Blog

Otorrino Unimed

otorrino_unimed_recifeAtravés do plano de saúde Unimed Recife, o paciente poderá fazer na Otocenter Recife:

CONSULTAS de Otorrinolaringologia geral, Otorrino pediatria, Reabilitação vestibular, Teste de prótese auditiva e Terapia da fala e estudo da voz.

EXAMES, como o Teste da orelhinha, Videoendoscopia nasal (Nasofibroscopia), Videolaringoscopia, Videoendoscopia da deglutição, Exame Vestibular e Audiometria.

CIRURGIAS de Amígdalas e adenoides, Ouvido (Timpanoplastia e Timpanomastoidectomia), Nariz (Septoplastia e turbinectomia, Cirurgia endoscópica dos seios paranasais, Redução de fratura nasal e Cirurgia de base de crânio), Laringe (Microcirurgia de laringe e Tireoplastia),

Agende sua consulta com um especialista > (81) 3039-5005 / (81) 3033-5010

Clique aqui e entre em contato.

Leia mais...

Entenda o que é a síndrome da apneia obstrutiva do sono

apneia_do_sono_recife

Primeiro, vem o ronco, depois o sono fica cada vez mais fragmentado. O cansaço da noite mal dormida se acumula ao longo dos dias, até que, de repente, a pessoa pode acordar no meio da noite e perceber que parou de respirar. Esses são sintomas de Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS).

A síndrome se caracteriza pelo fato de a pessoa precisar fazer esforço para respirar durante o sono. “Por algum motivo, o ar não está passando direito pela garganta da pessoa, seja pelo tipo de configuração da garganta ou pelo relaxamento do músculo”, explica Michel Cahali, coordenador do setor de Medicina do Sono da Clínica Otorrinolaringológica do Hospital das Clínicas da Faculdade
de Medicina da Universidade de São Paulo.

Rosa Hasan, neurologista especialista em distúrbios do sono do laboratório Alta Excelência Diagnóstica, acrescenta que é normal o músculo ficar mais relaxado durante o sono, o problema é quando isso atrapalha de alguma forma a respiração.

Idade é fator de risco

Com o passar do tempo, é normal que os músculos envelheçam também, o que contribui para o desenvolvimento da síndrome. “Chega um ponto, que quase todo mundo tem apneia em algum grau”, afirma Rosa. De acordo com os especialistas, o problema se agrava quando há sobrepeso, já que há uma maior compressão dos músculos da garganta.

Além disso, homens têm maior predisposição de desenvolver a doença. A incidência do problema em homens e mulheres só fica igual a partir dos 60 anos de idade, depois que as mulheres passam pela menopausa. Ainda assim, segundo Michel, os homens, em geral, demoram mais para procurar um diagnóstico. “Para a mulher, roncar é mais incômodo, por isso, elas tendem a procurar o médico mais cedo”, diz.

De acordo com o especialista, a maioria das pessoas procura o médico por volta dos 40 ou 50 anos. “Em geral, muitos pacientes já começaram a ter o ronco a partir dos 20, 25 anos”, diz. Para o diagnóstico de SAOS, é importante que a pessoa faça um exame chamado Polisonografia, em que a qualidade do sono e a respiração são monitorados por meio de eletrodos ao longo da noite.

A SAOS pode ser verificada em crianças, mas é menos frequente. Em geral, nos pequenos, a causa da doença é algum tipo de deformação anatômica. “Crianças com o problema, em geral, tem amídalas muito grandes ou adenoides grandes, e não respiram direito nem de dia nem de noite”, afirma Cahali. A solução nesses casos é intervenção cirúrgica.

Síndrome pode trazer problemas cardiovasculares

O cansaço não é a única consequência da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono. A doença, muito raramente, pode levar à morte durante o sono. “A apneia termina de dois jeitos, ou a pessoa morre ou acorda e, imediatamente, volta a dormir”, explica Cahali. Felizmente, os casos de sufocamento por apneia são raros, já que o mecanismo de defesa cerebral funciona bem.

O problema é que cada falha respiratória durante o sono bagunça o sistema cardiovascular. “Em cada apneia, há uma variação grande da pressão arterial. Isso libera substâncias que causam inflamação e vai ficando mais difícil tratar a pressão alta”, diz Cahali.

Com o tempo, podem surgir outras consequências cardiovasculares, como enfarte e acidente vascular cerebral (AVC). Por isso, segundo o médico, é importante tratar a doença.

Aparelho, cirurgia, e placa dentária são soluções

Não há um medicamento específico para que o ar continue entrando facilmente durante o sono. Os
tratamentos, então, variam. Comumente, a opção mais viável é um aparelho, chamado CPAP, que empurra o ar para dentro. “O problema é que a pessoa tem que dormir a noite inteira com o aparelho. Muita gente não consegue se adaptar e acaba retirando a máscara durante a noite”, diz Cahali.

Casos mais leves da doença podem ser resolvidos com uma placa dentária, mas o especialista alerta que é preciso fazer um acompanhamento periódico com o dentista. “Por causa da força exercida nos dentes, de manhã, muita gente pode sentir uma sensibilidade, os dentes podem ir se entortando”, afirma.

Outra solução são cirurgias. Além da retirada das amídalas, o médico recomenda a Faringoplastia Lateral, técnica que consiste em mudar a posição do palato (popularmente conhecido como céu da boca) na faringe. Há ainda cirurgias no osso do rosto. Segundo Cahali, a técnica é indicada para quem tem queixas estéticas, porque há uma mudança no rosto da pessoa.

Pesquisas

Atualmente, o Instituto do Sono repete os exames das pessoas que participaram da pesquisa anterior, de 2007. “A ideia é fazer um acompanhamento epidemiológico, ver se a doença progrediu, se alguém tratou”, explica Lia Bittencourt, diretora clínica do Instituto do Sono.

Fonte: Estadão.com.br

Leia mais...

Seis causas comuns de labirintite

labirintiteDistúrbio no labirinto pode ser desencadeado por mais de 300 fatores. Entre os principais estão:

1) Hipertensão
A hipertensão aumenta a pressão no interior das artérias e dificulta a chegada de sangue no labirinto. Com menos sangue, faltam nutrientes e oxigênio para nutrir as células da região. Esse desequilíbrio faz com o cérebro tenha dificuldade em decodificar a posição da cabeça no espaço por não conseguir se comunicar adequadamente com o labirinto.

2) Diabetes, pré-diabetes e hipoglicemia
Qualquer desajuste na quantidade de açúcar no sangue altera a vascularização do labirinto. “Além disso, essa disfunção pode mudar a constituição do líquido que há dentro do labirinto, que ajuda na percepção do equilíbrio”, diz o otorrinolaringologista Fernando Ganança, presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e de Cirurgia Cérvico-Facial.

3) Açúcar refinado
O consumo exagerado de açúcar refinado altera o funcionamento do labirinto e as mensagens que ele envia ao cérebro. Um dos sintomas da falha e comunicação entre o cérebro e o labirinto é a tontura. Por isso, a recomendação é ingerir doces e guloseimas com moderação.

4) Medicamentos
O uso recorrente de quimioterápicos, anti-inflamatórios, antibióticos e anti-hipertensivos modifica o funcionamento do labirinto e prejudica o envio de mensagens para o cérebro sobre a posição da cabeça.

5) Café em excesso
A cafeína, presente no café, em chás e refrigerantes, é uma substância estimulante e tóxica para o labirinto. “Ela aumenta a densidade do líquido do labirinto, e isso atrapalha a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça”, diz Ganança.

6) Bebida alcoólica
Bebidas alcoólicas são estimulantes, como o café. O álcool em excesso causa uma irritação aguda no labirinto e prejudica a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça.

Fonte: Veja

Leia mais...

Brasileiros ignoram riscos da perda auditiva

fotoSem buscar informações, sem saber como se prevenir, desconsiderando os sintomas e abusando de maus hábitos diários, os brasileiros estão, de forma lenta e progressiva, prejudicando a saúde e ignorando os riscos da perda auditiva e suas consequências. O cenário foi verificado em cinco capitais brasileiras, após levantamento feito por empresa de soluções auditivas, e mostrou que os belo-horizontinos se destacam negativamente por sua alta exposição a barulhos por períodos maiores que oito horas.

Sem buscar informações, sem saber como se prevenir, desconsiderando os sintomas e abusando de maus hábitos diários, os brasileiros estão, de forma lenta e progressiva, prejudicando a saúde e ignorando os riscos da perda auditiva e suas consequências. O cenário foi verificado em cinco capitais brasileiras, após levantamento feito por empresa de soluções auditivas, e mostrou que os belo-horizontinos se destacam negativamente por sua alta exposição a barulhos por períodos maiores que oito horas.

Prevenção > Utilizar protetores, evitar a exposição ao barulho e realizar exames com frequência foram as principais formas mencionadas pelos entrevistados.

Situação > Cerca de 800 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda auditiva. Estima-se que este número pode chegar a 1,1 bilhão até o final de 2015 – aproximadamente 16% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Matéria: Litza Mattos
Fonte: O Tempo

Leia mais...

Otosclerose

ouvidoA otosclerose é uma doença que envolve a cadeia ossicular do ouvido. Raramente ocorre a perda auditiva em indivíduos menores de 15 anos de idade. A doença afeta duas vezes mais as mulheres do que os homens, sendo bilateral em aproximadamente 80% e 90% dos casos, respectivamente. Nas mulheres, o risco do aparecimento dessa doença também tem sido relacionado com as alterações hormonais presentes durante a gestação.

A manifestação clínica mais observada é a perda auditiva progssiva. Em adição, pode haver a presença de tonturas, equilíbrio e zumbidos no ouvido. De acordo com alguns autores, a otosclerose apresenta na sua primeira fase uma perda auditiva condutiva; na segunda fase, uma perda auditiva mista e, por conseguinte, com a progressão da doença, pode apresentar componente sensorioneural.

O diagnóstico é baseado em exames clínicos e nos testes auditivos.

Clique aqui e conheça a Estapedotomia (cirurgia da audição)

Leia mais...

Estresse e labirintite

labirintite_recife

O estresse pode levar a tonturas, pois é uma alteração do estado normal do organismo, com mudanças na liberação de hormônios, das funções cardiovasculares e digestivas, do sistema nervoso e psicológicas que podem afetar secundariamente o labirinto.

O estresse influencia no desencadeamento da sensação de tontura, o que, muitas vezes, acaba confundindo o diagnóstico da labirintite.

Clique aqui e leia sobre a consulta de reabilitação vestibular

Mas ainda não se sabe com certeza se o estresse poderia causar a labirintite. No entanto, sabe-se que ele pode desencadear uma crise, assim como agravar seus sintomas.

Nem toda tontura é labirintite

Tontura não é doença, mas, sim, um sintoma que pode surgir em numerosas doenças. É um sinal de alerta de que algo não vai bem no organismo.

As tonturas estão entre os sintomas mais frequentes em todo o mundo e são de origem labiríntica em 85% dos casos. Mas elas podem estar relacionadas a outros problemas também. Um deles é o já citado estresse. Outros podem ser queda repentina da pressão arterial, desidratação e queda na taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia), e até mesmo problemas cardíacos, hipertensão e tumores.

Para descobrir as causas, inicialmente é feita uma série de testes, que são chamados de otoneurológicos, para diagnosticar se o problema é no labirinto e o que o provoca. Quando diagnosticada a labirintite, o tratamento varia de acordo com a causa, e pode ir de medicamentos para melhorar problemas do labirinto e da circulação sanguínea até intervenções cirúrgicas.

Fonte: UOL

Leia mais...

Tipos de rouquidão

foto

rouquidão, também denominada disfonia, consiste em uma alteração vocal muito comum na população, sendo definida como qualquer problema ocorrido no aparelho fonador que resulte na falta de clareza do som.

Este comumente é um problema de caráter transitório, podendo ser classificada como aguda, que apresentam curta duração, ou crônica, quando persistem por mais de 15 dias.

Clique aqui e conheça a consulta de Terapia da fala e estudo da voz 

CONHEÇA OS DOIS TIPOS DE ROUQUIDÃO:

– FUNCIONAIS
Neste caso, a rouquidão é consequência do próprio uso da voz, não havendo a presença de nenhuma moléstia nas cordas vocais. Pode ocorrer por dois mecanismos distintos:

  • Uso inadequado da voz, como, por exemplo, causado pela imitação de outros padrões de voz, que não a do próprio indivíduo; em casos do uso excessivo da voz, como é o caso dos cantores;
  • Inadaptações fônicas, quando o aparelho fonador do indivíduo não está muito bem adaptado à fala. Essas inadaptações podem decorrer de alterações anatômicas, como malformação da laringe ou funcionais, como problemas das relações fala/ respiração, fala/deglutição.

– ORGÂNICAS
A rouquidão, neste caso, ocorre devido a alguma alteração anatômica das cordas vocais, como, por exemplo, cistos, nódulos, pólipos, edema de Reinke, papilomas, paralisia das cordas vocais, entre outros. O refluxo esofágico pode levar à irritação das cordas vocais, resultando em rouquidão.

A causa mais comum de rouquidão aguda é a laringite aguda causada por infecção viral ou bacteriana. Nesse caso, a rouquidão pode surgir isoladamente ou acompanhada de coriza e tosse.

A causa da rouquidão pode ser identificada por meio de exames específicos, no qual é possível observar as cordas vocais e identificar lesões presentes nas mesmas que podem ser a causa da rouquidão.

Quando se trata de rouquidão funcional, o principal tratamento é a fonoterapia, na qual o paciente aprende utilizar a fala de maneira mais adequada.

Nos casos de rouquidão de origem orgânica, a causa específica deve ser tratada. No caso de nódulos nas cordas vocais, a fonoterapia é uma opção de tratamento, porém em certos casos se faz necessária a realização de cirurgia para sua ressecção. Os pólipos e os cistos são removidos cirurgicamente e, por conseguinte, é feita a fonoterapia pós-cirúrgica. O edema de Reinke é tratado por meio do abandono do fumo, juntamente com fonoterapia. A paralisia das pregas vocais é tratamento somente por meio de fonoterapia, enquanto que os papilomas são tratados cirurgicamente; todavia, o risco de recidiva é grande.

Fonte: InfoEscola

Leia mais...

13 dicas e curiosidades sobre rinite alérgica

rinite_alergica

Cerca de 30% da população sofre algum tipo de alergia, de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai). Um deles é a rinite alérgica, que pode levar a complicações como otites, sinusites, roncos, respiração bucal e alterações na posição dos dentes, além de piorar as crises de asma. Para saber mais sobre a doença, como sintomas e formas de tratamento, confira abaixo 13 curiosidades e dicas listadas por membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF).

1) Os principais sintomas são coriza, espirros, coriza hialina (secreção transparente) e obstrução nasal. Ainda pode-se observar lacrimejamento, perda do olfato e do paladar, halitose, tosse;

2) Durante uma crise, algumas pessoas sofrem com irritação nos olhos porque a mucosa que envolve o nariz e os seios da face se comunica com a dos olhos;

3) A rinite é dividida em dois grupos: alérgica e não-alérgica. O mais comum nos casos crônicos é a alérgica;

4) A rinite alérgica é uma inflamação da mucosa do nariz e dos seios da face com a presença de eosinófilos (um tipo de glóbulo branco) e IgE (um tipo de imunoglobulina);

5) A não-alérgica pode se apresentar de muitas formas, porém sempre com a mesma inflamação da mucosa, presença de neutrófilos (em vez de eosinófilos) e ausência do aumento de IgE;

6) Existem a patologia alérgica sazonal (com manifestação de sintomas por menos de quatro dias na semana) e a persistente (sintomas presentes por mais de quatro dias na semana). Pode ser dividida também em leve (quando os sintomas atrapalham, mas não incomodam tanto durante o sono, atividades diárias, lazer e esporte, escola ou trabalho) e moderada a severa (quando os sintomas atrapalham muito);

7) A rinite alérgica não é contagiosa. Normalmente, existe uma história familiar, ou seja, é hereditária. Por exemplo, quando os pais têm, o filho apresenta 80% de chance de desenvolvê-la.

8) Há várias substâncias que desencadeiam a rinite alérgica. As mais comuns são ácaros, fungos, pólen, saliva, resíduos de insetos e secreções de cães e gatos. Poluentes e tabaco também deixam o nariz mais sensível;

9) A prevenção consiste em detalhes como retirar de casa tapetes, carpetes, cortinas, bichos de pelúcia. Nunca passe vassoura e, em seu lugar, use pano úmido ou aspirador. É preferível não ter animais de estimação e, se isso for impossível, dê banhos semanais neles. Durma com edredom em vez de cobertor. Esqueça as roupas de lã e dê lugar às de materiais sintéticos ou algodão;

10) A lista de opções de tratamento conta com lavagem nasal com soro fisiológico, sprays nasais de corticoide, anti-histamínicos orais ou nasais, antileucotrienos, corticoides orais e vacina sublingual ou subcutânea;

11) Pacientes que têm rinite e desvio de septo costumam se queixar mais de nariz entupido do que os outros e talvez precisem de cirurgia para correção. Outras alterações anatômicas podem predispor a sinusite crônica e de repetição quando associadas à rinite alérgica;

12) Quem tem rinite e trabalha em um escritório com ar-condicionado deve realizar, ao menos duas vezes ao dia, lavagem do nariz com soro fisiológico, além de tomar cuidado com variações bruscas de temperatura. Outra dica é manter recipientes com água espalhados pelo ambiente com o intuito de evitar que o ar fique muito seco;

13) A sinusite alérgica pode ser causada pelo quadro de rinite e, a bacteriana crônica, por uma rinite que não foi tratada adequadamente (quando ocorre um acúmulo de muco nos seios da face, colonizado por bactérias).

Fonte: Terra – Saúde

Leia mais...

Mais de 1 bilhão de adolescentes e jovens podem perder a audição

audicao_audiometria

Mais de 1 bilhão de adolescentes e jovens correm o risco de perda de audição devido ao uso inseguro de dispositivos de áudio, como telefones inteligentes, e a exposição a som muito alto ou lugares barulhentos. Esta realidade levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a lançar um alerta para sensibilizar a população de que é possível se divertir sem provocar problemas auditivos.

O estudo realizado pela agência da ONU com adolescentes e jovens entre 12 e 35 anos revelou que cerca de 50% são expostos a um volume prejudicial para a saúde, através do uso de aparelhos de áudio pessoais e 40% a níveis de som potencialmente perigosos em ambientes de diversão, como discotecas, eventos esportivos ou bares.

Clique aqui e conheça o teste utilizado para avaliar a audição

Para ilustrar a dimensão do problema, a agência recomenda 85 decibéis como o máximo nível de exposição permitido em um lugar de trabalho, por um período total de oito horas por dia. No entanto, muitas discotecas, bares ou eventos esportivos frequentemente sobem o volume acima desse patamar, a 100 decibéis, um índice que é seguro apenas por 15 minutos.

Para evitar problemas futuros de audição, a OMS propões uma série de medidas. Algumas tão fáceis como manter o volume dos aparelhos baixo, usar fones de ouvido apropriados e restringir o uso de aparelhos de áudio a menos de uma hora diária. A Organização também sugere que estabelecimentos ofereçam tampões de ouvidos aos clientes, criem áreas de relaxamento para que as pessoas possam se isolar durante um período e mantenham o volume da música ou atração em níveis aceitáveis.

Em todo o mundo, existem hoje 360 milhões de pessoas com perda moderada a profunda de audição por diferentes razões, como o barulho, condições genéticas, complicações de nascimento, certas doenças infecciosas, uso de drogas e velhice.

Fonte: ONU Brasil

Leia mais...

Doenças de inverno

otocenter_recife

Basta começar o período de frio e chuvas que as doenças começam aparecer. Em casa, no trabalho ou na escola, as doenças de inverno atacam a garganta, o aparelho respiratório, os ouvidos e os pulmões. A queda de temperatura, o ar seco, a poluição, os casacos de lã que ficaram guardados no armário, e o fato de ficarmos em ambientes fechados, tudo isso favorece a ação de vírus e bactérias.

Essas doenças, se tratadas de maneira correta, não causam grandes transtornos, apenas incômodos. Quando se agravam, porém, podem até levar à morte. Conheça as principais e fique atento para tratá-las da maneira correta.

Alergia 
É uma reação do corpo a substâncias que podem ser encontradas em alimentos, roupas, animais, poeira, mofo. No inverno, as alergias típicas são as que envolvem o aparelho respiratório. Por isso, causam tosse e coceira nos olhos e na pele. Para tratá-la, primeiro vá ao médico para descobrir o que a causou. Os tratamentos devem ser prescritos por especialistas, que receitam desde antialérgicos e cortisona até vacinas.

Amidalite 
Inflamação das amídalas, responsáveis por filtrar pela boca possíveis infecções para o resto do corpo. Pode ser causada por vírus ou por bactérias. Causa dor de garganta, febre, mau hálito e gânglio no pescoço. Clique aqui e leia sobre a cirurgia de Amígdalas e adenoides.

Asma 
Também pode ser chamada de bronquite asmática ou alérgica. Pelos nomes já dá para perceber que ela é causada por uma reação alérgica ou por infecção das vias respiratórias. É uma inflamação do pulmão e das vias aéreas, que congestiona os brônquios e impede a entrada do ar aos pulmões. A falta de ar e o chiado – aquele barulho de gatinho ao respirar, são os primeiros sintomas. Se não tratada, pode causar enfisema pulmonar. Os médicos costumam receitar as famosas bombinhas, além da inalação com soro fisiológico e medicação.

Bronquite 
Ocorre quando os brônquios ficam inflamados e o ar não consegue chegar aos pulmões. Daí vem o catarro e a tosse seca com chiado. Se não for tratada, a tosse se agrava, aparecem escarros e a bronquite pode progredir para uma pneumonia. Uma forte fadiga, mal-estar geral e febre também podem ocorrer. Alergias, irritações pela fumaça ou fumo, podem causar a bronquite. Quem está com a doença não deve fumar ou ficar em locais fechados ou poluídos. Xaropes expectorantes eliminam o catarro. Inalação também é indicada, e médicos podem receitar antibióticos.

Faringite 
É uma inflamação na faringe (localizada entre as amígdalas e a laringe) que deixa a garganta arranhada, com pus. Provoca também febre e dor de ouvido. O causador geralmente é uma bactéria, um vírus ou uma infecção em outro lugar do corpo, como o nariz. Dali ela pode se espalhar para a faringe e, se evoluir, pode virar meningite. Como tratamento os médicos recomendam analgésicos, pastilhas para dor de garganta e antibióticos.

Gripe 
Muito contagiosa, é causada pelo vírus influenza, transmitido pelo ar por meio de gotículas de saliva. Ataca o nariz, a garganta e os pulmões. Se não se agravar, passa sozinha em alguns dias. Se não tratada corretamente, principalmente em idosos, no entanto, pode virar pneumonia ou meningite. Não existe remédio para curar a gripe, mas sim para aliviar seus sintomas: febre alta, dores musculares e nas articulações, calafrios, dores de cabeça e inflamação dos olhos. Nesses casos, analgésicos, antitérmicos, descongestionantes e vitamina C são indicados. A vacina é a melhor prevenção, e deve ser tomada todos os anos.

Laringite 
Surge quando ocorre uma inflamação na laringe, onde estão as cordas vocais, que não causa dor, mas provoca tosse seca e rouquidão. Pode aparecer sozinha ou ser um sintoma decorrente de uma bronquite ou pneumonia. Vírus, bactérias e bebidas muito geladas também provocam laringite. Não se deve fumar, ingerir bebidas geladas e gritar. Repouso e antibióticos são indicados. Clique aqui e conheça as cirurgias na laringe.

Meningite 
Muito temida e gravíssima, a meningite é a inflamação das leptomeninges, membranas que cobrem a medula espinhal e o cérebro. Pode ser causada por vírus ou bactérias, fungos ou parasitas ou até por uma gripe mal tratada. Febre alta, pescoço enrijecido, enjôos e dores de cabeça são os sintomas mais comuns dessa doença que exige acompanhamento médico permanente. Se não tratada adequadamente, causa seqüela cerebral e morte. Hospitalização e antibióticos são recomendados pelos médicos.

Otite 
É a famosa dor de ouvido, causada por uma infecção bacteriana, muito comum em crianças. Em geral acontece por causa da migração de vírus e bactérias que infectam a garganta e se multiplicam devido a secreções no local.

Pneumonia 
Infecção que pode acometer todo o pulmão ou parte dele, deixando os alvéolos pulmonares cheios de pus e de líquidos, o que impede a respiração correta. Em geral, é conseqüência de infecções respiratórias, bronquites, resfriados e gripes, causadas por vírus e/ou bactérias e fungos. Há diversos tipos de pneumonia e algumas podem piorar rapidamente exigindo hospitalização. Febre alta, tosse com escarro, dor no peito e calafrios podem ocorrer e os sintomas são mais fortes dependendo da área dos pulmões afetada. Antibióticos, inalação, não fumar, evitar ambientes fechados e descansar são as recomendações.

Resfriado 
É uma infecção leve no nariz e na garganta que tende a passar sozinha. O nariz escorre, há febre baixa e espirros. Alergias, vírus ou bactérias podem causar resfriados.

Rinite
Não-contagiosa, é uma inflamação no nariz, que aparece de tempos em tempos devido a alguma alergia. Coriza, coceira no nariz, olhos e febre baixa são os sintomas. Reação alérgica a pó, cigarro e reações a medicamentos causam rinite. Mofo, fumaça, tinta fresca pioram os sintomas. Antialérgicos, descongestionantes, analgésicos e antitérmicos são usados no tratamento.

Sinusite 
A sinusite é uma inflamação não-contagiosa que ataca a parte interna dos seios da face e deixa o nariz congestionado, provoca dor de cabeça, tontura, febre, inchaço nas pálpebras e mal-estar. Descongestionantes, analgésicos, antitérmicos e antibióticos minimizam o problema. Clique aqui e leia sobre a cirurgia endoscópica dos seios paranasais.

Fonte: Terra

Leia mais...