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Dificuldade para dormir atinge 45% da população mundial

Quantas vezes você já bocejou hoje? Está se sentindo cansado? Se as respostas indicarem que as horas de sono não são prioridade na sua rotina, cuidado. Não dormir adequadamente causa sérios danos à saúde — de alteração do humor a doenças como hipertensão. Pensando nisso, especialistas alertam a população dos riscos da insônia e outros problemas relacionados.

Os distúrbios do sono já atingem cerca de 45% da população do planeta, segundo a Organização Mundial da Saúde, o que configura uma epidemia.

Um dos transtornos mais comuns é a insônia, a dificuldade para iniciar e manter o sono. Outro problema recorrente é a apneia, pausas respiratórias durante a noite.

Para avaliar a qualidade do sono e diagnosticar se há distúrbio, indica-se o exame de polissonografia, que pode ser feito em casa ou no laboratório e monitora as variáveis do sono, como atividade cerebral, cardíaca, respiratória e a arquitetura do sono.

O indivíduo que dorme menos de seis horas por noite tem quatro vezes mais chance de morte. Não se pode abrir mão do sono. Essa conta vai ser paga um dia — alerta Andrea Bacelar, da Associação Brasileira do Sono.

 

 

Ansiedade e estresse causam insônia

Segundo a Associação Mundial de Medicina do Sono, três elementos são essenciais para a boa qualidade do sono: a duração, que deve ser suficiente para que se sinta descansado e alerta no dia seguinte; a continuidade: o período de sono não deve ter interrupções; e a profundidade: deve ser profundo para ser restaurador.

Muitos aspectos podem levar a um quadro de insônia, como problemas emocionais, ansiedade e estresse. Além desses, os estímulos externos, como barulho ou temperatura inadequada, prejudicam a qualidade do sono.

O otorrinolaringologista Edilson Zancanella, da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, lembra que o uso indiscriminado de medicação para insônia pode causar dependência. Muitas vezes, ele explica, essa medida não é necessária.

Depois, não se dorme com ou sem a medicação. Tem que entender o que está causando o problema, tentar mudar hábitos, como horário desregulado e consumo de cafeína — diz o médico.

Ele acrescenta que, se o uso for necessário, a orientação médica é indispensável.

 

 

Consequências

O sono de má qualidade pode causar irritabilidade, memória ruim, baixa imunidade, falta de reflexos e de atenção.

A longo e médio prazos, não priorizar o sono pode aumentar os riscos de hipertensão, diabetes, sobrepeso, enfarte e depressão.

 

Via O Globo

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Aparelhos auditivos podem salvar o seu cérebro!

Nos últimos anos surgiram muitas evidências científicas dos danos cerebrais causados pela perda de audição. Um número crescente de publicações vem relacionando a surdez em idosos com o aumento do risco de demência, Alzheimer, depressão e outras alterações do humor. Já falei sobre isso neste post escrito em março deste ano. Mas até agora faltava responder uma pergunta-chave: O uso de aparelhos auditivos pode evitar que esses prejuízos cerebrais da surdez aconteçam?

Diante dessa questão, merece nosso destaque o estudo recém-publicado no Journal of the American Geriatrics Society. Os números do estudo chefiado pela professora Hélène Amieva, do departamento de neuropsicologia e epidemiologia do envelhecimento da Universidade de Bordeaux, impressionam. Foram 3670 pacientes acima de 65 anos acompanhados durante 25 anos. O estudo faz parte de uma linha de pesquisa que avalia os efeitos do envelhecimento sobre o cérebro humano e foi financiado pela empresa Oticon.

 

COGNIÇÃO E MINI-MENTAL

Para compreensão dos resultados da pesquisa é importante entender o conceito de cognição ou capacidade cognitiva. Para simplificar, poderíamos dizer que a cognição é o conjunto de funções do cérebro. Assim como o estado dos músculos é medido pela sua força, dos olhos pela acuidade visual e dos ouvidos pela capacidade auditiva, o estado de funcionamento do cérebro pode ser avaliado pela sua capacidade cognitiva. Entretanto, sendo o cérebro um órgão extremamente complexo, sua funções são bem mais sofisticadas do que puramente força, visão ou audição. Seu funcionamento envolve cálculos, orientação no tempo e no espaço, memória, raciocínio lógico, capacidade de abstração, aprendizado, dentre outras capacidades. Para medir e avaliar esse estado cognitivo, existe o Mini-exame do Estado mental, mais conhecido como Mini mental. Através da quantificação das respostas para um conjunto de questões subdivididas para cada capacidade cognitiva, o examinador pode rapidamente dar um resultado de 0 à 30, classificando o paciente num nível entre o pior e o melhor estado cognitivo.

 

 

RESULTADOS DO ESTUDO

No estudo de Bordeaux, os pacientes foram avaliados em 3 grupos: 1. Pacientes sem perda auditiva. 2. Pacientes com perda auditiva em uso de aparelhos, 3. Pacientes com queixa de perda auditiva e que não usam aparelhos. Ao longo de todo o período, os pacientes de todos os grupos foram submetidos repetidamente ao Mini-mental e os resultados foram avaliados ao final.

Os achados foram contundentes: Pacientes que se queixavam de perda auditiva e não usavam aparelhos apresentavam  uma queda cognitiva  superior à média avaliada pelo mini-mental , quando comparados aos pacientes sem queixas auditivas. Já no grupo de pacientes com perda de audição e que fazem uso de aparelhos, a evolução dos testes cognitivos manteve-se no mesmo padrão do grupo-controle, dos pacientes sem surdez.

 

 

CÉREBRO QUE OUVE

Os resultados dessa pesquisa vêm de encontro a um dos conceitos mais importantes dos últimos anos em termos de reabilitação auditiva: A “audição cerebral“. Esse entendimento, somado ao conceito de plasticidade neural, vem mudando a forma como entendemos e tratamos a surdez. Mais do que nunca, restabelecer a melhor audição possível através de aparelhos auditivos e implantes, além de proporcionar melhor audição e compreensão da fala, tem um papel fundamental na manutenção da saúde cerebral.

 

 

Fonte: Portal Otorrino

 

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Seu nariz não está deixando você trabalhar?

14502870_1821923568094393_5530612536841236876_nNariz escorrendo, entupido e crises de espirro não combinam com o ambiente de trabalho e comprometem significativamente a produtividade de qualquer um!

Seja por rinite, sinusite ou apenas um resfriado, o tratamento adequado alivia, abrevia e evita a recorrência desses sintomas tão incômodos e constrangedores. Procure um otorrino!

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Rinite medicamentosa

Rinite medicamentosa. Cuidado com a automedicação!

A automedicação com descongestionantes nasais tópicos pode provocar a rinite medicamentosa após apenas 5 a 7 dias de seu uso. Por conta dos efeitos colaterais, a cautela no uso dessas drogas deve ser ainda maior em cardiopatas, hipertensos, diabéticos e portadores de hipertrofia de próstata. A interrupção do uso faz parte do tratamento. Procure um otorrino!

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Cirurgia de desvio de septo em Recife

– Todo mundo que tem desvio de septo deve operar?
Não. Devem operar apenas aqueles pacientes que têm queixas de obstrução nasal significativa com impacto em sua qualidade de vida. Existem basicamente duas indicações para cirurgia de correção de desvio septo: obstrução nasal significativo e sinusites de repetição.

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– Quanto tempo deverei ficar internado?
O paciente que se submete a cirurgia de desvio de septo costuma receber alta no mesmo dia da operação, ao final do dia. Por vezes, para maior conforto do paciente, a alta é dada no dia seguinte ao da cirurgia pela manhã.

– Como é o pós-operatório desta cirurgia?
INCHAÇO: Apenas ocorrem inchaços nas cirurgias estéticas nasais (rinoplastia). As cirurgias funcionais (para melhorar a respiração) praticamente não causam edema, nem hematomas. DOR: Não é uma cirurgia dolorosa no pós-operatório. Mesmo assim a dor ainda pode ser controlada com o uso de analgésicos, caso seja necessário.
INCÔMODO: O que mais incomoda após a cirurgia é que o nariz entope bastante. No primeiro após a cirurgia é preciso lavar o nariz com soro várias vezes ao dia.

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Álcool, cigarro e o câncer cabeça e pescoço

cancerA associação dos hábitos de beber e fumar multiplica em até 20 vezes a chance de uma pessoa saudável desenvolver algum tipo de câncer de cabeça e pescoço, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP).

Estudos epidemiológicos demonstram que a exposição ao tabaco e ao álcool são os principais fatores causais associados ao desenvolvimento do carcinoma espinocelular, que é o tumor mais frequente (cerca de 90% dos casos) do trato aerodigestivo superior.

Entre os sintomas preocupantes estão nódulo persistente no pescoço, lesão na boca e rouquidão prolongada. Tais manifestações servem de alerta para a procura com urgência de um médico especialista, já que podem ser indicativos da doença.

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