Dicas Gerais

Infecção de ouvido em bebês

Uma das situações mais incômodas para as crianças é a dor de ouvido. Nos menores de 1 ano, então, que não conseguem falar para comunicar o que estão sentindo, a situação é pior ainda. A boa notícia é que, embora ainda sejam altas, as taxas de bebês com otite sofreram uma queda significativa em 20 anos nos Estados Unidos. Um estudo da Academia Americana de Pediatria (AAP), publicado na revista médica Pediatrics, diz que, a ocorrência da inflamação até 1 ano de idade vem caindo.


Embora os casos tenham sofrido uma redução, alguns estudos afirmam que é normal os bebês terem otite pelo menos uma vez até completarem 1 ano de vida. A frequência acontece por conta da maior abertura e permeabilidade da tuba auditiva, o conduto que liga a parte de trás do nariz com o ouvido médio. Além disso, há outros fatores comuns que fazem com que crianças dessa faixa etária tenham mais pré-disposição: pior controle de rinites e a entrada na creche depois do fim da licença-maternidade das mães, quando a criança está apenas com 4 ou 5 meses.

Os motivos que explicariam a queda nos casos


Segundo os cientistas que notificaram a queda de casos de otite, há três fatores que podem explicar a mudança das estatísticas: menor exposição à fumaça de cigarro, maior tempo de amamentação e mais acesso às vacinas. Crianças que convivem com adultos tabagistas, independentemente do fato deles fumarem ou não na presença delas, apresentam componentes do cigarro identificáveis na corrente sanguínea e na urina. O tabagismo passivo leva a vários problemas de saúde, mas, no caso da otite, a causa é a alteração que essas substâncias geram na mucosa do nariz e ouvido médio, alterando a capacidade de limpeza natural e de transporte do muco do nariz para a garganta.

Já a amamentação colabora porque aumenta a imunidade, com anticorpos que são passados para a criança nessa fase inicial do desenvolvimento. Por sua vez, a vacinação contra o pneumococo, principal responsável pela otite média aguda, pode aumentar a capacidade de combate a essa bactéria. A redução da estatística observada pela vacina foi abaixo do que se esperava, mas é um fator a mais para melhorar o controle.

+ Como identificar problemas auditivos em crianças?

Como identificar e tratar a otite


Justamente pelo fato de os bebês de até 1 ano ainda não conseguirem falar, perceber que seu filho está sofrendo com otite é um desafio. Os sintomas são muito parecidos com os de outras infecções virais: febre e irritabilidade. Às vezes, o bebê para de comer. Vale lembrar que o fato de você mexer na orelha do seu filho e ele não protestar não é suficiente para descartar a infecção do ouvido. A dor da otite média aguda normalmente não piora com a manipulação da orelha.

Por conta disso, o único jeito de se certificar de que a criança está ou não sofrendo com esse problema é consultar um médico especialista, que realizará o diagnóstico adequado. Em bebês menos de 6 meses, o tratamento costuma ser feito com antibióticos porque há maior risco de complicações. Acima dessa idade, é possível observar os sintomas por até 48 horas, quando a febre está abaixo de 39 ºC e  a dor é controlável com analgésicos comuns. Nos casos mais severos, é preciso usar antibióticos.

Fonte: Revista Crescer

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Saiba reconhecer os transtornos vocais

Nunca negligencie a rouquidão. Embora o problema pareça inofensivo, os transtornos vocais podem indicar tanto inflamações passageiras quanto infecções mais graves, distúrbios e nódulos benignos ou malígnos.

A Academia Brasileira de Laringologia e Voz relata que cerca de 30% da população brasileira não procura tratamentos apropriados mesmo diante de rouquidão persistente, comprometendo as pregas vocais, popularmente conhecidas como cordas vocais.

Alerta aos descuidados

A rouquidão é uma manifestação caracterizada pela falha da voz ou mudança repentina na entonação, causada por males que afetam a região da laringe. As causas mais comuns são inflamações agudas ou crônicas nesse órgão.

Em casos mais graves a rouquidão pode ser provocada por pólipos, lesões, nódulos ou tumores.

Riscos

Entre os fatores que colaboram para a manifestação de doenças na laringe estão o uso do tabaco, uso inadequado da voz, abuso no consumo de álcool, alergias respiratórias, doenças cardíacas, refluxo e até mesmo o clima seco.

Se a rouquidão perseguir por mais de 6 dias, é de extrema importância procurar um otorrinolaringologista.

Cuidados

A rouquidão e transtornos vocais podem ser causadas por gripes, resfriados e laringites. Nesses casos o tratamento é mais simples, geralmente medicamentoso.

O que devo fazer para prevenir a rouquidão?

  • Falar em tons médios;
  • Hidratar bem o organismo (entre seis e oito copos de água por dia);
  • Evitar excessos alimentares antes de usar a voz profissionalmente;
  • Evitar choques térmicos;
  • Poupar a voz durante crises alérgicas, estados gripais, períodos pré-menstruais;
  • Buscar auxílio médico especializado ao observar tosses, pigarros e alterações na voz que perdurem por mais de duas semanas;

+ Como identificar problemas auditivos em crianças?

Diagnóstico

Para confirmação da existência de lesões na laringe, o otorrinolaringologista realiza a videolaringoscopia, exame que identifica a procedência do traumatismo.

Há diversos fatores para a rouquidão, o diagnóstico preciso e ágil previne problemas mais graves. Lembre-se de jamais negligenciar uma alteração vocal, pois uma simples mudança na voz pode ser sinal de possíveis problemas maiores.

Se você perceber que está ficando rouco frequentemente, que sua voz tem falhado e causado incômodo, procure um profissional especializado, o procedimento não é invasivo e dispensa o pós-operatório.

Caso os sintomas de rouquidão persistam, procure imediatamente um otorrinolaringologista.

Fonte: OtorrinoMed

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Como identificar problemas auditivos em crianças?

Nos primeiros anos de vida, a capacidade auditiva é uma parte essencial no desenvolvimento social, emocional e cognitivo das crianças. É por isso que até mesmo os problemas auditivos leves podem impedir que a criança desenvolva a fala e a linguagem adequadamente.

A boa notícia é que os problemas auditivos em crianças podem ser superados se forem detectados cedo. 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 60% dos casos de perda auditiva em crianças menores de 15 anos podem ser evitados. Portanto, é importante que a audição de bebês e crianças seja examinada precocemente e verificada regularmente.

Problemas auditivos em crianças

Existem vários problemas auditivos que afetam as crianças, sendo que muitos deles resultam em perda auditiva. É o caso da otite média, por exemplo. Uma infecção no ouvido bastante comum em crianças que, se não for tratada, pode causar a deficiência auditiva.

A perda de audição em crianças pode ser apenas temporária, mas também pode ser permanente. A OMS estima que 34 milhões de crianças no mundo possuem deficiência auditiva incapacitante. Além disso, de 3 a 4 mil recém-nascidos já nascem com algum tipo de problema auditivo significativo.

Portanto, é possível perceber que esse é um problema de saúde sério e que precisa de atenção, especialmente dos pais. É importante que eles saibam reconhecer os sinais da perda auditiva o quanto antes. Um diagnóstico precoce é essencial para prevenir e evitar atraso de linguagem e possíveis problemas de aprendizagem e socialização.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Sinais de alerta

Seja uma doença hereditária, uma lesão no ouvido ou otite repetida, é essencial reconhecer os sinais de alerta que indicam um possível problema auditivo.

Em geral, os sintomas podem aparecer em qualquer idade: desde os primeiros meses de vida, até o início da adolescência. Alguns sinais mais comuns de acordo com a faixa etária são:

• De 0 a 3 meses: o bebê não reage ao ruído e à voz, é um recém-nascido muito calmo que não acorda com barulhos em seu quarto.

• De 9 a 12 meses: o bebê grita muito e não redobra as sílabas, por exemplo, ao falar “pa-pa” ou “ma-ma”.

• De 1 ano a 2 anos: a linguagem não se desenvolve e a criança tem dificuldades em pronunciar sílabas. Ela também não responde quando é chamada e é desatenta a tudo que não está em seu campo de visão.

• De 2 a 3 anos: a criança não consegue formar frases, articula mal ao falar e não reage quando alguém conversa com ela.

• Após 4 anos: problemas comportamentais, como agressão, falta de atenção, e medo noturno podem aparecer. Também é comum fazer confusão entre os sons de algumas letras e ter necessidade de aumentar o volume para assistir TV ou ouvir música.

Causas de problemas auditivos em bebês e crianças

Existem muitos fatores que podem causar problemas auditivos em crianças. Em alguns casos, a perda auditiva pode ser congênita, isto é, o bebê já nasce com ela, ou pode ser adquirida como resultado de uma infecção ou trauma.

perda auditiva congênita pode ser causada por:

• Complicações no nascimento, como falta de oxigênio, toxoplasmose ou outra infecção grave;

• Parto prematuro;

• Distúrbio do sistema cerebral ou nervoso;

• Uso de medicamentos ototóxicos durante a gravidez;

• Diabetes materno;

• Fatores genéticos.

perda auditiva adquirida pode ocorrer devido a:

• Perfuração no tímpano;

• Infecção, como meningite, sarampo, caxumba, coqueluche etc;

• Lesão grave na cabeça;

• Exposição a ruído alto;

• Otite média não tratada ou frequente.

Como diagnosticar problemas auditivos em crianças

A capacidade auditiva deve ser verificada algumas dias após o nascimento. Isso é conhecido como triagem auditiva neonatal, um exame rotineiro para todas as crianças que é realizado antes mesmo do recém-nascido sair do hospital.

Ao longo do tempo, também existem outros exames que podem ser aplicados em bebês e crianças para identificar problemas auditivos. Conheça alguns dos principais testes auditivos:

Audiometria de reforço visual

A audiometria de reforço visual (ARV) é indicada para testar a audição de crianças entre 6 meses a 3 anos de idade.

O teste consiste em fazer a criança vincular um som a uma recompensa visual, como um brinquedo. Quando a criança é capaz de associar o som e a recompensa visual, o volume e o tom do som são alterados para determinar a menor intensidade na qual a criança consegue ouvir.

Audiometria condicionada por jogo

Esse tipo de teste é aplicado em crianças entre um ano e meio a cinco anos de idade. Durante o teste, os ruídos são reproduzidos através de fones de ouvido ou alto-falantes e a criança precisa fazer uma tarefa simples ao ouvir o som. Isso pode ser colocar uma bola em um recipiente, completar um quebra-cabeça etc.

Assim como no AVR, a intensidade e a tonalidade do som são alterados para determinar os sons mais baixos que a criança consegue ouvir.

Audiometria tonal

As crianças maiores podem realizar a audiometria de tom puro. O teste serve para avaliar a audição de uma criança em idade escolar.

O procedimento da audiometria tonal em crianças é similar ao realizado em adultos. Durante o teste, são reproduzidos sons em diferentes volumes e frequências. Então, o paciente precisa sinalizar quando ouvir o ruído apertando um botão ou levantando a mão.

Teste de condução óssea

Para realizar esse exame, é preciso colocar um pequeno dispositivo de vibração atrás da orelha. O equipamento envia o som diretamente para o ouvido interno através dos ossos da cabeça. Isso pode ajudar a identificar qual parte do ouvido não está funcionando corretamente caso a criança esteja com problemas auditivos.

Soluções auditivas para crianças

O tratamento para os problemas auditivos em crianças dependem da causa e gravidade, mas pode incluir:

• antibióticos para otite média;

• remoção do objeto estranho ou cera de ouvido;

• terapia de fala;

• cirurgia;

• um implante coclear pode ser considerado para crianças com perda auditiva severa ou profunda.

Além disso, os aparelhos auditivos podem ser usados no tratamento de perda auditiva em crianças. Existem aparelhos auditivos desenvolvidos para crianças de todas as idades e com diferentes graus de perda auditiva.

Fonte: Direito de Ouvir

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As complicações de respirar pela boca

Respirar pela boca é um ato muito comum. E diz-se que esse padrão respiratório é errado porque nosso organismo não é adaptado fisicamente para isso.
O nosso nariz é o primeiro órgão do sistema respiratório e tem a função de proteger nossas vias aéreas inferiores. Além de filtrar impurezas, ele aquece e umidifica o ar antes de chegar aos pulmões. Isso não acontece quando respiramos pela boca, o que pode gerar diversas complicações de saúde.

Respirar pela boca gera problemas respiratórios e ósseos
Como naturalmente não deveríamos respirar pela boca, para que seja possível essa passagem de ar, o paciente acaba muitas vezes alterando a posição da língua, deixa a cabeça pender mais para frente e o lábio inferior vai ficando mais frouxo.

Essas adaptações para conseguir respirar pela boca podem facilmente causar alterações na face e nos dentes. Isso é devido à influência que a língua, que é um órgão muscular, tem de expandir os ossos da face, com isso contribuindo para o bom crescimento dos ossos e dentes. O rosto pode se estreitar e se alongar, o céu da boca fica mais alto, a saliva se acumula e a mordida (oclusão dentária) fica desalinhada. O paladar e a mastigação também podem se modificar, até interferindo na boa alimentação do paciente, bem como sua voz e fonética.

Além disso, como o ar da boca não é filtrado como o que entra pelo nariz, o paciente fica mais suscetível a absorver impurezas e, por consequência, apresentar mais quadros de gripes, sinusites, faringites, rinites, crises de asma e inflamações da garganta e ouvido.
Respiradores bucais, como são chamados, ainda podem acabar roncando mais e desenvolvendo apneia do sono, condição que causa uma pausa na respiração de mais de 10 segundos. O rendimento físico do paciente também costuma ser menor.

+ Problema no ouvido pode ser sinal de patologia ou infecção

Ajuda médica é imprescindível
Somente um médico da área de otorrinolaringologia pode diagnosticar a causa da respiração bucal, que pode estar relacionada ao nariz entupido ou a uma obstrução na garganta, e indicar um tratamento eficaz.
Os motivos mais frequentes do nariz tampado impedindo a respiração são: a rinite crônica alérgica, o desvio de septo (que pode precisar de correção cirúrgica) e, principalmente em crianças, a vegetação adenóide, aumento exagerado de uma amígdala que fica logo atrás da cavidade nasal.

Já na garganta, também mais frequente em crianças, a causa mais comum de obstrução é o aumento das amígdalas palatinas, que podem ser grandes ao ponto de uma encostar na outra no meio da garganta.
Quanto mais precoce for o tratamento, menor a chance de a pessoa ter um crescimento anormal da face e de criar o costume de respirar pela boca, cujo tratamento vai exigir sessões de fonoterapia.

Fonte: Dr.Consulta

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Deficiência auditiva e surdez: como haver inclusão na escola?

Existem diversos graus de deficiência auditiva. No Brasil cerca de 6% da população tem algum grau de perda auditiva.

A Deficiência Auditiva 

Consiste na perda parcial ou total da capacidade de detectar sons. Pode ser causada por má-formação, alteração genéticas, lesão na orelha ou na composição do aparelho auditivo. Entre os tipos de deficiência auditiva estão a condutiva, neurossensorial e mista.

Surdez

É considerado surdo todo aquele que tem total ausência da audição, ou seja, que não ouve nada. E é considerado parcialmente surdo todo aquele que a capacidade de ouvir, apesar de deficiente, é funcional com ou sem prótese auditiva. Atualmente, muitos consideram “surdo”aquele que opta pela língua de sinais e percebe o mundo preferencialmente através de experiencias visuais.

A sala de aula é um lugar barulhento. Crianças com qualquer grau de deficiência auditiva podem ter dificuldades para perceber adequadamente os sons quando houver ruído ambiental. Manter a sala de aula silenciosa ou com menor ruído possível ajuda a compreensão auditiva nos alunos com deficiência auditiva.

+ 6 tipos de surdez

Para facilitar o aprendizado, uma criança com deficiência auditiva deve:

  1. Sentar preferencialmente nas fileiras da frente e no centro da sala: é mais fácil de ouvir o professor, acompanhar a aula e evitar distrações com ruído ambiente e conversas dos demais colegas. Permite ainda observar linguagem corporal ( comunicação não verbal) e realizar leitura labial;
  2. Evitar sentar próximo à porta, janelas, ventiladores, ar condicionado, quadra esportiva e etc, para diminuir a interferência do ruídos externos a sala de aula;
  3. Se a criança não estiver de frente  sugerimos que fique com a melhor orelha voltada para o professor. A orelha melhor não pode ficar voltada para a parede!

Os professores podem:

  1. Utilizar  microfones ou sistema Wireless ( FM, Roger, MiniMic) individual para a criança;
  2. Falar pausada e articuladamente as palavras  e de frente para o aluno;
  3. Utilizar material concreto além de recursos visuais para apoio. Lembrar que o aluno com deficiência auditiva utilizará a leitura labial também! Assim, vale evitar uso de  filmes ou vídeos dublados, por exemplo!;
  4. Evitar dar aula de costas ( especialmente ao utilizar o quadro).

+ Conheça os diferentes tipos de deficiência auditiva

Abaixo uma figura esquemática de como funciona o sistema FM. O professor tem um microfone e trasmissor que conecta diretamente no aparelho auditivo do aluno. Isto ajuda a compreensão e aprendizado ao minimizar a interferência do ruído ambiental.

 

 

Fonte: MedPrimus

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6 tipos de surdez

Você sabe de que forma se dá a surdez? A limitação ou perda total da audição acontece devido a incapacidade de ouvir e reagir a ruídos e sons externos. O individuo portador de algum tipo de insuficiência auditiva, tem dificuldades em participar de diálogos rotineiros e também é limitado de se atentar a sons do ambiente em que está cercado. Em alguns casos, a pessoa é incapaz de ouvir qualquer tipo de ruídos e barulhos em sua volta.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 9,8 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de problema no aparelho auditivo, representando 5,2% da população do país. Desses números, 2,6 milhões apresentam algum tipo de surdez e outras 7,2 milhões manifestam outros problemas auditivos.

Um dos ciclos mais naturais da vida humana é o envelhecimento, o mesmo que é atrelado ao surgimento de diversas patologias, uma delas é a dificuldade em ouvir e reagir a sons. Porém, o simples ato de envelhecer não é um parâmetro para se obter problemas auditivos. Elaboramos uma lista de alguns tipos de surdez que podem acometer não só pessoas mais velhas, mas qualquer indivíduo durante qualquer fase da vida.

Surdez durante o envelhecimento

Uma das causas mais conhecidas por pessoas que detém algum tipo de problema auditivo é a fase do envelhecimento. Dentro da fonoaudiologia, essa condição também é chamada de presbiacusia.

Esse tipo de surdez pode ocorrer devido ao deterioramento das células ciliadas, que estão atreladas diretamente com a cóclea – órgão presente na orelha interna – causando uma piora dentro do sistema central do canal auditivo. Além disso, essas células são extremamente importantes para o funcionamento normal do ouvido pois são elas que enviam frequências sonoras que são reconhecidas pelo cérebro.

Entretanto, algumas pessoas podem apresentar sintomas de perda auditiva durante uma fase precoce da vida enquanto outras podem vir a sentir alterações auditivas após os 60 anos de idade.

Limitação auditiva induzida por ruídos

Os ruídos são caracterizados por longas frequências sonoras que podem ser agudas ou não. Quando nos expomos por longos períodos a barulhos de alto níveis de oscilações ruidosas, estamos sujeitos a danificações dentro do nosso sistema auditivo. Esse tipo de problema é encontrado principalmente em pessoas que trabalham em ambientes com sons estrondosos, como funcionários que comandam aeronaves, trabalhadores de construções, sistemas de telemarketing, etc. Veja o que o excesso de ruído pode causar.

+ Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Esses danos causados por ruídos aparecem de maneira gradativa e vão piorando com o passar do tempo se a devida proteção não for tomada. Atingindo um nível crítico, as chances de perder completamente a audição aumentam em 80% conforme o tipo de exposição.

Medidas cabíveis de proteção devem ser tomadas para que não haja danos irreversíveis dentro do canal do ouvido. Isso se dá por meio de protetores auriculares, tampões quando expostos a locais com alta frequência de ruídos e equipamentos para que não haja riscos de ferimentos à audição.

Surdez congênita

A surdez congênita é aquela que apresenta indícios desde do nascimento do bebê. A criança já nasce com algum nível de perda auditiva derivada de diversos fatores. Atualmente, 4 em cada 1000 crianças nascem com essa patologia.

Essa condição pode ser percebida durante a gravidez e tem como principais causas:

• Condições especificamente genéticas;

• O uso contraindicado de medicamentos durante o período gestacional;

• Contaminações adquiridas durante a gravidez, como rubéola, sífilis, toxoplasmose e herpes;

• Condições após o nascimento da criança que podem afetar diretamente sua audição, como a ausência de oxigenação ao longo do trabalho de parto, a retirada prematura do bebê por conta de complicações e infecções que podem ser adquiridas ainda no hospital.

É de extrema importância que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível, para que um tratamento possa ser feito através de aparelhos auditivos ou implantes cocleares.

Infecções 

Assim como a surdez congênita derivada de infecções pode vir a acarretar problemas auditivos na criança de maneira precoce, outros tipos de infecções também podem ser desenvolvidos por pessoas adultas, podendo levar até a completa surdez.

Alguns tipos de patologias infecciosas como as bacterianas, virais e fúngicas tem um papel prejudicial de contaminação na orelha interna, média e externa. Algumas das doenças que podem acarretar na perda total do sistema auditivo são as otites e meningites.

Ao primeiro sinal de alterações no organismo, é necessário um diagnóstico médico com determinada urgência para que a contaminação não atinja outros órgãos podendo até vir a óbito.

Problemas auditivos derivados de perfuração do tímpano

Caracterizado como uma membrana fina da nossa pele, especificamente alocado em nosso canal auditivo, o tímpano é uma das principais partes do nosso corpo. Quando entra em contato com algum ruído externo, o tímpano tem a função de vibrar para que assim haja o processo de identificação das ondas sonoras.

Apesar da relevância dessa parte do ouvido, a camada fina da membrana pode ser danificada facilmente por diversos fatores, são eles:

• Compressão intensa na parte membranosa como socos e algumas vezes até beijos;

• Introdução de equipamentos pontiagudos dentro do ouvido, como cotonetes e chaves;

• Contaminações atreladas ao ouvido médio;

• Ruídos estrondosos e altas frequências constantes de barulhos agudos.

Algumas perfurações podem ser tratadas de maneira espontâneas sem a ajuda de quais intervenções médicas, ao contrário de outras maiores que quase sempre necessitam de algum tipo de assistência cirúrgica.

+ Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Surdez atrelada ao uso de medicamentos

Pouco discutida entre a população atual, a surdez acoplada a algum tipo de interação medicamentosa também é possível. Remédios denominados de ototóxicos podem causar danos ao sistema vestibular e coclear do canal auditivo. Vale ressaltar que o uso desses medicamentos causa problemas a longo prazo ou pelo abuso de suas substâncias.

Separamos em três tópicos os tipos de medicamentos ototóxicos:

• Antibióticos aminoglicosídeos como amicacina e gentamicina;

• Diuréticos de alça como furosemida;

• Salicilatos.

O uso excessivo e contraindicado de medicamentos pode ser prejudicial a sua saúde e causar danos irreversíveis à sua audição. Ao primeiro sinal de dificuldades em reagir a sons externos, procure um especialista para diagnóstico e tratamento adequado.

 

Fonte: Direito de Ouvir

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Zumbido em jovens pode indicar futura perda auditiva

Pode reparar: atualmente, os fones de ouvido são quase uma extensão do corpo dos jovens. Só que não desgrudar do aparelho cobra consequências. Ainda mais quando o barulho que sai dele é similar ao de uma casa de show – algo recorrente hoje, como evidencia um trabalho da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido. Entre os 170 estudantes de 12 a 17 anos que participaram da análise, 95% relataram ouvir música com os fones.

Desses, 77% assumiram que deixam o volume alto. Até aí, pouca novidade, certo? Mas, ao serem questionados se já tinham ouvido um zumbido nos últimos 12 meses, 54,7% dos voluntários soltaram um sonoro sim. “O número é alarmante”, diz a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanchez, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenadora da pesquisa.

+ Zumbido afeta 28 milhões de brasileiros

De bate-pronto, pode-se concluir que há uma relação direta entre os jovens escutarem música em volumes ensurdecedores e o zunido. O refinamento dos dados revelou, no entanto, que outro fator contribuiria para o problema: uma menor tolerância natural a sons por uma parcela dos adolescentes. Mas calma! Nada de achar que a barulheira está liberada. Ora, não dá para identificar facilmente quais são os indivíduos mais sensíveis ao zunzunzum. Portanto, a exposição a ruídos altíssimos e por longo tempo permanece um dos fatores capazes de causar ou agravar o tinnitus, nome técnico do problema.

Embora faça questão de ressaltar que estamos falando de um sintoma e não de uma doença, o otorrinolaringologista Ricardo Testa, presidente da Sociedade Brasileira de Otologia, diz que esse mal parece mesmo estar mais frequente. “E o hábito de ouvir sons altos com fone de ouvido só piora a situação”, salienta. O motivo é relativamente simples: quando as células ciliadas, localizadas no ouvido interno, recebem vibrações sonoras, elas se alongam e encurtam repetidamente. O bicho pega quando nossa música favorita toca e subimos o som sem pudor. Daí, essas estruturas sofrem lesões temporárias ou definitivas. Com isso, as células vizinhas precisam trabalhar em dobro. Como efeito colateral, surge o zumbido.

+Por que os jovens gostam de ouvir música alta e quais os prejuízos disso?

Por essas e outras, ele é um sinal de que a saúde auditiva não anda 100%. E, de acordo com Tanit, se os jovens continuarem nesse ritmo, há grande probabilidade de simplesmente ficarem surdos lá pelos 30 ou 40 anos. Ainda bem que dá para prevenir esse desfecho. “Recomendamos deixar o volume até a metade do nível máximo. Não mais do que isso”, aconselha a fonoaudióloga Patrícia Cotta Mancini, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Desligar o aparelho a cada hora de exposição também ajuda. Escute: ninguém precisa abrir mão da trilha sonora para embalar o dia a dia. Mas é essencial zelar pelos ouvidos. Só assim eles continuarão a postos para apreciar os novos estilos e artistas que vão entrar na moda.

 

Fonte: Saúde

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Sangramento nasal: causas e como tratar

O sangramento nasal, ou Epistaxe, tem origem, na maioria das vezes (cerca de 90% dos episódios), na região anterior do nariz, ou seja, na região mais próxima da parte externa do nariz.

Ocorre mais precisamente no septo nasal, divisão cartilaginosa entre ambas as narinas. Essa região, bem na entrada do nariz, apresenta grande quantidade de vasos sanguíneos. Estes vasos ficam muito superficiais na mucosa nasal (revestimento interno do nariz) e tem a função de auxiliar no aquecimento e umidificação do ar inspirado.

Leia também: O que é adenoide e como tratar

A epistaxe ocorre quando um desses vasos (artérias ou veias) se rompe e pode ser causada por fatores locais ou sistêmicos.

Dentre os fatores locais temos:

  • Deformidade anatômica nasal: especialmente o desvio de septo nasal.
    Inalação de produtos químicos.
  • Qualquer tipo de inflamação nasal: neste caso encontram-se causas como gripes, resfriados, sinusites, rinites, etc.
  • Corpo estranho nasal: ocorre mais frequentemente em crianças. A presença do corpo estranho provoca trauma nasal, inflamação e infecção.
  • Uso de medicamento nasais: o uso de medicamentos tópicos nasais de maneira errada ou com composição irritante nasal podem gerar sangramentos.
  • Tumores nasais.
  • Trauma nasal: qualquer tipo de trauma desde uma batida ou pancada no nariz ate trauma digital, ou seja, quando machucamos o nariz com os dedos na tentativa de retirar alguma crosta nasal. Por isso a maioria dos sangramentos ocorre “na entrada do nariz” ate onde os dedos alcançam! Esta é a causa mais frequente de sangramento nasal.

Dentre os fatores sistêmicos temos:

  • Uso de alguns medicamentos (ex: acido acetil salicilico, varfarina, clopidogrel, desmopressina)
  • Intoxicação alcoólica.
  • Alterações da coagulação do sangue.
  • Tumores do sangue (leucemia).
  • Hipertensão arterial.
  • Doenças infecciosas.
  • Má-nutrição (especialmente anemia).
  • Uso de narcóticos.
  • Doenças vasculares.

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E o que fazer quando ocorrer um sangramento?

Primeiramente, mantenha-se calmo(a). A maioria dos sangramentos nasais melhoram espontaneamente em alguns minutos e não necessitam de atendimento medico de urgência.

Para controlar o sangramento mais rápido devemos comprimir o nariz por 3 a 5 minutos. Isso permitirá a formação de um coagulo e parada de sangramento.

Procurar um local fresco e fazer compressas geladas: o gelo ajuda a diminuir o sangramento.

Em alguns casos podemos utilizar um algodão embebido em solução de vasoconstrictor (oximetazolina, nafazolina) na entrada da narina associada a compressão.

Não vire a cabeça para trás, pois isso fará engolir sangue. Quando engolimos sangue, muito frequentemente ocorrem enjoos e vômitos. A força envolvida no momento do vômito pode predispor ao reinício do sangramento!

A dica é inclinar levemente a cabeça para frente para que o sangue escorra pela face. Não introduza nada nas narinas e nem tampouco tente limpá-las com dedos, cotonete, pinças, papel higiênico etc… Isso causará mais trauma nasal e recorrência do sangramento.

É importante lembrar que caso o sangramento não pare neste período ou seja recorrente, o indicado é procurar um médico otorrinolaringologista.

 

Fonte: MedPrimus

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Como lidar com pessoas que possuem perda auditiva?

Com a chegada da idade, a qualidade de vida tende a ter um declínio. Um dos problemas que podem chegar com o envelhecimento é a perda auditiva. Pessoas que começam a sentir os primeiros sintomas dessa perda – como a dificuldade em ouvir sons – tendem a se isolar de interações sociais, pois podem se sentir desconfortáveis. Se o suporte da família também não for positivo, o indivíduo tende a se sentir excluído e cada vez mais isolado.

Sabemos que as pessoas que estão em volta de alguém que detém a perda auditiva tem um papel muito importante para que nada mude nas comunicações. É necessário o apoio incondicional desses familiares para que a outra pessoa não se isole ou se sinta excluída por não conseguir escutar mais com tanta facilidade. Confira algumas dicas de como lidar com alguém nestas condições:

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1) Proponha uma consulta a um profissional

Primeiramente, é importante ressaltar a relevância de um especialista na área para ajudar a pessoa com perda auditiva. É ele que vai diagnosticar o tratamento e identificar o melhor tipo de aparelho. Proponha à pessoa uma visita a um otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo, sempre o motivando positivamente.

Tenha conhecimento sobre os sintomas do paciente antes de chegar ao consultório, fale abertamente sobre como é a comunicação com o mesmo, assim será fácil chegar em um diagnóstico concreto e um bom tratamento.

Comunique ao profissional caso o idoso tenha tido uma vida exposta a ruídos, períodos longos em ondas sonoras intensas, isso vai ajudar para que o especialista também ofereça um tratamento mais especializado para o paciente.

2) Tenha cautela ao se comunicar com alguém que tem perda auditiva

Com a devida avaliação médica realizada e o tratamento em andamento, é necessário mudanças em algumas situações rotineiras que antes faziam parte da comunicação dentro de casa.

Acredite, falar alto – ou gritar – não é nem de longe algo eficiente para que a pessoa te escute. O ideal é olhar diretamente para o rosto do idoso e falar pausadamente, para que o mesmo absorva todas as informações que você está querendo transmitir. O hábito de gritar não afeta positivamente a comunicação, mas sim prejudica o diálogo.

É melhor que os contatos sejam feitos em ambientes sem ruídos ou superlotações, além de distrações visuais. É interessante também o uso de gestos com os braços para que a pessoa compreenda melhor a mensagem que está sendo passada.

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3) Paciência é a chave para uma boa comunicação

Lembre-se que a pessoa com perda auditiva não tem culpa de estar nesta posição, ou seja, é necessário que tenha compreensão e principalmente paciência. Não se irrite se precisar repetir as mesmas frases algumas vezes ou fazer uso de repetição de palavras, é preciso se colocar no lugar do outro.

Tente não dizer frases muito longas e cansativas, a pessoa pode não entender algo no meio da conversa e acabar sem compreender o restante do diálogo. Mostre-se prestativo e empático, jamais deixe o indivíduo se sentir excluído ou se isolar. A perda auditiva é um problema comum e que pode ser tratado. Veja como a perda auditiva pode causar isolamento.

Com o devido tratamento em dia, a utilização correta de aparelhos auditivos e um ambiente cercado de pessoas positivas, o idoso vai conseguir se sentir acolhido e aceito. O envelhecimento é algo natural e devemos tratar todas as pessoas como gostaríamos de ser tratados, seja no presente ou no futuro.

Fonte: Direito de Ouvir

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Voz: você sabe como preservar a sua?

A voz é um importante meio para a comunicação. E a maioria da população negligencia ou desconhece a dimensão dos efeitos negativos que os excessos com a voz podem causar.

Entre os principais sintomas de alerta para problemas vocais, separamos os sintomas listados abaixo, que podem corresponder a diversos problemas:

  1. Rouquidão;
  2. Tosse frequente;
  3. Alterações no timbre da voz;
  4. Pigarro;
  5. Dor ou cansaço para falar.

Leia também: Tosse: tipo, causas e o que fazer

Laringites

A causa mais frente de alteração na voz é a laringite. Ela decorre de uma infecção viral ou bacteriana na laringe e cordas vocais. Muitas vezes está associada a sintomas de gripe e resfriados (dor de cabeça, obstrução nasal, coriza e tosse). A rouquidão nestes casos tem resolução em poucos dias.

Nódulos, cistos, pólipos

Entre as doenças da voz temos alterações benignas como nódulos (calos vocais), pólipos e cistos nas pregas vocais. Os pacientes com algum desses problemas apresentam rouquidão mais prolongada. Podem ocorrer também cansaço ou dor (na garganta) para falar.

Câncer

A doença maligna é o câncer, que pode atingir as pregas vocais ou outras partes da laringe (garganta). Nestes casos a duração da rouquidão é maior. Pode ocorrer ainda dor para falar ou engolir além de surgimento de gânglios (ínguas) no pescoço.

O câncer de laringe é mais frequente em tabagistas. A associação do fumo com a ingestão de bebidas alcoólicas aumenta as chances de ocorrência de um câncer. Leia mais sobre os riscos de fumar no post sobre Tagabismo.

Quando procurar um médico?

Caso a rouquidão seja contínua e dure mais de 30 dias ela deve ser investigada. Ou se você tiver alguma duvida sobre sua qualidade vocal!

Atenção

Apesar de muitas vezes a voz rouca ser considerada “normal”, uma rouquidão sugere um problema nas cordas vocais. Quando estamos sem voz e continuamos a falar a tendência é que ocorra uma piora da qualidade da voz. Ou seja, ficamos cada vez mais roucos. E isso também significa mais inflamação ou lesão nas provas vocais. Em alguns casos essa inflamação provoca uma cicatriz, ou seja, uma rouquidão mais permanente. Por isso fique atento à sua voz e cheque as dicas abaixo para preservar a voz.

Leia também: Qual impacto das bebidas geladas na dor de garganta? 

Algumas dicas para manter uma boa qualidade vocal!

  • Não gritar ou falar alto;
  • Evite falar em tom que não seja o seu;
  • Evite cochichar;
  • Falar pausadamente com boa articulação das palavras;
  • Não fumar;
  • Evite bebidas gasosas ou alimentos que causem dificuldades de digestão;
  • Evite bebidas alcoólicas;
  • Evitar falar excessivamente durante exercícios físicos, quando gripado ou com alguma crise alérgica;
  • Realize pausas para repouso vocal durante o trabalho;
  • Beber bastante agua (temperatura fresca ou ambiente);
  • Não pigarrear excessivamente;
  • Evite ambientes com poeira, mofo ou cheiros fortes.

 

Fonte: MedPrimus

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