Dicas Gerais

Voz: você sabe como preservar a sua?

A voz é um importante meio para a comunicação. E a maioria da população negligencia ou desconhece a dimensão dos efeitos negativos que os excessos com a voz podem causar.

Entre os principais sintomas de alerta para problemas vocais, separamos os sintomas listados abaixo, que podem corresponder a diversos problemas:

  1. Rouquidão;
  2. Tosse frequente;
  3. Alterações no timbre da voz;
  4. Pigarro;
  5. Dor ou cansaço para falar.

Leia também: Tosse: tipo, causas e o que fazer

Laringites

A causa mais frente de alteração na voz é a laringite. Ela decorre de uma infecção viral ou bacteriana na laringe e cordas vocais. Muitas vezes está associada a sintomas de gripe e resfriados (dor de cabeça, obstrução nasal, coriza e tosse). A rouquidão nestes casos tem resolução em poucos dias.

Nódulos, cistos, pólipos

Entre as doenças da voz temos alterações benignas como nódulos (calos vocais), pólipos e cistos nas pregas vocais. Os pacientes com algum desses problemas apresentam rouquidão mais prolongada. Podem ocorrer também cansaço ou dor (na garganta) para falar.

Câncer

A doença maligna é o câncer, que pode atingir as pregas vocais ou outras partes da laringe (garganta). Nestes casos a duração da rouquidão é maior. Pode ocorrer ainda dor para falar ou engolir além de surgimento de gânglios (ínguas) no pescoço.

O câncer de laringe é mais frequente em tabagistas. A associação do fumo com a ingestão de bebidas alcoólicas aumenta as chances de ocorrência de um câncer. Leia mais sobre os riscos de fumar no post sobre Tagabismo.

Quando procurar um médico?

Caso a rouquidão seja contínua e dure mais de 30 dias ela deve ser investigada. Ou se você tiver alguma duvida sobre sua qualidade vocal!

Atenção

Apesar de muitas vezes a voz rouca ser considerada “normal”, uma rouquidão sugere um problema nas cordas vocais. Quando estamos sem voz e continuamos a falar a tendência é que ocorra uma piora da qualidade da voz. Ou seja, ficamos cada vez mais roucos. E isso também significa mais inflamação ou lesão nas provas vocais. Em alguns casos essa inflamação provoca uma cicatriz, ou seja, uma rouquidão mais permanente. Por isso fique atento à sua voz e cheque as dicas abaixo para preservar a voz.

Leia também: Qual impacto das bebidas geladas na dor de garganta? 

Algumas dicas para manter uma boa qualidade vocal!

  • Não gritar ou falar alto;
  • Evite falar em tom que não seja o seu;
  • Evite cochichar;
  • Falar pausadamente com boa articulação das palavras;
  • Não fumar;
  • Evite bebidas gasosas ou alimentos que causem dificuldades de digestão;
  • Evite bebidas alcoólicas;
  • Evitar falar excessivamente durante exercícios físicos, quando gripado ou com alguma crise alérgica;
  • Realize pausas para repouso vocal durante o trabalho;
  • Beber bastante agua (temperatura fresca ou ambiente);
  • Não pigarrear excessivamente;
  • Evite ambientes com poeira, mofo ou cheiros fortes.

 

Fonte: MedPrimus

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O que é adenoide e como tratar?

A adenoide ou “carne esponjosa”, como é popularmente conhecida, causa muitas dúvidas, como por exemplo, se há necessidade de cirurgia, se é comum em crianças ou não. Pensando nisso tudo, reunimos aqui algumas perguntas frequentes, onde respondemos se é mito ou verdade.

Carne esponjosa e adenoide é a mesma coisa?

Verdade. Ela é um conglomerado de tecido linfoide (defesa) que quando olhamos parece muito uma esponja. Por isso o nome popular pegou.

Nem todo mundo tem adenoide?

Mito. Todos temos esse tecido na infância. Ele regride e desaparece espontaneamente durante o crescimento. Algumas vezes ela cresce muito rápido na infância e causa problemas respiratórios como nariz tampado e roncos. Na adolescência normalmente ela já regrediu. Quando isso não acontece a respiração pode ser comprometida.

 

Pode causar infecções?

Verdade. A adenoide e as amígdalas tem papel de defesa do organismo durante a infância. Ambas podem ter infecções.

A adenoide pode ter uma adenoidite, exatamente como temos a amigdalite nas amígdalas. Os sintomas são semelhantes ao da sinusite com secreção nasal, nariz tampado e febre. Além disso, a adenoide aumentada pode causar otites (infecções de ouvido).

Adenoide aumentada pode causar problemas de audição? 

Verdade. Ela está posicionada ao lado das tubas auditivas. Essa proximidade facilita a obstrução da drenagem de secreções do ouvido e infeções nessa região.

Além disso, apenas a retenção de secreção no ouvido já provoca alteração da audição. Isso ocorre com mais frequência nas crianças e pode atrapalhar o desenvolvimento da linguagem e alfabetização escolar.

Quando aumentada sempre tem de ser operada?

Mito. A cirurgia  está indicada em casos de obstrução (quando a respiração fica comprometida, o nariz obstruído, respiração ocorre mais pela boca e há roncos a noite) ou quando ocorrem infecções de repetição como adenoidites e otites. Portanto a indicação para a cirurgia depende do quadro clinico do paciente.

Alergia piora a adenoide?

Verdade. Pessoas com rinite alérgica possuem um fator inflamatório aumentado (relacionado a alergia). O aumento da inflamação provoca um aumento da adenoide. Essas pessoas têm então dois fatores para causar obstrução nasal: a rinite e a adenoide.

Leia também: Tosse: tipos, causas e o que fazer

Operar e tirar a amígdala e adenóide pode causar danos a imunidade?

Mito. O sistema imunológico do organismo está situado em vários locais. Ao remover uma parte dele, o restante assume totalmente a defesa do corpo.

Outro ponto importante é considerar que a cirurgia só será indicada em pessoas nas quais essa glândula cause problemas (obstrução e/ou infecção). Dessa maneira há benefício ao organismo e não malefício.

 

Fonte: MedPrimus

 

 

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Tosse: tipos, causas e o que fazer

A tosse decorre de qualquer processo irruptivo e é um reflexo natural do sistema respiratório. A função dela é atuar na defesa do organismo, removendo agentes irritantes e limpando a via respiratória. Ela também serve de alerta para uma eventual infecção ou alergia.

Causas de tosse

As causas são diversas, entre elas, podemos listar as seguintes:

  1. Infecção viral: gripes, resfriados, faringites, laringites
  2. Alergia: alergênico como poeira domiciliar, ácaros, fungos , pelos de animais etc.
  3. Inalação de irritantes: poluição, produtos químicos ou de limpeza, perfumes etc
  4. Ar condicionado ou temperatura fria e seca: o ar frio e seco è irritante  para a via respiratória.
  5. Infecções pulmonares: podem ser agudas como pneumonia ou crônica como tuberculose
  6. Tabagismo.( leia mais)
  7. Sinusite: a tosse óssea ocorre por presença de secreção em seios paranasais que “escorre” pela parte posterior do nariz em direção a garganta.
  8. Refluxo faringo laringeo ou refluxo gastroesofágico
  9. Aspiração de corpo estranho: mais frequente em crianças que, por hábito levam objetos a boca. Pode ocorrer aspiração desse objeto.
  10. Bronquite crônica, asma ou enfisema pulmonar
  11. Tumores

Leia também: Água no ouvido após banho de mar ou piscina: o que fazer?

Tipos de tosse

A tosse pode ser seca ou produtiva. A diferença entre elas é a presença de muco. No tipo produtivo há presença de secreção, que pode ser de pequena a grande quantidade, de clara a mais escura e até com laivos de sangue.

 cor da secreção é um indicativo da causa. Secreção clara ou transparente está associada a alergias ou gripes e resfriados ( leia mais sobre gripes e rinite alérgica). Já a secreção amarelada ou esverdeada sugere infecção. A presença de secreção sanguinolenta está associada a pneumonia, bronquite ou situações mais graves como tuberculose e câncer.

A tosse seca não tem secreção e muitas vezes está associada àquela ” coceira” na garganta.  E quanto mais irritação mais tossimos… e quanto mais tossimos mais irritação..!!

A tosse também é dividida pela sua duração. Uma tosse aguda, habitualmente, é de curta duração. Muitas vezes apresenta outros sintomas como obstrução nasal, dor de garganta, rouquidão e etc.

Já a crônica perdura por  mais de  8 semanas e tem causas diversas.

E o que fazer?

Se a tosse persiste um médico deverá ser consultado. O diagnóstico da causa  é fundamental para guiar o tratamento correto.

Como citado acima as causas  são diversas e podem ocorrer simultaneamente em uma mesma pessoa. O diagnóstico diferencial  é realizado através de exame  e história clínica, exames laboratoriais e de imagem.

Recomendações que podem ajudar:

Hidratação: beber água ajuda na fluidificacao de secreções e hidratação de toda a via área.

  1. Lavagem nasal com soro fisiológico: rinites e sinusites são causas muito frequente de tosse. Manter uma boa respiração nasal sem acúmulo de secreções ajuda a controlar o sintoma.
  2. Evite comer muito antes de deitar.
  3. Evite café, chá preto ou mate, chocolate e alimentos condimentados: eles podem piorar sintomas de refluxo.
  4. Umidificador ou vaporizador nos dias mais secos ajudam a aumentar a umidade do ar.
  5. Mantenha o ambiente ventilado.

Dicas caseiras 

O mel tem ação comprovada em reduzir a tosse. Atua ao diminuir a inflamação a garganta,e , consequentemente a tosse.

O própolis tem propriedades antimicrobianas e, no caso de uma infecção ajuda também. Gengibre e alcaçuz tem propriedades semelhantes.

Os Chas quentes ajudam pela temperatura: o calor do chá costuma trazer alívio da tosse. Porém convém evitar os chas com muita cafeína ( preto e mate).

Em nenhuma hipótese tome  medicamentos ou xaropes  sem consultar um médico. Cada medicamento age de uma forma e é especifico para cada tipo de tosse.

 

Fonte: Medprimus

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Água no ouvido após banho de mar ou piscina: o que fazer?

Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água no ouvido acumulada, causando dor? Há quem dê uns pulinhos, umas batidinhas na cabeça, um assopro.

Alguns preferem prender a respiração, outros esquentam uma toalha com ferro e a encostam na orelha.

O incômodo, o abafamento e a dor podem ser ainda maiores se a água for doce – de rio ou lagoa. Isso porque é onde se proliferam as bactérias Pseudomonas sp, um dos micro-organismos causadores da otite. Mais de 70% das infecções são por exposição à água, que empurra a cera pelo canal auditivo. Se a água estiver contaminada, pior ainda, pois ela tira a proteção natural que é a membrana do tímpano.

Leia também: Você sabia que o teste auditivo previne danos permanentes?

Outras formas para tirar água no ouvido, como usar vinagre ou álcool, devem ser evitadas pois além de não serem formas seguras de retirar a água, aumentam o risco de infecção no ouvido.

Como prevenção, é indicada ida a um médico antes de uma temporada na praia ou na piscina. Ele pode sugerir o uso de protetores, dependendo de cada caso. E não se deve esperar muito para marcar a consulta, pois o que começa com uma simples umidade pode terminar em infecção. Isso ocorre porque a cera deixa o pH do ouvido ácido, e a água o torna mais alcalino, criando um ambiente favorável à entrada de bactérias.

Como tirar água do ouvido do bebê

A melhor forma para tirar água do ouvido de bebê é apenas secar o ouvido com a toalha, porém, caso o bebê continue com desconforto deve-se levá-lo ao pediatra para evitar agravar a dor no ouvido ou permitir o desenvolvimento de uma infecção.

Para evitar que a água entre no ouvido do bebê uma boa dica é, durante o banho, colocar um pedacinho de algodão na orelha de forma a tapar o ouvido e passar um creme hidratante sobre o algodão, pois a gordura presente no creme não permite que a água entre com facilidade.

 

Fonte: Bem estar (G1)

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Qual impacto das bebidas geladas na dor de garganta?

Grande parte da população é ou já foi acometida pela dor de garganta, e existem algumas origens prováveis para tal. Os principais motivos para a ocorrência de doenças na garganta são gripes e resfriados, faringites e amigdalites provocadas por infecções virais ou bacterianas, e abuso vocal, ou seja: falar muito alto e tossir muito, forçando a garganta e provocando sua inflamação.
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E as áreas mais atingidas são as amígdalas palatinas, a própria garganta e as cordas vocais. Além da dor, muitas vezes há a dificuldade para engolir, rouquidão e falta de ar.

Muitas vezes, o quadro de dor de garganta é acompanhado de febre, mal-estar, dificuldades para engolir e respirar. Nestes casos, um médico deve ser buscado para diagnóstico adequado e início do tratamento.

Qual o impacto das bebidas geladas na dor de garganta?

Uma dúvida muito frequente nos pacientes é: quem está com dor de garganta pode tomar sorvete ou tomar bebidas geladas? Quando a dor já está instalada, o consumo de bebidas geladas e sorvete podem piorar o quadro, mas não que isso seja o fator desencadeante.

Leia também: Recomendações para pacientes com rinite alérgica 

Pode-se explicar a situação pelo mecanismo inflamatório presente: os vasos sanguíneos tendem a estar dilatados nestas situações, para aumentar a chegada de sangue e células que estão envolvidas no combate da infecção.

Os alimentos gelados causam um mecanismo contrário, de constrição (ou contração) dos vasos, e assim, retardam a chegada de sangue e nutrientes, “atrapalhando” as defesas naturais do organismo.

Por este motivo, pode-se ter a sensação de piora do quadro após o consumo de tais alimentos. Porém, ao contrário do que muita gente acredita, bebidas geladas não causam dor de garganta. Mas elas podem, sim, contribuir para o aumento da dor caso já exista algum problema no órgão.

Para evitar problemas no órgão, recomenda-se ingerir bastante água para hidratar o local, não forçar a voz e não respirar pela boca – pois isso pode ressecar a garganta e facilitar a entrada de vírus e bactérias. Bebidas geladas devem ser evitadas por quem já apresenta dor de garganta ou tem predisposição para o problema.

 

Fonte: Veja 

Imagem: Chata de Galocha

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Você sabia que o teste auditivo previne danos permanentes?

Os danos as células nervosas do aparelho auditivo podem ser causados por coisas simples e cotidianas, principalmente nos tempos de hoje. Como por exemplo, fazendo uso de fones de ouvido para assistir vídeos, músicas e séries favoritas.

Para evitas esses danos, que são irreversíveis, é importante fazer o teste de audição, conhecido também como audiometria. Ele identificará qualquer tipo de distúrbio, avaliando a qualidade de audição do paciente.

Caso seja identificado qualquer tipo de anormalidade durante o teste, o médico especialista avalia o tipo da alteração, medindo também o grau do mesmo. Com esse diagnóstico, haverá uma orientação ao paciente sobre o tratamento adequado, a fim de evitar o seu agravamento.

Leia também: A importância do olfato e paladar na sua saúde geral

É necessária a realização do teste auditivo?

Somente no Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência auditiva, e as causas são diversas, por pessoas de idades distintas. Por esta razão, o acompanhamento é fundamental no primeiro sinal de dificuldade para ouvir.

Quando negligenciado os sintomas e a realização do teste de audição, as complicações podem ser maiores, como a surdez permanente.

Mesmo que não haja um sintoma específico, é fundamental o teste. Você pode inseri-lo na lista de check-up anual. Pois, o exame é capaz de detectar distúrbios silenciosos que se apresentam discretamente até a sua evolução,e, identificados precocemente, serão corrigidos de forma simples com os aparelhos auditivos.

A importância da audiometria 

Como estamos constantemente expostos a poluição sonora, principalmente nas grandes cidades, os cuidados e acompanhamento com o sistema auditivo devem ter relevância.

Buzinas, músicas, os sons no percurso do trabalho, faculdade e casa, motores; ao nosso entendimento, são vistos como parte do cotidiano, porém, causam prejuízos. E ainda, se aliados aos maus hábitos, que adquirimos ao longo dos anos, como: fone de ouvido no volume máximo, conversas em excesso ao telefone, exposição em ambientes com ata freqüência sonora sem a devida proteção, são uma das principais causas da perda auditiva moderna.

Cuidando da sua saúde auditiva, através de medidas simples, como o teste auditivo, você previne e evita danos maiores e garante qualidade de vida.

 

 

Fonte: Direito de Ouvir

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Como se adaptar a perda de audição?

Apesar do avanço tecnológico, a perda de audição ainda traz um estigma. E se for necessária a utilização de aparelhos auditivos, a receptividade costuma ser negativa. As pessoas sentem que estão ficando velhas ou que a sua vida vai mudar drasticamente.

Se por acaso você está passando por isso, é importante que saiba que não precisa sofrer em silencio. Pois, é possível se adaptar a perda auditiva e ter uma vida normal. Separamos cinco dicas que podem ser úteis caso esteja passando por essa fase.

Seja realista com a sua perda auditiva 

Através do reconhecimento e aceitação da sua dificuldade auditiva, dá-se o primeiro passo para que você se adapte a ela. Se sentir envergonhado ou se recusar a aceitar os sintomas da perda de audição te levam a sentimentos ligados a perda e escassez, que te leva ao negativismo. A aceitação te prepara para reagir e procurar a ajuda necessária para se adaptar a sua nova realidade.

LEIA TAMBÉM: Quais são as causas da perda auditiva e como descobri-las?

Busque conhecimento

Da mesma forma que você está lendo este artigo para informar-se e aprender a se adaptar a perda auditiva, busque informar-se sobre as causas da perda dela e os tratamentos para tal. Sobre os avanços em relação aos aparelhos auditivos hoje e outros assuntos relacionados. O nosso blog conta com conteúdos informativos sobre o tema, que podem trazer esclarecimento a respeito do assunto. Dessa forma, você perceberá que não está sozinho e de que é possível reverter quadros, situações, como também a sua perspectiva da perda de audição.

Seja honesto com amigos e familiares 

Quando pessoas próximas, sejam amigos ou familiares estão cientes da sua perda auditiva, farão o que for possível para facilitar a sua compreensão e entender um pouco mais sobre o tema. Portanto, falar a verdade para aqueles que estão ao seu redor e explicar o que você precisa deles, é a melhor alternativa. Você pode pedir para que eles chamam a sua atenção antes de iniciar uma fala, que olhem para você ao conversar ou que fiquem mais próximos quando estiverem falando com você. É certo que essas pequenas mudanças nos hábitos farão um bem e te ajudarão.

Busque melhores situações para ouvir

Talvez você não saiba, mas nós usamos ouvidos, olhos e cérebro para dar sentido a nossa fala. E isso significa que se você tem dificuldades ou alguma limitação para ouvir, pode usar os outros sentidos no intuito de entender o que está sendo dito. Para isso, procure estar em locais com menos ruídos de fundo, se estiver em casa, por exemplo, pode desligar a TV ou outro aparelho de som quando for conversar. Em locais públicos, você pode procurar uma área com menor fluxo de pessoas para minimizar os barulhos.

LEIA TAMBÉM: 6 medidas para a prevenção da surdez em crianças? 

Procure um profissional de saúde auditiva 

Nenhuma das dicas acima serão validas se você não procurar a ajuda de um especialista. A perda auditiva é um problema de saúde, o que significa que você precisa buscar um profissional da área. Ele pode identificar as causas dessa perda, o que consequentemente, permitem um tratamento adequado. Afinal, ele pode indicar os aparelhos auditivos que atendam as suas especificidades. Não subestime a importância da sua saúde auditiva e procure um especialista.

 

Fonte: Direito de Ouvir

 

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Recomendações para pacientes com rinite alérgica

Espirros, coriza e nariz entupido: todo mundo tem, já teve ou ainda vai ter pelo menos um episódio de rinite. Basta pegar uma gripe ou um resfriado passageiro. Mas, para uma parcela da população, ela faz parte da rotina. É só entar em contato com pó, mofo, ácaros, pólen, pelos de animais ou produtos químicos que o organismo reage com tudo, anticorpos são liberados e a mucosa nasal, inflamada, sofre as consequências.

Por se tratar de uma condição crônica e que muitas vezes repele o tratamento receitado, a Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial acaba de atualizar suas diretrizes para o controle da rinite alérgica. Além de nortear a detecção e o plano terapêutico, o guia propõe orientações para adotar em casa e ainda dá uma palavra sobre o papel da acupuntura e da fitoterapia. Segure o espirro e conheça essas 10 recomendações.

  1. A importância do diagnóstico

Um dos desafios que a rinite alérgica impõe é o diagnóstico e como flagrar o que desperta as crises. É fundamental que seu médico possa traçar minuciosamente seu histórico, apurando os gatilhos e a presença de doenças relacionadas. Asmáticos, por exemplo, tendem a ter mais rinite. Se o fator desencadeante não é identificado nas consultas, testes de alergia (exames de sangue ou os que usam a pele) são bem-vindos.

  1. Pets: cada um no seu quadrado

Sabemos que é difícil manter distância dos animais se você tem um deles em casa. Mas o novo guia pede atenção diante dos pets. Isso porque cães e gatos têm alérgenos que são liberados na saliva, na pele e na urina, além de acumular ácaros nos pelos. O ideal é definir um espaço para o bicho, para evitar que os pelos se espalhem pela casa, e lavar as mãos depois dos afagos.

  1. O ar que você respira

O ar-condicionado pode ser um aliado porque serve como filtro contra a poluição que vem da rua. Isso desde que a manutenção do aparelho esteja em dia. O ar mais gelado e seco em si não provoca rinite, mas pode deixar a mucosa nasal sensível. Daí o conselho de programar uma temperatura amena (entre 24 e 25 ºC) e adotar um umidificador.

  1. Extermínio de ácaros

Esses aracnídeos invisíveis a olho nu são responsáveis pela rinite de boa parte dos brasileiros. Gostam de lugares úmidos e quentes e se alimentam de restos de pele que se misturam à poeira. Para acabar com a festa, conservar a casa limpa e os armários secos é fundamental – e, de bônus, se evita outro patrocinador de alergias, o mofo. Na batalha contra o pó entram pano úmido e aspirador com filtros, que retêm melhor a poeira. Produtos contra ácaros também podem ser requisitados.

LEIA TAMBÉM: Lavagem nasal com soro e seringa em bebês: quais cuidados tomar?

  1. A cama pode ser a fonte do problema

Lençóis, cobertores, colchões e travesseiros são um prato cheio para os ácaros. Assim, trocar e lavar a roupa de cama com frequência (pelo menos uma vez por semana) é a primeira regra de ouro. O manual americano propõe o uso de capas impermeáveis e hipoalergênicas em colchões e travesseiros. Manter os quartos ventilados e a cama exposta ao sol também ajuda.

  1. Para tratar sem sedar

Como antialérgicos têm fama de gerar aquela soneira, as novas diretrizes priorizam a prescrição de anti-histamínicos de segunda geração, que não têm o efeito sedativo típico da primeira classe dessas drogas. Essa nova geração tem outras vantagens: age mais rápido, pode ser usada por um período maior e não interfere no apetite.

  1. Remédios da pesada

Há medicações que só devem entrar em cena  em casos mais graves ou durante as crises. E o principal exemplo aqui são os corticoides, potentes anti-inflamatórios. Os especialistas prescrevem por poucos dias, uma vez que o uso prolongado pode causar retenção de líquido, aumento de peso, mal-estar e até osteoporose. Convém reforçar: como os antialérgicos, eles só devem ser empregados sob orientação.

  1.  Educação imunológica

E se treinássemos o sistema imune para ele deixar de hiper-reagir toda vez que o corpo tem contato com ácaros ou pelos de animais? Esse é o princípio da imunoterapia, uma espécie de vacina que injeta baixas doses de alérgenos com o objetivo de neutralizar a resposta das nossas defesas diante desses corpos estranhos. O manual a coloca como opção quando a alergia é refratária a tratamentos convencionais – e as aplicações podem durar de dois a três anos.

LEIA TAMBÉM: A automedicação e os seus perigos

  1. Apoio das agulhas

Pela primeira vez, o consenso da Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial se posiciona quanto ao uso da acupuntura: ela pode, sim, integrar o combate não medicamentoso à rinite alérgica. A aplicação das agulhas em pontos mapeados pela medicina tradicional chinesa poderia ser utilizada sozinha ou como complemento aos remédios. No Brasil, a técnica ainda não é reconhecida para substituir o tratamento padrão, e o que se alega é a carência de mais pesquisas comprovando seus benefícios. No entanto, ela está longe de ser contraindicada pelos especialistas.

  1. O chá não vai resolver 

Se a acupuntura recebeu o aval contra a rinite, o mesmo não se pode dizer da fitoterapia. O guia desencoraja o uso de ervas medicinais como tratamento, independentemente do meio (infusão, cápsula…). Faltam provas sobre sua segurança e eficiência e ainda existe o risco de efeitos colaterais e interações com remédios prescritos no consultório. Veja: não é que o chá da vovó está proibido, mas é importante saber que não será uma xícara quentinha que resolverá de vez uma crise de rinite.

 

Fonte: Saúde

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Conheça as principais causas do ouvido entupido

A sensação do ouvido entupido costuma incomodar bastante e pode ter diversas causas, desde as mais simples, como por exemplo, a mudança de altitude, seja na decolagem de um avião ou descida de uma serra, como outras causas que precisam de orientação médica.

O excesso de cera no canal auditivo é também um dos fatores que pode trazer esse incômodo. A entrada de água e uso de hastes flexíveis podem empurrar a cera para o fundo do conduto, causando assim, o entupimento e dores no ouvido. Nesses casos, é importante buscar um especialista para que o cerume seja removido.

LEIA TAMBÉM: 9 curiosidades sobre perda auditiva e formas de prevenção

Outro caso comum de entupimento, é na prática de natação ou mesmo no banho, e o ideal, é que não seja tomada nenhuma medida caseira para o problema, visto que, pode-se agravar a situação. O acúmulo de água pode gerar infecção no ouvido, que são o caso das otites. A procura do otorrinolaringologista é fundamental para saber se houve algum dano.

A disfunção na trompa de Eustáquio também tem como sintoma o ouvido entupido. Problema que atinge, aproximadamente 30% da população, causando obstruções recorrentes, como também otite, meningite e até mesmo perda auditiva. A trompa de Eustáquio faz comunicação entre o nariz com o ouvido e tem a função de ventilar e drenar o ouvido médio. Quando está obstruída, o ar não passa, provocando sintomas como autofonia, sensação de ouvido tapado e zumbido. Geralmente, a solução é cirúrgica.

LEIA TAMBÉM: Disfunção da trompa de Eustáquio: o que é e como tratar?

Seja qual for a causa do entupimento do ouvido, vale ressaltar que é contraindicado o uso de remédios sem orientação médica, visto que, sem entendimento da causa do problema, podem haver implicações por conta de uso inadequado. Assim como a introdução de outros objetos ou hastes flexíveis também não é recomendado, pois podem haver danos irreversíveis a membrana timpânica, provocando perda auditiva. Ao menor sinal de ouvido entupido, procure um especialista.

 

Fonte: Direito de ouvir

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9 curiosidades sobre perda auditiva e formas de prevenção

A audição é ameaçada constantemente pela poluição sonora. O barulho do trânsito, o som alto das festas e de aparelhos como o MP3 player prejudicam muito a saúde auditiva e podem causar danos irreversíveis.

Para saber mais sobre a perda auditiva e formas de prevenção, confira nove pontos importantes listados pelo otorrinolaringologista Julio Miranda Gil, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF):

1) Os traumas auditivos ou perdas auditivas induzidas por níveis de pressão sonora elevados eram considerados doenças ocupacionais, já que costumavam surgir por conta de empregos que envolviam altos ruídos sem o uso de equipamento de proteção adequado pelo trabalhador.

O que se vê hoje em dia é que o problema também é causado pelo barulho causado pelo trânsito e por diversas atividades de lazer, como ouvir música alta e utilizar fones de ouvido, e ainda frequentar discotecas;

2) Os principais fatores envolvidos com a perda auditiva são exposição a ruídos e predisposição individual, sendo que se sabe que pessoas brancas são mais suscetíveis que as negras, principalmente as com olhos azuis;

3) Quem fala alto deve ser submetido a uma audiometria, embora, na maioria dos casos, é apenas um costume individual ou familiar, como deixar o som alto do rádio ou TV;

4) A perda auditiva pode permanecer e tende a ser maior quanto mais tempo a pessoa é exposta a ruídos.

Costuma ser neurossensorial, ou seja, acomete o nervo auditivo, é irreversível e pode ser de leve a moderada, com perda de até 40% da audição;

5) A prevenção começa a partir do conhecimento de que a perda auditiva está relacionada com o volume do barulho e o tempo de exposição.

Então, se a pessoa está em uma discoteca, onde o volume da música e dos ruídos pode chegar a 100dB (decibéis), especialmente próximo às caixas de som, deve ir a uma área externa ou mais calma por cerca de 15 minutos com o intuito de que o sistema auditivo se repare.

Isso vale também para o trânsito, que pode chegar até 105dB. Quem trabalha próximo a pontos de ônibus ou ruas movimentadas, por exemplo, deve fazer uso de abafadores de ouvido.

Aqueles que estão só de passagem podem ficar nesse ambiente por, no máximo, uma hora;

6) Perto de 5% das perdas auditivas são creditadas ao uso de MP3 ou outros aparelhos eletrônicos. A orientação é de que o volume do fone de ouvido seja ajustado em um ambiente silencioso.

Quando a pessoa vai à rua ou a algum lugar com ruído externo, o volume não deve ser aumentado. A mesma dica vale para quando se escuta música dentro do carro.

Se o som do fone de ouvido é percebido por alguém a mais de um metro de distância, é sinal de que está muito alto. Opte sempre pelos aparelhos mais modernos que possuem limitador de volume e, mesmo assim, acerte o volume para 60% do limite, no máximo;

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7) Os limites de tolerância para ruído ou barulho variam de acordo com a intensidade (volume) e o tempo de exposição. Começa a ser lesivo a partir de 85dB.

Pode-se ficar até oito horas a 85dB, quatro horas a 90dB, uma hora a 100dB, 15 minutos a 110dB e sete minutos a 115dB;

8) O diagnóstico de perda auditiva é realizado por meio de consulta médica (com exame físico específico dos ouvidos) e exame audiométrico;

9) Se o paciente tem um trauma auditivo agudo, pode-se apostar em algumas medicações para reverter o quadro. Caso seja crônico, é irreversível.

 

Fonte: gazetaweb.com

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