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Doenças de inverno

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Basta começar o período de frio e chuvas que as doenças começam aparecer. Em casa, no trabalho ou na escola, as doenças de inverno atacam a garganta, o aparelho respiratório, os ouvidos e os pulmões. A queda de temperatura, o ar seco, a poluição, os casacos de lã que ficaram guardados no armário, e o fato de ficarmos em ambientes fechados, tudo isso favorece a ação de vírus e bactérias.

Essas doenças, se tratadas de maneira correta, não causam grandes transtornos, apenas incômodos. Quando se agravam, porém, podem até levar à morte. Conheça as principais e fique atento para tratá-las da maneira correta.

Alergia 
É uma reação do corpo a substâncias que podem ser encontradas em alimentos, roupas, animais, poeira, mofo. No inverno, as alergias típicas são as que envolvem o aparelho respiratório. Por isso, causam tosse e coceira nos olhos e na pele. Para tratá-la, primeiro vá ao médico para descobrir o que a causou. Os tratamentos devem ser prescritos por especialistas, que receitam desde antialérgicos e cortisona até vacinas.

Amidalite 
Inflamação das amídalas, responsáveis por filtrar pela boca possíveis infecções para o resto do corpo. Pode ser causada por vírus ou por bactérias. Causa dor de garganta, febre, mau hálito e gânglio no pescoço. Clique aqui e leia sobre a cirurgia de Amígdalas e adenoides.

Asma 
Também pode ser chamada de bronquite asmática ou alérgica. Pelos nomes já dá para perceber que ela é causada por uma reação alérgica ou por infecção das vias respiratórias. É uma inflamação do pulmão e das vias aéreas, que congestiona os brônquios e impede a entrada do ar aos pulmões. A falta de ar e o chiado – aquele barulho de gatinho ao respirar, são os primeiros sintomas. Se não tratada, pode causar enfisema pulmonar. Os médicos costumam receitar as famosas bombinhas, além da inalação com soro fisiológico e medicação.

Bronquite 
Ocorre quando os brônquios ficam inflamados e o ar não consegue chegar aos pulmões. Daí vem o catarro e a tosse seca com chiado. Se não for tratada, a tosse se agrava, aparecem escarros e a bronquite pode progredir para uma pneumonia. Uma forte fadiga, mal-estar geral e febre também podem ocorrer. Alergias, irritações pela fumaça ou fumo, podem causar a bronquite. Quem está com a doença não deve fumar ou ficar em locais fechados ou poluídos. Xaropes expectorantes eliminam o catarro. Inalação também é indicada, e médicos podem receitar antibióticos.

Faringite 
É uma inflamação na faringe (localizada entre as amígdalas e a laringe) que deixa a garganta arranhada, com pus. Provoca também febre e dor de ouvido. O causador geralmente é uma bactéria, um vírus ou uma infecção em outro lugar do corpo, como o nariz. Dali ela pode se espalhar para a faringe e, se evoluir, pode virar meningite. Como tratamento os médicos recomendam analgésicos, pastilhas para dor de garganta e antibióticos.

Gripe 
Muito contagiosa, é causada pelo vírus influenza, transmitido pelo ar por meio de gotículas de saliva. Ataca o nariz, a garganta e os pulmões. Se não se agravar, passa sozinha em alguns dias. Se não tratada corretamente, principalmente em idosos, no entanto, pode virar pneumonia ou meningite. Não existe remédio para curar a gripe, mas sim para aliviar seus sintomas: febre alta, dores musculares e nas articulações, calafrios, dores de cabeça e inflamação dos olhos. Nesses casos, analgésicos, antitérmicos, descongestionantes e vitamina C são indicados. A vacina é a melhor prevenção, e deve ser tomada todos os anos.

Laringite 
Surge quando ocorre uma inflamação na laringe, onde estão as cordas vocais, que não causa dor, mas provoca tosse seca e rouquidão. Pode aparecer sozinha ou ser um sintoma decorrente de uma bronquite ou pneumonia. Vírus, bactérias e bebidas muito geladas também provocam laringite. Não se deve fumar, ingerir bebidas geladas e gritar. Repouso e antibióticos são indicados. Clique aqui e conheça as cirurgias na laringe.

Meningite 
Muito temida e gravíssima, a meningite é a inflamação das leptomeninges, membranas que cobrem a medula espinhal e o cérebro. Pode ser causada por vírus ou bactérias, fungos ou parasitas ou até por uma gripe mal tratada. Febre alta, pescoço enrijecido, enjôos e dores de cabeça são os sintomas mais comuns dessa doença que exige acompanhamento médico permanente. Se não tratada adequadamente, causa seqüela cerebral e morte. Hospitalização e antibióticos são recomendados pelos médicos.

Otite 
É a famosa dor de ouvido, causada por uma infecção bacteriana, muito comum em crianças. Em geral acontece por causa da migração de vírus e bactérias que infectam a garganta e se multiplicam devido a secreções no local.

Pneumonia 
Infecção que pode acometer todo o pulmão ou parte dele, deixando os alvéolos pulmonares cheios de pus e de líquidos, o que impede a respiração correta. Em geral, é conseqüência de infecções respiratórias, bronquites, resfriados e gripes, causadas por vírus e/ou bactérias e fungos. Há diversos tipos de pneumonia e algumas podem piorar rapidamente exigindo hospitalização. Febre alta, tosse com escarro, dor no peito e calafrios podem ocorrer e os sintomas são mais fortes dependendo da área dos pulmões afetada. Antibióticos, inalação, não fumar, evitar ambientes fechados e descansar são as recomendações.

Resfriado 
É uma infecção leve no nariz e na garganta que tende a passar sozinha. O nariz escorre, há febre baixa e espirros. Alergias, vírus ou bactérias podem causar resfriados.

Rinite
Não-contagiosa, é uma inflamação no nariz, que aparece de tempos em tempos devido a alguma alergia. Coriza, coceira no nariz, olhos e febre baixa são os sintomas. Reação alérgica a pó, cigarro e reações a medicamentos causam rinite. Mofo, fumaça, tinta fresca pioram os sintomas. Antialérgicos, descongestionantes, analgésicos e antitérmicos são usados no tratamento.

Sinusite 
A sinusite é uma inflamação não-contagiosa que ataca a parte interna dos seios da face e deixa o nariz congestionado, provoca dor de cabeça, tontura, febre, inchaço nas pálpebras e mal-estar. Descongestionantes, analgésicos, antitérmicos e antibióticos minimizam o problema. Clique aqui e leia sobre a cirurgia endoscópica dos seios paranasais.

Fonte: Terra

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A obstrução nasal tem cura?

Untitled-1A obstrução nasal é um dos mais relatados sintomas da civilização, que pode aparecer motivado por fatores profissionais, alérgicos, traumáticos, infecciosos, tumorais ou mesmo fisiológicos.

O principal sinal da obstrução nasal é a respiração bucal, às vezes associado à sensação de boca seca, atingindo as crianças, adultos e idosos.

Quando a obstrução nasal passa a ser uma queixa contínua ou repetitiva, nós devemos estar atentos, pois as causas são variadas e não devemos usar as gotas nasais vasoconstrictoras porque elas irritam o tecido nasal, reduzem o olfato e tendem a causar dependência química alterando o ciclo nasal fisiológico, isto é, o nariz só passa a desobstruir com doses cada vez mais elevadas.

O paciente que sofre de obstrução nasal e respiração bucal tende a apresentar a face com olheiras, boca entreaberta, respiração mais ofegante, além de noites mal dormidas e roncos e possível apnéia, se configurando como um problema inclusive de saúde pública.

A obstrução nasal tem cura? Claro que tem! O que é importante é identificar a causa básica do problema para que o resultado do tratamento seja um sucesso. Identificar os locais de estreitamento ou obstrução nas vias aéreas superiores tais como desvios do septo nasal, hipertrofia de adenóides ou cornetos nasais inferiores, pólipos nasais, úvula hipertrófica e palato mole flácido, base de língua retroprojetada além das alterações da oclusão bucal e alterações da implantação dentárias. Como sabemos o enfoque para os casos de respiração bucal deve ser multidisciplinar com a participação do médico, ortodontista, osteopata e fonoaudiólogo.

O tratamento poderá ser com medicamentos antialérgicos, antiinflamatórios, lavagens nasais, vacinas e em muitos casos o tratamento cirúrgico, todos com ótimo resultado se bem indicados!

Autor: Dr. Marcus Sodré (Médico Otorrinolaringologista
Veiculação: Jornal CRMPB (Conselho Regional do Estado da Paraíba) – Edição nº 63 – Julho / Agosto de 2005

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5 dicas sobre disfagia na infância

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1. O cardápio da criança que tem dificuldades para se alimentar deve ser elaborado tendo em vista as dificuldades dela. É essencial consultar um fonoaudiólogo. Oferecer qualquer alimento de consistência não recomendável pode fazer com que ele seja aspirado para o pulmão.

2. É essencial mastigar os alimentos várias vezes e de forma devagar. Quanto mais triturados eles estiverem, mais fácil será para a criança controlá-los na boca.

3. Não permita que o seu filho coma deitado — a menos que essa medida tenha sido prescrita como estratégia de tratamento.

4. Durante as refeições, peça que a criança apoie os braços na mesa e erga a cabeça e o tronco para ingerir.

5. Caso a criança perca peso ou tenha diminuição muscular, procure uma nutricionista. Pode ser que ela precise de suplementos alimentares.

A videoendoscopia da deglutição representa uma importante alternativa diagnóstica nos casos de disfagia (dificuldade para se alimentar).  Clique aqui e saiba mais.

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6 causas comuns de labirintite

foto1) A hipertensão aumenta a pressão no interior das artérias e dificulta a chegada de sangue no labirinto. Com menos sangue, faltam nutrientes e oxigênio para nutrir as células da região. Esse desequilíbrio faz com o cérebro tenha dificuldade em decodificar a posição da cabeça no espaço por não conseguir se comunicar adequadamente com o labirinto.

2) Qualquer desajuste na quantidade de açúcar no sangue (Diabetes, pré-diabetes e hipoglicemia) altera a vascularização do labirinto. “Além disso, essa disfunção pode mudar a constituição do líquido que há dentro do labirinto, que ajuda na percepção do equilíbrio”, diz o otorrinolaringologista Fernando Ganança, presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e de Cirurgia Cérvico-Facial.

3) O consumo exagerado de açúcar refinado altera o funcionamento do labirinto e as mensagens que ele envia ao cérebro. Um dos sintomas da falha e comunicação entre o cérebro e o labirinto é a tontura. Por isso, a recomendação é ingerir doces e guloseimas com moderação.

4) O uso recorrente de quimioterápicos, anti-inflamatórios, antibióticos e anti-hipertensivos modifica o funcionamento do labirinto e prejudica o envio de mensagens para o cérebro sobre a posição da cabeça.

5) A cafeína, presente no café, em chás e refrigerantes, é uma substância estimulante e tóxica para o labirinto. “Ela aumenta a densidade do líquido do labirinto, e isso atrapalha a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça”, diz Ganança.

6) Bebidas alcoólicas são estimulantes, como o café. O álcool em excesso causa uma irritação aguda no labirinto e prejudica a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça.

Fonte: Veja

Clique aqui e conheça o exame vestibular ou otoneurológico, que auxilia no diagnóstico de tontura (“labirintite”) vertigem, desequilíbrio.

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5 dicas para evitar a otite

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1.
O incômodo é dividido em otite média aguda (mais comum em crianças), que afeta a parte interna da orelha e está relacionada a gripes e resfriados, e otite externa, uma inflamação comum após mergulhos em piscina ou mar.

2. A dor pode ser causada por uma inflamação nas articulações, mordida errada ou por doenças virais. Em casos menos frequentes, algum tumor pode desencadeá-la.

3. Evite o uso de cotonetes, já que ao entrar no conduto da orelha podem machucar, além de retirar a cera que age como proteção. Limpe a região com toalha ou lenço de papel.

4. Como forma de prevenção, no caso da otite aguda, hidrate-se bastante e assoe bem o nariz, uma vez que a secreção acumulada pode passar para a orelha e causar o incômodo.

5. O tratamento dependerá da causa, por isso é recomendado que se procure uma orientação médica. Em geral, indica-se o uso de antibióticos.

Fonte: Revista Viva Saúde (UOL)

Você conhece a Cirurgia de tubo de ventilação? Ela é indicada nos casos cirúrgicos das otites recorrentes com acúmulo de líquido na orelha média. Clique aqui e saiba mais.

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17% da população mundial sofre de zumbido

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Som do apito de uma panela de pressão, barulho do chuveiro ou canto da cigarra constante. É assim que as pessoas que têm zumbido no ouvido descrevem o som que ouvem diariamente. Trata-se de um barulhinho que está sempre lá – pode até passar despercebido às vezes, mas em outras ocasiões chega a ser enlouquecedor.

Cerca de 17% da população mundial têm zumbido, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, o que corresponde a cerca de 278 milhões de pessoas. Só no Brasil o problema atinge 28 milhões. A maioria dos pacientes que sofre com o problema se refere a ele apenas como um incômodo. Porém, quem sofre com a forma grave de zumbido relata casos de muito sofrimento, que pode acarretar depressão e insônia, afetar a qualidade de vida e prejudicar a capacidade de executar atividades rotineiras como trabalhar ou estudar.

“Alguns pacientes não se incomodam com o barulho, outros se sentem desconfortáveis a ponto de não conseguir dormir direito ou realizar suas atividades normalmente. Estimativas revelam que em 80% dos casos, o zumbido é bloqueado pelo cérebro e o indivíduo não sente incômodo. Porém, cerca de 15% dos pacientes sentem indisposições com o zumbido e 5% têm o chamado ‘zumbido incapacitante’, que compromete a vida profissional, social e a saúde”, aponta Rita de Cássia Cassou Guimarães, especialista em otorrinolaringologia e otoneurologia e coordenadora do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba).

O zumbido, também conhecido como tinnitus ou tinido, é definido como um som  nos ouvidos ou na cabeça sem a presença de uma fonte externa. Ele não é uma doença, mas sim o sinal de que alguma coisa está errada. Na verdade, ele pode ser o sintoma de mais de 200 problemas de saúde, que vão de questões odontológicas até psicológicas, passando por questões hormonais, doenças do labirinto, alterações vasculares, problemas musculares e aumento do colesterol.

Porém, a causa mais frequente do problema é a perda de audição. “Nove em cada dez pacientes têm perda auditiva”, afirma Guimarães. “Vale lembrar que o zumbido não causa surdez, mas a surdez pode provocar zumbido”, diz. Envelhecimento, exposição a ruídos, medicamentos, doenças e até traumas cranianos podem causar alguma lesão na estrutura do ouvido, o que pode acarretar perda de audição e o zumbido.

Fonte: UOL

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Você respira corretamente durante os exercícios físicos?

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Inspirar pelo nariz e expirar pela boca. Esta é a forma mais conhecida como eficaz para a respiração. Contudo, durante a prática de esportes, não existe um padrão único. Conforme o exercício físico é necessário realizar formas diferentes de respiração.

É isso que defendem muitos profissionais do esporte. O médico do esporte Gustavo Magliocca, em entrevista ao programa Bem Estar da Rede Globo, explicou que a respiração adequada é aquela que facilita o fluxo de oxigênio e a saída de gás carbônico do organismo. Dessa forma, a respiração pela boca não é errada, e sim essencial para os atletas, pois o nariz nem sempre é capaz de atender à necessidade de ventilação pelo organismo. “Apesar do ar não entrar umidificado e filtrado, a boca é o caminho mais rápido para o ar entrar”, explica Magliocca.

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O ronco e a vida amorosa

ronco_recifeUma pesquisa da British Lung Foundation revelou que uma em cada três pessoas perde o equivalente a 23 dias de sono por ano, por conta do ronco barulhento do companheiro ou companheira. O problema atrapalha as noites de 39% dos adultos ouvidos pelo estudo.

Durante a pesquisa foram analisados casais na faixa entre 20 e 50 anos e, em alguns deles, descobriu-se que quem ronca é a mulher. Na maioria dos pares, porém, o problema é apresentado exclusivamente pelo homem. Para evitar conflitos, certas parceiras até se mudam para outro quarto a fim de conseguir descansar.

>> A cirurgia ortognática é indicada em alguns casos de Síndrome da Apnéia do Sono com resultados bastante satisfatórios. Clique aqui e se informe.

Apesar disso, convencer quem ronca a procurar um médico em busca de tratamento, não é tarefa fácil. É comum o roncador não dar ouvidos as reclamações do cônjuge, mas o problema pode deixar a relação estremecia e acarretar até no divorcio.

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Como é produzida a voz?

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A voz é produzida na laringe através da vibração das pregas vocais, também conhecidas como cordas vocais, que realizam seu movimento com o fluxo de ar que vem dos pulmões e com a ação dos músculos da laringe. De início, o som é baixo e fraco, sendo ampliado pelas cavidades de ressonância, que são a faringe, a boca e o nariz. Após a amplificação, o som será articulado na cavidade oral por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.

A falta de conhecimento da importância de certos cuidados básicos para preservar a voz pode ter como consequência o aparecimento de algumas doenças laríngeas como: edemas, nódulos, pólipos, entre outras.

Fonte: senado.gov.br

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Hábitos prejudiciais à voz

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Alguns hábitos e costumes adquiridos ao longo do tempo podem ser prejudiciais à voz, tais como:

– Gritar ou falar durante muito tempo.
– Cuidado com as mudanças de temperatura ambiental e com locais com ar condicionado, pois o resfriamento resseca o trato vocal.
– Evite o choque térmico com bebidas geladas, estas causam edema e muco nas cordas vocais.
– Evite bebidas alcoólicas, sprays, pastilhas e drops, estes atuam como anestésicos melhorando a voz aparentemente.
– Não pigarrear ou tossir, pois este hábito promove atrito entre as cordas vocais. Procure engolir saliva ou beber água.
– Evitar exposição à poeira, gás e cheiros muito fortes.
– Evitar o fumo, pois irrita a mucosa do aparelho fonador, especialmente as cordas vocais.
– Comer alimentos muito temperados e condimentados causa irritação nas cordas vocais.
– Evite comer alimentos achocolatados e derivados do leite, principalmente antes do uso profissional da voz, pois estes aumentam a secreção no trato vocal.

Caso você esteja com uma rouquidão ou qualquer outro incômodo por mais de 15 dias, procure um otorrinolaringologista e/ou um fonoaudiólogo.

A prevenção continua sendo a melhor opção. Cuide da sua voz, afinal, ela faz parte da sua identidade.

Fonte: senado.gov.br

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