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Os 5 grandes vilões da voz

Que cuidar da saúde é algo que todos devem fazer não é segredo. No entanto, ao se cuidar, você também lembra da sua voz? Parece um cuidado desnecessário, mas, existem hábitos e práticas que podem comprometer a sua voz a longo prazo e nós da Otocenter queremos falar desses grandes vilões!

Alguns excessos cometidos diariamente podem prejudicar a sua saúde vocal sem você perceber. Leia até o final para saber mais!

1. Bebidas alcoólicas e geladas

Essas bebidas prejudicam a garganta, resseca a mucosa das pregas vocais, além de potencializar o refluxo gastroesofágico em pacientes predispostos.

2. Gritar ou falar alto por muito tempo

A prática frequente de gritar ou fala alto por muito tempo pode machucar as pregas vocais, causando lesões que prejudicam a voz.

3. Tabagismo

Provoca sintomas como pigarros e tosses, que prejudicam o funcionamento do aparelho fonador, além do risco de desenvolver câncer de laringe com esse hábito.

4. Ar-condicionado

A exposição excessiva ao ar-condicionado ou à mudança brusca de temperatura também resseca a garganta. Para aqueles que não podem evitar ambientes refrigerados, é importante ingerir bastante água em temperatura natural.

5. Não fazer repouso

É necessário dar descanso para a voz também! Principalmente para aqueles que trabalham usando a voz constantemente, é importante priorizar momentos de repouso vocal para recuperar uma voz de qualidade.

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A sua rinite piora com a máscara?

Você sentiu uma piora da rinite com o uso de máscaras? Essa é uma queixa comum em alguns pacientes! O uso contínuo de máscaras, principalmente as reutilizáveis, e durante um quadro de crise de rinite, o paciente sente-se muito sufocado e incomodado com o uso das máscaras e tende a retirar mais vezes da face para conseguir respirar melhor.

Além disso, pessoas com rinite tendem a levar a mão ao nariz por conta da coceira, o que também não é o ideal visto que ainda temos que tomar os cuidados necessários para evitar a contração da covid-19. Para isso, além de tratar a rinite para controlar a irritação, separamos algumas dicas que podem melhorar o seu relacionamento com as máscaras.

Para te ajudar a contornar esse problema (sem abandonar o uso das máscaras), separamos algumas dicas:⠀

  • Prefira as máscaras descartáveis (PFF2) às de tecido.⠀
  • Caso seja de tecido, prefira as que são feitas 100% de algodão, evitando tecidos sintéticos.⠀
  • Evite lavar as máscaras com produtos de limpeza com cheiro forte.⠀
  • Troque de máscara a cada 2 horas.⠀
  • Lave o nariz com soro fisiológico regularmente.⠀

Se mesmo assim os sintomas persistirem, entre em contato e agende uma consulta: 📞 (81) 3071-7996 | 📲 (81) 9.8266-8142 (WhatsApp)

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Voz rouca é sinal de alguma doença?

Você notou a sua voz rouca e, após alguns dias, ela ainda não retornou ao seu timbre costumeiro? Fique atento pois isso pode ser sinal de que há algum problema na sua saúde. Também chamada de rouquidão, a voz rouca indica que há algo errado no funcionamento da laringe, órgão composto pelas cordas vocais responsáveis pela emissão da voz.

Como existem tanto causas inofensivas quanto graves, a recomendação é buscar ajuda profissional assim que for notada alguma modificação na voz para que, se necessário, seja iniciado o tratamento adequado.

As doenças ligadas à rouquidão

Doenças das vias aéreas superiores

As vias aéreas superiores são constituídas pelas cavidades nasais, faringe e laringe. Dentre as condições mais frequentes que as acometem estão as gripes, os resfriados, as infecções/inflamações virais e bacterianas, e as alergias. Todas essas doenças, por causarem algum tipo de irritação e dor na garganta, além de congestão nasal, muitas vezes podem ser a causa da rouquidão.

Refluxo faringo-laríngeo (RFL)

O refluxo é uma condição que geralmente afeta o esôfago, mas em casos mais graves e não tratados, o ácido do estômago pode chegar até a faringe e a laringe. Por ser uma substância prejudicial à garganta, provoca a irritação e a dor, que vêm acompanhadas de tosse seca, do pigarro e da rouquidão.

Papiloma de laringe

A papilomatose laríngea é uma doença causada pela infecção por HPV, que provoca tumores benignos na laringe. O primeiro sintoma da condição é justamente a rouquidão e alteração da voz, e em casos graves pode chegar a bloquear as vias respiratórias conforme progride, até mesmo levando o paciente a dificuldade respiratória intensa.

Câncer de laringe

A falta de cuidado com a garganta, lesões nas cordas vocais, condições como o refluxo faringo-laríngeo ou o papiloma de laringe sem os tratamentos necessários, e principalmente o cigarro são fatores de risco para o câncer de laringe. O tumor pode variar de local, mas quando se encontra na região glótica (cordas vocais), o primeiro e mais comum sintoma a aparecer é a rouquidão.

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Apneia do sono pode causar cárie?

Sabe-se que a apneia está relacionada com a ocorrência de paradas respiratórias durante o sono, logo, levando o paciente a ficar de boca aberta para conseguir realizar a respiração. Por sua vez, um dos riscos é tornar o ambiente propício para que as bactérias que se encontram na cavidade oral trabalhem na formação de danos dentários, tal como a cárie.

Entre as dicas, é que você indispensavelmente deve realizar uma boa higiene bucal, utilizando-se de creme dental de qualidade e escovação adequada, posto que assim evitará o aparecimento de substrato que influencie no problema.

Como tratar os distúrbios da apneia do sono

O diagnóstico da apneia é feito por meio de um exame chamado polissonografia, em que os dados vitais do paciente são monitorados enquanto ele dorme. Durante o exame são calculadas as vezes em que a respiração parou, o período de tempo e a quantidade de oxigenação do organismo.

Após a identificação do problema, começa a busca pela causa, que vai influenciar no tratamento. Entre os recursos mais utilizados para tratar da apneia do sono e o ronco está o aparelho intraoral (AIO), que movimenta a mandíbula (e consequentemente a língua) para frente.

Isso impede que a língua obstrua a passagem de ar para os pulmões durante o sono e estica os tecidos da garganta para permitir a passagem de ar. Ao mesmo tempo, o aparelho mantém a boca fechada, pois a estrutura e os músculos da face ficam tensos e firmes, evitando o ronco.

Consequentemente, os malefícios causados por esses distúrbios do sono são evitados. Os aparelhos intraorais são feitos de silicone e aço inoxidável. Não são considerados invasivos (ao contrário da cirurgia) e tem uma fácil adaptação. Por esse motivo, costumam ser os mais indicados para o tratamento da apneia.

Quase não existem restrições para o uso desses aparelhos. No entanto, indivíduos obesos ou com apneia causada pelo sistema nervoso central e casos em que existem problemas na articulação do maxilar devem ser analisados separadamente.

Quadros mais graves podem exigir o uso do CPAP, em que uma máscara é acoplada a um compressor que injeta ar nos pulmões por meio do nariz e da boca. Outros casos também podem exigir uma cirurgia. Por isso, é importante procurar a ajuda de um profissional antes de iniciar qualquer tipo de tratamento.

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Pra que serve o exame de nasofibroscopia?

Você conhece o exame de Nasofibroscopia? Popularmente conhecida como Endoscopia de Nariz, esse é um dos exames mais completos para análise das estruturas internas do nariz e da garganta.

A nasofibroscopia é um exame de diagnóstico que permite avaliar a cavidade nasal, até à laringe, através da utilização de um aparelho chamado de nasofibroscópio, que possui uma câmera que permite visualizar o interior do nariz e as estruturas dessa região, e registar as imagens num computador.

Este exame está indicado para auxiliar no diagnóstico de alterações da cavidade nasal, como desvios no septo nasal, sinusite, tumores nasais, entre outros, já que permite identificar estruturas anatômicas com precisão e visualizar a cavidade nasal com um ângulo de visão e iluminação adequada.

É essencial para diagnosticar inúmeras alterações ou doenças das vias aéreas superiores, como:

  • Rinite e sinusite;
  • Desvio de septo;
  • Pólipos Nasais
  • Aumento da adenoide;
  • Sangramentos nasais;
  • Distúrbios do olfato e paladar.

E você? Já realizou esse exame? Entre em contato e saiba mais detalhes:  (81) 3039-5005 | (81) 9.8266-8142 (WhatsApp)

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Por que a otite é mais comum em crianças?

O seu filho sofre muito com inflamações no ouvido? A otite média aguda é uma das doenças de ouvido mais frequente nas crianças.

Mas por que isso acontece?

As otites médias agudas acontecem devido a infecção por bactérias na região que chamamos de “orelha média” (por isso otite MÉDIA aguda). Essa é uma região pequena, que fica atrás do tímpano, onde ficam também os ossículos do ouvido (martelo bigorna e estribo) e é preenchida normalmente por ar. O ar que entra para essa região vem do nariz, através de uma comunicação chamada tuba auditiva (antigamente chamada de trompa de Eustáquio). A tuba auditiva é, então, a estrutura que liga o fundo do nariz à região da orelha média.

A diferença principal entre a criança e o adulto está na anatomia da tuba auditiva: enquanto nas crianças ela é mais curta e horizontalizada, nos adultos ela é mais longa e oblíqua. Nas crianças, é muito maior a chance da tuba auditiva ficar obstruída ou de líquidos subirem para os ouvidos, causando a otite.

Sendo assim, a chance da tuba auditiva da criança ocluir ou de líquidos subirem através da tuba para dos ouvidos será maior em crianças do que em adultos. O tratamento das otites pode ser feito de forma mais conservadora, com uso de antibióticos ou com uso de tubos de ventilação, dependendo de diversos fatores de cada paciente.

Se seu filho tem otites, não se preocupe, procure um médico otorrino. Otite tem tratamento.

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O que caracteriza uma amigdalite de repetição?

As amígdalas são carnosidades de tecido linfóide localizadas dentro da boca que participam do processo de proteção e formação de anticorpos. A amigdalite de repetição ocorre quando já um processo infeccioso recorrente nessa estrutura. Os agentes patológicos podem afetar de forma permanente as amígdalas e, nesses casos, é mais indicada uma cirurgia de retirada.

Os sintomas mais comuns incluem: dores de garganta e de cabeça, febre, desconforto ao engolir e pus na região (quando são inflamações bacterianas).⠀

Mas, o que caracteriza a amigdalite de repetição?

Também conhecida como Amigdalite Crônica caracteriza-se por um processo de amigdalite de repetição ou amigdalite recorrente. Nesses casos, os agentes patológicos podem afetar de forma permanente as amígdalas e provocar processos inflamatórios recorrentes.

Quais os sintomas da amigdalite?

  • Garganta inflamada e dor de garganta;
  • Dificuldade na deglutição;
  • Cefaleias ou dores de cabeça;
  • Mal-estar geral;
  • Febre;
  • Dor de ouvidos (mas observação por otoscopia costuma ser normal);
  • Voz alterada;
  • Amígdalas “inchadas”, com rubor e podendo apresentar placas esbranquiçadas na sua superfície (pus);
  • Halitose (mau hálito).

A duração da sintomatologia costuma variar entre 5 a 7 dias.

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Nem toda tontura é sinal de Labirintite

Você sabia que nem toda tontura é sinal de labirintite? Tontura, vertigem, náuseas e vômito são sintomas muitas vezes confundidos com labirintite. Porém, nem toda alteração de equilíbrio do corpo pode ser a doença.

E o que é Labirintite?

A Labirintite é a inflamação do labirinto, localizada na estrutura interna do ouvido que auxilia a audição e o equilíbrio do corpo. Não pode ser curada com apenas repouso.
Em caso de sintomas, é importante procurar um otorrinolaringologista para que possa ser diagnosticado. Quando diagnosticado, pouquíssimos casos podem ser considerados incuráveis. O tratamento é feito através de medicamentos, readequação dos hábitos e se estiver incontrolável existe cirurgia para a cura. A tontura pode simplesmente significar outros problemas como: metabólicos, hormonais, cardiovasculares e até psicológicos.

Quando a tontura não é labirintite?

A maioria das pessoas que sente tontura tem alguma doença do labirinto, mas não a labirintite. A tontura deve sempre ser investigada, pois pode ser um indício de alguma doença do labirinto e também indicar a presença de outras enfermidades, como diabetes, pressão alta ou baixa, anemia, problemas vasculares, neurológicos e cardíacos. Quanto mais cedo procurar um especialista, maiores as chances de recuperação.

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Otite podem levar à perda auditiva?

A otite de repetição é uma inflamação na orelha média ou externa que causa desde sintomas mais leves, como dores agudas e coceira, até sintomas mais intensos, como febre e perda temporária da audição! Fatores como umidade excessiva, no caso dos nadadores, o frágil sistema imunológico e a posição da tuba auditiva em bebês e crianças, favorecem o desenvolvimento da otite externa e média, respectivamente.⠀

Crianças com atraso na fala, troca de letras e dificuldade no aprendizado escolar devem sempre ser avaliadas do ponto de vista auditivo, e muitas vezes a causa são as otites de repetição.

Relação da otite com a perda auditiva

otite pode levar a perda auditiva? Essa é uma das dúvidas mais frequentes em relação a doença e a resposta é sim! Sem tratamento, pode ocorrer acúmulo de secreção no ouvido, imobilização dos ossículos ou rompimento do tímpano.

Caso chegue a esse ponto, o uso de um aparelho auditivo aparece como opção para recuperar a qualidade de vida e bem-estar do paciente. Neste caso, é importante procurar um especialista para auxiliar na adaptação e escolha do aparelho auditivo certo.

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Dificuldade para engolir? Veja o que pode ser e como tratar

Você já ouviu falar em DISFAGIA? A disfagia é o nome que se dá à dificuldade que algumas pessoas sofrem ao engolir alimentos, bebidas e até mesmo saliva! Essa condição pode atingir a todos, mas a maioria são idosos, podendo acarretar problemas sérios como engasgos, dor, perda de peso e falta de interesse em se alimentar.⠀

A disfagia pode ser ocasional, resultado da ingestão rápida de alimentos ou da falta de mastigação adequada. Nesse caso, não merece preocupação, apenas requer uma mudança de hábito. Porém, quando ela passa a ser persistente pode se traduzir em um problema médico grave, devendo ser devidamente avaliada. A doença atinge pessoas de todas as idades, sendo mais comum nos idosos.

A solução para esses casos é multidisciplinar: otorrinolaringologista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e nutricionista são profissionais que, juntos, podem apaziguar os desconfortos gerados pela disfagia.

Confira algumas dicas simples:⠀

  • Coma devagar! Tome seu tempo para mastigar o alimento, facilitando na hora de engolir;⠀
  • Coma sentado e evite deitar-se logo após a refeição;⠀
  • Coma livre de distrações! Foque na mastigação de qualidade e na deglutição.⠀
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