceitação da sua dificuldade auditiva, dá-se o primeiro passo para que você se adapte a ela. Se sentir envergonhado ou se recusar a aceitar os sintomas da perda de audição te levam a sentimentos ligados a perda e escassez, que te leva ao negativismo. A aceitação te prepara para reagir e procurar a ajuda necessária para se adaptar a sua nova realidade.

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Busque conhecimento

Da mesma forma que você está lendo este artigo para informar-se e aprender a se adaptar a perda auditiva, busque informar-se sobre as causas da perda dela e os tratamentos para tal. Sobre os avanços em relação aos aparelhos auditivos hoje e outros assuntos relacionados. O nosso blog conta com conteúdos informativos sobre o tema, que podem trazer esclarecimento a respeito do assunto. Dessa forma, você perceberá que não está sozinho e de que é possível reverter quadros, situações, como também a sua perspectiva da perda de audição.

Seja honesto com amigos e familiares 

Quando pessoas próximas, sejam amigos ou familiares estão cientes da sua perda auditiva, farão o que for possível para facilitar a sua compreensão e entender um pouco mais sobre o tema. Portanto, falar a verdade para aqueles que estão ao seu redor e explicar o que você precisa deles, é a melhor alternativa. Você pode pedir para que eles chamam a sua atenção antes de iniciar uma fala, que olhem para você ao conversar ou que fiquem mais próximos quando estiverem falando com você. É certo que essas pequenas mudanças nos hábitos farão um bem e te ajudarão.

Busque melhores situações para ouvir

Talvez você não saiba, mas nós usamos ouvidos, olhos e cérebro para dar sentido a nossa fala. E isso significa que se você tem dificuldades ou alguma limitação para ouvir, pode usar os outros sentidos no intuito de entender o que está sendo dito. Para isso, procure estar em locais com menos ruídos de fundo, se estiver em casa, por exemplo, pode desligar a TV ou outro aparelho de som quando for conversar. Em locais públicos, você pode procurar uma área com menor fluxo de pessoas para minimizar os barulhos.

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Procure um profissional de saúde auditiva 

Nenhuma das dicas acima serão validas se você não procurar a ajuda de um especialista. A perda auditiva é um problema de saúde, o que significa que você precisa buscar um profissional da área. Ele pode identificar as causas dessa perda, o que consequentemente, permitem um tratamento adequado. Afinal, ele pode indicar os aparelhos auditivos que atendam as suas especificidades. Não subestime a importância da sua saúde auditiva e procure um especialista.

 

Fonte: Direito de Ouvir

 

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Recomendações para pacientes com rinite alérgica

Espirros, coriza e nariz entupido: todo mundo tem, já teve ou ainda vai ter pelo menos um episódio de rinite. Basta pegar uma gripe ou um resfriado passageiro. Mas, para uma parcela da população, ela faz parte da rotina. É só entar em contato com pó, mofo, ácaros, pólen, pelos de animais ou produtos químicos que o organismo reage com tudo, anticorpos são liberados e a mucosa nasal, inflamada, sofre as consequências.

Por se tratar de uma condição crônica e que muitas vezes repele o tratamento receitado, a Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial acaba de atualizar suas diretrizes para o controle da rinite alérgica. Além de nortear a detecção e o plano terapêutico, o guia propõe orientações para adotar em casa e ainda dá uma palavra sobre o papel da acupuntura e da fitoterapia. Segure o espirro e conheça essas 10 recomendações.

  1. A importância do diagnóstico

Um dos desafios que a rinite alérgica impõe é o diagnóstico e como flagrar o que desperta as crises. É fundamental que seu médico possa traçar minuciosamente seu histórico, apurando os gatilhos e a presença de doenças relacionadas. Asmáticos, por exemplo, tendem a ter mais rinite. Se o fator desencadeante não é identificado nas consultas, testes de alergia (exames de sangue ou os que usam a pele) são bem-vindos.

  1. Pets: cada um no seu quadrado

Sabemos que é difícil manter distância dos animais se você tem um deles em casa. Mas o novo guia pede atenção diante dos pets. Isso porque cães e gatos têm alérgenos que são liberados na saliva, na pele e na urina, além de acumular ácaros nos pelos. O ideal é definir um espaço para o bicho, para evitar que os pelos se espalhem pela casa, e lavar as mãos depois dos afagos.

  1. O ar que você respira

O ar-condicionado pode ser um aliado porque serve como filtro contra a poluição que vem da rua. Isso desde que a manutenção do aparelho esteja em dia. O ar mais gelado e seco em si não provoca rinite, mas pode deixar a mucosa nasal sensível. Daí o conselho de programar uma temperatura amena (entre 24 e 25 ºC) e adotar um umidificador.

  1. Extermínio de ácaros

Esses aracnídeos invisíveis a olho nu são responsáveis pela rinite de boa parte dos brasileiros. Gostam de lugares úmidos e quentes e se alimentam de restos de pele que se misturam à poeira. Para acabar com a festa, conservar a casa limpa e os armários secos é fundamental – e, de bônus, se evita outro patrocinador de alergias, o mofo. Na batalha contra o pó entram pano úmido e aspirador com filtros, que retêm melhor a poeira. Produtos contra ácaros também podem ser requisitados.

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  1. A cama pode ser a fonte do problema

Lençóis, cobertores, colchões e travesseiros são um prato cheio para os ácaros. Assim, trocar e lavar a roupa de cama com frequência (pelo menos uma vez por semana) é a primeira regra de ouro. O manual americano propõe o uso de capas impermeáveis e hipoalergênicas em colchões e travesseiros. Manter os quartos ventilados e a cama exposta ao sol também ajuda.

  1. Para tratar sem sedar

Como antialérgicos têm fama de gerar aquela soneira, as novas diretrizes priorizam a prescrição de anti-histamínicos de segunda geração, que não têm o efeito sedativo típico da primeira classe dessas drogas. Essa nova geração tem outras vantagens: age mais rápido, pode ser usada por um período maior e não interfere no apetite.

  1. Remédios da pesada

Há medicações que só devem entrar em cena  em casos mais graves ou durante as crises. E o principal exemplo aqui são os corticoides, potentes anti-inflamatórios. Os especialistas prescrevem por poucos dias, uma vez que o uso prolongado pode causar retenção de líquido, aumento de peso, mal-estar e até osteoporose. Convém reforçar: como os antialérgicos, eles só devem ser empregados sob orientação.

  1.  Educação imunológica

E se treinássemos o sistema imune para ele deixar de hiper-reagir toda vez que o corpo tem contato com ácaros ou pelos de animais? Esse é o princípio da imunoterapia, uma espécie de vacina que injeta baixas doses de alérgenos com o objetivo de neutralizar a resposta das nossas defesas diante desses corpos estranhos. O manual a coloca como opção quando a alergia é refratária a tratamentos convencionais – e as aplicações podem durar de dois a três anos.

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  1. Apoio das agulhas

Pela primeira vez, o consenso da Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial se posiciona quanto ao uso da acupuntura: ela pode, sim, integrar o combate não medicamentoso à rinite alérgica. A aplicação das agulhas em pontos mapeados pela medicina tradicional chinesa poderia ser utilizada sozinha ou como complemento aos remédios. No Brasil, a técnica ainda não é reconhecida para substituir o tratamento padrão, e o que se alega é a carência de mais pesquisas comprovando seus benefícios. No entanto, ela está longe de ser contraindicada pelos especialistas.

  1. O chá não vai resolver 

Se a acupuntura recebeu o aval contra a rinite, o mesmo não se pode dizer da fitoterapia. O guia desencoraja o uso de ervas medicinais como tratamento, independentemente do meio (infusão, cápsula…). Faltam provas sobre sua segurança e eficiência e ainda existe o risco de efeitos colaterais e interações com remédios prescritos no consultório. Veja: não é que o chá da vovó está proibido, mas é importante saber que não será uma xícara quentinha que resolverá de vez uma crise de rinite.

 

Fonte: Saúde

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Conheça as principais causas do ouvido entupido

A sensação do ouvido entupido costuma incomodar bastante e pode ter diversas causas, desde as mais simples, como por exemplo, a mudança de altitude, seja na decolagem de um avião ou descida de uma serra, como outras causas que precisam de orientação médica.

O excesso de cera no canal auditivo é também um dos fatores que pode trazer esse incômodo. A entrada de água e uso de hastes flexíveis podem empurrar a cera para o fundo do conduto, causando assim, o entupimento e dores no ouvido. Nesses casos, é importante buscar um especialista para que o cerume seja removido.

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Outro caso comum de entupimento, é na prática de natação ou mesmo no banho, e o ideal, é que não seja tomada nenhuma medida caseira para o problema, visto que, pode-se agravar a situação. O acúmulo de água pode gerar infecção no ouvido, que são o caso das otites. A procura do otorrinolaringologista é fundamental para saber se houve algum dano.

A disfunção na trompa de Eustáquio também tem como sintoma o ouvido entupido. Problema que atinge, aproximadamente 30% da população, causando obstruções recorrentes, como também otite, meningite e até mesmo perda auditiva. A trompa de Eustáquio faz comunicação entre o nariz com o ouvido e tem a função de ventilar e drenar o ouvido médio. Quando está obstruída, o ar não passa, provocando sintomas como autofonia, sensação de ouvido tapado e zumbido. Geralmente, a solução é cirúrgica.

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Seja qual for a causa do entupimento do ouvido, vale ressaltar que é contraindicado o uso de remédios sem orientação médica, visto que, sem entendimento da causa do problema, podem haver implicações por conta de uso inadequado. Assim como a introdução de outros objetos ou hastes flexíveis também não é recomendado, pois podem haver danos irreversíveis a membrana timpânica, provocando perda auditiva. Ao menor sinal de ouvido entupido, procure um especialista.

 

Fonte: Direito de ouvir

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9 curiosidades sobre perda auditiva e formas de prevenção

A audição é ameaçada constantemente pela poluição sonora. O barulho do trânsito, o som alto das festas e de aparelhos como o MP3 player prejudicam muito a saúde auditiva e podem causar danos irreversíveis.

Para saber mais sobre a perda auditiva e formas de prevenção, confira nove pontos importantes listados pelo otorrinolaringologista Julio Miranda Gil, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF):

1) Os traumas auditivos ou perdas auditivas induzidas por níveis de pressão sonora elevados eram considerados doenças ocupacionais, já que costumavam surgir por conta de empregos que envolviam altos ruídos sem o uso de equipamento de proteção adequado pelo trabalhador.

O que se vê hoje em dia é que o problema também é causado pelo barulho causado pelo trânsito e por diversas atividades de lazer, como ouvir música alta e utilizar fones de ouvido, e ainda frequentar discotecas;

2) Os principais fatores envolvidos com a perda auditiva são exposição a ruídos e predisposição individual, sendo que se sabe que pessoas brancas são mais suscetíveis que as negras, principalmente as com olhos azuis;

3) Quem fala alto deve ser submetido a uma audiometria, embora, na maioria dos casos, é apenas um costume individual ou familiar, como deixar o som alto do rádio ou TV;

4) A perda auditiva pode permanecer e tende a ser maior quanto mais tempo a pessoa é exposta a ruídos.

Costuma ser neurossensorial, ou seja, acomete o nervo auditivo, é irreversível e pode ser de leve a moderada, com perda de até 40% da audição;

5) A prevenção começa a partir do conhecimento de que a perda auditiva está relacionada com o volume do barulho e o tempo de exposição.

Então, se a pessoa está em uma discoteca, onde o volume da música e dos ruídos pode chegar a 100dB (decibéis), especialmente próximo às caixas de som, deve ir a uma área externa ou mais calma por cerca de 15 minutos com o intuito de que o sistema auditivo se repare.

Isso vale também para o trânsito, que pode chegar até 105dB. Quem trabalha próximo a pontos de ônibus ou ruas movimentadas, por exemplo, deve fazer uso de abafadores de ouvido.

Aqueles que estão só de passagem podem ficar nesse ambiente por, no máximo, uma hora;

6) Perto de 5% das perdas auditivas são creditadas ao uso de MP3 ou outros aparelhos eletrônicos. A orientação é de que o volume do fone de ouvido seja ajustado em um ambiente silencioso.

Quando a pessoa vai à rua ou a algum lugar com ruído externo, o volume não deve ser aumentado. A mesma dica vale para quando se escuta música dentro do carro.

Se o som do fone de ouvido é percebido por alguém a mais de um metro de distância, é sinal de que está muito alto. Opte sempre pelos aparelhos mais modernos que possuem limitador de volume e, mesmo assim, acerte o volume para 60% do limite, no máximo;

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7) Os limites de tolerância para ruído ou barulho variam de acordo com a intensidade (volume) e o tempo de exposição. Começa a ser lesivo a partir de 85dB.

Pode-se ficar até oito horas a 85dB, quatro horas a 90dB, uma hora a 100dB, 15 minutos a 110dB e sete minutos a 115dB;

8) O diagnóstico de perda auditiva é realizado por meio de consulta médica (com exame físico específico dos ouvidos) e exame audiométrico;

9) Se o paciente tem um trauma auditivo agudo, pode-se apostar em algumas medicações para reverter o quadro. Caso seja crônico, é irreversível.

 

Fonte: gazetaweb.com

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Aspiração de corpo estranho é a 3ª maior causa de acidentes fatais com crianças no Brasil

Existe uma enorme variedade de corpos estranhos que podem ser aspirados por crianças. Alimentos como amendoim, feijão e milho, bem como balões de látex e tampas de caneta estão entre os responsáveis pela maioria dos casos de sufocamento causadores de morte por conta da aspiração. A faixa etária mais acometida é entre um e três anos e o sexo masculino o mais prevalente.

O problema ocorre quando há a entrada de objetos dentro do trato respiratório, sendo esta uma causa comum de emergência respiratória em crianças. O reconhecimento e tratamento imediatos são necessários para minimizar as consequências sérias e potencialmente fatais, além de reduzir possíveis complicações e gastos hospitalares relativos a internações.

“Por possuírem vias aéreas menores e uma menor reserva respiratória, as crianças têm maior predisposição a uma rápida e significativa obstrução, com possibilidade de progressão veloz para insuficiência respiratória e parada cardíaca”, explica a otorrinolaringologista Dra. Melissa Avelino.

Segundo a médica, diversos fatores estão envolvidos na ocorrência do problema, entre comportamentais, anatômicos e fisiológicos. “Crianças entre um e três anos estão na fase oral do desenvolvimento psicossexual, apresentando um comportamento exploratório, com a colocação de objetos na boca e no nariz; a dentição incompleta e a presença de vias aéreas mais estreitas também influenciam; bem como, em alguns casos, uma falha no mecanismo de fechamento da laringe, ou o controle inadequado da deglutição e da mastigação; todos esses fatores podem facilitar a aspiração de um corpo estranho” detalha Dra. Melissa.

Membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF), a especialista revela que a maioria dos acidentes dessa natureza ocorre em ambiente doméstico, local onde se encontram inúmeros objetos e situações de risco. “Nem mesmo a presença de um adulto no local é capaz de impedir que os acidentes ocorram, assim, prevenir é fundamental. O risco depende principalmente da facilidade de acesso da criança aos diversos objetos e alimentos que podem ser aspirados, ou seja, é indispensável que pais e cuidadores estejam cientes dos fatores de risco que predispõe a aspiração de corpo estranho, a identificação da aspiração e as noções básicas de desobstrução de via aérea alta”, conclui Dra. Melissa Avelino.

 

Fonte: São Paulo Times

 

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Como prevenir otite, rinite e sinusite nesse verão?

As férias estão aí e muita gente aproveita para viajar, visitar amigos e curtir os dias de céu aberto e tempo agradável. Nada melhor, certo? Exceto quando aquela dor de garganta ou de ouvido atrapalha o recesso tão aguardado. Como prevenir as famosas otites, rinites e sinusites durante o verão?

A assistente social Rute Alves de Souza, de 48 anos, sabe bem o que é isso. Ela coleciona algumas histórias de visitas ao pediatra com o filho, Lucas, durante a infância, por causa desses passeios. “Ele teve infecções de ouvido por causa da água. Reclamava muito da dor e tinha dificuldade para dormir. Tinha sempre que levar ao médico e comprar antibiótico”, lembra.

Segundo o otorrinolaringologista Caio Athayde, do Centro de Otorrinolaringologia (Ceol), esse é um dos principais motivos das queixas que recebe em seu consultório nesta época do ano. “As crises de otite aguda, sem dúvida, são as campeãs”, diz. Mas ele explica que, nem sempre, a culpa é apenas da água. “Se você tiver um acúmulo de cera no ouvido, por exemplo, a água fica retida lá dentro”, acrescenta.

Ele também lembra que o clima quente é muito propício a crises de rinite e sinusite. Além disso, a variação de ambiente, ou simplesmente de temperatura, são suficientes para desencadear uma inflamação. “Pacientes assim devem ter um cuidado redobrado, pois o nariz reage muito mais intensamente a pequenos estímulos”, diz.

O médico dá algumas sugestões de prevenção para pais, pessoas alérgicas ou que têm problemas crônicos de rinite e sinusite:

1) Em dias de piscina ou praia, procure fazer intervalos fora da água. Quanto maior a permeabilidade da pele, mais os ouvidos ficam suscetíveis a infecções causadas pelas próprias bactérias do corpo.

2) Use toalhas molhadas ou bacias com água para diminuir o ar seco durante a estiagem. Isso também vale para quem usa ar condicionado. A falta de umidade resseca as vias aéreas superiores e aumenta as chances de infecções respiratórias.

3) Evite os choques térmicos. Nada de chegar ao hotel e colocar o ar condicionado no mínimo. Segundo estudo realizado pela USP, os choques térmicos são os principais responsáveis por crises alérgicas em pessoas que passam longos períodos em ambientes climatizados.

4) Mantenha os ambientes bem ventilados. Alugar casas que ficaram fechadas por muito tempo pode agravar a asma ou a rinite. O calor e a umidade fazem os ácaros se proliferarem em espaços fechados.

5) Utilize tampões de ouvido ou protetores de silicone quando nadar. É uma boa saída para pessoas que têm predisposição a infecções auriculares.

6) Consulte um otorrinolaringologista antes de viajar, pois ele pode ajudar a tratar inflamações que já começaram e podem se agravar durante as férias no primeiro contato com poeira, água, mofo ou outros agentes.

 

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Ar condicionado: como enfrentar o calor sem colocar a saúde em risco?

Mal entramos no verão e já estamos sofrendo com o calor há muito mais tempo. E para aplacar o calor intenso, dá-lhe ar condicionado – em casa, no trabalho, no carro, no ônibus (quando este último funciona, é claro).  Mas é bom ter cuidado porque esta sensação de alívio pode ser acompanhada de consequências perigosas à saúde.

De acordo com o otorrinolaringologista Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), o ideal é que, para evitar choque térmico, seja mantida uma diferença de até 8°C entre a temperatura do ambiente externo e do local onde o ar condicionado está ligado.

“Porém, sabemos que em muitas regiões do país a temperatura ultrapassa os 35°C, dessa forma, é pouco provável que as pessoas aceitem manter o equipamento funcionando em 27°C. Assim, uma alternativa é nunca ficar em frente à saída de ar do aparelho, pois o ar frio paralisa os mecanismos de defesa do nariz, pode gerar dilatação e congestão nasal, resultando em predisposição a inflamações, infecções e crises de rinite e rinossinusite”, alerta o otorrinolaringologista.

Saiba como evitar o choque térmico e quais são os perigos da falta de manutenção do aparelho. Além disso, conheça os cuidados necessários com o filtro no automóvel e a importância da qualidade do ar no ambiente interno. O médico dá ainda dicas de saúde para as vias respiratórias nesta época do ano.

 

1 – Atenção ao prazo para manutenção

Segundo Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista, o ar condicionado deve passar por uma manutenção regular, efetuada por profissional especializado, seguindo o manual do fabricante. “Quando isso não ocorre, os micro-organismos e poluentes ficam circulando no ar, aumentando a ocorrência de doenças respiratórias. A exposição prolongada das pessoas a esses ambientes pode desencadear ou agravar alergias respiratórias, como rinite e asma, além de infecções, como pneumonia e pneumonite por hipersensibilidade”, destaca o médico.

 

2 – Ar condicionado do automóvel

Os veículos também requerem cuidados especiais, principalmente nas grandes cidades, já que, devido ao volume intenso de trânsito, a maioria das pessoas fica muitas horas dentro dos carros, ou seja, mais expostas aos riscos. “O filtro do ar condicionado do automóvel também precisa ser limpo regularmente, pois, com o uso, as impurezas captadas no ambiente externo saturam o filtro e contaminam o ambiente”, explica Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista.

O membro da ABORL-CCF ressalta mais um detalhe que aumenta a necessidade de precaução em relação ao ar em veículos. “O gás expelido pelo motor pode contaminar o ambiente interno do automóvel – fora isso, quanto maior for o número de pessoas dentro do carro, maior será a saturação da qualidade do ar. É recomendado, além da manutenção e regulagem adequada do sistema, abrir as janelas por alguns momentos, alternando o modo de ventilação periodicamente”, afirma.

 

3 – Baixa umidade do ar

O uso constante do ar condicionado causa ressecamento do ar no ambiente. Uma maneira de minimizar esse problema é utilizar recursos que ajudem a umidificar as vias respiratórias. “Aplique soro fisiológico isotônico a 0,9% ou gel nasal (soro fisiológico em gel) sempre que sentir necessidade, beba água de forma regular – um copo de hora em hora, no mínimo dois litros por dia -, e para aqueles que trabalham em locais onde há ar condicionado central e não é possível controlar a temperatura do ambiente, vale a pena ter um agasalho à mão para se proteger do frio e manter o corpo aquecido”, finaliza o especialista.

 

Fonte: Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF)

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Lavagem nasal com soro e seringa em bebês: quais cuidados tomar?

Muitos profissionais da saúde têm recomendado usar de jatos de soro fisiológico na seringa para descongestionar as vias nasais dos bebês.

Mas, segundo alguns profissionais e especialistas, esse procedimento pode ser nocivo e também pode agravar o quadro do bebê. Os vídeos que estão circulando pelas redes sociais não estão revelando os riscos desta prática,e muitas mães estão adotando esse método sem consultar um pediatra ou otorrino.

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A prática consiste em jogar 10 ml de soro fisiológico no nariz do bebê, limpando assim as vias respiratórias, e no vídeo parece ser inofensiva. O soro fisiológico pode até ser bom para hidratar a mucosa, mas o problema é o jeito que a lavagem é feita. A otorrinolaringologista Dra. Vania Paz não concorda com este tipo de descongestionamento caseiro. De acordo com a médica, o nariz dos bebês tem a mucosa nasal muito sensível, e isso pode acabar ferindo a parede das vias aéreas e até romper vasinhos,o que poderia causar sangramentos.

Em casos piores, pode até causar otite se aplicado de maneira errada. Em contrapartida, a otorrino Gabriele Leão Stralliotto aponta que a lavagem até pode ser feita, mas de forma extremamente delicada. Ele orienta é usar no máximo 1 ml de soro para bebês e 5 ml para crianças, com uma seringa menor e tomando muito cuidado. Basta empurrar o êmbolo devagar para não pressionar muito, pois isso faz com que o catarro vá para os ouvidos.

Ela também recomenda que, nos bebês de até 6 meses, essa prática seja feita com um conta-gotas ao invés de uma seringa. Uma dica importante é que quando for lavar o nariz de uma criança, ela deve estar com a cabeça abaixada para frente e nunca para trás, pois assim será mais difícil do soro ir parar no ouvido. Se o nariz de seu filho estiver muito entupido, sempre peça ajuda ao pediatra ou um médico especializado.

 

Fonte: jornalciencia

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Como lidar com a Rinite Alérgica?

A rinite alérgica é um problema de origem hereditária, ou seja, transmitida geneticamente. Algumas pessoas ao herdarem dos pais certas características genéticas ficam sujeitas a desenvolverem vários tipos de alergia, como: rinite alérgica, urticária, alergia a medicamentos, dermatites de contato, eczemas etc. Essas pessoas são denominadas atópicas.

A intensidade da reação alérgica é variável de pessoa para pessoa e isso se deve ao grau de herança genética que ela herdou.

Os elementos do meio ambiente que desencadeiam a crise alérgica são denominados  alergênicos.

Ao entrar em contato com os alergênicos, o organismo reconhece-o como agente agressor e desenvolve uma reação antígeno-anticorpo, sendo liberadas nos tecidos, substâncias responsáveis pelos sintomas da alergia. Entre estas substâncias está, principalmente, a HISTAMINA, que provoca uma reação inflamatória muito forte, levando a prurido (coceira), hiperemia (vermelhidão), edema (inchaço), espirros e coriza. Portanto, é fundamental que as pessoas alérgicas evitem contato com os elementos que, para elas, são desencadeantes de crise alérgica.

Normalmente no tratamento são utilizados medicamentos anti-histamínicos que bloqueiam a ação da histamina, e consequentemente, os sintomas da crise alérgica. Eventualmente, poderá ser realizado tratamento com vacinas, onde a finalidade é fazer com que o organismo passe a não reconhecer os alergênicos como agentes agressores. Evidentemente que modificar uma resposta imunológica não é fácil, o que torna muitas vezes esses tratamentos ineficazes.

No Brasil, os alergênicos mais frequentes são os Dermatofagóides (carrapatinhos microscópicos), existentes em todos os ambientes. Em residências com carpetes, as populações desses seres microscópicos são infinitamente maiores. Casas bem arejada, com maior facilidade de limpeza, e, com boa insolação apresentam uma menor população de Dermatofagóides, portanto, são melhores para os alérgicos viverem.

O fator emocional é agravante das crises alérgicas. Pacientes com maior estabilidade emocional, que praticam esportes e vivem menos estressados, com certeza desenvolverão menos crises alérgicas.

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Existem algumas situações que favorecem um menor contato com alergênicos, e, portanto, diminuem as reações alérgicas, como:

  • Limpar diariamente toda a residência, sobretudo os locais onde a pessoa passa mais horas do dia. O quarto do alérgico deve ser limpo com muito cuidado; deve ser de fácil limpeza, não possuir muitos objetos onde possa haver acúmulo de pó. Deve sempre ser passado pano úmido, pois diminui a população de Dermatofagóides.
  • Em limpezas onde haverá contato com muito pó, a pessoa deverá amarrar um pano úmido na face ou usar máscara.
  • Evitar entrar em locais fechados há muito tempo ou onde a higiene é precária.
  • Evitar usar cobertores com pelos (mesmos os ditos antialérgicos) substitui-los por colchas ou edredons. Os travesseiros devem ser de espuma inteiriça de preferência usada com duas fronhas.
  • Fundamental uma vida saudável, com prática frequente de esportes, menos stress e evitar fumar.
  • Os inseticidas devem ser evitados, mesmos o elétrico, que apesar de não terem cheiro, tem o princípio ativo.
  • Todos os produtos com cheiros fortes devem ser evitados, desde que a pessoa note que o produto lhe causa irritação.
  • Procurar usar tecidos que não soltem pelos ou acumulem pó.
  • Aula de natação para o alérgico é uma atividade polêmica, pois ao mesmo tempo em que pode ser benéfica, devido à atividade física, pode ser um fator desencadeante de crise alérgica. O bom senso deve ser seguido.
  • No combate aos fungos (mofo ou bolor) pode ser usada uma solução de ácido fênico a 5%, facilmente adquirido em farmácias de manipulação, que diluído em água pode ser aplicado nos locais de proliferação desses microrganismos.

 

Fonte: Clínica Fávaro 

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A automedicação e os seus perigos!

Dor de cabeça, dor de estômago, dor nas costas. Gases, má digestão, queimação. Resfriado, coriza, febre. O pulso ainda pulsa. E a vida segue.

Todo mundo tem uma farmácia particular de remédios sem tarja (ou de plantas medicinais) para lidar com esses contratempos de saúde. Se a população fosse ao pronto-socorro ao primeiro sinal de azia, os hospitais estariam ­sobrecarregados de pacientes com sintomas leves que provavelmente serão curados sozinhos. O comprimido acelera a recuperação ou ajuda a atenuar o desconforto até o ciclo chegar ao fim.

Mas a automedicação começa a se tornar um problema sério quando vira rotina. Ou então, que ninguém nos ouça, se tiver remédio tarjado nesse balaio. Não só porque sintomas recorrentes podem indicar algo mais sério, mas porque todo medicamento tem potencial de delinquência quando corre solto nas suas veias. Hora de saber mais sobre a vida secreta das drogas autoprescritas mais populares do Brasil.

 

Tylenol

PRINCÍPIO ATIVO: Paracetamol

EFEITOS DESEJADOS: O remédio diminui o envio de mensagens aos receptores de dor e atua na regulação da temperatura do corpo, baixando a febre. Quando o paracetamol é metabolizado pelo fígado, uma pequena parte se transforma em uma substância tóxica, a NAPQI, que na maioria dos casos é rapidamente eliminada.

EFEITOS INDESEJADOS: Para adultos, a partir de 4 gramas por dia ou 1 g de uma vez só, o fígado pode não dar conta de toda a NAPQI produzida. Nesse caso, aumenta o risco de lesões irreversíveis e falência do órgão. As crianças são ainda mais vulneráveis.

Parte das overdoses de paracetamol é intencional, mas existe um grande número de pessoas que passa da medida sem perceber. Ou porque acha que a droga é 100% segura — e nenhuma é — ou por desconhecer que muitos outros remédios para dor, coriza, febre, alergia e inflamação contêm o princípio ativo.

Digamos que você tome um Tylenol para febre (750 mg de paracetamol) e um Resfenol (400 mg) para coriza, congestão nasal e outros desconfortos do resfriado. É 1,55 grama por dose, o que já traz riscos para o fígado, já que o órgão metaboliza melhor até 1 grama de cada vez.

Bom, essa dosagem quatro vezes ao dia dá 6,2 gramas, enquanto o ideal para não sobrecarregar o fígado é de 4 gramas para baixo. Se você ainda por cima mandar aquele remedinho para relaxar a musculatura depois de um dia tenso no trabalho, a conta aumenta. Um comprimido de Torsilax, o décimo medicamento mais vendido no Brasil em 2015 e o segundo em faturamento, coloca 300 mg de paracetamol a mais na sua corrente sanguínea. Se suas noites forem frequentemente banhadas a três doses de álcool, o fígado, que a essa altura estará tomando uma lavada das NAPQIs, vai pedir para sair. Tomar paracetamol para curar ressaca, então, é apagar fogo com gasolina.

Em 2011  e 2014 , o FDA alertou os médicos para que deixem de prescrever drogas que contenham mais de 325 mg de paracetamol em combinação com outras substâncias. É uma tentativa de desestimular o consumo casado, de mais de um remédio com o mesmo princípio ativo, que pode levar a uma overdose acidental.

 

 

Neosaldina

PRINCÍPIOS ATIVOS: Dipirona, mucato de isometepteno e cafeína.

EFEITOS DESEJADOS: A dipirona diminui a dor e a febre, o isometepteno e a cafeína reduzem o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, enfraquecendo a dor.

EFEITOS INDESEJADOS: Não precisa nem exagerar no consumo para se expor a dois efeitos colaterais raros, mas potencialmente fatais da dipirona. Um é a diminuição da quantidade de células do sangue, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Outro, especialmente em asmáticos, é o choque anafilático, reação alérgica grave que pode acontecer mesmo em quem está acostumado a usar a medicação. Esses riscos levaram muitos países129 a proibir a dipirona, como os EUA e a Austrália.

Outro problema com os remédios contra dor de cabeça é que eles podem diminuir a capacidade do corpo de liberar endorfinas, nossos analgésicos interiores. O uso exagerado cria resistência, quando é preciso uma dose maior para surtir efeito, e mascara outros distúrbios, que se tornam crônicos. Por exemplo, se o incômodo vem de uma sinusite mal curada, o comprimido alivia o sintoma, mas não resolve a causa. A ­inflamação na face vai ficando cada vez mais difícil de tratar. E a dor só piora.

 

Dorflex

PRINCÍPIOS ATIVOS: Dipirona, citrato de orfenadrina e cafeína.

EFEITOS DESEJADOS: A dipirona e a cafeína reduzem a dor e a orfenadrina inibe os comandos de contração involuntária dos músculos, produzindo relaxamento.

EFEITOS INDESEJADOS: Além dos problemas da dipirona, a superdosagem de orfenadrina é potencialmente tóxica. A ingestão de 2 g a 3 g dessa substância pode levar à morte. Os efeitos colaterais do Dorflex vão de boca seca e alterações nos batimentos do coração até alucinações, tremor, agitação e, em doses altas, delírio e coma.

 

 

Aspirina

PRINCÍPIO ATIVO: Ácido acetilsalicílico.

EFEITOS DESEJADOS: A aspirina é três em um. Em baixas dosagens, até 1 g, funciona contra dor e estágios leves de febre. Acima dessa quantidade, inibe processos inflamatórios, principalmente as artrites.

EFEITOS INDESEJADOS: A overdose costuma acontecer de forma acidental, principalmente com idosos, que usam doses maiores do remédio, e crianças pequenas. Oito comprimidos são suficientes para aumentar o risco de excesso de acidez no sangue e baixa acentuada de glicose, causando choque cardiovascular e insuficiência respiratória — distúrbios que podem levar à morte. Por causar queda nos níveis de açúcar, qualquer dosagem de aspirina pode causar hipoglicemia em diabéticos que tomam medicamentos para controlar a doença.

A aspirina e outros anti-inflamatórios também não devem ser usados antes de procedimentos cirúrgicos, mesmo os mais simples, como arrancar um dente ou uma unha encravada. Quando existe um corte na pele, as plaquetas se juntam e formam tampões para não deixar o sangue escapar. A aspirina inibe essa agregação e deixa a porta aberta para hemorragias.

Usar o remédio junto com outro anti-inflamatório ou álcool também é mau negócio: aumenta as chances de úlcera e sangramentos estomacais e intestinais severos.

 

Neosoro

PRINCÍPIO ATIVO: Cloridrato de nafazolina.

EFEITOS DESEJADOS: Desentupidor de nariz não é tudo igual. Alguns são soluções estéreis, sem químicos nem conservantes, apenas com água e 0,9% ou 3% de sal (cloreto de sódio). Outros têm também o cloreto de benzalcônio. E os mais vendidos carregam um terceiro ingrediente na fórmula, a nafazolina, que é um remédio. A água com sal hidrata a mucosa e dissolve o muco, desgrudando a meleca para que ela saia dali. O benzalcônio é um conservante com ação germicida. E a nafazolina é um químico que contrai os vasos sanguíneos, diminuindo o inchaço das mucosas e facilitando a passagem do ar.

EFEITOS INDESEJADOS: Os sprays de água e cloreto de sódio não têm contraindicação a não ser para quem é sensível aos componentes ou para hipertensos que usam as formulações com concentração maior de sal, de 3%. O benzalcônio pode causar alergia. A nafazolina tende a induzir tolerância, efeito rebote e dependência psicológica. É que, poucas horas depois da aplicação, o edema volta e é preciso repetir a dose. Com o tempo, o corpo acostuma e pede uma quantidade maior para entregar o mesmo efeito. Aí acontece a rinite medicamentosa, causada pela droga. Você nunca sara e ainda passa a acreditar que só vai conseguir respirar com a medicação. Provavelmente, a essa altura já estará devorando nafazolina pelo nariz, o que pode aumentar a pressão sanguínea e trazer problemas para o coração.

 

 

A automedicação e a autoprescrição, de qualquer forma, alimentam uma cultura enganosa, que acredita no poder supremo dos comprimidos — uma crença ruim, já que nos faz usar remédios de forma errada e em momentos em que eles são desnecessários.

 

Fonte: Superinteressante

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